Alimento um sonho em toda a minha história ministerial: ver a expressão clara da unidade do Corpo de Cristo no Brasil. Persegui este sonho, assisti a algum avanço. Graças ao Pai, muitas denominações já se despiram da individualidade e buscam hoje comunhão com as outras. Até nas músicas cantadas em nossas igrejas está havendo uma quebra de barreiras; e isso é muito bom.
No entanto, persiste no cenário evangélico um quadro que me preocupa: alguns pastores e líderes ainda estão descomprometidos com aquilo que o Espírito Santo já promoveu. Lamentavelmente, alguns líderes ainda evitam “misturar-se”, temendo perder a hegemonia de liderança.
É aqui que me deparo com o desafio. Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte. Que temos feito? Como temos agido?
Cristo é o dono da igreja (1 CO 3.11). Ele não fundou mais de uma igreja. Assim, quando olha do céu a terra, Ele vê um povo, uma família só. Tudo que foge a este plano é afronta a Cristo.
Lamentavelmente, a unidade é ameaçada pelos interesses pessoais daqueles que se isolam, especialmente por aqueles que se afirmam proprietários de igrejas. Estes não atentam para o fato de que Deus não deu igrejas a pastores, e sim o contrário.
Meu sonho é ver essas diferenças caírem por terra. Não alimento qualquer fantasia de ver uma única denominação, mesmo porque creio que Deus potencializa a diversidade denominacional a favor do Reino. No entanto, insisto para que o coração dos líderes se desprenda de sua individualidade, de seus empreendimentos, e volte-se plenamente para o Senhor e Sua obra. Sonho em ver multidões reunidas não para ostentar uma denominação ou um ministério, mas para proclamar as virtudes do Senhor. Seria isto uma utopia? Talvez a utopia de um sonhador!
Se não puder contemplá-la nesta vida, certamente verei a unidade plena e perfeita no céu, onde não haverá mais tribos, raças, templos, denominações línguas e governos. Todos entregarão sua coroa ao Cordeiro (AP 21.24).
O evangelho conta com aqueles que Deus levantou para patrocinar cruzadas, programas de TV, evangelismo pessoal e de massa, eventos que fazem acontecer nossa missão sem manipulação e sem interesses pessoais. O que importa mesmo é a expansão do Reino.
Reafirmo o que sempre digo: o que nos une é muito maior do que o que nos separa. Em Cristo, somos um. Nele devemos seguir.
A Ele a glória!
“Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte.”
Pr. Jabes Alencar
A Graça e a Paz de Cristo Jesus.
Moacir Neto.
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Utopia de um Sonhador
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Cumprindo a missão pela unidade - Texto de Jabes de Alencar
O Espírito Santo ostenta uma bandeira: da Unidade Cristã. Tal Unidade deve ser, conforme Cristo previu, o principal instrumento de comunicação do Evangelho.
Pela Unidade “os homens saberão que Deus enviou a Jesus” (Jo 17).
Pela Unidade a igreja se revela um Corpo (e não vários corpos).
Pela Unidade o mundo poderá ver Jesus na igreja: esta é a nossa missão.
A missão de tornar o Senhor Jesus conhecido das Nações não deve ser feita apenas pelo aspecto da proclamação. Sabemos que “Proclamação” e “Presença” são termos comumente usados pelos teólogos das missões. Para estes, a proclamação se dá pela pregação, enquanto que a presença se manifesta pela expressão prática daquilo que se prega. Logicamente, é no aspecto da presença que reafirmo a necessidade da Igreja viver sua Unidade. A Unidade Bíblica transcende o significado da união comum. União pode ser um cacho de uvas belo e coeso. No entanto, cada uva “vive” sua individualidade. Já a Unidade seria o resultado das uvas amassadas todas juntas, de modo que ninguém pudesse separar umas das outras. Penso que este deve ser o aspecto da Unidade Cristã.
Mas, como administrar esse conceito no contexto das Denominações? Não é fácil, certamente. Muitos líderes denominacionais vivem “enclausurados” em seus sistemas administrativos, defendem com ardor sua “doutrina”, consideram por demais precioso o “nome” que deu ao seu rebanho e valoriza em excesso a placa. Não sou contra as Denominações – como o fazem alguns apologistas da Unidade – senão não poderia ser pastor de uma. Mas gosto de dizer que se a placa de uma igreja fosse importante ela deveria ficar do lado de dentro. Isso me dá o direito de afirmar que, acima das motivações denominacionais deve estar o interesse de anunciar a Jesus.
Vejo isso como um desafio para a igreja de hoje, que se prolifera exponencialmente com suas variadas placas. Entretanto, seria um lapso de fé afirmar que a Unidade é impossível. Não sou ingênuo ao ponto de pensar que os pastores irão acordar amanhã com uma visão extraordinária sobre esse assunto. Sei que seus conceitos, chamada específica, metodologia de trabalho, fundamentos doutrinários etc., talvez não permitam um avanço tão significativo para este fim.
Entretanto, sei também da urgência que há no reino espiritual para que nos desnudemos de nossos conceitos pessoais e abracemos sinceramente a missão que nos foi confiada. Nas duas últimas décadas, tenho visto um avanço neste particular. A criação de Conselhos de Pastores e Ordens de Ministros é um referencial. É quase inadmissível uma cidade que não tenha um conselho ou uma ordem. Isto não significa que a Unidade já está estabelecida, mas é um bom indicativo.
Lembro-me dos dias da minha infância, quando muitos pastores brigavam entre si para defenderem suas doutrinas. Hoje, se essa briga acontece é de forma muito mais sutil. Naquela época, uma questão me perturbava: como seria no Céu? Cada crente no seu gueto? A Unidade da igreja há de prevalecer. Temos que ser contumazes na defesa desta prática. Cristo tem apenas um Corpo, uma Noiva, uma Igreja. Obviamente que o PROMOTOR da Unidade é o Espírito Santo, não o homem. Mas nós, pastores, temos que ser agentes participantes. Esta é uma tarefa que nos confere: abrir nosso coração para a atuação do Espírito e permitir que se estabeleça no seio evangélico aquilo que pulsa no coração de Deus: “que todos sejam um".
A Graça e a Paz de Cristo Jesus
Moacir Neto
Pela Unidade “os homens saberão que Deus enviou a Jesus” (Jo 17).
Pela Unidade a igreja se revela um Corpo (e não vários corpos).
Pela Unidade o mundo poderá ver Jesus na igreja: esta é a nossa missão.
A missão de tornar o Senhor Jesus conhecido das Nações não deve ser feita apenas pelo aspecto da proclamação. Sabemos que “Proclamação” e “Presença” são termos comumente usados pelos teólogos das missões. Para estes, a proclamação se dá pela pregação, enquanto que a presença se manifesta pela expressão prática daquilo que se prega. Logicamente, é no aspecto da presença que reafirmo a necessidade da Igreja viver sua Unidade. A Unidade Bíblica transcende o significado da união comum. União pode ser um cacho de uvas belo e coeso. No entanto, cada uva “vive” sua individualidade. Já a Unidade seria o resultado das uvas amassadas todas juntas, de modo que ninguém pudesse separar umas das outras. Penso que este deve ser o aspecto da Unidade Cristã.
Mas, como administrar esse conceito no contexto das Denominações? Não é fácil, certamente. Muitos líderes denominacionais vivem “enclausurados” em seus sistemas administrativos, defendem com ardor sua “doutrina”, consideram por demais precioso o “nome” que deu ao seu rebanho e valoriza em excesso a placa. Não sou contra as Denominações – como o fazem alguns apologistas da Unidade – senão não poderia ser pastor de uma. Mas gosto de dizer que se a placa de uma igreja fosse importante ela deveria ficar do lado de dentro. Isso me dá o direito de afirmar que, acima das motivações denominacionais deve estar o interesse de anunciar a Jesus.
Vejo isso como um desafio para a igreja de hoje, que se prolifera exponencialmente com suas variadas placas. Entretanto, seria um lapso de fé afirmar que a Unidade é impossível. Não sou ingênuo ao ponto de pensar que os pastores irão acordar amanhã com uma visão extraordinária sobre esse assunto. Sei que seus conceitos, chamada específica, metodologia de trabalho, fundamentos doutrinários etc., talvez não permitam um avanço tão significativo para este fim.
Entretanto, sei também da urgência que há no reino espiritual para que nos desnudemos de nossos conceitos pessoais e abracemos sinceramente a missão que nos foi confiada. Nas duas últimas décadas, tenho visto um avanço neste particular. A criação de Conselhos de Pastores e Ordens de Ministros é um referencial. É quase inadmissível uma cidade que não tenha um conselho ou uma ordem. Isto não significa que a Unidade já está estabelecida, mas é um bom indicativo.
Lembro-me dos dias da minha infância, quando muitos pastores brigavam entre si para defenderem suas doutrinas. Hoje, se essa briga acontece é de forma muito mais sutil. Naquela época, uma questão me perturbava: como seria no Céu? Cada crente no seu gueto? A Unidade da igreja há de prevalecer. Temos que ser contumazes na defesa desta prática. Cristo tem apenas um Corpo, uma Noiva, uma Igreja. Obviamente que o PROMOTOR da Unidade é o Espírito Santo, não o homem. Mas nós, pastores, temos que ser agentes participantes. Esta é uma tarefa que nos confere: abrir nosso coração para a atuação do Espírito e permitir que se estabeleça no seio evangélico aquilo que pulsa no coração de Deus: “que todos sejam um".
A Graça e a Paz de Cristo Jesus
Moacir Neto
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
A Unidade da Igreja – Texto de Jabes de Alenc
Na pós-modernidade a palavra de ordem é “globalização”. Segundo o dicionário, globalização significa, entre outras coisas, “a associação de diferentes em torno de uma idéia, um projeto ou um assunto específico”. O significado é pertinente se o relacionarmos ao que poderíamos chamar de “globalização eclesiástica”. Este é um tremendo projeto de Deus. Graças a Deus que com o tempo muita coisa mudou. Com alegria podemos ver que a coisa está andando. Hoje já temos pastores e membros de diferentes denominações com o mesmo propósito, realizando muitos projetos juntos. Isso tem realmente glorificado o nome de Jesus. Esta Unidade pode ser aferida nos mais variados eventos em todo o Brasil, especialmente aqueles promovidos por Conselhos e Associações de Pastores.
Participando de alguns desses eventos, acabei por concluir que a hora da unidade é chegada. Não há mais tempo de perder tempo. A luta pela unidade não pode ser algo isolado, de apenas um ou outro pastor. Deve ser mesmo uma luta “globalizada”. E não pode ser, também, uma unidade superficial, “de cima do muro”. Tem que ser algo prático.
A princípio, devemos entender que a unidade da Igreja não é um projeto de homens, mas sim, um projeto de Deus. A própria trindade pode ser um paradigma de unidade: três pessoas distintas formam um único Deus.
Em segundo lugar, precisamos ter consciência de que a unidade da Igreja não é apenas um projeto de Deus, mas sim a vontade de Deus para a Igreja. Esta vontade foi objetivamente expressada pelo Senhor Jesus na sua oração sacerdotal registrada por João no capítulo 17 de seu evangelho: “Pai eu quero que eles sejam um...”.
Em terceiro lugar, precisamos compreender que a unidade da Igreja é uma realidade. Foi conquistada por nós na cruz e, portanto, não precisamos lutar para promover a unidade. Antes, devemos celebrá-la, pois já foi estabelecida na cruz do calvário, através do sangue de Jesus!
Portanto, precisamos considerar e valorizar esta unidade. A palavra de Deus, no Salmo 133, nos diz que através da unidade, quando os irmãos estão em união, o Senhor ordena a Benção e a vida para sempre. Assim, podemos afirmar que a bênção e a vida são resultados da prática da unidade. Lamentavelmente, muitas desculpas e dificuldades são apresentadas para justificar a falta de unidade. No entanto, estamos convictos de que não há nada que possa nos separar; não há dificuldade ou divergência que não possa ser superada. Devemos rejeitar qualquer espírito de divisão, pois sabemos que o maior inimigo da unidade da Igreja é o próprio Diabo – que veio para matar, roubar e destruir os projetos de Deus.
Não há fórmula mágica para a unidade, mas creio que há pelo menos quatro pontos imprescindíveis a considerar e que precisamos pôr em prática:
1º) Respeito às Diferenças. Unidade não se estabelece quando eu passo a ser como o outro é, ou exigir que o outro mude e passe e ser como eu sou. Antes, Unidade se estabelece quando eu aceito meu irmão e o respeito, sem relevar as diferenças. Uma vez que a graça de Deus é multiforme, devemos compreender que Deus não se limita às formas que nos separam.
2º) Ninguém tem o monopólio ou a exclusividade da fé. Pensar que um grupo é detentor da fé perfeita, que Deus privilegiou alguma comunidade com uma “graça” sobrenatural em detrimento da “desgraça” de outras é assumir publicamente que o senhor desse grupo é inimigo de Deus. A fé se manifesta de formas diferentes, entretanto com a mesma finalidade e eficácia.
3º) Vivemos para nos completar a não para competir. Somos incompletos em nós mesmos. É uma ilusão alguém pensar que se pode conduzir uma igreja de forma isolada. Uma casa se constrói com materiais de construção organizados. Um amontoado de materiais não pode ser chamado de casa, ainda que ali se encontrem todos os elementos para a construção. É necessário organizar, um completar o outro.
4º) O que nos une é muito maior do que o que nos separa. A Cruz de Cristo nos une. Os conceitos religiosos nos separam. Nos separam os costumes, a forma de cultuar, os relativos... Devemos nos unir com os absolutos: nosso credo, nossa convicção de que Cristo nos fez um só povo.
Se vivermos na dimensão espiritual, certamente que nossos olhos não se atentarão para questões bobas, pequenas, que só causam constrangimento e nunca a comunhão. O pendor para a carne provoca confusão. A vida no espírito promove comunhão.
Celebremos, portanto, a unidade da Igreja, e vivamos a plenitude do projeto estabelecido por Deus.
A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.
Moacir Neto
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
O Senhor te abrirá seu bom tesouro – Texto de Jabes de Alencar
Nós temos direito ao tesouro que o Senhor nos tem preparado. Muitas pessoas ao invés de pegar os tesouros de Deus, pegam o tesouro que o diabo os oferece, irmãos tenham sabedoria para resistir e dizer não a estes falsos tesouros.
A bíblia nos diz que somos co-herdeiros com Cristo, por isso temos direito ao tesouro de Deus. Tenha ousadia para penetrar no santuário, pois esta é a casa de seu pai e Ele lhe dá liberdade, lhe dá o direito porque Deus abriu o seu bom tesouro. Não faça uso de mediadores para chegar até Deus, porque há um só mediador que é Jesus Cristo, não viva como um mendigo espiritual, viva em vitória conhecendo seus direitos, porque o véu foi rasgado para que tivéssemos liberdade para adentrar à presença do Senhor.
(Sl 95:3,5) Porque o Senhor é Deus grande, e rei grande acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são suas. Seu é o mar, pois Ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca. Deus é o dono de tudo, é o dono do tesouro e o dá a quem Ele quiser.
O caminho para o tesouro de Deus é Jesus Cristo, bloqueie em sua mente todo e qualquer engano que satanás tenta para nos iludir com seus falsos tesouros. Se você precisa de paz, se precisa de vida, entre nos tesouros de Deus. Nos museus do Egito pode-se ver que há um enorme tesouro guardado. Há muitos homens que tem verdadeiros tesouros guardados, agora imagine os tesouros de Deus que é o dono de todo o mundo e nos convida a andar com Ele nas ruas de Jerusalém celestial. A bíblia está cheia de promessas quanto ao tesouro de Deus para nossas vidas, portanto não permita que satanás o engane dizendo que estas promessas não são para sua vida.
(At 8,16:17) O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se somos filhos, logo somos herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que com ele sejamos glorificados.
Tenha sempre consigo o mapa desta mina que é a sua bíblia e não perca o caminho, o caminho para o tesouro é Jesus Cristo que é o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai a não ser por Ele. Entre no tesouro de Deus e receba a vida eterna através de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. Levante a cabeça e viva como alguém que é rico, não de uma riqueza banal, mas das riquezas espirituais que estão em Cristo Jesus.
A Graça e a Paz de Cristo Jesus.
Moacir Neto
A bíblia nos diz que somos co-herdeiros com Cristo, por isso temos direito ao tesouro de Deus. Tenha ousadia para penetrar no santuário, pois esta é a casa de seu pai e Ele lhe dá liberdade, lhe dá o direito porque Deus abriu o seu bom tesouro. Não faça uso de mediadores para chegar até Deus, porque há um só mediador que é Jesus Cristo, não viva como um mendigo espiritual, viva em vitória conhecendo seus direitos, porque o véu foi rasgado para que tivéssemos liberdade para adentrar à presença do Senhor.
(Sl 95:3,5) Porque o Senhor é Deus grande, e rei grande acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são suas. Seu é o mar, pois Ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca. Deus é o dono de tudo, é o dono do tesouro e o dá a quem Ele quiser.
O caminho para o tesouro de Deus é Jesus Cristo, bloqueie em sua mente todo e qualquer engano que satanás tenta para nos iludir com seus falsos tesouros. Se você precisa de paz, se precisa de vida, entre nos tesouros de Deus. Nos museus do Egito pode-se ver que há um enorme tesouro guardado. Há muitos homens que tem verdadeiros tesouros guardados, agora imagine os tesouros de Deus que é o dono de todo o mundo e nos convida a andar com Ele nas ruas de Jerusalém celestial. A bíblia está cheia de promessas quanto ao tesouro de Deus para nossas vidas, portanto não permita que satanás o engane dizendo que estas promessas não são para sua vida.
(At 8,16:17) O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se somos filhos, logo somos herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que com ele sejamos glorificados.
Tenha sempre consigo o mapa desta mina que é a sua bíblia e não perca o caminho, o caminho para o tesouro é Jesus Cristo que é o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai a não ser por Ele. Entre no tesouro de Deus e receba a vida eterna através de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. Levante a cabeça e viva como alguém que é rico, não de uma riqueza banal, mas das riquezas espirituais que estão em Cristo Jesus.
A Graça e a Paz de Cristo Jesus.
Moacir Neto
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