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quinta-feira, 20 de novembro de 2025

O SONO DO MEDO

Em 1 Reis 19.2-5 vemos Elias ser dopado pelo medo.

Ele foi apanhado no sono e foi acordado por um anjo, que lhe advertiu para continuar a tarefa.

Que contradição! Um homem que fez a chuva parar, que fez o fogo cair do céu, que enfrentou os feiticeiros, agora se deixa pegar pelo sono do medo.

Medo de uma mulher desprezível, que foi vencida por Jeú, somente pelo poder da palavra (2 Re 9.30-33).

Entre os casos de pessoas que foram vítimas do sono do medo, encontramos Ezequias.

Mesmo sendo um dos líderes mais corretos diante de Deus, a ponto de ter seus anos de vida acrescentados em 15 anos, como resposta de oração, não esteve isento desse tipo de sono.

Muitos nos nossos dias têm sido dopados pelo sono do medo, por deixarem de lembrar que Deus é poderoso e que não há adversário que possa derrotá-lo.

O medo é uma das reações humanas que mais ofende a Deus.

Ele jamais deixou seus filhos desamparados diante de qualquer adversário.

Se Deus tem protegido até ímpios, como fez com Jeroboão (1 Re 12.16) para manter sus Palavra, que dirá com os seus filhos.

Um general tão poderoso não pode admitir medo de seus soldados.

Precisamos sempre lembrar que “Um com Deus é maioria”.

A melhor ajuda para vencer o medo está em lembrarmos que a vitória é nossa, mas a batalha é de Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

SOLDADOS DE DEUS NO DESEMPENHO DA MISSÃO

“Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos”. (1Co 16.13)

A vigilância deve ser constante, não se contaminar com o mundo, abrindo brechas através das quais o inimigo possa tocá-lo.

“Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”. (Ef 6.18)

A oração é tão importante quanto o ar que se respira, se não houver vida de oração, a derrota está próxima.

A Batalha Espiritual engloba todos os servos que procuram vivenciar o Senhorio de Cristo Jesus (Fp 1.30), não apenas alguns

“Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar” (Ef 6.13).

Os soldados são capacitados e protegidos pelo próprio Senhor a desempenharem a missão

“Porque Eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que Eu te ajudo.” (Is 41.13)

“Ó SENHOR, meu Deus e meu Salvador, Tu me protegeste na batalha” (Sl 140.7).

A força vem de Cristo! “Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças, para que, por meu intermédio [...] O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A Ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!”  2Tm 4.17,18).

A vitória na guerra vem do próprio Senhor!

“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1Co 15.57).

Somos nesta batalha apenas soldados sob o comando do nosso General.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 10 de setembro de 2023

MANEJANDO BEM A ESPADA

“Porque as armas de nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas” (2 Co 10.4).

A nossa vitória foi obtida na cruz, pelo próprio Cristo, que nos redimiu do domínio do maligno.

Porém, trava-se dentro de nós uma luta contra os desejos corruptos, os prazeres ímpios do mundo, as tentações e contra as forças do mal.

Deus nos indica a estratégia que devemos seguir.

Precisamos estar com a verdade e a justiça; ter a fé como escudo para apagar “os dardos inflamados do inimigo”; usar a “espada do Espírito, que é a palavra de Deus”, vigiando e orando. (Ef 6.14-18).

Temos nessa relação armas de defesa e de ataque.

A espada, simbolizando a Palavra, é arma de ataque e de defesa.

No deserto, Satanás usou da palavra para tentar dobrar Jesus.

Com a mesma Palavra, Jesus rebateu e o expulsou de sua presença (Mt 4.1-10).

Portanto, convém que saibamos manejar bem essa espada.

Cristo outorgou poderes à Igreja para em Seu nome expulsar demônios (Mc 16.17).

Agimos por procuração. O poder está no outorgante.

Para os que creem, o nome de Jesus tem efeito devastador; é como um míssil lançado sobre as hostes inimigas.

“Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo” (2 Tm 2.3).

Como soldados, estamos dispostos a sofrer, a enfrentar adversidades; a viver uma vida de renúncia, de rígida disciplina e de árduo trabalho.

Não há como retroceder. Só os fracos fogem à luta.

Não há fraqueza ao que luta destemido nessa batalha.

Mas se houver fraqueza, devemos nos gloriar nelas, para que em nós habite o poder de Cristo.

E diz o apóstolo: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco então sou forte” (2Co 12.9-10).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

BATALHA ESPÍRITUAL

A Batalha não é segundo a carne “Embora andando na carne, não militamos segundo a carne.” (1Co 10.3), não é contra homens, sim, contra satanás “Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo de escuridão.” Ef 6.12; veja mais: Gn 3.15; 2Co 2.11; Tg 4.7).

O soldado de Deus precisa manter-se firme na fé e procurar desempenhar com seriedade e zelo a missão confiada. A vigilância, “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos” (1Co 16.13), deve ser constante, não se contaminar com o mundo, abrindo brechas através das quais o inimigo possa tocá-lo.

A oração é tão importante quanto o ar que se respira, “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6.18), se não houver vida de oração, a derrota está próxima.

A Batalha Espiritual engloba todos os servos que procuram vivenciar o Senhorio de Cristo Jesus (Fp 1.30), não apenas alguns: “Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.” (Ef 6.13).

Os soldados são capacitados e protegidos pelo próprio Senhor a desempenharem a missão, “Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo” (Is 41.13); “Ó SENHOR, meu Deus e meu Salvador, tu me protegeste na batalha.” (Sl 140.7).

A força vem de Cristo! “Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças ...O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial...”  (2Tm 4.17,18).

A vitória na guerra vem do próprio Senhor! “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Co 15.57). Não é à força do homem, não são objetos que nos fará vencedores. Somos nesta batalha apenas soldados sob o comando do nosso General.      

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 22 de junho de 2018

BATALHA ESPÍRITUAL



É muito comum ouvirmos no meio evangélico o termo “Batalha Espiritual”; houve uma época na qual o tema virou “modismo”, soldados levantaram-se aos milhares e manuais de guerra foram escritos às centenas, detalhando ações, ensinando estratégias. A guerra foi travada, mas, poucos resultados positivos foram colhidos. Qual o motivo para tantos fracassos? Porque em alguns lugares funcionou e em outros não?

Um dos pontos importantes, geradores de fracassos é menosprezar o inimigo ou não conhecê-lo o suficiente. A Bíblia deixa claro, que o diabo é extremamente sagaz e poderoso, tem em suas mãos poder para fazer grandes feitos e conhece profundamente o ser humano. Ele conhece todas as chamadas estratégias de guerra e está devidamente preparado com o seu exercito para anular os possíveis ataques e pronto para um contra-ataque  eficaz  contra a igreja.

As histórias narradas em livros, vitoriosas, não se aplicam necessariamente em outras regiões ou cidades, o opositor já conhece os passos e está pronto para a resistência. É aconselhável ler tais narrativas, mas, fazer uso das mesmas práticas não é sábio.

A Batalha Espiritual, como o nome afirma, é travada no mundo espiritual e é necessário que haja homens santos e cheios do Espírito Santo, agraciados com dons (visão, revelação, profecia, etc.) para que sejam canais, através dos quais o Senhor Deus orientará o Seu exercito de servos, revelando as estratégias certas para cada ocasião, bem como, os passos do inimigo.

A Batalha não é segundo a carne “Embora andando na carne, não militamos segundo a carne.” 1Co 10.3), não é contra homens, sim, contra satanás “Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo de escuridão.” Ef 6.12; veja mais: Gn 3.15; 2Co 2.11; Tg 4.7).

Os servos chamados à guerrear precisam ser irrepreensíveis em suas ações, a santidade é uma qualidade imprescindível. Neste exército não há espaço para os chamados “crentes carnais”, ou desprovidos de compromisso verdadeiro com Deus. Aventurar-se na batalha com brechas é morte certa!

A recomendação de Paulo a Timóteo foi: “Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado nelas, o bom combate, mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé.” (1Tm 1.18,19).

O soldado de Deus precisa manter-se firme na fé e procurar desempenhar com seriedade e zelo a missão confiada. A vigilância “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos”. 1Co 16.13) deve ser constante, não se contaminar com o mundo, abrindo brechas através das quais o inimigo possa tocá-lo.

A oração é tão importante quanto o ar que se respira “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”. Ef 6.18), se não houver vida de oração, a derrota está próxima.

A Batalha Espiritual engloba todos os servos que procuram vivenciar o senhorio de Cristo Jesus (Fp 1.30), não apenas alguns: “Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.” (Ef 6.13). Mas, como já foi tratado antes, é indispensável que haja compromisso e vida santa.

Os soldados são capacitados e protegidos pelo próprio Senhor a desempenharem a missão “Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.” Is 41.13; “Ó SENHOR, meu Deus e meu Salvador, tu me protegeste na batalha.” Sl 140.7).

A força vem de Cristo! “Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças, para que, por meu intermédio, a pregação fosse plenamente cumprida, e todos os gentios a ouvissem; e fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!”  2Tm 4.17,18).

A vitória na guerra vem do próprio Senhor! “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” 1Co 15.57). Não é à força do homem, não são objetos e recitações de textos que nos fará vencedores. Somos nesta batalha apenas soldados sob o comando do nosso General.                                                                         
Elias de Oliveira

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

AS ÚLTIMAS PALAVRAS DE JESUS NA CRUZ

O monte está quieto agora. Não tranquilo, mas quieto. Pela primeira vez em todo o dia não há barulho. O clamor começou a diminuir quando a escuridão - aquela escuridão enigmática do meio-dia - baixou. Como a água extingue o fogo, as sombras extinguiram a zombaria. Sem mais insultos. Sem mais piadas. Sem mais sarcasmo. E, com o tempo, sem mais escarnecedores. Um a um, os espectadores se viraram e começaram a descer.

Isto é, todos os espectadores exceto você e eu. Nós não fomos embora. Nós viemos para aprender. Então nós permanecemos na penumbra e ouvimos. Nós ouvimos os soldados amaldiçoando, os transeuntes questionando e as mulheres chorando. Mas acima de tudo, nós ouvimos o trio de homens moribundos gemendo. Gemidos roucos, ásperos e secos. Eles gemiam com cada balanço da cabeça e com cada giro das pernas.

Mas enquanto os minutos se tornavam horas, estes gemidos diminuíam. Os três pareciam mortos. Se não fosse pela respiração ofegante, você teria pensado que eles estavam mortos.

Então ele gritou. Como se alguém tivesse puxado o seu cabelo, a parte de trás da sua cabeça bateu contra a placa com o seu nome, e ele gritou. Como um punhal corta a cortina, o seu grito cortou a escuridão. Ficando tão reto quanto os pregos permitiam, ele gritou como alguém chamando por um amigo perdido, “Eloí!”

A sua voz estava rouca e áspera. Reflexos da chama da tocha dançavam em seus olhos dilatados. “Meu Deus!”

Ignorando o vulcão da dor em erupção, ele se impulsionou para cima até que os seus ombros ficassem mais altos do que as suas mão pregadas. “Por que me abandonaste?”

Os soldados olharam fixamente. O choro das mulheres cessou. Um dos fariseus zombou sarcasticamente, “Ele está chamando Elias”.Ninguém riu.

Ele gritou uma pergunta aos céus e você meio que esperava que o céu gritasse uma como resposta.

E aparentemente gritou. Pois o rosto de Jesus suavizou e um alvorecer da tarde raiou quando ele falou pela última vez. “Está consumado. Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”.

Quando ele deu o seu último suspiro, a terra tremeu inesperadamente. Uma rocha rolou e um soldado tropeçou. Então, tão rapidamente quanto o silencio foi quebrado, o silêncio voltou.

E agora tudo está quieto. A zombaria cessou. Não há ninguém para zombar.

Os soldados estão ocupados com a tarefa de retirar os mortos. Dois homens chegaram. Bem vestidos e bem intencionados, o corpo de Jesus é dado a eles.

Pr. Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A responsabilidade pela morte de Jesus

Os chefes dos sacerdotes… Amarrando Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. [MARCOS 15.1]

Quem foi o responsável pela morte de Jesus?

Nós cristãos somos acusados de antissemitismo porque — alega-se — tentamos fixar a culpa nos judeus, especialmente seus líderes. A responsabilidade pela crucificação de Jesus, no entanto, é muito mais abrangente; não se limita a apenas um grupo de pessoas.

Os evangelistas deixam claro que Judas, os sacerdotes, Pilatos, a multidão e os soldados, todos desempenharam um papel significativo no drama. Além disso, sugere-se em cada caso mais de um motivo. Judas foi movido pela cobiça; os sacerdotes, pela inveja; Pilatos, pelo medo; a multidão, pela histeria; e os soldados, pela obrigação insensível.

Reconhecemos a mesma mistura de pecados em nós mesmos.

O mesmo verbo grego é usado em cada etapa. A palavra é paradidômi, que pode significar entregar, liberar, desistir ou mesmo trair.

Judas entregou Jesus aos sacerdotes. Estes o entregaram a Pilatos, que o entregou à vontade da multidão, que, por sua vez, o entregou para que fosse crucificado.

Mas esse é apenas o lado humano da história. Jesus insistiu que a sua morte era um ato voluntário de sua parte, de modo que ele mesmo se entregou a ela: “Ninguém a tira [minha vida] de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade” (Jo 10.18). E em algumas passagens o verbo paradidômi reaparece. Por exemplo, “o filho de Deus… me amou e se entregou por mim” (Gl 2.20).

Entretanto, há ainda mais uma perspectiva a ser considerada, a saber, a ação de Deus, o Pai, ao entregar seu Filho à morte. Por exemplo, Deus é descrito como “aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós” (Rm 8.32).


Finalmente, há uma passagem em que os aspectos divinos e humanos da morte de Jesus são considerados juntos. Pedro pregou: “Este homem lhes foi entregue por propósito determinado e pré-conhecimento de Deus; e vocês, com a ajuda de homens perversos, o mataram, pregando-o na cruz” (At 2.23). Neste texto a morte de Jesus é atribuída de igual modo ao propósito de Deus e à perversidade dos homens. Não se faz tentativa alguma no sentido de equacionar o paradoxo. Ambas as declarações são verdadeiras.

Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel; Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer. (Atos 4.27-28)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 9 de dezembro de 2012

O Cuspe dos Soldados

O açoitamento foi a primeira ação dos soldados.

A crucificação foi a terceira. (Não, eu não pulei a segunda. Nós chegaremos nela em um instante).

Apesar de suas costas estarem marcadas pelas feridas, os soldados colocaram a viga da cruz nos ombros de Jesus, o escoltaram ao Lugar da Caveira e o executaram.

Nós não culpamos os soldados por estas duas ações. Afinal, eles estavam apenas cumprindo ordens. Mas o que é difícil de entender é o que eles fizeram entre elas. Aqui está a narração de Mateus:

"Então Pilatos soltou-lhes Barrabás, mandou açoitar Jesus e o entregou para ser crucificado. Então, os soldados do governador levaram Jesus ao Pretório e reuniram toda a tropa ao seu redor. Tiraram-lhe as vestes e puseram nele um manto vermelho; fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram em sua cabeça. Puseram uma vara em sua mão direita e, ajoelhando-se diante dele, zombavam: “Salve, rei dos judeus!” Cuspiram nele e, tirando-lhe a vara, batiam-lhe com ela na cabeça. Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto e vestiram-lhe suas próprias roupas. Então o levaram para crucificá-lo" (Mateus 27.26-31).

A tarefa dos soldados era simples: levar o Nazareno ao monte e matá-lo. Mas eles tiveram outra ideia. Eles quiseram um pouco de diversão primeiro. Soldados fortes, descansados e armados cercaram um carpinteiro Galileu exausto e quase morto e bateram nele. O açoite foi ordenado. A crucificação foi determinada. Mas quem teria prazer em cuspir em um homem quase morto?

O cuspe não tem a intenção de machucar o corpo - ele não pode. O cuspe tem a intenção de degradar a alma, e ele o faz. O que os soldados estavam fazendo? Eles não estavam exaltando a si mesmos à custa de outro? Eles se sentiam grandes fazendo Cristo parecer pequeno.

Permita que o cuspe dos soldados simbolize a sujeira nos nossos corações. E então observe o que Jesus faz com a nossa sujeira. Ele a carrega para a cruz.

Através do profeta ele disse, “Não escondi a face da zombaria e dos cuspes” (Isaias 50.6). Misturada com o seu sangue e com o seu suor estava a essência do nosso pecado.

Deus poderia ter resolvido de outra maneira. No plano de Deus, foi oferecido vinagre para a garganta de Jesus, então por que não uma toalha para o seu rosto? Simão carregou a cruz de Jesus, mas ele não limpou o rosto de Jesus. Os anjos estavam a uma oração de distância. Eles não poderiam ter evitado o cuspe?

Eles poderiam, mas Jesus nunca ordenou que eles o fizessem. Por alguma razão, Aquele que escolheu os cravos também escolheu a saliva. Junto com a lança e com a esponja do homem, ele tolerou o cuspe do homem.

Aquele sem pecado assumiu o semblante de um pecador para que nós pecadores pudéssemos assumir o semblante de um santo.

Autor: Max Lucado / Tradução: Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida.

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.