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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

VISÃO DE DEUS PARA NÓS

A vida na terra é um teste – Deus continuamente testa as pessoas quanto ao caráter, fé, obediência, amor, honestidade e lealdade.

Palavras como provações, tentações, refinar e testar, ocorrem mais de 200 vezes na Bíblia.

Deus provou Abraão ao pedir-lhe que oferecesse seu filho Isaque, Deus provou Jacó, quando ele teve de trabalhar outros tantos anos para obter Raquel como esposa.

Adão e Eva foram reprovados no teste do jardim do Éden, e Davi o foi em testes dados por Deus em diversas ocasiões.

Mas também temos exemplos de pessoas que passaram em grandes testes, tais como Jose, Rute, Ester e Daniel.

Os testes tanto desenvolvem quanto manifestam o caráter de alguém, e toda a vida é um teste.

Estamos sempre sendo testados. Deus observa nossa reação às pessoas, problemas, sucesso, conflitos, enfermidades, decepções e até mesmo em reação ao clima! (Co.10.13)

A vida da terra é uma incumbência de confiança. Nosso tempo, nossa energia, inteligência, oportunidades, relacionamentos e recursos são dádivas que Deus nos confiou para cuidarmos e administrarmos.

Somos mordomos de tudo quanto Deus nos dá (Sl. 24.1).

O dinheiro é tanto um teste quanto uma incumbência de confiança dada por Deus, Ele usa a área financeira para nos ensinar a confiar nEle.

Para muitas pessoas o dinheiro é o maior de todos os testes.

Deus o usa para testar quão confiáveis somos (Lc.16.11; 12.48) 

A vida na terra é uma atribuição temporária.

Em comparação com a eternidade, a vida é muito breve, a terra é apenas uma residência temporária. (Sl.39.4; I Co.7.31; Jo.16.33).

Para impedir que fiquemos muito apegados à terra, Deus permite descontentamentos e desgostos na vidas, anseios jamais satisfeitos.

Não somos completamente felizes porque não era para sermos.

A terra não é nosso lar definitivo; fomos criados para algo melhor.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O TESTE DO TÚNEL

Seguramos o fôlego enquanto ele desaparecia no túnel. Éramos cinco. Cinco meninos cheios de alegria. Estávamos de férias (no verão) e resolvemos fazer alguma coisa no terreno vago perto de casa. A terra daquela parte do Texas era um lugar ideal para brincar.

Naquele dia especial parecia-nos que a atenção do mundo inteira se concentrava naquele túnel. Havíamos cavado um buraco de cerca de um metro de largura e um metro e meio de profundidade que atravessava o terreno. Para dar-lhes a aparência de um túnel, nós o cobrimos com placas de madeira compensada cobertas com uma camada grossa de terra.

Camuflamos a entrada e a saída com ramos de árvores e, pronto! Tínhamos um túnel, subterrâneo, preparado para entreter toda a meninada da vizinhança enquanto combatiam índios, escapavam de ser presos como escravos, e invadiam a Normandia.

Aquele era o dia do teste do túnel. Seria forte o bastante? Suficientemente largo? Iria desmoronar? Será que era profundo demais? Comprido demais?
A única maneira de descobrir tudo isso era arranjar um voluntário para atravessá-lo pela primeira vez. (minha memória talvez falhe neste ponto, mas penso que foi meu irmão que concordou em experimentar o túnel).

Que momento de tensão! Nós cinco ali parados em nossas camisetas e calças jeans.
Dissemos as últimas palavras de encorajamento. Demos tapinhas em suas costas. (admirávamos o seu auto-sacrifício).

Ficamos em silêncio enquanto ele se abaixou, firmando-se nas mãos e nos pés, e entrou no túnel. Prendemos a respiração enquanto observávamos as solas de seus tênis desaparecem na escuridão.
Ninguém falou enquanto esperava. O único movimento era o pulsar de nossos jovens corações, enquanto fixávamos os olhos na saída do túnel.

Finalmente, depois de cada um de nós ter morrido praticamente mil vezes, a cabeça loura do meu irmão apareceu do outro lado. Posso lembrar-me de seu polegar levantado em triunfo enquanto escorregava para fora, gritando: "Não é difícil. Não se preocupem!"

E quem podia dizer o contrário diante do testemunho de vê-lo vivo em bem disposto, pulando na saída do túnel? Todos entramos nele!

Existe algo sobre um testemunho vivo que nos encoraja. Uma vez que vemos alguém saindo dos túneis escuros da vida, compreendemos que nós também podemos vencer.

Será que Jesus foi chamado de nosso pioneiro por isso? Teria sido essa uma das razões que o fizeram consentir em entrar nas medonhas câmaras da morte? Deve ter sido.

Suas palavras, embora convincentes, não bastaram. Suas promessas, apesar de verdadeiras, não conseguiram acalmar o medo do povo. Seus atos, até mesmo o de ressuscitar Lázaro da morte, não convenceram a multidão de que a morte não devia ser temida.

Aos olhos da humanidade, a morte continuava sendo o véu negro que a separava da alegria.

Não havia vitória sobre este inimigo oculto. Seu odor de podridão invadia as narinas de todos, convencendo-os de que a vida terminava de repente e não tinha qualquer sentido.

Coube ao Filho de Deus revelar a verdadeira natureza desta força. Na cruz ocorreu a revelação. Cristo mostrou as cartas de Satanás cansado de ver a humanidade iludida por um disfarce, ele entrou no túnel da morte para provar que havia uma saída. Enquanto o mundo escurecia, a humanidade segurava sua respiração

Satanás desferiu seu melhor golpe, mas não foi suficiente. Nem a escuridão do túnel do inferno pôde vencer o Filho de Deus. Nem mesmo as suas câmaras conseguiram fazê-lo parar. Legiões de demônios aos gritos nada puderam fazer contra o Leão de Judá.

Cristo saiu do túnel da morte, levantou a mão triunfante para o céu, e libertou a todos do medo de morrer

Pr. Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O TESTE DA INTENÇÃO PARA ESTUDAR A BÍBLIA


Freqüentemente quando duas pessoas olham o mesmo versículo das Escrituras, elas enxergam coisas diferentes.

Como sabemos o que o versículo quer dizer? Uma maneira seria perguntar ao Escritor. Quando Você escreveu este versículo, o que Você pretendia dizer?

Deveríamos começar determinando o gênero ou tipo de literatura no qual o versículo foi encontrado.

Se eu escrevesse um poema para você, eu não teria a intenção de que você o usasse como um documento científico.

Por outro lado, se eu escrevesse um trabalho sobre a história para você, eu não iria querer que você entendesse meus pensamentos como poéticos.

A Bíblia contém muitos tipos de literatura. Alguns livros são históricos; outros são cartas pessoais. Alguns são poéticos e outros são proféticos. Algumas histórias são parábolas; outras são reais.

Quando se trata de um versículo em particular, é importante perguntar, O que esta seção quer dizer? Qual é a implicação do livro?

A propósito, não fique desanimado quando um versículo ou uma passagem em particular for extremamente difícil de entender.

Há uma relação direta entre a compreensibilidade de um assunto e sua importância para sua vida.

Um Deus bondoso esconderia uma verdade crucial? Eu acho que não.

Talvez nunca saibamos o que Paulo quis dizer quando falou em “batismo dos mortos” em 1 Coríntios 15:29 ou a pregação de Jesus para os “espíritos em prisão” em 1 Pedro 3:19.

Em alguns casos, esses versículos não foram dirigidos a nós. O autor original e seu público estão se referindo a um evento ou problema que você e eu não sabemos a respeito. Estamos ouvindo por casualidade um lado da conversa.

Esses versículos podem compor um diálogo interessante, mas nós não devemos ficar neles caso eles ocultem os grandes assuntos da Bíblia

Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.