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sábado, 4 de outubro de 2025

FINALIDADE DA CEIA DO SENHOR

Jesus é a nossa Páscoa. O termo "páscoa" deriva da palavra hebraica "pesah", que significa passar por cima, pular além da marca ou passar sobre.

Quando Deus ordenou ao anjo destruidor que eliminasse todo primogênito na terra do Egito, a casa que tivesse o sinal do sangue do cordeiro não seria visitada pela morte (Êxodo 12.1-36). 

Os judeus passaram então a celebrar a Páscoa comemorando a saída do Egito, a passagem para a liberdade.

A partir de Jesus, essa celebração foi substituída pela Ceia do Senhor, com o pão e o vinho, em sua memória.

Não mais para relembrarmos a saída do Egito, mas para estarmos sempre nos lembrando da liberdade que nEle há, da sua morte e ressurreição.

Constatamos como o Ap. Paulo descreve em 1Co.11.23-26 como Jesus instituiu a Ceia do Senhor, por ocasião da Páscoa.

A finalidade da Ceia é esclarecida pelo próprio Jesus:

Anunciar a sua morte, seu sacrifício pelos pecadores, até a sua vinda

“Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1Co 11.26) 

Para recordação ou em memória dele, memorial "...fazei isto em memória de mim" (Lc.22.19)

Sua finalidade é fazermos recordação do Salvador, em todos os eventos de sua vida, mas principalmente de sua morte por nós na cruz; e, em recordá-lo, sentirmos sua presença conosco.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 18 de abril de 2025

A CEIA DO SENHOR E AS BÊNÇÃOS ESPIRITUAIS

"Porventura o cálice da benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?" (I Co. 10:16).

A Ceia do Senhor traz bênçãos espirituais sobre aqueles que dela participam.

Quando ceamos, estamos pela fé acionando um poderoso princípio, temos comunhão com o sangue e com o corpo de Cristo!

Quando derramou seu sangue, Jesus o fez para a remissão de nossos pecados, logo, ao comungarmos o sangue, estamos provando bênçãos

A purificação, e também a proteção, pois o diabo não pode transpor o poder do sangue para nos tocar (Ex.12:23, Ap.12:12).

O corpo de Jesus foi moído porque Ele tomou sobre si nossas enfermidades, e as nossas dores carregou sobre si, e pelas suas feridas fomos sarados (Is.53:4,5).

A obra redentora de Cristo nos proporciona cura física, e na Ceia do Senhor é um momento onde podemos provar a benção da saúde a da cura.

Muitos estavam fracos e doentes na igreja de Corinto por não discernirem o corpo do Senhor na Ceia.

Ao falar sobre comungarem com o corpo do Senhor, Paulo se referia não apenas ao corpo do Cristo crucificado por meio do qual somos sarados, mas também ao corpo ressurreto, no qual habita toda a plenitude da divindade e é fonte de vida aos que com Ele comungam.

A Ceia do Senhor deve ser um momento especial de comunhão, reflexão, devoção, fé, e adoração.

Tudo deve ser feito de coração e com reverência, pois é um ato de consequências espirituais.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 14 de abril de 2025

PORQUE PARTICIPAR DA CEIA DO SENHOR

Anunciar a sua morte, seu sacrifício pelos pecadores, até a sua vinda.

“Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (ICo 11.26)

"Fazei isto em memória de mim" (LC 22:19).

O propósito pelo qual nos reunimos para celebrar a Ceia: trazer à memória tudo quanto Jesus fez pelo homem; sua submissão ao Pai; deixar-se crucificar na cruz e derramar o seu sangue por nós pecadores.

É manter vivo em nossa memória tudo quanto o Senhor fez.

"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha" (ICo 11:26).

Um momento especial no qual os cristãos refletem sobre o Salvador para serem lembrados do alto preço que Ele pagou por nossos pecados.

O pão simboliza o sacrifício que Cristo fez por nós na cruz do Calvário.

Ele deu o seu corpo para ser crucificado.

Um sacrifício que só era imposto ao mais vil dos criminosos, que provocava o maior sofrimento ao ser humano

Ele não deixou dúvida sobre a relação deste sacrifício com nossa salvação

"Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados" (Mt. 26:28).

O vinho simboliza o sangue de Jesus derramado na cruz do Calvário. Sangue que purifica de todo o pecado

O seu sacrifício agora é único e purifica de uma vez por todas todo aquele que nEle crê.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 15 de março de 2024

CEIA DO SENHOR, NOVO PACTO

O próprio Senhor Jesus, quando instituiu a Santa Ceia, que se deu no dia da páscoa

“No primeiro dia da festa dos pães asmos, os discípulos se aproximaram de Jesus e lhe perguntaram: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa?

Respondeu-lhes ele: Ide a cidade ter com certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo. Em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos. Os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa” Mt 26:17-19;

Não foi pela Sua ressurreição que Ele a instituiu, e sim, em memorial a Ele, e anunciando a Sua morte, até que Ele venha nos buscar 

“Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha” I Co 11:26. 

Isto é, a Ceia do Senhor se deu justamente na páscoa porque, a verdadeira páscoa era Ele (I Co.5:7), que estava preparado para morrer pelos nossos pecados - a de ser crucificado.

Por isso que foi chamado de Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo:

“No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” João 1:29,

Porque Ele é o Cordeiro a ser sacrificado, a páscoa, para derramar o Seu sangue pelos nossos pecados;

Sem tal sacrifício, nenhum homem poderia aproximar de Deus, e entrar em comunhão com Ele, ganhando assim a vida eterna.

Razão pelo qual, uma vez feito tal sacrifício, o único verdadeiro e perfeito, deixaria de ter sentido a páscoa, uma vez que o antigo pacto foi consumado.

Foi por essa razão que o Senhor Jesus se reuniu com os seus discípulos, para realizar a última páscoa e estabelecer o novo pacto, mais abrangente, e debaixo da graça: a Ceia do Senhor.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

segunda-feira, 13 de julho de 2020

A BÊNÇÃO EM PARTICIPAR DA CEIA DO SENHOR


"Porventura o cálice da benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?" I Co. 10.16. Observe o termo "cálice da benção". Isto não é figurado, é real.

A Ceia do Senhor traz bênçãos espirituais sobre aqueles que dela participam.

Um outro termo empregado neste versículo, que nos revela algo importante, é "comunhão"; quando ceamos, estamos pela fé acionando um poderoso princípio, temos comunhão com o sangue e com o corpo de Cristo! O que isto significa?

Quando derramou seu sangue, Jesus o fez para a remissão de nossos pecados, logo, ao comungarmos o sangue, estamos provando que tipo de bênçãos? A purificação, e também a proteção, pois o diabo não pode transpor o poder do sangue para nos tocar. (isso aconteceu comigo, é muito real)

E o que significa ter comunhão com o corpo?
O corpo de Jesus foi moído porque ele tomou sobre si nossas enfermidades, e as nossas dores carregou sobre si, e pelas suas feridas fomos sarados (Is.53.4,5).

A obra redentora de Cristo nos proporciona cura física, e na Ceia do Senhor é um momento onde podemos provar a benção da saúde a da cura. Muitos estavam fracos e doentes na igreja de Corinto por não discernirem o corpo do Senhor na Ceia.

Ao falar sobre comungarem com o corpo do Senhor, Paulo se referia não apenas ao corpo do Cristo crucificado por meio do qual somos sarados, mas também ao corpo ressurreto, no qual habita toda a plenitude da divindade e é fonte de vida aos que com ele comungam.

A Ceia do Senhor deve ser um momento especial de comunhão, alegria, regozijo, gratidão, reflexão, devoção fé, e adoração.

Tudo deve ser feito de coração e com reverência, pois é um ato de conseqüências espirituais.

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

A BÊNÇÃO EM PARTICIPAR DA CEIA DO SENHOR


"Porventura o cálice da benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?" I Co. 10.16. Observe o termo "cálice da benção". Isto não é figurado, é real.

A Ceia do Senhor traz bênçãos espirituais sobre aqueles que dela participam.

Um outro termo empregado neste versículo, que nos revela algo importante, é "comunhão"; quando ceamos, estamos pela fé acionando um poderoso princípio, temos comunhão com o sangue e com o corpo de Cristo! O que isto significa?

Quando derramou seu sangue, Jesus o fez para a remissão de nossos pecados, logo, ao comungarmos o sangue, estamos provando que tipo de bênçãos? A purificação, e também a proteção, pois o diabo não pode transpor o poder do sangue para nos tocar. (isso aconteceu comigo, é muito real)

E o que significa ter comunhão com o corpo?
O corpo de Jesus foi moído porque ele tomou sobre si nossas enfermidades, e as nossas dores carregou sobre si, e pelas suas feridas fomos sarados (Is.53.4,5).

A obra redentora de Cristo nos proporciona cura física, e na Ceia do Senhor é um momento onde podemos provar a benção da saúde a da cura. Muitos estavam fracos e doentes na igreja de Corinto por não discernirem o corpo do Senhor na Ceia.

Ao falar sobre comungarem com o corpo do Senhor, Paulo se referia não apenas ao corpo do Cristo crucificado por meio do qual somos sarados, mas também ao corpo ressurreto, no qual habita toda a plenitude da divindade e é fonte de vida aos que com ele comungam.

A Ceia do Senhor deve ser um momento especial de comunhão, alegria, regozijo, gratidão, reflexão, devoção fé, e adoração.

Tudo deve ser feito de coração e com reverência, pois é um ato de conseqüências espirituais.

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 25 de março de 2016

CRISTO COMO A PÁSCOA

Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi imolado (1Co 5:7) “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”. Cristo fez o seu grande e eterno sacrifício, que é o nosso agente de nossa purificação moral. Cumpri-nos abandonar nossa velha maneira de viver.

PÁSCOA, OU A CEIA DO SENHOR?
O próprio Senhor Jesus, quando instituiu a Santa Ceia, que se deu no dia da páscoa “No primeiro dia da festa dos pães asmos, os discípulos se aproximaram de Jesus e lhe perguntaram: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? Respondeu-lhes ele: Ide a cidade ter com certo homem, e dizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo. Em tua casa celebrarei a páscoa com os meus discípulos. Os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa” Mt 26:17-19; e não foi pela Sua ressurreição que Ele a instituiu, e sim, em memorial a Ele, e anunciando a Sua morte, até que Ele venha a nos buscar  “Pois todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha”I Co. 11:26. 

Isto é, a Ceia do Senhor se deu justamente na páscoa porque, a verdadeira páscoa era Ele (I Co.5:7), que estava preparado para morrer pelos nossos pecados - a de ser crucificado. Por isso que foi chamado de Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo: “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” João 1:29, porque Ele é o Cordeiro a ser sacrificado, a páscoa, para derramar o Seu sangue pelos nossos pecados; pois, sem tal sacrifício, nenhum homem poderia aproximar de Deus, e entrar em comunhão com Ele, ganhando assim a vida eterna.

Razão pelo qual, uma vez feito tal sacrifício, o único verdadeiro e perfeito, deixaria de ter sentido a páscoa, uma vez que o antigo pacto foi consumado. Foi por essa razão que o Senhor Jesus se reuniu com os seus discípulos, para realizar a última páscoa - a válida - e estabelecer o novo pacto, mais abrangente, e debaixo da graça: a Ceia do Senhor.

A IMPORTÂNCIA DA PÁSCOA PARA NOSSOS DIAS

O cordeiro imolado para libertação do povo representa Cristo que foi morto por nossos pecados para nos livrar da escravidão do pecado e da morte.

-  Deveria ser um cordeiro sem nenhum defeito: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” II Co. 5:21; “Mas com o precioso sangue de Cristo, como um cordeiro sem defeito e sem mancha” I Pedro 1:19.

- O cordeiro deveria morrer para que os homens pudessem viver “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a sua boca; como cordeiro foi levado ao matadouro, e como ovelha muda perante os tosquiadores, ele não abriu a sua boca” Isaías 53.6,7

Páscoa é a comemoração do livramento da morte e da escravidão.

Se a morte de Cristo não for uma realidade em sua vida de que adianta sua comemoração neste dia?

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

POR QUE PARTICIPAR DA CEIA DO SENHOR?

– PARA SER OBEDIENTE AO SENHOR:
E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós –Lucas 22.17

– EM MEMÓRIA À MORTE DO SENHOR:
E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. – Lucas 22.19 (Cf I Co 11.24,25)

– PARA CONFESSAR, QUE, PELO SANGUE DE JESUS, TEMOS O PERDÃO:
Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. Mateus 26.28

– PARA TER COMUNHÃO COM CRISTO E COM OS OUTROS CRENTES E IRMÃOS:
Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é porventura a comunhão do corpo de Cristo? Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão. 1 Coríntios 10.16,17

– PARA OFERECER GRATIDÃO E ADORAÇÃO:
E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras. (Mt 26.30)
E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes; e reinaremos sobre a terra. Apocalipse 5.9,10

– PARA ANUNCIAR A VOLTA DO SENHOR:
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. 1 Coríntios 11.26

– PARA PARTICIPAR DA VIDA ETERNA:
Jesus, pois, lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. João 6.53, 54

Autor: Goerg Brinke

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A OFERTA DE PAZ

“Depois oferecerá, do sacrifício pacífico, a oferta queimada ao SENHOR” (Lv. 3.3)

A oferta de paz era uma oferta de comunhão, na qual Deus e o ofertante se alimentavam da mesma comida: o sacrifício que havia sido morto.

Primeiro o sangue deveria ser aspergido no altar; caso contrário, o ofertante não poderia se aproximar de Deus. Isso indica que hoje a morte de Cristo é a base de todas as nossas bênçãos e da comunhão que temos com Deus.

Por Sua morte, o Senhor Jesus expressou Sua devoção a Deus de maneira perfeita; Deus, portanto, tem um único e insondável deleite no Filho. E assim como o ofertante, mediante a imposição de mãos, se faz um com o animal que será sacrificado, nós também aparecemos perante Deus mediante a aceitação de Cristo. E não apenas isso: o Senhor Jesus é nosso tesouro e alegria diante de Deus. Por meio dEle e pela contemplação de Seu sacrifício, os crentes têm comunhão com o próprio Senhor, com o Pai e uns com os outros.

Contudo, antes que qualquer pedaço da oferta de paz pudesse ser comido, a gordura tinha de ser queimada como oferta de aroma suave. Deus recebia a melhor parte. A gordura indicava a preciosidade de Cristo, a qual apenas Deus pode apreciar na totalidade. Ao aceitá-la, o adorador hoje se aproxima do Pai e O louva com gratidão.

Somente então o ofertante poderia comer do sacrifício, cujo aroma já havia subido às narinas de Deus. Na ceia do Senhor, um maravilhoso senso de dignidade enche nosso coração quando temos comunhão com o Pai e compartilhamos de Sua alegria em Seu amado Filho; e também quando contemplamos o amor e a devoção do Filho para com o Pai.

“Porém, se alguma pessoa comer a carne do sacrifício pacífico, que é do SENHOR, tendo ela sobre si a sua imundícia, aquela pessoa será extirpada do seu povo” (Lv.7.20)

A oferta de paz significa a comunhão do adorador com Deus. Aqui o ofertante come do sacrifício que pertence ao Senhor. Portanto, para um israelita, era uma questão muito séria estar com qualquer tipo de impureza neste momento, pois traria profanação à presença de Deus!

Essa é uma lição para os redimidos: se quiserem ter comunhão com o sacrifício de Cristo na ceia do Senhor, eles têm de se guardar de qualquer forma de mal. Em Israel quem não se encaixasse nos requisitos da lei no tocante à pureza, incluindo comer da carne do sacrifício de paz, era “extirpado do povo”.

Um cristão que participa da mesa do Senhor ocultando pecados se expõe ao julgamento de Deus. Alem disso, se não se submete a uma auto-análise, condenando o mal que estiver em si, pode ser excluído da comunhão. “Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo” (1 Coríntios 5:13). Se isso não acontece, toda a congregação se abre à disciplina divina.

Em Corinto, muitos participavam da ceia de maneira indigna, portanto, Paulo declarou em sua primeira epístola que “por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem”(ou seja, morreram) (11:30). É mais que necessário para o adorador examinar a si mesmo diante da ceia do Senhor - e não apenas só ali – para verificar se sua vida se alinha com os ensinos bíblicos. “Se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados” (v. 31).

Viver em pecados, pelos quais Cristo sofreu e morreu, e ainda participar da ceia do Senhor como se tudo estivesse em ordem é provocar Deus!

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A Ceia do Senhor


“... e tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Este cálice é o novo testamento no meu sangue...” (1 Co 11.24-25).

A Ceia do Senhor é descrita em quatro trechos bíblicos: (Mt 26.26-29; Mc 14.22-25; Lc 22.15-20; Co 11.23-32).

Sua importância relaciona-se com o passado, o presente e o futuro.

(1) Sua importância no passado

(a) é um memorial (gr. anamnesis; vv. 24-26; Lc 22.19) da morte de Cristo no Calvário, para redimir os crentes do pecado e da condenação.

Através da Ceia do Senhor, vemos mais uma vez diante de nós a morte salvífica de Cristo e seu significado redentor para nossa vida.

A morte de Cristo é nossa motivação maior para não cairmos em pecado e para nos abstermos de toda a aparência do mal (1 Ts 5.22).

(b) É um ato de ação de graças (gr. eucharistia) pelas bênçãos e salvação da parte de Deus, provenientes do sacrifício de Jesus Cristo na cruz por nós (v. 24; Mt 26. 27-28; Mc 14.23; Lc 22.19).

(2) Sua importância no presente.

(a) A Ceia do Senhor é um ato de comunhão (gr. koinomia) com Cristo e de participação nos benefícios de sua morte sacrificial, e, ao mesmo tempo, comunhão com os demais membros do corpo de Cristo (1 Co 10.16-17).

Nessa ceia com o Senhor ressurreto, Ele, como o anfitrião, faz-se presente de modo especial (cf. Mt 18.20; Lc 24.35).

(b) É o reconhecimento e a proclamação da Nova Aliança (gr. kaine datheke) mediante a qual os crentes reafirmam o senhorio de Cristo e nosso compromisso de fazer a sua vontade, de permanecer leais, de resistir o pecado e de identificarmos com a missão de Cristo (v. 25; Mt 26.28; Mc 14.24; Lc 22.20). 

(3) Sua importância no futuro.

(a) A Ceia do Senhor é um antegozo do reino futuro de Deus e do banquete messiânico futuro, quando então todos os crentes estarão presentes com o Senhor (Mt 8.11; 22.1-14. Mc 14. 25; Lc 13.29; 33.17, 18, 30).

(b) Antevê a volta iminente de Cristo para buscar o seu povo (v.26) e encena a oração: “Venha o teu Reino” (Mt 6.10; cf. Ap 22.20).

Na Ceia do Senhor, toda essa importância acima, só passa a ter significado se chegarmos diante do Senhor com fé genuína, oração sincera e obediência à Palavra de Deus e à sua vontade.

Pr. Airton Evangelista da Costa

Comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal

Transcrito por Lidiomar

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.