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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

A VERDADEIRA IDENTIDADE DO CRISTÃO

Certo missionário entrou numa estação onde pegaria o trem. Percebendo que já aproximava o horário da partida, passou a caminhar rapidamente, e sem querer derrubou uma caixa na qual um cego vendia suas frutas. Sem se importar, o missionário continuou seu caminho.

Contudo, quando dentro do trem, o Espírito Santo tocou profundamente em seu coração exigindo que ele voltasse e ajudasse ao cego. Em obediência à voz de Deus, o missionário voltou ao local, e amorosamente arrumou as frutas no seu devido lugar.

Em seguida, pegou uma nota de cem dólares entregou ao cego, que surpreso perguntou: - Moço, por acaso você é Jesus? Ao tomarmos conhecimentos dos ensinamentos de Cristo, notamos nítida e claramente que a essência de seu ministério foi o amor. A maior prova disso foi o fato de ter ele morrido espontaneamente numa cruz por nós. O amor de Cristo não teve limites.

Na verdade, se tivesse sido possível colocar, no topo da cruz de Cristo, uma frase ideal para o seu gesto, apenas esta serviria: ELE AMOU DEMAIS.

Se a vida dele foi marcada pelo amor, não deve ser diferente a vida dos que dizem seguí-lo. Nada há outro caminho para quem quer servir a Cristo senão pela trilha do amor. Somente mediante o amor que nos tornamos parecidos com Jesus.

O que nos identifica como filhos de Deus não é o nome da igreja a que pertencemos, não o é cargo que possuímos, não são os dons que temos, não são os nossos deveres religiosos, nem muito menos os nossos costumes aparentemente santos.

O que realmente nos faz semelhantes a Cristo é o amor. Nada além do amor. Podemos falar línguas, profetizar, cantar maravilhosamente, operar milagres e sinais em nome de Deus, realizar prodígios pela fé, todavia, é só por intermédio do amor que somos verdadeiramente identificados como discípulos de Jesus Cristo.

"Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor" (I Jo. 4:8). Se alguém não é guiado pelo amor de Cristo, tal pessoa, ainda que frequente religiosamente os cultos, mesmo que participe do corpo e do sangue de Cristo etc., tal pessoa permanece fora da vontade soberana de Deus: "Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo" (Gl. 5:14).

Jaime Nunes Mendes                                   

Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

sábado, 2 de maio de 2020

IDENTIDADE E POSIÇÃO DO DISCÍPULO DE CRISTO

Quando não conhecíamos a Cristo várias coisas ruins aconteciam conosco. Além disso, não havia vantagem nenhuma em servir a satanás, nem na vida de pecado que levávamos. Nós antes estávamos em trevas (Col 1.13) e mortos espiritualmente (Ef 2.1).

Estávamos separados das promessas de Deus (Ef 2.12). Estávamos destituídos da glória de Deus (Rom 3.23), que é o acesso à própria pessoa de Deus. Sem Deus nem esperança (Ef 2.12).

Éramos inúteis e maus (Rom 3.12). Vivíamos com medo (Heb 2.15), sujeitos à escravidão do diabo por toda vida, Vivíamos sem identidade, unicamente chamados filhos da ira (Ef 2.3). 

De repente, "somente" por termos decidido seguir a Jesus muita coisa mudou. Muita coisa? Não: tudo!

II Cor 5.17 diz que tudo se fez novo; Deus declarou que somos justos (Rom 5.1); Deus nos colocou assentados com Cristo (EF 2.6). Cristo está assentado em posição de Autoridade, e nós com ele; Recebemos nova identidade

De mortos passamos a ressuscitados, em posição privilegiada. Com nova identidade, sendo agora filhos de Deus, estamos seguros, ninguém nos arrebata das mãos do Senhor. Agora temos um novo Dono, um novo Senhor, que nos COMPROU (I Co 6.19,20). E é Ele que diz coisas especiais a nosso respeito.

Eu sou o que Deus diz que eu sou. Eu tenho o que Deus diz que eu tenho. Eu posso o que Deus diz que eu posso.

QUEM SOU EU? Você é co-participante da natureza de Deus. Em Ef 2:1-3 temos a descrição de nossa natureza antes de virmos a Cristo: "...estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência... e éramos por natureza filhos da ira". Antes de nós nos tornarmos crentes, nossa natureza era a do pecado, e o resultado de nosso pecado era a morte (separação de Deus). Nessa situação servíamos a nós mesmos e a Satanás, como conseqüência.

Entretanto, no ato da salvação, Deus mudou a nossa essência; tornando-nos "coparticipantes da natureza divina, livrando-nos da corrupção das paixões que há no mundo" (2 Pe.1:4). Você não está mais na carne; você está em Cristo. Você possuía uma natureza pecaminosa antes da sua conversão, mas agora é co-participante da divina natureza de Cristo.

Você não é eterno, nem divino, mas tornou-se unido eternamente à divindade de Cristo. Paulo afirmou isso da seguinte maneira: "outrora éreis trevas, porém agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz" (Ef 3:8); "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura" (2 Co 5:17). À face das acusações de Satanás, segundo as quais não somos diferentes, devemos crer no fato de que somos eternamente diferentes em Cristo, e assim, viver em harmonia com nossa crença.

O Novo Testamento refere-se a pessoa que você era antes de receber a Cristo como o "velho homem". Por ocasião de sua salvação, o "velho homem", motivado a viver de modo independente de Deus, caracterizado, portanto, pelo pecado, morreu (Rm.6:6), e a "nova criatura", motivada pela sua identidade em Cristo, caracterizada pela total dependência de Deus, recebeu vida (Gl.2:20).

O "velho homem" precisava morrer, a fim de cortar-se o relacionamento com o pecado que o caracterizava e dominava. O fato de você ser uma nova criatura não significa que você não peque mais (1 João 1:8). Todavia, desde que o "velho homem" foi crucificado e sepultado com Cristo, você não precisa continuar pecando (1 Jo 2:1). Você peca quando decide agir independentemente de Deus.

Pr.Alessandro Cassiano

Por Litrazini
Graça e Paz


domingo, 16 de outubro de 2016

IDENTIDADE E POSIÇÃO DO DISCÍPULO DE CRISTO

Quando não conhecíamos a Cristo várias coisas ruins aconteciam conosco. Além disso, não havia vantagem nenhuma em servir a satanás, nem na vida de pecado que levávamos. Nós antes estávamos em trevas (Col 1.13) e mortos espiritualmente (Ef 2.1).

Estávamos separados das promessas de Deus (Ef 2.12).
Estávamos destituídos da glória de Deus (Rom 3.23), que é o acesso à própria pessoa de Deus. Sem Deus nem esperança (Ef 2.12).

Éramos inúteis e maus (Rom 3.12). Vivíamos com medo (Heb 2.15), sujeitos à escravidão do diabo por toda vida, Vivíamos sem identidade, unicamente chamados filhos da ira (Ef 2.3). 

De repente, "somente" por termos decidido seguir a Jesus muita coisa mudou. Muita coisa? Não: tudo!

II Cor 5.17 diz que tudo se fez novo; Deus declarou que somos justos (Rom 5.1); Deus nos colocou assentados com Cristo (EF 2.6). Cristo está assentado em posição de Autoridade, e nós com ele; Recebemos nova identidade

De mortos passamos a ressuscitados, em posição privilegiada. Com nova identidade, sendo agora filhos de Deus, estamos seguros, ninguém nos arrebata das mãos do Senhor. Agora temos um novo Dono, um novo Senhor, que nos COMPROU (I Co 6.19,20). E é Ele que diz coisas especiais a nosso respeito.

Eu sou o que Deus diz que eu sou. Eu tenho o que Deus diz que eu tenho. Eu posso o que Deus diz que eu posso.

QUEM SOU EU? Você é co-participante da natureza de Deus. Em Efésios 2:1-3 temos a descrição de nossa natureza antes de virmos a Cristo: "...estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência... e éramos por natureza filhos da ira". Antes de nós nos tornarmos crentes, nossa natureza era a do pecado, e o resultado de nosso pecado era a morte (separação de Deus). Nessa situação servíamos a nós mesmos e a Satanás, como conseqüência.

Entretanto, no ato da salvação, Deus mudou a nossa essência; tornando-nos "coparticipantes da natureza divina, livrando-nos da corrupção das paixões que há no mundo" (2 Pedro 1:4). Você não está mais na carne; você está em Cristo. Você possuía uma natureza pecaminosa antes da sua conversão, mas agora é co-participante da divina natureza de Cristo.

Você não é eterno, nem divino, mas tornou-se unido eternamente à divindade de Cristo. Paulo afirmou isso da seguinte maneira: "outrora éreis trevas, porém agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz" (Efésios 3:8); "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura" (2 Coríntios 5:17). À face das acusações de Satanás, segundo as quais não somos diferentes, devemos crer no fato de que somos eternamente diferentes em Cristo, e assim, viver em harmonia com nossa crença.

O Novo Testamento refere-se a pessoa que você era antes de receber a Cristo como o "velho homem". Por ocasião de sua salvação, o "velho homem", motivado a viver de modo independente de Deus, caracterizado, portanto, pelo pecado, morreu (Romanos 6:6), e a "nova criatura", motivada pela sua identidade em Cristo, caracterizada pela total dependência de Deus, recebeu vida (Gálatas 2:20).

O "velho homem" precisava morrer, a fim de cortar-se o relacionamento com o pecado que o caracterizava e dominava. O fato de você ser uma nova criatura não significa que você não peque mais (1 João 1:8). Todavia, desde que o "velho homem" foi crucificado e sepultado com Cristo, você não precisa continuar pecando (1 João 2:1). Você peca quando decide agir independentemente de Deus.

Pr.Alessandro Cassiano

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.