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sábado, 7 de novembro de 2020

A CRUZ DE CRISTO.

Não somos pecadores porque cometemos pecados e sim pecamos por sermos pecadores. É mais por constituição do que por ação. Há pecadores maus e pecadores bons, pecadores morais e pecadores corruptos, mas todos são igualmente pecadores. O problema não é no que fazemos, mas no que nós somos.

A cruz nos liberta daquilo que somos. “...sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado.” Rm 6:6.

Precisamos saber que fomos crucificados com Cristo e para isso responderemos as seguintes perguntas:

QUEM FOI CRUCIFICADO. QUANDO FOMOS CRUCIFICADOS

A Palavra de Deus diz que o pecado habita em nós (Rm 7:20). Paulo fala isso no tempo presente demonstrando que ele, mesmo sendo um discípulo, tinha “o pecado”.

O crucificado é o velho homem. O próprio texto diz isso: sabendo isto que o nosso velho homem foi crucificado com Ele. (v 6). O alvo não é o pecado como princípio ativo produtor de pecados e sim o servo do pecado que é o velho homem.

O que é o velho homem? Quando não conhecíamos o Senhor não nos preocupávamos se estávamos agradando ou não a Deus; não fazia, para nós, a menor diferença se o que fazíamos agradava ou ofendia a Deus. Esse é o velho homem em quem o pecado tinha toda liberdade de agir. Esse é o alvo da crucificação.

QUANDO FOMOS CRUCIFICADOS.

A cruz é um instrumento de morte. Ninguém sai vivo da cruz; quando se passa pela cruz se tem a certeza que tal pessoa jamais viverá.

O versículo diz que fomos crucificados e não que seremos crucificados. Pela Palavra, foi no passado. Porém quando no passado?

O mesmo capítulo de Romanos diz: Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, 6:3,4a. Fomos mortos no batismo!

A cruz é um instrumento de morte e ela operou no batismo. Não podemos deixar de saber disso. Esse foi um momento crucial de nossa vida com Deus, por isso não podemos deixar de encarar com seriedade.

Muitos, por não saberem disso ficam pedindo continuamente para que Deus os coloque na cruz. Objetivamente isso já ocorreu. Nosso velho homem foi crucificado para que andemos nós também em novidade de vida v.4b.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 7 de abril de 2018

A CRUZ DE CRISTO


Vimos, pois, que o Sangue trata objetivamente com os nossos pecados. Porém,  notamos que isso não basta para caminharmos em rumo ao propósito de Deus. Só com o Sangue, continuaríamos a pecar e confessar, pecar e confessar e pecar e confessar indefinidamente. Por isso é necessário que não só nossos pecados sejam tratados, mas o pecador seja tratado. E aí que entra a cruz de Cristo.

Não somos pecadores porque cometemos pecados e sim pecamos por sermos pecadores. É mais por constituição do que por ação. Há pecadores maus e pecadores bons, pecadores morais e pecadores corruptos, mas todos são igualmente pecadores. O problema não é no que fazemos, mas no que nós somos. A cruz nos liberta daquilo que somos.

SABENDO “...sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado.” Romanos 6:6. Em primeiro lugar precisamos saber que fomos crucificados com Cristo e para isso responderemos as seguintes perguntas:

QUEM FOI CRUCIFICADO. QUANDO FOMOS CRUCIFICADOS
Sabendo isto estaremos eliminando o primeiro passo ou condição para desfrutarmos daquilo que temos no Senhor e sermos vitoriosos no Senhor.

A). QUEM FOI CRUCIFICADO. Há muita confusão a esse respeito pois alguns confundem o pecado com o velho homem, com o ego e etc. Precisamos saber quem é o alvo da crucificação. A Palavra de Deus diz que o pecado habita em nós (Romanos 7:20). Paulo fala isso no tempo presente demonstrando que ele, mesmo sendo um discípulo, tinha “o pecado”.

Portanto, por eliminação, vemos que o pecado não é crucificado. Quem então é crucificado? É o empregado do pecado que é crucificado e esse empregado é o velho homem. O próprio texto diz isso: sabendo isto que o nosso velho homem foi crucificado com Ele. (v 6) E ainda mais: para que o corpo do pecado fosse desfeito.(v 6b). Veja que o alvo não é o pecado como princípio ativo produtor de pecados e sim o servo do pecado que é o velho homem.

O que é o velho homem? Quando não conhecíamos o Senhor não nos preocupávamos se estávamos agradando ou não a Deus; não fazia, para nós, a menor diferença se o que fazíamos agradava ou ofendia a Deus. Esse é o velho homem em quem o pecado tinha toda liberdade de agir. Esse é o alvo da crucificação.

B). QUANDO FOMOS CRUCIFICADOS. Esse ponto é chave para alicerçarmos nossa fé no Senhor. Primeiramente precisamos entender que a cruz é um instrumento de morte. Ninguém sai vivo da cruz; quando se passa pela cruz se tem a certeza que tal pessoa jamais viverá.

O versículo diz que fomos crucificados e não que seremos crucificados. Portanto já sabemos que, pela Palavra, foi no passado. Porém quando no passado? O mesmo capítulo de Romanos diz: Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, 6:3,4a. Fomos mortos no batismo!

A cruz é um instrumento de morte e ela operou no batismo. Não podemos deixar de saber disso. Esse foi um momento crucial de nossa vida com Deus, por isso não podemos deixar de encarar com seriedade.

Muitos, por não saberem disso ficam pedindo continuamente para que Deus os coloque na cruz. Objetivamente isso já ocorreu. Nosso velho homem foi crucificado para que andemos nós também em novidade de vida v.4b.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 1 de janeiro de 2012

A cruz nos revela um Deus que ama incondicionalmente.


John Stott escreveu, em seu excelente livro A Cruz de Cristo, que precisávamos visitar constantemente o Calvário. Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso não seria de grande proveito. 

John Stott quis dizer que deveríamos, todos os dias, numa atitude devocional, em oração e meditação, trazer a memória e ao coração tudo aquilo que aconteceu no Calvário. 

E este é justamente o convite que eu faço a você nesse momento. Por alguns minutos permita-me te levar até o Gólgota. Recue comigo dois mil anos atrás. Olhe para a cruz. Imagine toda a dor, toda angústia, todo o sofrer de Jesus. Por que ele fez isso? “Por que morrer?” Você já fez essa pergunta a si mesmo? 

Observe seu comportamento até mesmo em sua morte. Veja o que ele faz neste momento. Ele revida? Pragueja? Faz alguma retaliação? Não. Ele intercede por aqueles que o matavam! Pede o perdão do Pai por seus algozes. 

Com o corpo esvaindo-se em sangue e a boca seca e sedenta Ele se esforça para dizer: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Como poderíamos definir este ato de Jesus na cruz? Pacifismo? 

Talvez. Heroísmo? Quem sabe. Loucura? Convenhamos, até que parece. No entanto, a Bíblia nos mostra que a palavra é outra: amor. O mais profundo e perfeito amor! 

O “por que” da cruz é o amor de Deus por você e por mim. Não existe outra razão, não existe outro motivo. Não há outra explicação razoável para tal atitude. A cruz resume-se na verdade mais profunda e sagrada: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
 
Não somos dignos do amor de Deus. Se merecemos algo da parte de Deus, certamente não é amor, mas punição. Isso porque somos pecadores e, de fato, pecamos consciente e deliberadamente contra Ele. Todo pecado é um ato de violência e rebeldia contra Deus. 

A Bíblia nos diz que “o salário do pecado é a morte”. É isso o que merecíamos! Mas Deus, ao invés de nos punir com a morte, decidiu, por meio de seu Filho Jesus, morrer em nosso lugar. Ele decidiu sofrer a punição dos nossos pecados, mostrando sua justiça em punir o mal (em si mesmo) e seu amor em nos perdoar. 

Enquanto não reconhecermos que somos miseráveis pecadores, não poderemos jamais reconhecer o grande amor de Deus. 

Nossos olhos estarão vendados para o incomensurável amor de Jesus. Se você ainda não o ama talvez seja porque se considere bom de mais – talvez ainda não tenha se visto como um deplorável pecador. 

Diante do Calvário não existe orgulho; não existe pessoas boas por si mesmas, santarrões, seres de moral elevada; ali, o pecador se assombra e extasiado afirma: Deus me ama! 

Segundo Stott: Apenas um ato de amor puro, não manchado por alguma nuança (resquício) de segundas intenções, foi praticado na história do mundo, a saber, o amor de Deus que se deu a si mesmo em Cristo na cruz por pecadores que não mereciam. É por isso que, se estamos procurando uma definição de amor, não devemos ir ao dicionário, mas ao Calvário.

O calvário foi o palco da maior demonstração de amor de todos os tempos. 

A Bíblia nos diz em I Jo 4.9-10: “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou se Filho como propiciação pelos nossos pecados”. 

É necessário que o coração seja duro demais para não se comover diante de tamanho amor. 

Quem levou Jesus para morrer na cruz do calvário não foram os fariseus por inveja, não foi Pilatos por temor nem Judas pela sua cobiça, mas o Pai, somente o Pai por amor. 

Como escreveu Yancey: “A cruz, o evento mais público da vida de Jesus nos prova a enorme diferença de um Deus que prova a sua existência pelo poder e de um Deus que prova a sua existência pelo amor”. O nosso Deus optou pelo amor! 

Autoria; Kassio F. P. Lopes – sou da Promessa 

Por Litrazini 

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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