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terça-feira, 25 de julho de 2017

A MELHOR ORAÇÃO DE TODAS

Vocês, orem assim: Pai nosso, que estás nos céus! Santificado seja o teu nome. (Mateus 6.9)

Após ter denunciado orações pomposas e sem sentido, Cristo apresentou uma esplêndida e curta oração dele próprio. Com ela, ele nos instruiu sobre como orar e sobre o que devemos orar.

Ele nos deu uma oração que engloba uma variedade de necessidades.

Por si mesmas, essas necessidades deveriam nos obrigar a abordar Deus diariamente com essas poucas palavras facilmente lembradas.

Nenhum de nós pode se desculpar dizendo que não sabemos como orar ou pelo que orar.

Orar a oração do Pai Nosso todos os dias certamente é um hábito que vale a pena, especialmente para pessoas comuns e crianças.

Nós podemos orá-la de manhã, à noite e à mesa da refeição – em qualquer horário. Ao fazer essa oração juntos, trazemos nossas necessidades diante de Deus.

Como foi-nos dito muitas vezes, a oração do Pai-Nosso é a melhor oração que alguém poderia ter criado ou que já foi enviada do céu.

Pelo fato de Deus, o Pai, ter dado ao seu Filho palavras para a oração e lhe enviado para apresentá-la, sabemos sem dúvida que essa oração agrada ao Pai imensamente.

Já no início da oração, com as palavras “Pai nosso”, Jesus nos lembra do que Deus ordena e promete.

Deus insiste que lhe prestemos o respeito, a honra e a reverência que ele merece, assim como os pais terrenos esperam de seus filhos.

Deus Pai deseja também que creiamos que ele satisfará as nossas necessidades.

E assim, porque confiamos que ele nos dará o que prometeu, podemos orar a ele com confiança no nome de Cristo, nosso Senhor. 

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 25 de outubro de 2016

O PODER DO PAI NOSSO

“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. (Mateus 6:9-13)

Jesus após um pedido de seus discípulos, deixou uma das orações mais usadas de todos os tempos o Pai Nosso, porém muitas pessoas quando oram essa oração não entendem o poder e a profundidade que existe em meio a essas frases. Gostaria de compartilhar com os irmãos alguns aspectos dessa oração que fazem dela tão poderosa.

PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS: nessa primeira frase já temos duas realidades que podem mudar a vida de qualquer um que creia. A 1ª é que Jesus nos ensina que agora Deus não é somente o nosso criador mas com a vinda de Jesus Ele se torna nosso Pai, a 2ª é que Deus está acima de todas as coisas no mais alto lugar de onde Ele pode abençoar a vida daqueles que agora são filhos.

SANTIFICADO SEJA O TEU NOME: Jesus agora nos ensina a reconhecer a santidade que há em Deus, Ele é perfeito, Nele não há falhas Nem erro algum Ele é o modelo que devemos seguir.

VENHA O TEU REINO,SEJA FEITO A TUA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU: Jesus ensina aqui que devemos nos sujeitar a Deus e fazermos a sua vontade, da mesma forma que os anjos no céus não questionam as ordens de Deus, nós também devemos apenas aceitar que Deus sabe o que é melhor para nossas vidas.

Assim como um rei determina o futuro de seu súditos, da mesma forma devemos confiar a Deus o futuro de nossas vidas, sendo guiados pela Sua Palavra e pelo Seu Espírito, devemos crer de que fato a vontade de Deus é Boa Perfeita e Agradável e nos entregarmos a ela sem medo.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DÁ HOJE: Aqui Jesus nos ensina que não devemos nos preocupar com as necessidades desse mundo, pois a cada dia Deus as suprirá. Da mesma forma que no deserto a cada dia Deus derramava a provisão para seu povo, Jesus quer que possamos viver dependentes de Deus, buscando primeiro o Reino de Deus e sua Justiça crendo que todas as demais coisas nos serão acrescentadas.

E PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO PERDOAMOS OS NOSSOS DEVEDORES; Jesus quer nos ensinar a importância de perdoar para que possamos ser perdoados por Deus. Ele coloca como condição para sermos alcançados pelo perdão de Deus, o fato de permitirmos que aqueles que nos ofenderam alcancem o nosso perdão, pois de outra forma Deus fica impossibilitado de perdoar.

E NÃO NOS CONDUZA A TENTAÇÃO; MAIS LIVRA-NOS DO MAL: Aqui Jesus nos ensina que devemos pedir pela proteção de Deus, em todos os momentos em nossas vidas, pois todo o tempo somos tentados a fazer o que não agrada a Deus. Satanás sabe que se sucumbirmos as tentações desse mundo seremos conduzidos para o mal e dessa forma nos afastaremos de Deus, os dias são maus e se não tivermos firmados na Rocha Eterna certamente não resistiremos, porém se nos sujeitarmos embaixo da poderosa mão de Deus Satanás fugirá de nós.

PORQUE TEU É O REINO, O PODER E A GLÓRIA, PARA SEMPRE, AMÉM: E para finalizar Jesus nos ensina que Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas. Deus reina, é poderoso e glorioso, quando reconhecemos isso e nos entregamos a Ele, somos feitos co-herdeiros em Cristo de toda essa majestade, de todo esse poder e somos imergidos em Sua Glória, e isso não é algo temporário mas eterno.

Quando for orar o Pai Nosso da próxima vez, não o faça como se fosse uma oração qualquer mas creia que quando você a orar, estará trazendo a céus para terra, com essa que é a oração mais completa e poderosa que Jesus poderia nos ensinar.

Wellington Gomes Negreiros

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A oração de Jesus

De forma didática, Cristo nos deixou modelos cuja riqueza é fonte de inspiração permanente. Por certo, um dos mais conhecidos é o “Pai Nosso”.

“A palavra convence, o exemplo arrasta”, diz o adágio. Não por acaso, Jesus é conhecido como “Mestre dos mestres”. O Senhor explicou ideias profundas usando parábolas que continham elementos simples do dia-a-dia do povo. Acompanhadas de ação, suas palavras têm impactado milhões de pessoas ao longo da história. 

De forma didática, Cristo nos deixou modelos cuja riqueza é fonte de inspiração permanente. Por certo, um dos mais conhecidos é o “Pai Nosso”. Em artigo publicado há alguns anos no Los Angeles Times, a escritora K. Connie Kang estimou que, por ocasião da Páscoa, dois bilhões de cristãos de diversas vertentes naquele ano oraram o pai-nosso em milhares de idiomas.

Muitos livros já foram escritos sobre a oração de Jesus, mas gostaria de também registrar alguns pensamentos singelos que me ocorreram ao meditar sobre esse modelo literalmente sobrenatural. 

"Jesus ensina-nos a orar", pediram os discípulos. Comecem assim: "Pai Nosso...", respondeu Jesus.

Pai? Sim, ao chamá-lo de pai, não o chamamos pelo nome, e sim por uma característica: ele é Pai. Essa palavra tinha um significado social diferenciado na cultura oriental em que os discípulos estavam inseridos (provedor, autoridade etc). No entanto, na oração de Jesus a palavra Abba denota intimidade, amor e admiração. "Sim, vocês devem chamá-lo de paizinho, da mesma forma que eu o chamo", é o que Cristo está dizendo. “Abba tem por nós exatamente o mesmo amor que tem por Jesus”, nos lembra o escritor Brennan Manning. 

Nosso? Sim, Ele é comunitário. A relação com o Pai sempre envolve a comunidade. Orar é se reconciliar com ele e com seus filhos. É pertencer a uma comunidade singular aqui na Terra. Trata-se de pessoas que deixaram a casa do "meu" e imigraram para a terra do "nosso", onde "eu", "meu" e "minha" são referências de um passado míope e egoísta.

Santificado seja o teu nome. Nossas atitudes revelam a quem pertencemos. O santo nome do Senhor às vezes é alvo de descrédito por conta de falhas cometidas por seus filhos. Cada um de nossos atos deve indicar o DNA divino, sejam eles públicos ou não. Como disse Moody, “caráter é o que eu sou quando ninguém está me olhando”.          
                                            
Venha o teu Reino. Segundo Ricardo Barbosa, “esta é a oração mais radical que um cristão pode fazer porque o reino divino é o governo de Deus entre nós”. Eu e você fazemos parte da resposta a esse pedido, afinal a igreja é agente do Reino do Pai. 

Seja feita a tua vontade. Muitos casais se conhecem tão bem que um dos cônjuges identifica o que o outro quer através de sinais quase imperceptíveis. O mesmo deve acontecer conosco em relação a Deus. Conheceremos seus desejos como resultado de paixão e intimidade.

Perdoa as nossas dívidas. É interessante o padrão estabelecido por Jesus: assim como perdoamos os nossos devedores. E se extrapolarmos esse princípio para outras áreas? Seja generoso conosco, assim como temos doado generosamente a outros o que de ti recebemos. Aja com misericórdia conosco, assim como temos sido compassivos até para com aqueles que o mundo julga não merecer compaixão.  

Livra-nos do mal. Múltiplas manifestações do mal podem embaçar as lentes através das quais enxergamos a Deus. Livra-nos da autossuficiência e do orgulho, ensinando-nos a reconhecer a tua mão como origem de toda boa dádiva. 

Orar a oração de Jesus é pedir ao Pai que nos faça uma comunidade de amor, de solidariedade e de serviço. Uma comunidade da Graça!

Carlos Bezerra JR

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 1 de setembro de 2013

Nós temos um adversário

Quando oramos livra-nos do mal, também, estamos dizendo, livra-nos do “maligno”, para que ele não tenha em nós, nenhum espaço para a sua insana rebeldia.

Vós orareis assim: Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Pois vosso é o reino o poder e a glória para sempre, amém!

Nós temos um adversário. Nós o chamamos de “o maligno” porque todos os seus movimentos são contrários ao Triuno.

Foi quem nos provocou à desobediência, no jardim (Ap 12.9; Gn 3.1-6)

Seus desígnios são sempre maus. Ele está sempre procurando nos tragar (1Pe 5.9) e dividir a comunidade local (1Tm 5.14,15).

Jesus, certa feita, disse: “aí vem o príncipe do mundo; e ele nada rem em mim...” (Jo 14.30);  dizendo, assim, que nele o adversário não tinha nenhum espaço para promover a seu pecado.

Em Ef 4.27, Paulo, nos adverte a não darmos lugar ao diabo, pois não ignoramos os seus desígnios (2Co 2.11), quais sejam, de provocar-nos ao motim contra o propósito do Pai.

Nós, os que oramos ao Pai, somos os que voltamos da rebelião.

Houve um movimento de desrespeito no céu, e, no jardim, o anjo rebelde atraiu a humanidade para a sua insurreição, os que oram ao Pai são os que, por causa da vitória do Cristo, saíram do estado de desobediência para a adoração.

Quando oramos livra-nos do mal, também, estamos dizendo, livra-nos do “maligno”, para que ele não tenha em nós, nenhum espaço para a sua insana rebeldia.

Somos, redimidos, adoradores do Triuno, não estamos mais nessa loucura, e não queremos mais participar da insurgência do adversário, queremos chegar onde o Senhor estava, num estado em que nenhuma ação contra a vontade Pai tenha espaço em nós.

Meditação: Houve uma movimentação insana nas regiões celestiais, que nos alcançou na Terra, porque nossos pais primeiros se deixaram seduzir pelo “maligno”. Nós, que oramos ao Pai nosso, somos os que foram libertos dessa insânia, sendo finalmente, levados para o lugar de adoração.

Oração: Pai nosso, vos somos gratos pela libertação que nos providenciastes. Mas, nos conheceis, somos frágeis, sustentai-nos na liberdade dada, de modo que, como o Senhor Jesus sejamos, sem que em nós haja qualquer espaço que o “maligno” possa usar para a sua insanidade. Pelos méritos de Jesus, o Senhor, clamamos. Amém

Autor: Ariovaldo Ramos

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 2 de outubro de 2011

A oração cristã


Não sejam iguais a eles [os pagãos], porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem. Mateus 6.8 

A razão pela qual os cristãos não devem orar como os pagãos é que cremos no Deus vivo e verdadeiro. 

Não devemos fazer como eles fazem porque não devemos pensar como eles pensam. Pelo contrário, “o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem”. Ele não é nem ignorante acerca de suas necessidades nem hesitante em atendê-las. 

Por que, então, devemos orar? 

Qual a utilidade da oração? 

Deixe Calvino responder às nossas perguntas com sua costumeira clareza: 

Crentes não oram com o objetivo de informar a Deus sobre coisas que lhe sejam desconhecidas, ou de instigá-lo a cumprir sua obrigação, ou de conclamá-lo, como se estivesse relutante. 

Pelo contrário, eles oram a fim de que possam despertar a si mesmos com o intuito de buscá-lo, exercitar sua fé na meditação em suas promessas, aliviar-se de suas ansiedades ao derramar-se em seu seio; em uma palavra, que possam declarar que têm esperança e esperam dele somente, para si mesmos e para os outros, todas as coisas boas.

Se a oração dos fariseus era hipócrita e a dos pagãos mecânica, a oração dos cristãos por sua vez deve ser verdadeira — sincera em oposição à hipocrisia, reflexiva em oposição à mecânica. 

A chamada oração do Pai-Nosso foi dada por Jesus como um modelo de como deve ser a oração genuína do cristão. De acordo com Mateus, ele a deu como um padrão a ser copiado (“Vocês, orem assim...”, v. 9); de acordo com Lucas, como uma forma a ser usada (“Quando vocês orarem, digam..., Lc 11.2). 

Na verdade, podemos usar a oração de ambas as maneiras. 

Jesus nos ensinou a nos dirigirmos a Deus como “Pai nosso, que estás nos céus” (v. 9). Isso implica, primeiramente, que ele é pessoal. Ele talvez esteja na famosa expressão de C. S. Lewis, “para além da personalidade”, mas, com certeza, não se encontra aquém.

Em segundo lugar, ele é amoroso. Não é o tipo de pai de que ouvimos às vezes — autocrata, playboy, beberrão — mas alguém que preenche os ideais de paternidade no cuidado amoroso para com seus filhos. 

Em terceiro lugar, ele é poderoso. Aquilo que o seu amor indica, seu poder é capaz de realizar. 

É sempre sábio, antes de orarmos, passar um tempo lembrando quem é aquele a quem estamos nos dirigindo. 

Leitura recomendada: Mateus 6.7-13 

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007) 

Graça e Paz 





Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.