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domingo, 11 de outubro de 2020

JESUS, O PASTOR DAS OVELHAS

- Jesus, o Salvador do mundo, o Filho de Deus, recebe muitos títulos e dentre eles, um dos mais belos e familiares é o de pastor das ovelhas.

O pastor é aquele que cuida, apascenta, alimenta, protege, disciplina, consola e restaura as ovelhas.

- A ovelha é um animal frágil, inseguro, vulnerável, míope e teimoso.

- A ovelha não pode cuidar de si mesma. Entregue ao seu próprio destino, torna-se presa fácil dos predadores. Caminhando sozinha facilmente cai no abismo e mui raramente consegue reencontrar o caminho de volta para o aprisco.

Jesus nos é apresentado nas Escrituras como o bom pastor, o grande pastor e o supremo pastor. Como o bom pastor ele deu a sua vida pelas ovelhas; como grande pastor ele vive para as ovelhas e como o supremo pastor ele voltará para as ovelhas.

- O Salmo 22 nos fala do sofrimento do Messias e nos apresenta a Jesus como o bom pastor.

- O Salmo 23 nos fala do Senhor como o grande pastor que nos dá provisão, proteção e direção.

- O Salmo 24, por sua vez, nos apresenta Jesus como o supremo pastor, que voltará em glória para as ovelhas. Essas mesmas verdades são repetidas também no Novo Testamento.

1. JESUS É O BOM PASTOR QUE DÁ SUA VIDA PELAS OVELHAS (Jo 10.11)

- Jesus diz: "Eu sou o bom pastor, o bom pastor dá a vida pelas ovelhas".

- O bom pastor não vem para ferir as ovelhas, mas para morrer por elas.

- O bom pastor não vem para explorar as ovelhas, mas para dar sua vida por elas.

- O bom pastor não vem para arrancar a lã das ovelhas e comer sua carne; o bom pastor vem para dar vida em abundância às ovelhas.

- Os fariseus usavam as pessoas; Jesus amava as pessoas. Os fariseus exploravam as pessoas; Jesus dava a vida pelas pessoas.

2. JESUS É O GRANDE PASTOR QUE VIVE PARA AS OVELHAS (Hb 13.20)

- Jesus é o grande pastor que triunfou sobre a morte e está vivo à destra de Deus.

Ele é o pastor e bispo das nossas almas. Ele está conosco. Ele conhece cada ovelha pelo nome. Ele chama suas ovelhas e elas o seguem. Ele guia suas ovelhas e as protege do mal.

- O grande pastor oferece provisão às suas ovelhas, dando-lhes pastos verdes.

- O grande pastor dá salvação, provisão e libertação às suas ovelhas. Ele dá a elas vida eterna e segurança eterna. Ninguém poderá arrebatar nenhuma delas de suas onipotentes mãos.

- O grande pastor vive para interceder por elas e por isso, pode salvá-las totalmente.

3. JESUS É O SUPREMO PASTOR QUE VOLTARÁ PARA AS OVELHAS (1Pe 5.4)

- Jesus morreu, ressuscitou e voltará.

Como bom pastor ele morreu; como grande pastor ele ressuscitou, mas como supremo pastor ele voltará para buscar as suas ovelhas.

- E quando ele vier, trará consigo a recompensa a cada uma delas. Jesus voltará com grande poder e muita glória.

Oh, bendito privilégio de ser ovelha de Jesus, o bom, o grande e o supremo pastor das ovelhas!

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

JESUS, O PASTOR DAS OVELHAS

- Jesus, o Salvador do mundo, o Filho de Deus, recebe muitos títulos e dentre eles, um dos mais belos e familiares é o de pastor das ovelhas.

O pastor é aquele que cuida, apascenta, alimenta, protege, disciplina, consola e restaura as ovelhas.
- A ovelha é um animal frágil, inseguro, vulnerável, míope e teimoso.
- A ovelha não pode cuidar de si mesma. Entregue ao seu próprio destino, torna-se presa fácil dos predadores. Caminhando sozinha facilmente cai no abismo e mui raramente consegue reencontrar o caminho de volta para o aprisco.

Jesus nos é apresentado nas Escrituras como o bom pastor, o grande pastor e o supremo pastor. Como o bom pastor ele deu a sua vida pelas ovelhas; como grande pastor ele vive para as ovelhas e como o supremo pastor ele voltará para as ovelhas.

- O Salmo 22 nos fala do sofrimento do Messias e nos apresenta a Jesus como o bom pastor.

- O Salmo 23 nos fala do Senhor como o grande pastor que nos dá provisão, proteção e direção.

- O Salmo 24, por sua vez, nos apresenta Jesus como o supremo pastor, que voltará em glória para as ovelhas. Essas mesmas verdades são repetidas também no Novo Testamento.

1. JESUS É O BOM PASTOR QUE DÁ SUA VIDA PELAS OVELHAS (Jo 10.11)
- Jesus diz: "Eu sou o bom pastor, o bom pastor dá a vida pelas ovelhas".
- O bom pastor não vem para ferir as ovelhas, mas para morrer por elas.
- O bom pastor não vem para explorar as ovelhas, mas para dar sua vida por elas.
- O bom pastor não vem para arrancar a lã das ovelhas e comer sua carne; o bom pastor vem para dar vida em abundância às ovelhas.

- Os fariseus usavam as pessoas; Jesus amava as pessoas. Os fariseus exploravam as pessoas; Jesus dava a vida pelas pessoas.

2. JESUS É O GRANDE PASTOR QUE VIVE PARA AS OVELHAS (Hb 13.20)
- Jesus é o grande pastor que triunfou sobre a morte e está vivo à destra de Deus.
Ele é o pastor e bispo das nossas almas. Ele está conosco. Ele conhece cada ovelha pelo nome. Ele chama suas ovelhas e elas o seguem. Ele guia suas ovelhas e as protege do mal.
- O grande pastor oferece provisão às suas ovelhas, dando-lhes pastos verdes.
- O grande pastor dá salvação, provisão e libertação às suas ovelhas. Ele dá a elas vida eterna e segurança eterna. Ninguém poderá arrebatar nenhuma delas de suas onipotentes mãos.
- O grande pastor vive para interceder por elas e por isso, pode salvá-las totalmente.

3. JESUS É O SUPREMO PASTOR QUE VOLTARÁ PARA AS OVELHAS (1Pe 5.4)
- Jesus morreu, ressuscitou e voltará.
Como bom pastor ele morreu; como grande pastor ele ressuscitou, mas como supremo pastor ele voltará para buscar as suas ovelhas.
- E quando ele vier, trará consigo a recompensa a cada uma delas. Jesus voltará com grande poder e muita glória.
Oh, bendito privilégio de ser ovelha de Jesus, o bom, o grande e o supremo pastor das ovelhas!

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

UMA PALAVRA DE ENCORAJAMENTO

E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais (João 8:10-11)

O Senhor Jesus é bom, e não ‘bonzinho’. Os apóstolos em um momento de irritação teriam mandado fogo do céu sobre os obstinados pecadores, mas o Mestre lhes censurou por tal ideia ridícula (Lucas 9:54).

Pedro, o confiante porém desleal discípulo, não esperava nada além de uma merecida e severa reprovação da parte do Senhor por sua infidelidade. Mas o que recebeu foi a mais gentil e inacreditável das reprimendas: “Simão, filho de Jonas, amas-me?… Apascenta as minhas ovelhas” (João 21:16).

A mulher do versículo acima era uma pecadora, mas Ele se dirigiu a ela de maneira delicada e encorajadora. Seus acusadores a tinham humilhado ao máximo pela exposição pública dela, e provavelmente lhe diziam coisas horríveis, mas o Senhor disse apenas: “Nem eu também te condeno”.Caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque são muitíssimas as suas misericórdias” (1 Crônicas 21:13).

Será que podemos inferir que o Senhor ignora o pecado?
Absolutamente não! Sua encarnação, Seu sangue – Belém e no Calvário – provam exatamente o contrário! Antes que a culpa de alguém pudesse ser retirada, Ele teve de descer de Seu trono de glória para agonizar em um madeiro amaldiçoado. Essa palavra do Senhor Jesus foi uma palavra de encorajamento para aqueles que já se arrependeram de seus pecados.

Talvez você seja o maior dos pecadores ou o maior dos desviados. Da mesma maneira que uma pessoa falida tem medo de examinar seus livros contábeis, talvez você tenha medo de examinar seu coração.

A consciência e as lembranças de inúmeros pecados podem lhe condenar, mas o Senhor Jesus sempre tem uma palavra gentil para você: “Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais”.

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Mensagem de Paulo aos líderes da igreja de Éfeso

Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue. [Atos 20.28]

Enquanto seguiam rumo a Jerusalém, Paulo e seus companheiros pararam no porto de Mileto, de onde Paulo enviou uma mensagem aos líderes da igreja em Éfeso pedindo que fossem encontrá-lo. Paulo se dirigiu a eles usando uma metáfora relacionada a pastores, ovelhas e lobos.

Paulo começa descrevendo o exemplo do pastor, citando a si mesmo como exemplo. Seu ministério revelou uma extraordinária integridade. Ele era cuidadoso no ensino (instruindo em todo o conselho de Deus) e zeloso no evangelismo (toda a população de Éfeso), empregando métodos diversificados (públicos, na escola de Tirano, e pessoais, indo de casa em casa). Assim, ele compartilhou toda a verdade com todas as pessoas possíveis e através de todos os meios disponíveis. Ele podia afirmar que era inocente do sangue de todas aquelas pessoas.

A seguir, Paulo descreve a invasão dos lobos (falsos mestres). Lobos caçam tanto sozinhos como em bandos, e as ovelhas são completamente indefesas diante deles. Assim, o apóstolo exorta os pastores a protegerem as ovelhas.

Os pastores do rebanho de Cristo têm duas tarefas: alimentar as ovelhas e afugentar os lobos, ou seja, ensinar a verdade e combater o engano.

Atualmente, esta última tem caído em desuso. Ouvimos com frequência que devemos ser positivos em nosso ensino e nunca negativos. Mas os que dizem isso estão em desacordo com nosso Senhor Jesus e seus apóstolos, pois eles combatiam os erros e nos exortam a fazer o mesmo.

Por fim, Paulo enfatiza o valor das ovelhas (as pessoas), pois elas são a igreja de Deus, o Pai, compradas com o sangue de Cristo e guiadas pelo Espírito Santo.

Essa esplêndida verdade trinitariana deve produzir um profundo impacto em nosso ministério, pois as ovelhas não são aquelas criaturas limpas e carinhosas que aparentam ser a certa distância, mas são animais sujeitos a várias doenças. Hesito em aplicar a metáfora muito literalmente, mas alguns membros de igrejas representam uma grande provação para seus pastores (e vice-versa).

Como então podemos perseverar no amor e no serviço? A resposta é: lembrando o quanto eles são preciosos — de fato, são tão valiosos que recebem os cuidados das três pessoas da Trindade.

“... E agora, eis que, ligado eu pelo espírito, vou para Jerusalém, não sabendo o que lá me há de acontecer, Senão o que o Espírito Santo de cidade em cidade me revela, dizendo que me esperam prisões e tribulações. Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus. E agora, na verdade, sei que todos vós, por quem passei pregando o reino de Deus, não vereis mais o meu rosto. Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos. Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus.Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.

Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós. Agora, pois, irmãos, encomendo-vos a Deus e à palavra da sua graça; a ele que é poderoso para vos edificar e dar herança entre todos os santificados. De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem o vestuário. Sim, vós mesmos sabeis que para o que me era necessário a mim, e aos que estão comigo, estas mãos me serviram. Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. E, havendo dito isto, pôs-se de joelhos, e orou com todos eles. E levantou-se um grande pranto entre todos e, lançando-se ao pescoço de Paulo, o beijavam, Entristecendo-se muito, principalmente pela palavra que dissera, que não veriam mais o seu rosto. E acompanharam-no até o navio. (Atos 20.17-38)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sábado, 12 de abril de 2014

Como identificar falsos mestres

O Apóstolo Paulo escreveu a Tito que pastores não devem apenas pregar fielmente, mas também “convencer os que o contradizem” (Tito 1.9). A ideia é muito simples. O ministério pastoral não é meramente de edificar, mas também de derrubar. Como Paulo disse em outro lugar, envolve derrubar toda especulação e altivez que se levante contra o conhecimento de Deus (2 Coríntios 10.5). Falhar em fazer isso é má-prática ministerial e algo perigoso para o povo de Deus.

Dada essa obrigação, se torna imperativo ser capaz de identificar falsos mestres quando eles aparecem. Às vezes o falso ensinamento surge de fora da igreja. Às vezes, de dentro. O Novo Testamento ensina que uma reposta mais rigorosa é devida quando ele surge de dentro. Assim, pastores fiéis precisam aprender a identificar e lidar com falsos mestres. Mas como fazemos isso?

A Bíblia sugere pelo menos seis características que normalmente identificam os falsos mestres. Nem todo falso mestre exibe todas essas características ao mesmo tempo, mas muitas vezes apresentam uma combinação de alguns desses traços.

1. Falsos mestres contradizem a sã doutrina
Mesmo no primeiro século, durante a vida dos apóstolos, havia um corpo doutrinário autoritativo que funcionava como regra de fé e prática. Judas chama isso de “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3). Paulo chama de “sã doutrina segundo o evangelho da glória do Deus bendito” (1 Timóteo 1.10-11). Em outro lugar, é o “padrão das sãs palavras” e de “bom depósito” (2 Timóteo 1.13-14), as “palavras da fé” e “boa doutrina” (1 Timóteo 4.6). João chama de “a doutrina de Cristo” (2 João 9).

No primeiro século, a sã doutrina consistia no Antigo Testamento, além das palavras apostólicas que Cristo atribuiu aos apóstolos. A autoridade apostólica eventualmente era escrita, conforme os apóstolos começaram a morrer. Para nós, o padrão da sã doutrina – a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos – é a escritura, o Antigo e o Novo Testamento. O falso ensinamento, portanto, é qualquer ensinamento que foge dessa norma. Um falso mestre é qualquer um de dentro da igreja que se oponha ao que a Bíblia ensina (1 Timóteo 6.3; 2 João 9).

2. Falsos mestres promovem imoralidade
Judas nos mostra que falsos mestres muitas vezes se esgueiram na igreja e “transformam em libertinagem a graça de nosso Deus” (Judas 4). Libertinagem significa falta de restrição moral, especialmente na questão da conduta sexual. É uma total supressão das normas morais da escritura. É uma vida que permite comportamentos que a Bíblia condena. Pedro diz que tais mestres negam o Senhor Jesus ao perseguirem “suas práticas libertinas” (2 Pedro 2.2).

Uma pessoa que não é dominada pela palavra de Deus é muitas vezes dominada por suas próprias paixões. Não há poucos charlatões que se infiltram nas igrejas com seu carisma apenas para se mostrarem aproveitadores sexuais do rebanho.

Alguns deles tentarão justificar sua própria imoralidade sexual ou a imoralidade dos outros. Mas muitas vezes não irão enfrentar com força os assaltos às normas morais da escritura. Isso é muito óbvio. Pelo contrário, eles irão redefinir os termos da Bíblia para que não mais os acusem de suas ações perversas. Aqueles que redefinem o ensinamento bíblico a respeito de casamento e sexualidade caem nessa categoria.

3. Falsos mestres diminuem a importância do pecado e do juízo
Esse é o traço dos falsos mestres que compartilham em comum com os antigos falsos profetas. Jeremias os descreve dessa forma:
Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à ganância, e tanto o profeta como o sacerdote usam de falsidade. Curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz. (Jeremias 6.13-14)

Falsos mestres caracteristicamente diminuem o pecado. Ao invés de chamar “as falhas” de pecado, eles simplesmente dizem “não há nada para ver, prossigam”. Os falsos mestres dizem aos pecadores, a quem Deus irá julgar, que eles não são tão ruins assim e que não há necessidade de temer o julgamento de Deus. Eles separam o amor e a graça de Deus de sua santidade. Eles dizem ao povo, que deveria ter toda a razão para temer o julgamento de Deus, que eles realmente não tem nada a temer. Eles fogem do confronto que a verdade traz e dizem aos pecadores qualquer coisa que seus ouvidos queiram ouvir (2 Timóteo 4.3-4).

4. Falsos mestres são motivados por ganância e ganho egoísta
Pedro diz que, em sua “avareza”, falsos mestres se aproveitam do povo de Deus com “palavras fictícias” (2 Pedro 2.3). De fato, o coração deles é “exercitado na avareza” (2 Pedro 2.14). Paulo diz que os falsos mestres supõe “que a piedade é fonte de lucro” (1 Timóteo 6.5). Pregadores que amam dinheiro e ganho material muitas vezes dirão o que for necessário para aumentar seu piso salarial. São mercenários, não seguindo o chamado de Deus, mas aquele que pagar mais. Irão abraçar qualquer novidade. Irão coçar onde quer que os pecadores desejem. Transformam o ministério em fonte de lucro porque são motivados por ganância. Tome cuidado com pastores que parecem ter apetite por ganho material. Essa é uma grande marca de um falso mestre.

5. Falsos mestres causam divisão
Falsos mestres irão tentar convencer o rebanho que a sã doutrina causa divisão. Mas isso é uma mentira. Esse é, na verdade, o falso ensinamento que busca dividir e conquistar o povo de Deus. Judas nos alerta a respeito deles dessa forma:

No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito. Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus (Judas 18-21)

Quem causa dissensão no meio do povo? Não aqueles que ensinam a sã doutrina. O povo de Cristo se une ao redor da verdade e se dividem por conta do erro. Falsos mestres são aqueles que levam o povo para longe do padrão da verdade divina em direção ao erro.

6. Falsos mestres enganam o rebanho
Jesus nos diz para nos acautelarmos “dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas” (Mateus 7.15). O falso mestre nunca aparece a nós com uma placa pendurada no pescoço onde se lê “sou um falso mestre”. O falso mestre aparece disfarçado de cristianismo. Ele possui a forma da piedade mas nega seu poder (2 Timóteo 3.5). Se o falso mestre aparenta e soa como cristão, então como saberemos se ele é um falso mestre? Jesus nos diz como podemos saber: “pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7.16). Em outras palavras, o que eles fazem muitas vezes diz mais sobre quem eles são do que o que dizem.

DENNY BURK / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Quando Deus sussura o seu nome


As ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. (João 10.3).

Quando vejo um rebanho de ovelhas eu vejo exatamente isso, um rebanho. Um bando de lã. Uma manada de cascos. Não vejo uma ovelha. Vejo ovelhas. Todas iguais. Nenhuma diferente. Isso é o que eu vejo.

Mas não é assim com o pastor. Para ele cada ovelha é diferente. Cada face é especial. Cada face tem uma história. E cada ovelha tem um nome. Aquela com os olhos tristes, essa é a Droopy. E o camarada com uma orelha para cima e a outra para baixo, eu o chamo de Oscar. E aquele pequenininho com a mancha preta na perna, ele é órfão sem irmãos. Eu o chamo de Joseph.

O pastor conhece as suas ovelhas. Ele as chama pelo nome.
Quando vemos uma multidão, vemos exatamente isso, uma multidão. Enchendo um estádio ou inundando um shopping. Quando vemos uma multidão, vemos gente, não pessoas, mas gente. Uma manada de humanos. Um rebanho de faces. É isso que nós vemos.

Mas não é assim com o Pastor. Para ele cada face é diferente. Cada face tem uma história. Cada face é um filho. Cada filho tem um nome. Aquela com os olhos tristes, essa é a Sally. O velho camarada com uma sobrancelha para cima e a outra para baixo, Harry é o seu nome. E o jovem que manca? Ele é órfão sem irmãos. Eu o chamo de Joey.

O Pastor conhece as suas ovelhas. Ele conhece cada uma pelo nome. O Pastor conhece você. Ele sabe o seu nome. E ele nunca se esquecerá dele. Eu escrevi o seu nome na minha mão. (Isaias 49.16).

Que pensamento, não é? O seu nome na mão de Deus. O seu nome nos lábios de Deus. Talvez você tenha visto o seu nome em alguns lugares especiais. Em um prêmio, em um diploma ou em uma porta de madeira. Ou talvez você tenha ouvido o seu nome pronunciado por algumas pessoas importantes - um treinador, uma celebridade, um professor. Mas pensar que o seu nome está na mão de Deus e nos lábios de Deus... nossa, poderia ser? 

Ou talvez você nunca tenha visto o seu nome homenageado. E você não consegue lembrar quando o ouviu pronunciado com gentileza. Se for assim, pode ser que seja mais difícil para você acreditar que Deus sabe o seu nome.

Mas ele sabe. Escrito na sua mão. Pronunciado pela sua boca. Sussurrado pelos seus lábios. O seu nome. E não somente o nome que você tem agora, mas o nome que ele tem guardado para você. Um nome novo ele lhe dará...

Você estava nos meus pensamentos enquanto eu escrevia. Eu pensava em você frequentemente. Eu honestamente pensava. Ao longo dos anos eu conheci bem alguns de vocês. Eu li as suas cartas, apertei as suas mãos e olhei os seus olhos. Eu acho que conheço você.

Você está ocupado. O tempo passa antes das suas tarefas terminarem. E se você tiver uma chance de ler, é de fato uma pequena chance. Você está ansioso. As más notícias ultrapassam as boas. Os problemas excedem as soluções. E você está preocupado. Que futuro os seus filhos têm nesta terra? Que futuro você tem?

Você está cauteloso. Você não confia tão facilmente como confiou uma vez. Os políticos mentiram. O sistema falhou. O ministro negociou. O seu cônjuge traiu. Não é fácil confiar. Não é que você não queira. É apenas que você quer ser cuidadoso.

Há outra coisa. Você cometeu alguns erros. Eu conheci um de vocês em uma livraria em Michigan. Um homem de negócios, você raramente saía do seu escritório e muito menos para encontrar um escritor. Mas então você o fez. Você estava arrependido das muitas horas de trabalho e das poucas horas em casa e queria conversar.

E a mãe solteira em Chigago. Um filho estava puxando, o outro chorando, mas fazendo malabarismo entre eles, você mostrou o seu ponto. “Eu cometi erros”, você explicou, “mas eu realmente quero tentar de novo”.

E houve aquela noite em Fresno. O músico cantou, eu falei e você veio. Você quase não veio. Você quase ficou em casa. Exatamente naquele dia você encontrou o bilhete da sua esposa. Ela o estava deixando. Mas você veio mesmo assim. Esperando que eu tivesse alguma coisa para a dor. Esperando que eu tivesse uma resposta. Onde Deus está em uma hora como esta?

E assim como escrevi, eu pensei em vocês. Todos vocês. Vocês não são maliciosos. Vocês não são maus. Vocês não têm o coração duro (cabeça dura às vezes, mas não coração duro). Vocês realmente querem fazer o que é certo. Mas algumas vezes a vida dá uma virada. Às vezes nós precisamos de um lembrete. Não um sermão. Um lembrete. Um lembrete de que Deus sabe o seu nome.

Autor: Pr. Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 23 de março de 2013

JOSÉ – FIGURA DE CRISTO


“Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa” (Gn 37.2)

De todas as histórias do Antigo Testamento, nenhuma apresenta uma figura de Cristo mais detalhada e rica que a comovente história de José. Outras biografias podem nos dar minúcias de experiências pessoais e de fracassos humanos, nos ensinando lições preciosas. No entanto, à medida que a vida de José se desenrola, sentimos que o Espírito de Deus mantém em foco a glória de Cristo.

SEU SERVIÇO.
A história começa com José, um rapaz de dezessete anos, alimentando o rebanho e “andando” com seus irmãos, ou seja, trabalhando juntamente com os mais velhos. Aquele que era o escolhido para ser o soberano do Egito (cap. 41:38-44) primeiramente tinha de ser servo. O lugar de soberania é alcançado apenas pela vereda do serviço. Nisso o Senhor é o exemplo máximo de Seus próprios ensinamentos, pois Ele declarou: “Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve” (Lucas 22:27). E porque Ele tomou a “forma de servo… sendo obediente até a morte, e morte de cruz… Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome” (Filipenses 2:7-9). Mais uma vez nesta história vemos Aquele que é maior que José.

SEU PASTOREIO.
Há ainda outros aspectos nos quais o início da história de José transparece Cristo. José liderava ovelhas antes de liderar homens. Por quarenta anos Moisés teve de se contentar em liderar ovelhas no deserto antes de liderar pessoas através do deserto. E também lemos que o Senhor “elegeu a Davi seu servo, e o tirou dos apriscos das ovelhas… para apascentar a Jacó, seu povo, e a Israel, sua herança” (Salmo 78:70-71). Tanto o serviço e, principalmente, a maneira como esses santos executavam o serviço prefiguravam o Grande Pastor das ovelhas.

“José trazia más notícias deles a seu pai. E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores” (Gn.37.2-3)

SUA SEPARAÇÃO.
Serviço entre os irmãos não implica cumplicidade com o mal. Como servo obediente, José estava sempre perto deles; como homem de integridade, José se afastava por completo das obras deles. Seu serviço o trazia para junto da companhia de outros; seu caráter o levava para longe do que faziam, pois somente sua presença expunha a impiedade dos irmãos. Portanto, José nada tinha a dizer senão “más notícias” sobre eles.

Da mesma maneira, a graça de Cristo, o perfeito Salvador, O trouxe para junto de nós e de nossas necessidades, mas Sua santidade O manteve inteiramente afastava de nosso pecado. A necessidade desesperada que tínhamos e Sua infinita graça O tornaram Servo entre as multidões; nosso pecado e Sua santidade O tornaram Estrangeiro neste mundo. Como Servo perfeito Ele estava acessível a todos; como o Santo de Deus Ele estava separado de todos. Seu serviço O levou a muitos lares necessitados; Sua santidade O deixou sem lar.

SUA SUPERIORIDADE
Se, contudo, o caráter de José o manteve afastado de seus irmãos, o amor de seu pai lhe deu um lugar destacado entre eles. Além disso, Israel dava testemunho desse lugar de distinção ao ter vestido José com uma túnica colorida – uma declaração pública do prazer que ele tinha em seu filho.

Nossos pensamentos viajam de José para Cristo e do lugar único que Ele ocupava no coração do pai. O mesmo capítulo que diz que “Deus amou o mundo” também diz que o “Pai ama o Filho e todas as coisas entregou nas suas mãos” (João 3).

Deus nos ama com uma medida de amor insondável, porém não há padrão de medida que seja capaz de abranger o amor do Pai pelo Filho.

“Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiaram-no, e não podiam falar com ele pacificamente” (Gn. 37.4)

SEUS SOFRIMENTOS. O Espírito de Deus se deleita em exaltar Cristo ao apresentar Sua supremacia universal por meio da história de José, embora tal supremacia tenha sido alcançada mediante o caminho do sofrimento. Existem características e aprimoramento de caráter que somente o sofrimento traz à tona.

Se José ocupava um lugar distinto e especial no coração de Israel, seu pai, e se nos planos de Deus ele estava destinado à posição de supremacia, durante um período José teve de enfrentar a ira de seus irmãos. Em uma medida menor, a história dele exemplifica o ódio tremendo pela qual Cristo passou nas mãos dos homens. O Homem a quem Deus destinou o lugar de domínio universal é o mesmo Homem que iria ser odiado por Suas criaturas.

Por que o coração humano odeia tanto a Cristo? Será que havia algo de errado nEle? Certamente que não, pois em Cristo não havia qualquer traço de crueldade, violência, ironia, orgulho, arrogância, ou outra coisa que provocasse o ódio das pessoas.

Em Cristo só havia amor. Enquanto outros faziam o mal, Ele apenas fazia o bem. Enquanto outros amaldiçoavam e escarneciam, de Sua boca saíam palavras graciosas. Até os guardas que foram enviados para O prender testemunharam: “Nunca homem algum falou assim como este homem” (João 7:46).

E apesar de todos os atos de amor, das palavras de graça, das curas e milagres, o povo o recompensou com mal e ódio (Salmo 109:5). De fato Ele podia exclamar: “Odiaram-me sem causa” (João 15:25).

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 24 de novembro de 2012

Quando nós os amamos, nós o amamos


 “Quando vocês fizeram uma destas coisas a alguém negligenciado ou ignorado, era eu – vocês o fizeram a mim”.(Mt. 25.40) (MSG) 

Há muitas razões para ajudar os necessitados. 

“A benevolência é um bem para o mundo”. 

“Todos nós flutuamos no mesmo oceano. Quando a maré sobe, ela beneficia a todos”. 

“Livrar alguém da pobreza é liberar o potencial dessa pessoa como um pesquisador, professor ou médico”. 

“Quando diminuímos a pobreza e a doença, reduzimos a guerra e as atrocidades. Pessoas saudáveis e felizes não ferem umas às outras”. 

A compaixão tem uma dúzia de defesas. Mas para os cristãos, nenhuma é superior a esta: quando amamos os necessitados, estamos amando Jesus. É um mistério além da ciência, uma verdade além da estatística. Mas é uma mensagem que Jesus deixou clara como cristal: quando nós os amamos, nós o amamos. 

Este é o tema do seu último sermão. A mensagem que ele deixou por último. Ele deve querer este ponto carimbado em nossa mente. Ele descreveu a cena do juízo final. O último dia, o grande Dia do Juízo. Nesse dia Jesus emitirá uma ordem irresistível. Todos virão. De navios naufragados e de cemitérios esquecidos, eles virão. De túmulos reais e de campos de batalha cobertos de grama, eles virão. De Abel, o primeiro a morrer, à pessoa sendo enterrada no momento em que Jesus chamar, todos os seres humanos da história estarão presentes. 

Todos os anjos estarão presentes. Todo o universo celestial testemunhará o evento. O desfecho surpreendente. Em algum momento Jesus “separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes” (Mt. 25.32). Os pastores fazem isto. Eles andam pelo rebanho e, um a um, com o uso de uma vara conduzem os bodes em uma direção e as ovelhas em outra. Gráfico, este pensamento do Bom Pastor percorrendo o rebanho da humanidade. Você. Eu. Nossos pais e filhos. “Max, vá por aqui”. “Ronaldo, lá”. “Maria, deste lado”. 
 

Como uma pessoa pode imaginar este momento sem o aparecimento repentino desta pergunta imprescindível:

O que determina sua escolha? Como Jesus separa as pessoas? 

Jesus dá a resposta. Aqueles à direita, as ovelhas, serão aqueles que o alimentaram quando ele estava com fome, que o trouxeram água quando ele estava com sede, que lhe deram hospedagem quando ele estava solitário, roupa quando ele estava nu e consolo quando ele estava doente ou preso. A marca do salvo é a sua preocupação com os necessitados. A compaixão não os salva – ou nós. A salvação é a obra de Cristo. A compaixão é consequência da salvação. 

As ovelhas responderão com uma pergunta sincera: quando? Quando nós o alimentamos, visitamos, vestimos ou consolamos (versículos 34-39)? 

Jesus relatará, um a um, todos os atos de bondade. Cada ação feita para melhorar a situação de outra pessoa. Mesmo as menores. Na verdade, todas elas parecem pequenas. Dar água. Oferecer comida. Compartilhar roupa. As obras de misericórdia são ações simples. E ainda assim, nestas simples ações nós servimos Jesus. Espantosa é esta verdade: nós servimos Cristo servindo as pessoas necessitadas. 

Algumas delas moram em nossa vizinhança; outras moram nas selvas onde você não consegue entrar e têm nomes que você não consegue pronunciar. Algumas delas brincam em favelas de papelão ou vendem sexo em uma rua movimentada. Algumas delas caminham por três horas para conseguir água ou esperam o dia inteiro por uma dose de penicilina. Algumas delas trouxeram suas aflições para si mesmas e outras herdaram a confusão dos seus pais. 

Nenhum de nós pode ajudar todas as pessoas. Mas todos nós podemos ajudar alguém. E quando as ajudamos, nós servimos Jesus. Quem gostaria de perder uma chance de fazer isso? 

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar” (Mt. 25.34-46) (NTLH). 

Senhor, onde eu o vi ontem... e não o reconheci? Onde eu o encontrarei hoje... e falharei em o identificar adequadamente? Meu Pai, dê-me olhos para ver, um coração para responder e mãos e pés para servi-lo em qualquer lugar que o senhor me encontrar! Transforme-me, Senhor, pelo seu Espírito em um servo de Cristo, que se alegra em atender as necessidades dos que estão ao meu redor. Faça de mim um letreiro da sua graça, um anúncio vivo das riquezas da sua compaixão. Eu almejo ouvi-lo dizer para mim um dia, “Muito bem, servo bom e fiel”. E eu oro para que hoje eu seja esse servo fiel que faz bem ao fazer o bem. Em nome de Jesus eu oro, amém.

Autor: Pr. Max Lucado

Por Litrazini:
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz



sábado, 17 de março de 2012

Você quer ouvir a voz de Deus?


Jesus preferiu estar sozinho com o verdadeiro Deus a ficar junto à multidão de pessoas equivocadas. Não era uma voz de fora que Jesus ouviu, era uma voz interior.

A marca da ovelha era o que lhe tornava capaz de ouvir a voz do Pastor. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora (Jo.10.3). A marca de um discípulo é a sua capacidade de ouvir a voz do Mestre. “Escutem, eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e comerei com ele e ele comerá comigo” (Ap.3.20).

O mundo soca a mão na sua porta; Jesus apenas bate.

A vozes gritam por sua adesão; Jesus mansamente pede.

O mundo promete prazer rápido; Jesus promete um jantar tranqüilo ... com Deus. “Entrarei em sua casa e cearei com ele e ele ceará comigo”.

Qual voz você escuta??

Não há um momento que Jesus não esteja falando. Nenhum sequer. Nunca haverá um quarto muito escuro... um saguão muito envolvente... um escritório muito sofisticado... que o terno Amigo, sempre marcando presença e que sempre nos acompanha, implacavelmente não esteja lá, batendo à porta dos nossos corações, com toda gentileza, esperando ser convidado a entrar.
 
Poucos ouvem essa voz. Um número ainda menor abre a porta.

Cercada de promessas evanescentes de prazer, está a promessa eterna de sua presença. “E Eu estarei com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”(Mt.28.20). “Eu nunca o deixarei; eu jamais o abandonarei” (Hb.13.5).

Não há qualquer outro coro que soe tão alto a ponto de não permitir que a voz de Deus seja ouvida... se decidirmos ouvi-la.

“Não se admirem disso, porque está chegando a hora em que todos os mortos ouvirão a sua voz e sairão dos túmulos. Aqueles que fizeram o bem, vão ressuscitar para a vida eterna. Mas aqueles que fizeram o mal, vão ressuscitar para ser condenado” (Jo.5.28,29).

Um dia virá em que todos ouvirão a voz dele. Haverá um dia em que todas as outras vozes serão silenciadas, e somente a voz dele será ouvida. Alguns escutarão sua voz desde o primeiro instante.

Não é que ele nunca tenha se pronunciado, mas é que eles nunca a ouviram. Para esses, a voz de Deus será a voz de um estranho. Eles a ouvirão uma vez e nunca mais. Vão passar a eternidade fugindo das vozes que seguiram na terra.

Mas os outros serão chamados de seus túmulos por uma voz familiar, pois são ovelhas que conhecem seu pastor, são servos que abriram a porta quando Jesus bateu.

Nesse dia, a porta se abrirá novamente. Somente dessa vez. E não será Jesus que entrará em nossa casa; seremos nós que entraremos na casa dele.

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

Graça e Paz





Ps. Publicado neste mesmo site em 10/2010



quinta-feira, 14 de julho de 2011

Dez Características de um Pastor Segundo o Coração de Deus


Transcrito

“Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e inteligência” (Jeremias 3.15).

1. Auto entrega.
"O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas" (João 10.11). O apóstolo Paulo nos dá um exemplo de como se age com pessoas, mesmo cheio de problemas - e até fazendo oposição ao ministério, como foi o caso dos coríntios. A eles Paulo escreveu: "Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol das vossas almas. Se mais vos amo, serei menos amado?" (II Coríntios 12.15).

2. Preocupação com a restauração de cada um individualmente.
"Que vos parece? Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixa para ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou? E, se porventura a encontra, em verdade vos digo que maior prazer sentirá por causa desta, do que pelas noventa e nove, que não se extraviaram. Assim, pois, não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos" (Mateus 18.12-14).

3.
 O pastor segundo o coração de Deus sempre ha de se considerar um servo, dando toda a honra a Cristo Jesus
.

4. Não age como dominador sobre o rebanho, antes serve como um exemplo:
"Nem como dominador dos que te foram confiados, antes te torna modelo do rebanho” (I Pedro 5.3).

5. Busca ao Senhor para saber a sua vontade:
"Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscam ao Senhor; por isso não prosperam, e todos os seus rebanhos se acham dispersos” (Jeremias 10.21).

6. 
Não apascenta a si mesmo:
"Assim diz o Senhor Deus: Ai dos pastores que apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos de lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas" (Ezequiel 34.2-3).

7. Apascenta as ovelhas:
"A fraca fortalece, a doente cura, a quebrada não liga, a desgarrada torna a trazer e a perdida busca” (Ezequiel 34.4). Visita e não deixa os fracos na sua fraqueza, e os feridos recupera. Vai atrás dos que estão se afastando. Mesmo muito ocupado, sempre acha tempo para atender aos que necessitam de cuidado. Pastoreia os que o amam e nunca

8. 
Não exerce domínio sobre o rebanho:
"Mas dominais sobre elas com rigor e esquece que também é pastor das ovelhas que lhe são contrárias. dureza" Ezequiel 34:4b. Sabe que não é dono, mas pastor das ovelhas de Cristo. "Não como dominadores sobre o rebanho..." (I Pedro 5.3). 
9. Não quer ter a primazia:
"Escrevi alguma coisa à Igreja; mas Diótrefes, que gosta de exercer a primazia entre eles, não nos dá acolhida" (III João 9). Pratica a liderança servidora (II Coríntios 4.5). Não é obstinado pelo poder (III João 9).

10. Dá acolhida na igreja a pessoas que não o apoiam III João 9b.

"As minhas ovelhas se espalham, por não haver pastor, e se tomaram pasto para todas as feras do campo. As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes, e por todo o elevado outeiro; as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure, ou quem as busque"


Lidiomar

Graça e Paz




Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.