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segunda-feira, 29 de julho de 2019

OPONDO E DERROTANDO A HIPOCRISIA


Permita-me dar algumas aplicações práticas para derrotarmos as tendências hipócritas em nós mesmos ou na conduta de outros.

Primeiro, é útil expor a hipocrisia. Exponha-a!

Para vocês que são pais, eu os encorajo a discutirem o assunto com os seus filhos, principalmente aqueles que estudam em escolas cristãs. Eles freqüentam o que eu algumas vezes chamo de estufa religiosa. Recebem doses dobradas diárias de cristianismo, cristianismo, religião, religião, Bíblia, Bíblia, Deus, Deus até que passa a ser tudo o que ouvem!

Esses filhos podem muito bem estar caminhando em direção à rebeldia a menos que você interrompa o processo. Talvez você nunca tenha ouvido o que vou falar, mas preciso dar um conselho sobre os perigos sutis da exposição exagerada.

Sem um equilíbrio necessário, os seus filhos podem entender a mensagem de forma errada e desenvolver hábitos hipócritas que carecem da autenticidade da semelhança em Cristo.

Pais, vocês precisam dar duro para ajudar os seus filhos a levarem a vida de forma tranqüila e isso inclui o cristianismo deles.

Não precisamos de outra geração de cristãos tensos, que fazem pouco para avançar a mensagem de Cristo da graça e do perdão a um mundo cético e fraco espiritualmente. Não os force a orar por tudo. Não procure uma analogia espiritual em tudo o que acontece. Faça menos sermões em casa. Deixe que o pastor pregue.
E, por favor, o que quer que você faça, não tolere uma fachada religiosa superficial atrás da qual eles aprenderão a se esconder. Descobri que, quando esse tipo de religião é promovida, ela leva aos vícios, aos piores tipos de carnalidade e à conduta cristã mais irreal e repulsiva do planeta. 

Você só terá testemunhado a tragédia da hipocrisia quando tiver de catar os pedaços de uma vida destruída pelo legalismo.

Segundo, a prática da hipocrisia é natural.

Resista a ela! A conduta hipócrita vem tão natural para os cristãos quanto a respiração. A nossa velha natureza a deseja. Ficamos viciados na hipocrisia porque ela causa boa impressão e resulta em muita bajulação.

No entanto ela representa a parte vulnerável da nossa fé. Por isso precisamos identificá-la.

Terceiro, é doloroso romper com a hipocrisia.

Mantenha-se firme! Prefiro ter a tarefa de mentorear um cristão novo na fé a instruir os que estão avançados em tradicionalismo eclesiástico e religioso. Mesmo assim precisamos continuar o processo de livrar a nossa vida do flagelo da hipocrisia, em nossa casa, e na igreja.

No entanto preciso alertar você de que é doloroso romper com a hipocrisia.

Se quisermos vencer qualquer batalha pessoal, teremos primeiro de admitir o problema. É aí que o Espírito Santo começa a operar para a nossa libertação e para nos colocar no caminho da liberdade permanente e genuína. É uma luta demorada e violenta.

Termino com palavras eternas de esperança e ajuda a todos nós que lutam contra a dificuldade da hipocrisia - dentro de nós ou do lado de fora, com ataques desferidos por outros.

Vencer o poder destrutivo da hipocrisia começa quando ficamos totalmente desarmados e sinceros. 
Não pode haver subterfúgios, culpa do passado ou acusação aos outros. Como o grande apóstolo Paulo nos lembra, temos os recursos do a nosso dispor.

"E eu insisto - e Deus me apoia nisto - não sigam as multidões, as multidões estúpidas e negligentes. Recusaram-se por tanto tempo a se envolver com Deus que perderam contato não só com Deus, mas com a própria realidade. Não conseguem mais pensar direito. Sem sentirem qualquer dor, deixaram-se envolver com obsessão sexual e aderiram a todo tipo de perversão. Mas isso não é modo de viver. Vocês aprenderam Cristo! Acho que vocês prestaram atenção a Ele, foram instruídos na verdade que está em Jesus. Não temos, assim, desculpa para a nossa ignorância. Tudo - e quero mesmo dizer tudo - o que está relacionado com aquele estilo de vida antigo precisa acabar. Está podre por completo.

Livre-se disso e assuma um estilo de vida novo - um estilo de vida planejado por Deus, uma vida renovada de dentro para fora e que opera em sua conduta enquanto Deus reproduz de modo correto o seu caráter em vocês. Em resumo, digo: basta de mentiras, de fingimento." (Efésios 4:17-25)

Extraído do livro Rompendo dificuldades de autoria de Charles R. Swindoll ; Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 13 de junho de 2019

TRAVE NO OLHO? HIPOCRISIA? DÁ LICENÇA!


“Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. (Mc. 8.34) 

Os romanos forçavam seus condenados à morte a carregar a própria cruz até o lugar da crucificação; Jesus escolheu essa imagem para ilustrar o significado da autonegação. 

Paulo estava adaptando o vocabulário de Jesus quando escreveu: “Fui crucificado com Cristo” (Gl 2.20) e: “Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos” (Gl 5.24). 

Na teoria parece fácil, porém, é muito difícil praticar a autonegação que Jesus menciona. O texto bíblico de Romanos 8.12,13 que diz: “De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis”, representa uma intensa batalha interior, que a maioria das pessoas não conseguem vencer. 

Tornar-se e ser uma pessoa cristã envolve uma mudança tão radical que nenhuma imagem pode ilustrá-la à altura, exceto a morte e a ressurreição, morrer para a velha vida, ou para o egoísmo, e ressuscitar para uma nova vida de santidade, amor e renúncia, que só pode ser conseguida com a ajuda do Espírito Santo do Senhor. 

Durante essa jornada é normal que ocorra deslizes, pois estamos vivendo um processo em busca de santificação que vai sendo aperfeiçoado com a maturidade ao longo da caminhada e, nesse processo que vivenciamos não podemos esquecer o verso bíblico: “Mas, ó SENHOR dos Exércitos, justo Juiz, que provas os rins e o coração, veja eu a tua vingança sobre eles; pois a ti descobri a minha causa". Jr. 11.20.
É preciso tomar cuidado com os pré julgamentos que fazemos com relação ao nosso irmão, que também se encontra no mesmo processo, pois a Palavra de Deus nos adverte: 

“Os que fazem culpado ao homem por uma palavra, e armam laços ao que repreende na porta, e os que sem motivo põem de parte o justo”. (Is. 29.21) 

“Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus”. Rm. 10.3 

“Ele mesmo julgará o mundo com justiça; exercerá juízo sobre povos com retidão”. Sl 9.8

“De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda”. Rm. 14:12-14 

Porque será que temos a tendência de cobrar perfeição das outras pessoas e, nos esquecemos tão facilmente de quão difícil é exercitar a prática da autonegação citada por Cristo? 
Recomendo que antes de fazer qualquer pré julgamento de quem quer que seja, olhemos para as nossas batalhas, lutas e conflitos diários,“E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?”(Lc. 6.41); com certeza, o amor de cristo nos constrangerá e, caminharemos a passos mais largos rumo ao caráter e mente de Cristo. 

O que nos motiva e, mantém firmes para fazer da Palavra de Deus uma prática, é vida e comunhão com o Senhor. Somente através da intimidade com o Pai podemos ficar confiantes no cumprimento de suas promessas tais como: 

“E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna”. Mc.10:29-30 

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O CAMINHO DA HONRA PASSA PELA HUMILHAÇÃO

Humilhem-se diante do Senhor, e ele os colocará numa posição de honra. (Tg 4.10)

Se o caminho da verdadeira alegria passa pelas lágrimas, o caminho da verdadeira honra passa pela humilhação.

Elifaz quase exagera: “Deus põe os humildes nas alturas, põe num lugar seguro os que choram” (Jó 5.11).

É uma espécie de regra, como Jesus deixa claro: “Quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido” (Mt 23.12).

Tanto a história bíblica quanto a história secular comprovam isso. Basta lembrar da experiência do rei da Babilônia. Ele pensava: “Subirei até o céu e me sentarei no meu trono, acima das estrelas de Deus. Reinarei lá longe, no Norte, no monte onde os deuses se reúnem. Subirei acima das nuvens mais altas e serei como o Deus Altíssimo”.

Porém, ele acabou sendo jogado no mundo dos mortos, no abismo mais profundo (Is 14.13).

O texto talvez se refira a Nabucodonosor, aquele fanfarrão que se gabava da grande cidade da Babilônia, que ele construíra a fim de mostrar a todos a sua grandeza (Dn 4.30). Pouco tempo depois, ele perdeu o juízo e começou a andar de quatro e a comer capim como os bois (Dn 4.31-33).

Experiência igualmente dramática foi a de Faraó. Ele se ensoberbeceu de tal modo que começou a falar bobagem: “O meu rio [o Nilo] é meu, e eu o fiz para mim mesmo” (Ez 29.3, ARA).

Por causa dessa estupidez, desse desvario (a soberba extrema pode levar à loucura), Deus lhe disse: “Eu estou contra você e contra o seu rio Nilo. Farei com que todo o Egito vire um deserto vazio… Farei do Egito o país mais deserto do mundo” (Ez 29.10-12).

Para acabar com os pecados da língua, com a presunção, com o egoísmo, com as brigas, com o consumismo, com o adultério espiritual, com o mundanismo, com a hipocrisia, com as risadas em tempo de pecado, esses irmãos do mundo inteiro, aos quais Tiago escreve, deveriam se humilhar diante do Senhor. Só assim eles poderiam se reerguer!

A soberba leva para baixo, a humildade leva para cima!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Depois do carnaval... só restam cinzas


O carnaval acabou... 

A semeadura já foi realizada, basta esperar a colheita que para muitos será representada em cinzas. Cinzas que levam sonhos, alegria, a vida e a esperança embora.

Agora, só restam cinzas, que pelos religiosos "apagam todas as ações da carne"

- loucura, utopia!

Alguns cristãos tentam apagar a as obras da carne através das cinzas. É a defunto querendo ressuscitar o falecido.

O padre marca a testa dos Ex-foliões que vão até a missa simbolizando o arrependimento dos pecados perante Deus. E onde está o verdadeiro arrependimento?

Muitas pessoas realizam as obras da carne nestes dias sem ter ao menos um pouco de arrependimento!

A impureza, a lascívia, a prostituição, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, as bebedices, orgias e coisas semelhantes são praticadas sem nem um pingo de arrependimento, esquecem que aqueles que praticam tais coisas não herdaram o reino de Deus (Gal. 5v. 19-21). Para alguns, as cinzas é a mediadora entre Deus e os homens.

Cinzas que representam pó. O sacrifício vicário de Cristo vira pó nestes dias. Hipocrisia religiosa.

E a conseqüência? Quem vai apagar? As cinzas?

O grande problema é que as cinzas não vão impedir os amplos problemas colhidos pela suposta "alegria do povo". 

As cinzas não vão impedir que os bebês que foram fecundados em momentos de euforia carnavalesca venham a nascer, as cinzas não vão impedir que muitos destes fetos enrolados em uma toalha com seu cordão umbilical sejam deixados nas beiras dos rios e vielas escuras da cidade.

As cinzas não vão segurar o índice de gravidez em meninas que ainda brincam de bonecas subam nos gráficos do nosso Brasil.

As cinzas não vão ressuscitar os que perderam a sua vida nestes dias de bacanais, não vão trazer de volta a virgindade das meninas embriagadas que tiveram suas relações sexuais fora do tempo, as cinzas não vão pagar a dívida de quem não tem o que comer durante todo o ano, mas gasta o seu dinheiro na entrada do carnaval para ver os carros alegóricos passarem. 

As cinzas não vão substituir o filho que saiu para pular o carnaval, mas nunca mais vai voltar. As cinzas não vão segurar as lágrimas dos pais que foram rasgados pela violência carnavalesca.

As cinzas lembram tristeza, o fim de algo, a destruição e o "nada". A cinza não pode apagar o pecado, pois só o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado (Ap. 5).

Será que o arrependimento existe nos milhares de foliões? Ou eles estão querendo que o tempo seja redimido para que o próximo carnaval venha chegar logo?

O carnaval se foi, a alegria também, agora, só restam cinzas... Basta esperar que a lei da semeadura venha a se cumprir?

O que você semeou neste carnaval?

Existe uma lei que não cessa: "Aquilo que o homem semear, ele vai colher."

Autor: Alexandre Farias

Por Litrazini

Graça e Paz 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Trave no olho? Hipocrisia? Dá licença!


“Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. (Mc. 8.34) 

Os romanos forçavam seus condenados à morte a carregar a própria cruz até o lugar da crucificação; Jesus escolheu essa imagem para ilustrar o significado da autonegação. 

Paulo estava adaptando o vocabulário de Jesus quando escreveu: “Fui crucificado com Cristo” (Gl 2.20) e: “Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos” (Gl 5.24). 

Na teoria parece fácil, porém, é muito difícil praticar a autonegação que Jesus menciona. O texto bíblico de Romanos 8.12,13 que diz: “De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis”, representa uma intensa batalha interior, que a maioria das pessoas não conseguem vencer. 

Tornar-se e ser uma pessoa cristã envolve uma mudança tão radical que nenhuma imagem pode ilustrá-la à altura, exceto a morte e a ressurreição, morrer para a velha vida, ou para o egoísmo, e ressuscitar para uma nova vida de santidade, amor e renúncia, que só pode ser conseguida com a ajuda do Espírito Santo do Senhor. 

Durante essa jornada é normal que ocorra deslizes, pois estamos vivendo um processo em busca de santificação que vai sendo aperfeiçoado com a maturidade ao longo da caminhada e, nesse processo que vivenciamos não podemos esquecer o verso bíblico: “Mas, ó SENHOR dos Exércitos, justo Juiz, que provas os rins e o coração, veja eu a tua vingança sobre eles; pois a ti descobri a minha causa". Jr. 11.20.

É preciso tomar cuidado com os pré julgamentos que fazemos com relação ao nosso irmão, que também se encontra no mesmo processo, pois a Palavra de Deus nos adverte: 

“Os que fazem culpado ao homem por uma palavra, e armam laços ao que repreende na porta, e os que sem motivo põem de parte o justo”. (Is. 29.21) 

“Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus”. Rm. 10.3 

“Ele mesmo julgará o mundo com justiça; exercerá juízo sobre povos com retidão”. Sl 9.8

“De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão. Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda”. Rm. 14:12-14 

Porque será que temos a tendência de cobrar perfeição das outras pessoas e, nos esquecemos tão facilmente de quão difícil é exercitar a prática da autonegação citada por Cristo? 


Recomendo que antes de fazer qualquer pré julgamento de quem quer que seja, olhemos para as nossas batalhas, lutas e conflitos diários, “E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?”(Lc. 6.41); com certeza, o amor de cristo nos constrangerá e, caminharemos a passos mais largos rumo ao caráter e mente de Cristo. 

O que nos motiva e, mantém firmes para fazer da Palavra de Deus uma prática, é vida e comunhão com o Senhor. Somente através da intimidade com o Pai podemos ficar confiantes no cumprimento de suas promessas tais como: 

“E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna”. Mc.10:29-30 

Lidiomar T. Granatti 

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.