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domingo, 6 de abril de 2025

SAÚDE E UNIDADE DA RELAÇÃO

O perdão sara, fortalece, e amadurece a união conjugal!

O casamento é diferente de qualquer outro relacionamento.

Só no casamento podemos ser forjados em uma emocional e espiritual união física.

Falta de perdão interrompe essa unidade em todos os níveis

Falta de perdão perturba a unidade emocional.

Pior de tudo, rompe sua unidade espiritual.

Vocês vão parar de ler a Bíblia e orar juntos, ou praticarão as devoções como hipócritas, fingindo estar tudo bem - quando não está!

Jesus advertiu-nos para não oferecer oferta no altar, quando houver algo entre nós (Mt 5.23-24).

Paulo nos instrui a examinar a nós mesmos antes de celebrar a ceia do Senhor (ICo 11.27-29).

Esse auto exame inclui os relacionamentos horizontais em especial a relação do casamento.  

Quando o casal não se compreende e obedece a Palavra, suas orações são impedidas.

A unidade do casamento depende de cada parceiro.

Eles perdoam continuamente para restabelecer a sua relação única.

O ato de perdoar faz o casal experimentar a graça de Deus enquanto dá um ao outro o que Deus tem graciosamente dado a cada um.

Perdoar é a única maneira de manter a saúde e a unidade da relação.

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 28 de março de 2021

A UNIDADE DA IGREJA, DO CORPO DE CRISTO

 É a pregação mais contundente de um evangelho eficaz. É o indício de que ele tem o poder de unir e reunir em torno de si pessoas com diferenças sócio econômicas, e indivíduos de raça, língua e cor diversas.

Assim viviam os primeiros cristãos, depois que o Espírito Santo foi derramado sobre eles

Quando não existe essa unidade na igreja, pouco adianta ter a melhor doutrina e o púlpito mais preparado.

Por melhor que seja a pregação, o mundo não vai dar crédito a ela, nem vai crer que Jesus é o elo que une um ao outro e todos a Deus?

Precisamos dar ouvidos à severa exortação da Palavra de Deus que diz: “Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica; e que em nada estais intimidados pelos adversários...” (Fl. 1.27,28).

A união em torno da pessoa de Jesus é uma das armas mais poderosas que Deus concedeu à sua igreja. Unidos, os cristãos podem desarticular e fazer estremecer as bases do inferno.

O mais triste é que o diabo sabe disso e mobiliza uma boa parte do seu exército para causar divisão, facção, desunião, atrito, malquerença, etc. E os cristãos, de modo geral, ainda não acordaram para essa realidade.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sábado, 24 de agosto de 2019

BÍBLIA!! QUER SABER O QUE É A BÍBLIA? VEM COMIGO...


A palavra “Bíblia” vem do latim e grego e significa “livro”, um nome apropriado, já que a Bíblia é o Livro para todas as pessoas, de todos os tempos. É um livro sem igual, sozinho em sua classe.

Sessenta e seis livros fazem parte da Bíblia. Eles incluem livros da lei, tais como Levítico e Deuteronômio; livros históricos, tais como Esdras e Atos; livros de poesia, tais como Salmos e Eclesiastes; livros de profecia, tais como Isaías e Apocalipse; biografias, tais como Mateus e João; e epístolas (cartas formais), tais como Tito e Hebreus.

OS AUTORES - Cerca de 40 autores humanos diferentes escreveram a Bíblia. Ela foi escrita durante um período de 1500 anos. Os autores foram reis, pescadores, sacerdotes, oficiais do governo, fazendeiros, pastores e médicos. De toda essa diversidade surge uma unidade incrível, com temas em comum por todo o seu percurso.
A unidade da Bíblia deve-se ao fato de que, essencialmente, ela tem um Autor: Deus. A Bíblia é “Inspirada por Deus” (2 Timóteo 3:16). Os autores humanos escreveram exatamente o que Deus queriam que escrevessem, e o resultado foi a perfeita e santa Palavra de Deus (Salmos 12:6; 2 Pedro 1:21).

AS DIVISÕES - A Bíblia é dividida em duas partes principais:
O Velho Testamento e o Novo Testamento. Em resumo, o Velho Testamento é a história de uma nação, e o Novo Testamento é a história de um Homem. A nação foi a forma que Deus usou para trazer o Homem ao mundo.
O Velho Testamento descreve a fundação e preservação da nação de Israel. Deus prometeu usar Israel para abençoar o mundo inteiro (Gênesis 12:2-3). Uma vez que Israel tinha sido estabelecida como nação, Deus fez surgir uma família daquela nação através da qual a benção iria vir: a família de Davi (Salmos 89:3-4). Então, da família de Davi foi prometido um Homem que traria a benção prometida (Isaías 11:1-10).
O Novo Testamento detalha a vinda desse Homem prometido. Seu nome era Jesus, e Ele cumpriu as promessas do Velho Testamento por viver uma vida perfeita, morrer para tornar-se o Salvador e ressuscitar dos mortos. 

O PERSONAGEM PRINCIPAL - Jesus é o personagem principal da Bíblia 
O livro inteiro é sobre Ele. O Velho Testamento prediz Sua vinda e prepara o palco para Sua entrada ao mundo. O Novo Testamento descreve Sua vinda e Seu trabalho para trazer salvação a nosso mundo pecaminoso. 

Jesus é mais do que uma figura histórica; na verdade, Ele é mais do que um homem. Ele é Deus em carne, e Sua vinda foi o evento mais importante da história do mundo. Deus Se tornou homem para nos dar um retrato claro e compreensível de quem Ele é. Como é Deus? Ele é como Jesus; Jesus é Deus na forma humana (João 1:14; 14:9).

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

CRISTO DIVIDIDO? QUANDO A UNIDADE ESTÁ EM RISCO

"Pois a respeito de vós, irmãos meus, fui informado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; ou, Eu de Apolo; ou Eu sou de Cefas; ou, Eu de Cristo. Será que Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado por amor de vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo? (1Co 1.11-13)

Quando lemos a carta de Paulo aos Coríntios, um dos primeiros problemas verificados são as divisões e partidos presentes naquela igreja. A palavra divisão vem do grego schismata, que significa "rasgões em pano". Paulo nesta carta afirma que a igreja é o corpo de Cristo: "Ora, vós sois corpo de Cristo: e individualmente, membros desse corpo." (I Co 12.27). Por isto pergunta: "...acaso Cristo está dividido?" (I Co 1.13).

OS PARTIDOS EM CORÍNTIOS
"Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo." (I CO 1.12)

Grupo de Paulo - Era o grupo dos gentios (não judeus).
Grupo de Apolo - Judeu cristão de Alexandria (Centro Filosófico). Era um grupo do cristianismo intelectualizado.
Grupo de Cefas - Era o nome judaico de Pedro. Grupo de durões. Legalistas.
Grupo de Cristo - Agiam como se Cristo pertencessem a eles.

APLICAÇÕES
Onde está a cruz de Cristo? (v. 17)
Na cruz foi desfeita toda inimizade (Ef 2.14-16)
Na cruz foi destruída a sabedoria dos sábios (I Co 1.18-25)
Na cruz Deus inverte os valores de força e fraqueza (I Co 1.26-28)
A divisão é evidência de uma igreja carnal  (I Co 3.1-3)
A divisão é um empecilho para a obra (Lc 11.17 e I Co 12.14-17)
A divisão elimina o sentimento de comunhão (Am 3.3, I Jo 4.20 e Mt 5.23-24)

ACASO CRISTO ESTÁ DIVIDIDO?
A resposta é um grande não. Mas como será que a sociedade tem nos visto? Unidos? Divididos?
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros Jo 13.35. Não há nada de errado com a diversidade na igreja. A diversidade é positiva. A divisão é negativa.

"Porque o corpo não é um só membro mas muitos" (I Co 12.14).

Pr. Eber Jamil

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 1 de maio de 2013

No essencial, unidade. No não essencial, liberdade. Em tudo, amor.


Fala-se muito sobre unidade. Porém, pratica-se muito pouco. Efésios 4 instrui os crentes a "manter" a unidade. Especificamente no versículo 4 e no verso 13 fala da meta do ministério cristão como sendo "atingir" unidade.

"Unidade é definida como o Estado de ser indivisível ou ininterrupto. É a representação de todo numeral menor. Ela tem a qualidade de ser unida em um. Unidade pode denotar uma combinação de todas as peças, elementos e indivíduos em um todo eficaz" (Wikipedia).

"É a representação de todo numeral menor". Isso seria a palavra "um",usada para descrever a muitos. Então, como você adorar, que Igreja você assistir, ou mesmo suas conclusões sobre uma doutrina bíblica especial não são causas, ou até mesmo pistas da unidade dos cristãos. A maioria tem uma lista de crenças e práticas que outras pessoas devem aceitar e praticar antes de poder se unificar a eles. Isso não é "unidade", isso é"homogeneidade". Dizer as mesmas palavras e praticar as mesmas atitudes não conduz ninguém sequer perto do que transformar os cristãos em "um".

Uma leitura cuidadosa da oração de Jesus em João 17 revela a verdadeira unidade cristã. Ouça as palavras do Mestre. " E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim. Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo" (João 17.20–24).

Assim como o pai e o filho são "um", se Cristo habita em nós, temos que ser "um". Unidade começa e tem sua origem em nossa relação individual com Jesus Cristo. Se você não é um com Deus, por meio de Cristo, é impossível que tenha unidade com outro cristão. É esta relação de amor sobrenatural que resulta na "unidade", não na observância de doutrinas e usando expressões cristãs ou participar da mesma Igreja.

Unidade nada tem a ver como a maneira como adoramos, ou no que aprovamos ou reprovamos. Cada cristão verdadeiro é um com Deus Pai, um com Jesus e por causa dessa unidade infinita e indivisível, também tem que ser um com qualquer outra pessoa que está em Cristo Jesus. Por isso Jesus orou estas surpreendentes palavras sobre o amor de Deus por nós: “... amaste a eles, assim como me amaste a mim" (João 17.23b).

Quem compreende o que Jesus diz em sua oração tem que admitir que ainda não vive a unidade. Deus me ama como Ele ama Jesus! Deus lhe ama, caro amigo, com o mesmo amor puro que Ele tem pelo seu filho Jesus.

Que maravilha! O alicerce da unidade dos cristãos é - "Deus amou o mundo…" (João 3.16). O Deus amor nos une consigo mesmo em Cristo. E só há um número que pode descrever essa unidade de Deus com seu povo, "Um".

A unidade é um dom de amor, é a expressão máxima da graça do Deus incomparável.

Deus estava em Cristo. Jesus, com uma mão, segura a mão de Deus o Pai e com a outra mão segura a mão dos pecadores para dessa maneira aproximar os pecadores do Deus Santo, redimir os nossos pecados e tornar-nos "um". Fomos "reconciliados" com Deus e justificados por Cristo. Tudo isso aconteceu sem nossa mínima intervenção, sem nossos esquemas e habilidades.

Não temos o direito de decidir com quem temos comunhão, com quem adoramos ou com quem nos relacionamos em Cristo. Em qualquer lugar onde encontramos alguém que confessa Jesus Cristo como Senhor e Salvador e se relaciona com Jesus, não podemos decidir se vamos ou não ser “um” com ele. Em Cristo já somos “um” e não há como mudar esse fato.

Qualquer um que está em comunhão com Cristo tem que ser bem-vindo à mesa da unidade. Viver outra coisa é pecado e revela que estamos longe do Pai.

Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cumprindo a missão pela unidade - Texto de Jabes de Alencar

O Espírito Santo ostenta uma bandeira: da Unidade Cristã. Tal Unidade deve ser, conforme Cristo previu, o principal instrumento de comunicação do Evangelho.


Pela Unidade “os homens saberão que Deus enviou a Jesus” (Jo 17).

Pela Unidade a igreja se revela um Corpo (e não vários corpos).

Pela Unidade o mundo poderá ver Jesus na igreja: esta é a nossa missão.

A missão de tornar o Senhor Jesus conhecido das Nações não deve ser feita apenas pelo aspecto da proclamação. Sabemos que “Proclamação” e “Presença” são termos comumente usados pelos teólogos das missões. Para estes, a proclamação se dá pela pregação, enquanto que a presença se manifesta pela expressão prática daquilo que se prega. Logicamente, é no aspecto da presença que reafirmo a necessidade da Igreja viver sua Unidade. A Unidade Bíblica transcende o significado da união comum. União pode ser um cacho de uvas belo e coeso. No entanto, cada uva “vive” sua individualidade. Já a Unidade seria o resultado das uvas amassadas todas juntas, de modo que ninguém pudesse separar umas das outras. Penso que este deve ser o aspecto da Unidade Cristã.

Mas, como administrar esse conceito no contexto das Denominações? Não é fácil, certamente. Muitos líderes denominacionais vivem “enclausurados” em seus sistemas administrativos, defendem com ardor sua “doutrina”, consideram por demais precioso o “nome” que deu ao seu rebanho e valoriza em excesso a placa. Não sou contra as Denominações – como o fazem alguns apologistas da Unidade – senão não poderia ser pastor de uma. Mas gosto de dizer que se a placa de uma igreja fosse importante ela deveria ficar do lado de dentro. Isso me dá o direito de afirmar que, acima das motivações denominacionais deve estar o interesse de anunciar a Jesus.

Vejo isso como um desafio para a igreja de hoje, que se prolifera exponencialmente com suas variadas placas. Entretanto, seria um lapso de fé afirmar que a Unidade é impossível. Não sou ingênuo ao ponto de pensar que os pastores irão acordar amanhã com uma visão extraordinária sobre esse assunto. Sei que seus conceitos, chamada específica, metodologia de trabalho, fundamentos doutrinários etc., talvez não permitam um avanço tão significativo para este fim.

Entretanto, sei também da urgência que há no reino espiritual para que nos desnudemos de nossos conceitos pessoais e abracemos sinceramente a missão que nos foi confiada. Nas duas últimas décadas, tenho visto um avanço neste particular. A criação de Conselhos de Pastores e Ordens de Ministros é um referencial. É quase inadmissível uma cidade que não tenha um conselho ou uma ordem. Isto não significa que a Unidade já está estabelecida, mas é um bom indicativo.

Lembro-me dos dias da minha infância, quando muitos pastores brigavam entre si para defenderem suas doutrinas. Hoje, se essa briga acontece é de forma muito mais sutil. Naquela época, uma questão me perturbava: como seria no Céu? Cada crente no seu gueto? A Unidade da igreja há de prevalecer. Temos que ser contumazes na defesa desta prática. Cristo tem apenas um Corpo, uma Noiva, uma Igreja. Obviamente que o PROMOTOR da Unidade é o Espírito Santo, não o homem. Mas nós, pastores, temos que ser agentes participantes. Esta é uma tarefa que nos confere: abrir nosso coração para a atuação do Espírito e permitir que se estabeleça no seio evangélico aquilo que pulsa no coração de Deus: “que todos sejam um".

A Graça e a Paz de Cristo Jesus
 
Moacir Neto

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

No essencial, unidade. No não essencial, liberdade. Em tudo, amor.

Fala-se muito sobre unidade. Porém, pratica-se muito pouco. Efésios 4 instrui os crentes a "manter" a unidade. Especificamente no versículo 4 e no verso 13 fala da meta do ministério cristão como sendo "atingir" unidade.

"Unidade é definida como o Estado de ser indivisível ou ininterrupto. É a representação de todo numeral menor. Ela tem a qualidade de ser unida em um. Unidade pode denotar uma combinação de todas as peças, elementos e indivíduos em um todo eficaz" (Wikipedia).

"É a representação de todo numeral menor". Isso seria a palavra "um", usada para descrever a muitos. Então, como você adorar, que Igreja você assistir, ou mesmo suas conclusões sobre uma doutrina bíblica especial não são causas, ou até mesmo pistas da unidade dos cristãos. A maioria tem uma lista de crenças e práticas que outras pessoas devem aceitar e praticar antes de poder se unificar a eles. Isso não é "unidade", isso é "homogeneidade". Dizer as mesmas palavras e praticar as mesmas atitudes não conduz ninguém sequer perto do que transformar os cristãos em "um".

Uma leitura cuidadosa da oração de Jesus em João 17 revela a verdadeira unidade cristã. Ouça as palavras do Mestre. " E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim. Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo" (João 17.20–24).

Assim como o pai e o filho são "um", se Cristo habita em nós, temos que ser "um". Unidade começa e tem sua origem em nossa relação individual com Jesus Cristo. Se você não é um com Deus, por meio de Cristo, é impossível que tenha unidade com outro cristão. É esta relação de amor sobrenatural que resulta na "unidade", não na observância de doutrinas e usando expressões cristãs ou participar da mesma Igreja.

Unidade nada tem a ver como a maneira como adoramos, ou no que aprovamos ou reprovamos. Cada cristão verdadeiro é um com Deus Pai, um com Jesus e por causa dessa unidade infinita e indivisível, também tem que ser um com qualquer outra pessoa que está em Cristo Jesus. Por isso Jesus orou estas surpreendentes palavras sobre o amor de Deus por nós: “... amaste a eles, assim como me amaste a mim" (João 17.23b).

Quem compreende o que Jesus diz em sua oração tem que admitir que ainda não vive a unidade. Deus me ama como Ele ama Jesus! Deus lhe ama, caro amigo, com o mesmo amor puro que Ele tem pelo seu filho Jesus.

Que maravilha! O alicerce da unidade dos cristãos é - "Deus amou o mundo…" (João 3.16). O Deus-amor nos une consigo mesmo em Cristo. E só há um número que pode descrever essa unidade de Deus com seu povo, "Um".

A unidade é um dom de amor, é a expressão máxima da graça do Deus incomparável.

Deus estava em Cristo. Jesus, com uma mão, segura a mão de Deus o Pai e com a outra mão segura a mão dos pecadores para dessa maneira aproximar os pecadores do Deus Santo, redimir os nossos pecados e tornar-nos "um". Fomos "reconciliados" com Deus e justificados por Cristo. Tudo isso aconteceu sem nossa mínima intervenção, sem nossos esquemas e habilidades.

Não temos o direito de decidir com quem temos comunhão, com quem adoramos ou com quem nos relacionamos em Cristo. Em qualquer lugar onde encontramos alguém que confessa Jesus Cristo como Senhor e Salvador e se relaciona com Jesus, não podemos decidir se vamos ou não ser “um” com ele. Em Cristo já somos “um” e não há como mudar esse fato.

Qualquer um que está em comunhão com Cristo tem que ser bem-vindo à mesa da unidade. Viver outra coisa é pecado e revela que estamos longe do Pai.

Pr. Silmar Coelho

Por Lidiomar

Graça e Paz

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A Unidade da Igreja – Texto de Jabes de Alenc

Na pós-modernidade a palavra de ordem é “globalização”. Segundo o dicionário, globalização significa, entre outras coisas, “a associação de diferentes em torno de uma idéia, um projeto ou um assunto específico”. O significado é pertinente se o relacionarmos ao que poderíamos chamar de “globalização eclesiástica”. Este é um tremendo projeto de Deus.

Estamos assistindo este mover de unidade no seio da igreja, especialmente na Igreja Brasileira. Sou filho de um dos pioneiros da Assembléia de Deus no Brasil. Cresci no meio eclesiástico e sempre me inquietou o fato de ver a divisão ou desunião do povo de Deus. Um questionamento aparentemente infantil me colocava diante de uma situação intrigante. Me perguntava: se todos pertencemos a um só Senhor e vamos para o mesmo e único céu, porque somos tão desunidos?

Graças a Deus que com o tempo muita coisa mudou. Com alegria podemos ver que a coisa está andando. Hoje já temos pastores e membros de diferentes denominações com o mesmo propósito, realizando muitos projetos juntos. Isso tem realmente glorificado o nome de Jesus. Esta Unidade pode ser aferida nos mais variados eventos em todo o Brasil, especialmente aqueles promovidos por Conselhos e Associações de Pastores.

Participando de alguns desses eventos, acabei por concluir que a hora da unidade é chegada. Não há mais tempo de perder tempo. A luta pela unidade não pode ser algo isolado, de apenas um ou outro pastor. Deve ser mesmo uma luta “globalizada”. E não pode ser, também, uma unidade superficial, “de cima do muro”. Tem que ser algo prático.

A princípio, devemos entender que a unidade da Igreja não é um projeto de homens, mas sim, um projeto de Deus. A própria trindade pode ser um paradigma de unidade: três pessoas distintas formam um único Deus.

Em segundo lugar, precisamos ter consciência de que a unidade da Igreja não é apenas um projeto de Deus, mas sim a vontade de Deus para a Igreja. Esta vontade foi objetivamente expressada pelo Senhor Jesus na sua oração sacerdotal registrada por João no capítulo 17 de seu evangelho: “Pai eu quero que eles sejam um...”.

Em terceiro lugar, precisamos compreender que a unidade da Igreja é uma realidade. Foi conquistada por nós na cruz e, portanto, não precisamos lutar para promover a unidade. Antes, devemos celebrá-la, pois já foi estabelecida na cruz do calvário, através do sangue de Jesus!

Portanto, precisamos considerar e valorizar esta unidade. A palavra de Deus, no Salmo 133, nos diz que através da unidade, quando os irmãos estão em união, o Senhor ordena a Benção e a vida para sempre. Assim, podemos afirmar que a bênção e a vida são resultados da prática da unidade. Lamentavelmente, muitas desculpas e dificuldades são apresentadas para justificar a falta de unidade. No entanto, estamos convictos de que não há nada que possa nos separar; não há dificuldade ou divergência que não possa ser superada. Devemos rejeitar qualquer espírito de divisão, pois sabemos que o maior inimigo da unidade da Igreja é o próprio Diabo – que veio para matar, roubar e destruir os projetos de Deus.

Não há fórmula mágica para a unidade, mas creio que há pelo menos quatro pontos imprescindíveis a considerar e que precisamos pôr em prática:

1º) Respeito às Diferenças. Unidade não se estabelece quando eu passo a ser como o outro é, ou exigir que o outro mude e passe e ser como eu sou. Antes, Unidade se estabelece quando eu aceito meu irmão e o respeito, sem relevar as diferenças. Uma vez que a graça de Deus é multiforme, devemos compreender que Deus não se limita às formas que nos separam.

2º) Ninguém tem o monopólio ou a exclusividade da fé. Pensar que um grupo é detentor da fé perfeita, que Deus privilegiou alguma comunidade com uma “graça” sobrenatural em detrimento da “desgraça” de outras é assumir publicamente que o senhor desse grupo é inimigo de Deus. A fé se manifesta de formas diferentes, entretanto com a mesma finalidade e eficácia.

3º) Vivemos para nos completar a não para competir. Somos incompletos em nós mesmos. É uma ilusão alguém pensar que se pode conduzir uma igreja de forma isolada. Uma casa se constrói com materiais de construção organizados. Um amontoado de materiais não pode ser chamado de casa, ainda que ali se encontrem todos os elementos para a construção. É necessário organizar, um completar o outro.

4º) O que nos une é muito maior do que o que nos separa. A Cruz de Cristo nos une. Os conceitos religiosos nos separam. Nos separam os costumes, a forma de cultuar, os relativos... Devemos nos unir com os absolutos: nosso credo, nossa convicção de que Cristo nos fez um só povo.

Se vivermos na dimensão espiritual, certamente que nossos olhos não se atentarão para questões bobas, pequenas, que só causam constrangimento e nunca a comunhão. O pendor para a carne provoca confusão. A vida no espírito promove comunhão.

Celebremos, portanto, a unidade da Igreja, e vivamos a plenitude do projeto estabelecido por Deus.

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.

Moacir Neto

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Armar Defender e Resistir

Podermos evitar problemas maiores que nos separem da comunhão com Deus, crescer espiritualmente, tomar posse das bênçãos que o Senhor nos tem reservados, seguindo alguns passos. “Antes, crescei na Graça e no conhecimento do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo...” (2 Pe. 3.18)

Pela tomamos posse da vitória que Cristo obteve por nós na cruz do Calvário.
Ali foi cumprida a mais antiga promessa feita por Deus, ainda no Éden. Foi pela fé que os setenta discípulos tomaram posse da autoridade que Jesus lhes havia dado “Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada absolutamente vos causará dano” (Lc. 10.17,19). Através do escudo da fé que apagamos todos os dardos inflamados do Maligno (Ef. 6.16). É através dela que atacamos e contra-atacamos o diabo.

Ter uma vida de SUJEIÇÃO PLENA AO SENHOR.
A fim de experimentarmos verdadeiras e duradouras vitórias. Devemos colocar tudo o que somos e temos inteiramente à disposição do Senhor. Ao consagrar tudo totalmente a Deus, estaremos evitando laços e maldições que poderiam levar ao fracasso e derrota.

Qualidades são importantes no reino de Deus quando rendidas, submetidas e inteiramente consagradas a ele. “... Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor, que, hoje, vos fará... O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.” (Ex. 14.13,14).“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana e sim no poder de Deus” (1 Co. 2.4,5).

“Sem mim nada podeis fazer”. É tolice insistir em fazer qualquer coisa, principalmente de cunho espiritual como evangelizar; pregar; cantar; lecionar, orar, etc., sem o aval, a graça, sem a bênção de Jesus, sem a aprovação e unção do Espírito Santo. Jesus conquistou a vitória por nós, sujeitemos a ele as nossas armas e a nossa vida, e ele pelejará por nós.

Infelizmente a igreja de Cristo não tem obtido maiores vitórias, porque, em muitas vezes, em vez de lutar contra o pecado, o inimigo e o mundo, os cristãos se põe a guerrear contra os irmãos. Falam mal um dos outros, pois discordam da maneira de pensar e agir. Jesus disse: “... Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa (ou igreja) dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt. 12.25).

A UNIDADE da igreja, do corpo de Cristo, é a pregação contundente de um evangelho eficaz.
É o indício de que ele tem o poder de unir e reunir em torno de si pessoas com diferenças sócio-econômicas, e indivíduos de raça, língua e cor diversas. Foi assim com os primeiros cristãos, depois que o Espírito Santo foi derramado sobre eles.

Precisamos dar ouvidos à severa exortação da Palavra de Deus que diz: “Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica; e que em nada estais intimidados pelos adversários...” (Fl. 1.27,28).

A união em torno da pessoa de Jesus é uma das armas mais poderosas que Deus concedeu à sua igreja. Unidos, os cristãos podem desarticular e fazer estremecer as bases do inferno. O mais triste é que o diabo sabe disso e mobiliza uma boa parte do seu exército para causar divisão, facção, desunião, atrito, malquerença, etc.

Se quisermos RESISTIR ao inimigo e obter a vitória sobre ele, precisamos desalojar e expulsar os pecados hospedados em nosso coração.
Eles agem em nossa vida espiritual, como o vírus da Aids, o HIV, que destrói toda a resistência do organismo, tornando-nos vulnerável. Para nos manter cativos, ele pode usar uma mágoa crônica guardada contra a esposa, contra o marido, filhos, pais, irmãos, ou o próximo.

Ele pode nos dominar através de pensamentos impuros, desejos carnais e mundanos. Ele usa pecados de nossa vida cotidiana, que temos vergonha de pedir perdão a Deus por tê-los repetido tantas vezes. Entretanto, precisamos resistir em nome de Jesus. Não esquecer que maior é aquele que está conosco.

Precisamos ser simples como as pombas, mas, também, PRUDENTES como as serpentes.
Nesse mundo, somos cercados, muitas vezes por pessoas falsas, maldosas, maliciosas, hipócritas, perversas e mentirosas, que se aproximam de nós, dizendo-se verdadeiros,porém são lobos em pele de ovelha; são demônios disfarçados de anjos de luz. “Eis que vos enviou como ovelhas para o meio de lobos; sede portanto, prudentes como as serpentes e simplices como as pombas.“ (Mt. 10.16).

A melhor maneira de ser prudente é saber a hora certa de abrir e fechar as portas do coração e da nossa casa. Portas tais como: A ira (Gn. 4.4-7; Sl. 4.4). A cobiça (Ex. 20.17; Tg. 1.14,15). A maledicência (Ef. 4.29; Sl. 141.3; 1 Pe. 3.10; 1 Co. 10.9,10; Fp. 2.14,15) A impureza ((1 Ts. 4.3-8; Gl. 5.19; Ef. 4.17,19; Ef. 5.3; Ap. 21.8;22.15). A avareza (Lc. 12.15; Hb. 13.5,6)

Sem o DISCERNIMENTO estamos sujeitos ao fracasso e até mesmo à morte espiritual.
Corremos o risco de lutar contra nós mesmos, contra Deus, e consequentemente, a favor do inimigo. Devemos discernir o que é ação de Deus. “Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim sãos os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos” (Is. 55.9).

Devemos estar atentos, para não atribuir um ato de Deus que não entendemos, a algo ou alguém que não Ele.(At. 16.6-10). Nem tudo que aparentemente dá errado, é necessariamente obra do diabo ou maldição. Existem coisas que Deus permite que aconteçam com o objetivo de transformar nossa fraqueza em força, derrota em vitória “...O que faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois.” (Jo. 13.7).

Discernir o que é ação do maligno “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora” (1 Jo. 4.1). Eis alguns textos bíblicos que exemplificam o engano de espírito maligno (At. 16.17; 1 Sm. 16.14-23; 1 Ts. 2.18).

Discernimento do que é a ação da carne“Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.” (Gl. 5.17)

Aproprie-se dessas dicas e torne mais fácil o seu convívio na sociedade moderna
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Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.