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terça-feira, 24 de setembro de 2024

A PRESSA QUE NÃO ENTENDE O TEMPO DE DEUS

Deus está sempre presente para nos atender;

Embora não possamos vê-lo e muitos sequer ouçam a sua voz, principalmente nos momentos de angústia e luta, mas isso não altera seu interesse em nos oferecer o melhor pela fé.

Um problema básico que se coloca entre o pedir e o receber é o “tempo de Deus” que não está calibrado com nossos relógios e nem sempre funciona a nossa maneira.

Pedi e dar-se-vos-a (Mat 7:7);

Tempo de Deus (II Pe 3:8);

Está com o contrito e abatido (Is 57:15);

Quer nosso bem (Jr 29:11)

O modo de nos acertarmos com o “tempo de Deus” é aprender a “esperar”, pois a seu tempo nos recompensará.

A seu tempo, Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; (I Pe 5:6)

“Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor”. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos: E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus...” Sl 40: 1

Estabelecido o entendimento do tempo divino podemos descansar mesmo antes de receber a bênção.

Certos caminhos que nós escolhemos são alterados por Deus, exatamente para o nosso bem, pois não sabemos sequer pedir de forma apropriada (Rm 8:26).

Sem pressa, sem preocupação, sem ansiedade, sem estresse, sem medo ou pânico.

Lançando sobre Ele (I Pe 5:7) Não andeis ansiosos(Lc 12: 22-34) Há caminhos (Pv 14:12)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 25 de dezembro de 2010

Jesus Entende - Texto de Max Lucado

Dia 15 de fevereiro de 1921, em Nova York, numa sala de cirurgia do Hospital Kane Summit, um médico estava executando uma apendicectomia.

Muitas vezes, os eventos que levam a uma cirurgia são rotineiros; o paciente reclama de dores abdominais agudas, o diagnóstico mostra claramente uma inflamação no apêndice. O médico Evan O'Neill Kane estava liderando essa cirurgia. Em sua distinta carreira médica de 37 anos, já tinha realizado quase 4 mil apendicectomias; por conseguinte, essa cirurgia seria mais uma rotineira, exceto por dois motivos.

A primeira novidade dessa operação? O uso de anestesia local na cirurgia principal. O doutor Kane era um combatente dos riscos da anestesia geral. Ele argumentava que uma aplicação local era mais segura. Muitos dos seus colegas concordavam com ele, a princípio, mas para concordarem na prática, teriam de ver a teoria sendo aplicada.

Dr. Kane estava a procura de um voluntário, um paciente que queria se submeter a uma cirurgia sob os efeitos de anestesia local. Não foi fácil encontrar um voluntário; muitas pessoas tremiam só de pensar que estariam conscientes durante a cirurgia. Outras tinham medo de que o efeito da anestesia terminasse logo.

Finalmente, apesar de tudo, Dr. Kane encontrou um candidato. Na terça-feira de manhã, 15 de fevereiro, a histórica operação aconteceu.

O paciente fora preparado e já colocado na sala de operações. Uma anestesia local fora aplicada. Do mesmo modo como já tinha feito milhares de vezes, Dr. Kane cortou os tecidos superficiais e localizou o apêndice, habilidosamente removeu o apêndice e concluiu a cirurgia. Durante o procedimento, o paciente reclamou apenas de desconfortos mínimos.

O voluntário foi levado para o pós-operatório e colocado sob cuidado hospitalar. Ele se recuperou rapidamente e foi dispensado dois dias depois.

Dr. Kane provou sua teoria. Graças à disposição de um voluntário corajoso, Kane demonstrou que a anestesia local era uma alternativa viável e até preferível.

No entanto, eu disse que havia dois fatos que diferenciaram essa cirurgia. Disse que a primeira foi o uso da anestesia local. A segunda foi o paciente: o candidato corajoso para a cirurgia do Dr. Kane foi o próprio Dr. Kane.

Para provar que estava certo, Dr. Kane operou a si mesmo![2]

Sábia decisão. O médico se tornou o paciente de modo a convencer outros pacientes a acreditarem no médico.

Compartilhei essa história com vários profissionais da saúde. Cada um me deu uma resposta: sobrancelhas altas, sorrisos suspeitos e palavras duvidosas: "Não dá para acreditar!"

Talvez não dê mesmo. Mas a história do médico que se tornou seu próprio paciente é poucas vezes comparada com a história do Deus que se tornou humano. Mas Jesus assim o fez para que acreditássemos que o Médico dos médicos sabe dos nossos sofrimentos; ele voluntariamente se tornou um de nós. Ele se colocou em nosso lugar e sofreu nossas dores e medos.

Rejeição? Ele a sentiu. Tentação? Também sabe do que se trata. Solidão? Ele também a experimentou. Morte? Provou dela.

E pressão? Poderia escrever um livro de sucesso sobre o assunto.

Por que fez isso? Por uma única razão: para que quando você sofresse, fosse até ele, seu pai e seu médico, e ele o curasse.

[1] Max Lucado, Deus chegou mais perto (Editora Vida Cristã, São Paulo, 1992), 24.

[2] More of Paul Harvey’s the Rest of the Story, ed. Paul Aurandt (New York: Bantam Books, 1980), 79, 80.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus.

Moacir Neto

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.