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quarta-feira, 3 de abril de 2024

NÃO SE ENTREGOU À IMORALIDADE.

Quão fácil é para algumas pessoas se entregarem à imoralidade e ao erro quando as coisas vão mal.

Elas usam as tribulações para justificar sua conduta imoral.

“Roubei porque não tinha emprego”. “Dormi com ela porque não havia outro jeito, afinal sou homem. A culpa não foi minha, foi ela quem deu em cima de mim”.

Um erro não justifica outro erro.

A mulher de Potifar devia ser desejável e sedutora. José poderia dizer: “Apenas obedeci a minha senhora. Fiz o que ela me ordenou”.

A casa estava vazia, ela havia preparado todo o ambiente, como alguém iria saber do fato?

Todavia, José recusou pecar e fugiu.

Há momentos em que não existe outra coisa a fazer, a não ser fugir.

Nenhum de nós pode escapar de ser tentado.

Tiago afirma com todas as palavras: “todos os homens são tentados.” (Tg.1.14)

Ser tentado não significa pecar.

Pecado é ceder à tentação.

Até mesmo Jesus Cristo foi tentado.

“Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hb.4.15)

A história de José mostra que ele estava preparado para resistir à tentação e não para pecar. 

“Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam” (Tg.1.12)

Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

A VELHA IMORALIDADE

Em nossos dias, todas as áreas da vida estão invadidas pela flama imoral, que não poupa pessoa alguma.

Em muitas de nossas publicações e na maior parte dos meios de divertimento, o destaque maior é conferido à atração do sexo.

Até eclesiásticos, não tendo conseguido identificar a causa ou dar um remédio para essa doença do homem, estão falando numa "nova moralidade" que se ajuste à época, mas essa chamada "nova moralidade" nada mais é do que a antiga imoralidade, atualizada.

Parecemos ter voltado aos dias de Noé e completado todo o ciclo que Jesus profetizou que ocorreria, ao dizer: "Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem" (Mt 24:37).

Reafirmou a narrativa encontrada no Antigo Testamento, de uma desintegração social e moral tão pronunciada que Deus permitiu a destruição do mundo pelo dilúvio no tempo de Noé.

Nossa era é de relativismo moral. No entanto, existem certas áreas nas quais as Escrituras não nos dão licença para transigir.

Em todos esses séculos não ocorreu a menor sombra de alteração na natureza de Deus ou em Sua atitude para com o pecado.

A Bíblia ensina, do começo ao fim, que o adultério e a fornicação constituem pecado, e a atitude de alguns eclesiásticos modernos não modifica esse fato.

Extraído do Livro Mundo em Chamas de Billy Grahan

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

PROSTITUIÇÃO ESPIRITUAL

Grego pomeia: relação sexual ilícita, incluindo prostituição, devassidão, incesto, libertinagem, adultério e imoralidade habitual. A palavra descreve tanto imoralidade física quanto espiritual.

O sentido que comumente se atribui a palavra é como sinônimo de fornicação, isto é, a prática sexual pré matrimonial. Isto é prostituição, sim, mas prostituição não é somente isto, pois engloba todos os atos de imoralidade.

Essa palavra pode adquirir outros sentidos, de acordo com o sentido que o autor quiser lhe emprestar. No mundo, a palavra prostituição pode ser relativo a uma troca imoral, pessoas que dão coisas para receber outras coisas, prática esta que ofende a moral e ética. Mulheres e homens que alugam seus corpos por dinheiro, bens, necessidades. Isto é uma forma de prostituição (Ex.23.32 e II Reis 17.17).

Prostituir é vender a própria honra, a própria dignidade, é sacrificar o amor-próprio e a auto-valorização em troca de alguma outra coisa = prostituição espiritual. Nós freqüentemente somos forçados a escolher entre o que é reto aos olhos de Deus, aquilo que Deus quer e exige de nós, e aquilo que é melhor (pelo menos aparentemente) aos nossos olhos. Como ocorreu em Números 25.1,20: Para possuírem as mulheres moabitas, os hebreus adoraram os deuses estranhos, e se inclinaram diante de ídolos feitos por mãos humanas.

Nesse sentido, Adão e Eva se prostituíram quando desobedeceram a Deus para poder saborear o fruto da árvore da vida. Abraão prostituiu-se quando mentiu para não correr o risco de ser morto por causa de sua linda mulher (Gn.12.12,13 e 20.2). Isaque repetiu o mesmo erro (Gn.26.7). Jacó mentiu para obter a benção de seu pai (Gn.27.6 a 29).

Ocorre a prostituição quando as pessoas cristãs se vendem para obter o que desejam ou almejam. Negam a sua fé em Cristo, jogam para fora a honestidade e a pureza de suas mãos por dinheiro, por prazer, pela fama, pela diversão. E isto, infelizmente, é comum e rotineiro em nossas igrejas: pessoas que vendem a própria fé, a própria paz, a comunhão com o Espírito de Deus por dinheiro, por prazer e por uma qualquer outra mórbida forma de satisfação.

Pedro prostituiu-se para não ser capturado e morto com Jesus, mas depois de revestido com o poder do Espírito Santo, recusou-se a prostituir por dinheiro oferecido por Simão, o mágico (Atos.8.18 a 20).  É preciso que fique claro: toda vez que alguém que se diz cristão, deliberada e espontaneamente faz qualquer coisa contrária à palavra de Deus, para ganhar algo ou não perder algo que tem, está se prostituindo espiritualmente.

Jesus tem que valer mais do que tudo em nossas vidas, e por ele temos que renunciar a tudo. Enquanto houver alguma coisa no mundo, neste mundo, que valha tanto ou tão mais do que Jesus, estamos sujeitos a nos prostituir para tê-lo ou não perde-lo.

Toda vez que você faz alguma coisa, qualquer coisa, de forma consciente e deliberada, que venha a magoar, entristecer o coração de Deus para conseguir satisfazer uma necessidade, um desejo, um capricho, uma "inclinação da carne" (concupiscência), você estará vendendo a sua fé, sacrificando a sua comunhão e comunicação com Deus. A carne estará se manifestando e dominando a sua vida, a sua alma, o seu espírito.

Transcrito Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 12 de abril de 2014

Como identificar falsos mestres

O Apóstolo Paulo escreveu a Tito que pastores não devem apenas pregar fielmente, mas também “convencer os que o contradizem” (Tito 1.9). A ideia é muito simples. O ministério pastoral não é meramente de edificar, mas também de derrubar. Como Paulo disse em outro lugar, envolve derrubar toda especulação e altivez que se levante contra o conhecimento de Deus (2 Coríntios 10.5). Falhar em fazer isso é má-prática ministerial e algo perigoso para o povo de Deus.

Dada essa obrigação, se torna imperativo ser capaz de identificar falsos mestres quando eles aparecem. Às vezes o falso ensinamento surge de fora da igreja. Às vezes, de dentro. O Novo Testamento ensina que uma reposta mais rigorosa é devida quando ele surge de dentro. Assim, pastores fiéis precisam aprender a identificar e lidar com falsos mestres. Mas como fazemos isso?

A Bíblia sugere pelo menos seis características que normalmente identificam os falsos mestres. Nem todo falso mestre exibe todas essas características ao mesmo tempo, mas muitas vezes apresentam uma combinação de alguns desses traços.

1. Falsos mestres contradizem a sã doutrina
Mesmo no primeiro século, durante a vida dos apóstolos, havia um corpo doutrinário autoritativo que funcionava como regra de fé e prática. Judas chama isso de “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3). Paulo chama de “sã doutrina segundo o evangelho da glória do Deus bendito” (1 Timóteo 1.10-11). Em outro lugar, é o “padrão das sãs palavras” e de “bom depósito” (2 Timóteo 1.13-14), as “palavras da fé” e “boa doutrina” (1 Timóteo 4.6). João chama de “a doutrina de Cristo” (2 João 9).

No primeiro século, a sã doutrina consistia no Antigo Testamento, além das palavras apostólicas que Cristo atribuiu aos apóstolos. A autoridade apostólica eventualmente era escrita, conforme os apóstolos começaram a morrer. Para nós, o padrão da sã doutrina – a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos – é a escritura, o Antigo e o Novo Testamento. O falso ensinamento, portanto, é qualquer ensinamento que foge dessa norma. Um falso mestre é qualquer um de dentro da igreja que se oponha ao que a Bíblia ensina (1 Timóteo 6.3; 2 João 9).

2. Falsos mestres promovem imoralidade
Judas nos mostra que falsos mestres muitas vezes se esgueiram na igreja e “transformam em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4). Libertinagem significa falta de restrição moral, especialmente na questão da conduta sexual. É uma total supressão das normas morais da escritura. É uma vida que permite comportamentos que a Bíblia condena. Pedro diz que tais mestres negam o Senhor Jesus ao perseguirem “suas práticas libertinas” (2 Pedro 2.2).

Uma pessoa que não é dominada pela palavra de Deus é muitas vezes dominada por suas próprias paixões. Não há poucos charlatões que se infiltram nas igrejas com seu carisma apenas para se mostrarem aproveitadores sexuais do rebanho.

Alguns deles tentarão justificar sua própria imoralidade sexual ou a imoralidade dos outros. Mas muitas vezes não irão enfrentar com força os assaltos às normas morais da escritura. Isso é muito óbvio. Pelo contrário, eles irão redefinir os termos da Bíblia para que não mais os acusem de suas ações perversas. Aqueles que redefinem o ensinamento bíblico a respeito de casamento e sexualidade caem nessa categoria.

3. Falsos mestres diminuem a importância do pecado e do juízo
Esse é o traço dos falsos mestres que compartilham em comum com os antigos falsos profetas. Jeremias os descreve dessa forma:
Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à ganância, e tanto o profeta como o sacerdote usam de falsidade. Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz. (Jeremias 6.13-14)

Falsos mestres caracteristicamente diminuem o pecado. Ao invés de chamar “as falhas” de pecado, eles simplesmente dizem “não há nada para ver, prossigam”. Os falsos mestres dizem aos pecadores, a quem Deus irá julgar, que eles não são tão ruins assim e que não há necessidade de temer o julgamento de Deus. Eles separam o amor e a graça de Deus de sua santidade. Eles dizem ao povo, que deveria ter toda a razão para temer o julgamento de Deus, que eles realmente não tem nada a temer. Eles fogem do confronto que a verdade traz e dizem aos pecadores qualquer coisa que seus ouvidos queiram ouvir (2 Timóteo 4.3-4).

4. Falsos mestres são motivados por ganância e ganho egoísta
Pedro diz que, em sua “avareza”, falsos mestres se aproveitam do povo de Deus com “palavras fictícias” (2 Pedro 2.3). De fato, o coração deles é “exercitado na avareza” (2 Pedro 2.14). Paulo diz que os falsos mestres supõe “que a piedade é fonte de lucro” (1 Timóteo 6.5). Pregadores que amam dinheiro e ganho material muitas vezes dirão o que for necessário para aumentar seu piso salarial. São mercenários, não seguindo o chamado de Deus, mas aquele que pagar mais. Irão abraçar qualquer novidade. Irão coçar onde quer que os pecadores desejem. Transformam o ministério em fonte de lucro porque são motivados por ganância. Tome cuidado com pastores que parecem ter apetite por ganho material. Essa é uma grande marca de um falso mestre.

5. Falsos mestres causam divisão
Falsos mestres irão tentar convencer o rebanho que a sã doutrina causa divisão. Mas isso é uma mentira. Esse é, na verdade, o falso ensinamento que busca dividir e conquistar o povo de Deus. Judas nos alerta a respeito deles dessa forma:

No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito. Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus (Judas 18-21)

Quem causa dissensão no meio do povo? Não aqueles que ensinam a sã doutrina. O povo de Cristo se une ao redor da verdade e se dividem por conta do erro. Falsos mestres são aqueles que levam o povo para longe do padrão da verdade divina em direção ao erro.

6. Falsos mestres enganam o rebanho
Jesus nos diz para nos acautelarmos “dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas” (Mateus 7.15). O falso mestre nunca aparece a nós com uma placa pendurada no pescoço onde se lê “sou um falso mestre”. O falso mestre aparece disfarçado de cristianismo. Ele possui a forma da piedade mas nega seu poder (2 Timóteo 3.5). Se o falso mestre aparenta e soa como cristão, então como saberemos se ele é um falso mestre? Jesus nos diz como podemos saber: “pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7.16). Em outras palavras, o que eles fazem muitas vezes diz mais sobre quem eles são do que o que dizem.

DENNY BURK / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A IMORALIDADE JÁ NÃO CAUSA VERGONHA

"Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo".

1 Tessalonicenses 4:3-8


Pregar sobre pecado não dá ibope. Então, consequentemente, se omite a pregação sobre santificação, afinal, uma vida de pecado é uma vida separada de Deus, mas os espasmos "espirituais" induzem o indivíduo a acreditar que Deus está interessado no seu "louvor" e não na sua vida pessoal.

A integridade foi derrotada e envergonhada no entendimento da população gospel, e deu lugar ao carisma. Qualquer safado se dá bem, basta uma pequena e ridícula dose de estrelismo, e se fizer "mágica santa" mais sucesso obterá.

O modismo gospel não se interessa por separação do pecado, santificação, abstinência sexual antes do casamento, integridade de caráter e fidelidade conjugal. Esses temas não alegram o culto, não fazem o "fogo cair", o povo não glorifica e nem fala "línguas estranhas". A gente sabe que crente satisfeito é mais fácil de frequentar os cultos, ofertar, louvar, apesar de fugirem da Santa Ceia, isso para aqueles que ainda sentem um resquício de vergonha na cara.

Culto bom é culto de fogo, poder, onde a "glória" desce, os anjos andam pra lá e pra cá. Esse negócio de pecado e santidade é pra culto de doutrina e isso já era! Isso é coisa do passado. Assim pensam alguns que odeiam ser confrontados pela pregação sóbria, embasada na Palavra de Deus e não adaptada para os novos e tenebrosos tempos gospel pós-modernidade. Sabe, a Palavra de Deus é eterna, não podemos nos esquecer disso.

A verdade é que a prostituição está rolando solta no meio da congregação, e a maioria dos pastores e pregadores profissionais não tem peito pra condenar essa prática condenável e abominável. Ninguém quer se indispor com o público gospel.

A Palavra de Deus, que citei acima diz: "que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra".

Mas a galera está fazendo o que quer com o corpo. Transam mesmo, numa boa, vão para as baladas, empurram do "pé na jaca", vão pros motéis com as namoradinhas, ou se "pegam" em qualquer lugar, sem nenhum sintoma de culpa ou arrependimento. Fornicação é coisa normal e o adultério, nem se fala. A promiscuidade é deslavada, escrachada, sem vergonha.

Sabe o que me assusta? É a cara limpa de quem se lambuza no pecado e do líder que fecha os olhos para aquilo que todos estão vendo.

A imoralidade tem tomado o assento nos púlpitos, um lugar que ao menos deve ser respeitado por ser fonte de referência, lugar de sacerdócio, altar de ministração, e de muitos deles tem saído “água suja” que jorra aos turbilhões sobre o povo.

A imoralidade passeia livremente entre as cadeiras e os bancos das igrejas, sem freio, sem contestação, sem constrangimento, na certeza de que não será incomodado. A “serpente” passeia livremente no “Jardim de Cristo”, porque quem deve cuidar para que seja um “jardim fechado”, escancarou as suas portas e permitiu ao “espírito da prostituição” o livre acesso.

A liberdade da imoralidade envergonha a integridade.

O povo olha para os líderes e se estes não são referenciais de moralidade, em quem irão se espelhar? Se a teoria de que Deus perdoa tudo é a “teologia” enraizada na base de crença do crente, o que se pode esperar como testemunho de conversão?

As doenças sexualmente transmissíveis (DST’s) e o vírus do HIV maculam o templo do Espírito Santo, porque estão sendo contraídas por atos libidinosos e o que é mais terrível ainda, é que indivíduos que pecam sem precaução com a saúde tornam-se instrumentos de maldição e morte na vida de inocentes, tudo isso acobertado por um ilusório manto de cristianismo.

A meu ver, esses imorais travestidos de crentes são a escória repugnante que se veste com roupagens de falsa piedade, consideram que as suas ações lascivas são resultantes da fragilidade da carne e desprezam que o espírito deve estar pronto, mas isso, como sabemos, é o resultado da genuína conversão e da fidelidade a Jesus Cristo, e o amoroso cumprimento da Sua Palavra.

O lamentável é sabermos que esses fatos se tornam tão corriqueiros no nosso meio que já não causam espanto ou escândalo. É o “Deus que perdoa tudo”. É a vida de depõe contra o discurso, porque não se vive o que se prega. Não há compromisso com a Palavra, mas com os próprios desejos da carne, associados aos amigos piedosos que amam mais o pecador do que a Deus e Sua vontade.

Estão servindo a Deus com a boca e servindo o diabo com o corpo.

Um “evangelho” sem mudança radical de vida é simplesmente filosófico, contraditório e irremediavelmente danoso. Onde isso vai parar? Não vai parar, vai piorar, manchando o limpo, trazendo injustiça ao justo, profanando o sagrado, injuriando o santo, desclassificando o puro de coração, contemplando com um “diploma de idiota” quem ousa andar corretamente. Quem é sujo está se sujando mais ainda, e está sujando a fé de quem procura ser limpo.

Um dia desses será vergonhoso ser santo (separado).

Há muitos filhos nascendo de relações sexuais pecaminosas, de crentes que já não têm vergonha na cara, nem sentem mais a ausência do Espírito Santo, e nem são constrangidos ao arrependimento, se alegram pelo fruto de suas relações condenadas por Deus e não se entristecem porque macularam o templo de Deus e entristeceram o Espírito Santo. Querem ser aceitos sem quebrantamento, e sem a apelação do pedido de perdão a Deus. Querem empurrar “goela abaixo” da congregação a felicidade justa de um filho, porém, injusta pela forma como se deu, causando tristeza naqueles que procuram viver em santidade e se envergonham quando pecam.

“O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”.

Romanos 6:23.

Eu creio em misericórdia. Eu creio no perdão de Deus. Porém, eu também creio que a misericórdia precisa ser apelada e o arrependimento precede o perdão. Eu não creio em misericórdia e perdão automático, repudio isso, abomino esse ensino de demônios.

É bastante difícil para alguns entenderem e assumirem a postura de serem amigos do pecador, mas ao mesmo tempo inimigos do pecado. O amor que tenho pelas pessoas me libera para condenar os atos que a Palavra de Deus condena. O silêncio de quem tem compromisso com Deus e a Verdade é uma prova de conivência e concordância. Podemos e devemos amar o indivíduo, no entanto, não podemos negociar a Palavra de Deus e a nossa integridade e fé, para condenarmos os atos imorais e tantos outros que são abominados por Deus.

“E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-as”.

Efésios 5:11.


Pastor Josué Gomeshttp://prjosuegomes.wordpress.com/


A Graça e a Paz de Cristo Jesus.

Moacir Neto

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.