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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

COMO ENFRENTAR TEMPESTADES


Quem sabe você está enfrentando algum temporal em sua vida. Caso esteja você precisa aprender algumas coisas acerca das tempestades para poder vencê-las ou passar por elas sem afundar. Tempestades sempre aparecem. É impossível viver sem elas. Então, quando elas aparecem:

1.Se puder, não enfrente a tempestade, amarre o barco da sua vida em um porto seguro e espere a tempestade passar.
2.Se estiver em meio a uma tempestade, procure logo abrigo - Nenhum é melhor do que Cristo.
3.Quando não der para buscar abrigo imediatamente, enfrente a tempestade. Se ficar se lamentando ou sem fazer nada o barco afunda. Reme com todas as suas forças, ficar parado não vai tirar você do meio do temporal.
4.Não tenha medo. Assim diz o Senhor, Eu estou contigo. Deus não nos deu espírito de medo, mas de coragem, poder, amor e domínio próprio.
5.Peça ajuda, é mais fácil sair da tempestade com mais alguém remando ao seu lado.
6.Alivie o barco da sua vida. Um barco pesado, que carrega responsabilidades, dívidas, preocupações e coisas desnecessárias, afunda mais facilmente.
7.Os grandes marinheiros sabem usar os ventos contrários a seu favor. Aprenda a lidar com a tempestade. Nem sempre ela aparece para nos afogar, mas para mudar o rumo da nossa vida.
8.Não esqueça que toda tempestade passa. No mesmo jeito que elas aparecem, somem de repente.
9.Quando a tempestade for maior do que sua capacidade de lidar com elas, lembre-se que você serve ao Cristo que os ventos e o mar obedecem. Jesus acalma as tempestades da vida. Descanse em Jesus, ele vai guiar seu barco a salvo para terra firme.  Dependa de Deus e não de você mesmo.
10.Não queira viver apenas em calmarias. Calmaria não leva você a lugar nenhum, são as tempestades que fazem os grandes barcos.
11.Nenhuma tempestade, por pior que seja, por mais perigosa que seja, por mais violenta que seja, pode afundar o menor dos barcos se não entrar dentro dele. Logo, não permita que as tempestades entrem em você.

Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 10 de março de 2015

CRER OU NÃO CRER? EIS A QUESTÃO

Não é porque hoje alguém joga de acordo com as regras de Deus que vai jogar para sempre assim. O risco de trocar as regras de Deus por outras regras, existe para todos.

Que o diga o povo de Judá, da época de Isaías. Esse povo se viu diante da questão: Crer ou não crer em Deus? Optaram por não crer mais nele. E pior do que deixar de crer, foi crer que a vida seria melhor sem crer.

Mas Deus não deixou de alertar o povo. Ele frisou que a vida do seu povo não seria, como muitos diziam, melhor, mas, sim, pior, muito pior "porque a cama será tão curta, que ninguém se poderá estender nela; e o cobertor, tão estreito, que ninguém se poderá cobrir com ele (Is. 28:20). Essas duas imagens usadas por Deus foram claras e fortes para o povo da época.

Quem vivia numa região de clima quente e terra árida como aquela, sabia o quanto a vida no campo era difícil. Quem vinha do campo para casa, vinha com o corpo moído. O que um corpo assim menos queria era uma cama curta para se deitar. Quem se deita numa cama curta, sabe que vai acordar com o corpo todo doido. Não há alivio para quem passa a noite numa carma curta.

ESSA É A PRIMEIRA LIÇÃO DE DEUS: NÃO HÁ ALÍVIO PARA QUEM DEIXA DE CRER NELE. Fomos criados por Deus e para Deus. A nossa alma só acha alívio quando se acha nele. Assim como a criança que acabou de mamar fica quieta nos braços da mãe, a alma que se enche de Deus até a tampa alcança alívio (Sl 131:2).

Coisa não alivia. Crack não alivia. Mulher não alivia. Álcool não alivia. Rave não alivia. Compra não alivia. Viagem não alivia. Sexo não alivia. Só há alivio em Deus.

Quem se deita, mesmo que numa cama curta, quer ter algo para se cobrir. Mas o que tem não dá para cobrir o corpo todo. Se cobre as pernas, os braços ficam descobertos. Se cobre os braços, as pernas ficam descobertas. O cobertor é estreito.

ESSA É A SEGUNDA LIÇÃO DE DEUS: NÃO HÁ ABRIGO PARA QUEM DEIXA DE CRER NELE.
E sem o abrigo de Deus, não tem como viver contente em toda e qualquer situação. Não tem como aguentar a tentação, o tentador, a solidão, a saudade, o imprevisto, a tristeza, o estresse, a depressão, a demora, a opressão, o desamor, a decepção, o fracasso.

Mas não é assim com quem se abriga em Deus: "A pessoa que se abriga na sombra protetora do Todo-Poderoso pode dizer a ele: “Ó SENHOR Deus, tu és o meu defensor e o meu protetor" (Sl 91;1-2, NTLH).

Talvez você pensou que a sua vida seria melhor sem crer em Deus. Mas olha só como está a sua alma agora. Está sem alívio e sem abrigo.

Saia da sua cama curta. Deixe o seu cobertor estreito. Volte a jogar de acordo com as regras de Deus.

Venha, ainda hoje, para Deus, Ele não vai impor a você nada que seja muito pesado e complicado. As regras dele não são pesadas. Viva com e para ele, e você vai ver de novo o que é viver aliviado e seguro.

Genilson Soares da Silva

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 21 de agosto de 2012

À Procura de Abrigo


Desânimo. De onde vem ele?

Às vezes ele parece um vento seco, árido, soprado de um deserto solitário. E às vezes algo dentro em nós começa a murchar. Doutras vezes é como uma névoa que dá calafrios. Gotejando através de nossos poros, ele entorpece o espírito e obscurece o cami­nho que está diante de nós.

O que há com relação ao desânimo que priva nossas vidas de alegria e nos deixa vul­neráveis e expostos?

Não conheço todos os motivos. Não conhe­ço nem mesmo a maioria deles. Conheço, porém, um dos motivos: Não temos um refú­gio. Nestes dias é difícil encontrar abrigos . . . você me entende, pessoas que se dispõem a ouvir. Que são boas para guardar segredos. E todos nós necessitamos de ancoradouros on­de resguardar-nos quando nos sentimos cas­tigados pelo mau tempo e assolados pela tem­pestade.

O bar da vizinhança é, possivelmente, o melhor engodo de substituição que há da comunhão que Cristo deseja dar à sua igreja. É uma imitação: fornece bebidas alcoólicas em vez de graça, ilu­são em vez de realidade, mas uma comunhão permissiva, aceitável e envolvente. É inabalável. É democrática. A gente pode contar segredos às pessoas, e elas geralmente não os passam adian­te nem desejam fazê-lo. O bar floresce não por­que em sua maioria as pessoas sejam alcoólatras, mas porque Deus colocou no cora­ção humano o desejo de conhecer e ser conhecido, de amar e ser amado, e por isso muitos buscam uma falsificação pelo preço de algumas cervejas.

De todo o meu coração creio que Cristo quer que sua igreja seja ... uma comunhão onde as pes­soas possam vir e dizer: "Estou afundado'." "Estou derrotado!" "Tive a minha recompensa!” Deixe-me ser dolorosamente específico. Pa­ra onde você se volta quando sua vida chega ao fundo do poço? Ou quando você enfrenta um problema embaraçoso . . . talvez até es­candaloso.

Do que você necessita quando as circuns­tâncias rompem suas frágeis defesas e amea­çam engolfar sua vida com sofrimento e con­fusão?

Você necessita de um abrigo. De um ouvin­te. De alguém que entenda.

Mas para quem você se volta quando não há ninguém a quem possa contar seus proble­mas? Onde encontrar encorajamento?

Sem fazer sermão, eu gostaria de chamar sua atenção para um homem que se voltou para o Senhor vivo e encontrou nele um lugar para descansar e refazer-se. Seu nome? Davi. Encurralado, ferido pela adversidade, e lutan­do com uma baixa auto-estima, ele escreveu estas palavras no seu diário de pesares:

Em ti, ó Senhor, me refugio; nunca seja eu envergonhado; livra-me pela tua retidão. Inclina para mim os teus ouvidos,livra-me depressa; sê a minha firme rocha,uma casa fortíssima que me salve.(Salmo 31:1-2)


Sentindo falhar as forças e ferido em espí­rito, Davi clama sua necessidade de "refúgio". O termo hebraico fala de um lugar protetor, um lugar de segurança, de garantia, secreto. Ele diz do Senhor que ele — Jeová Deus — tornou-se seu refúgio. Nele o homem pertur­bado encontrou estímulo.

Por que necessitamos de refúgio? Continuando a leitura deste Salmo, encontro três motivos manifestos:

Primeiro, porque estamos em angústia e a tristeza nos acompanha.
Tem misericórdia de mim, ó Senhor, pois estou angustiado; consumidos de tristeza estão os meus olhos, a minha alma e o meu corpo. A minha vida está gasta de tristeza (vv. 9-10a).

Os olhos ficam vermelhos de chorar. O peso da tristeza pressiona. A depressão, essa ser­pente de desespero, coleia silenciosamente através da porta dos fundos da alma.

A depressão é Debilitante, derrotante, profundamente desalentadora. Faz com que se caminhe cansadamente através Do supermercado, incapaz de se fazer uma simples escolha, ou de dar o troco correto. Diante de uma casa incrivelmente bagun­çada, pilhas de roupa por lavar, trabalho por fazer, ela nos torna incapaz de erguer um dedo. Sob seu efeito fico Duvidando de que Deus cuida, Duvidando em minhas orações, Duvidando mesmo que Deus esteja lá. Sentado, olhos cravados no espaço, Sinto-me como se estivesse Desesperadamente fora da Raça huma­na. Pesado! Mas é por isto que necessitamos de um refúgio.

Segundo, porque somos pecadores e a culpa nos acusa.
... A minha força descai por causa da minha iniquidade, e os meus ossos se consomem (v. 10b).

Há vergonha entre essas linhas. Embaraço. "Por minha culpa." Que palav­ras duras de sufocar! "Eu sou culpado."

Um velho pastor inglês disse tudo isso quando escreveu:
Isto é o mais amargo de tudo - saber que não havia necessidade de sofrimento; que ele resul­tou da indiscrição e da inconsistência; que ele é a colheita daquilo que o próprio homem semeia; que o abutre que se alimenta dos órgãos vitais é filhote da própria educação do indivíduo. Ai de mim! Isto é sofrimento!'

Correndo apressado e caçado pela tristeza auto infligida, buscamos desesperadamente um lugar para esconder-nos. Mas talvez o mais devastador de todos os golpes seja o desferido por outros.

Terceiro, porque estamos cercados por ad­versários e a incompreensão nos assalta.
Por causa de todos os meus inimigos, fui o opróbrio dos meus vizinhos, e um horror para os meus conhecidos; os que me viam na rua fugiam de mim. Estou esquecido no coração deles, como um morto; ou como um vaso quebrado. Pois ouço a murmuração de muitos, terror por todos os lados; conspiram contra mim e intentam tirar-me a vida (vv. 11-13).

Vê como se trata dos feridos?
"Espanto . . . horror ... os que me vêm na rua fogem de mim . . . estou esquecido . . . tenho ouvido a murmuração . . . terror . . . conspiram contra mim. . . ." Parece um pági­na do seu diário?

Torturados pelo murmurar dos outros, sen­timo-nos como um rato ferido, sangrando nas garras de um gato faminto. O pensamento do que os outros andam dizendo é mais do que aguentamos ouvir. Os boatos (até seu próprio nome horripila) dão o empurrão final à medi­da que lutamos por equilíbrio à beira áspera do desespero.

As pessoas desanimadas não necessitam de críticos. Elas já estão bastante feridas. Não necessitam de mais culpa ou de angústia acu­mulada. Elas necessitam de estímulo. Neces­sitam de um refúgio.

Um lugar onde esconder-se e curar-se.
Alguém disposto, atencioso, disponível. Um confidente, um companheiro de lutas. Não se pode encontrar um sequer? Por que não partilhar do abrigo de Davi? Aquele que ele chamava de Minha Força, Minha Rocha, Castelo Forte, Cidadela, e Torre Alta.

O Refúgio de Davi nunca falhou. Nem uma vez sequer. E ele nunca se lamentou pelas vezes que deixou cair sua pesada carga e fugiu para o abrigo. Nem o fará você.

Extraído do Livro Dê-me Ânimo de Charles R. Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Como enfrentar tempestades


Quem sabe você está enfrentando algum temporal em sua vida. Caso esteja você precisa aprender algumas coisas acerca das tempestades para poder vencê-las ou passar por elas sem afundar. Tempestades sempre aparecem. É impossível viver sem elas. Então, quando elas aparecem:

1.     Se puder, não enfrente a tempestade, amarre o barco da sua vida em um porto seguro e espere a tempestade passar.

2.     Se estiver em meio a uma tempestade, procure logo abrigo - Nenhum é melhor do que Cristo.

3.     Quando não der para buscar abrigo imediatamente, enfrente a tempestade. Se ficar se lamentando ou sem fazer nada o barco afunda. Reme com todas as suas forças, ficar parado não vai tirar você do meio do temporal.

4.     Não tenha medo. Assim diz o Senhor, Eu estou contigo. Deus não nos deu espírito de medo, mas de coragem, poder, amor e domínio próprio.

5.     Peça ajuda, é mais fácil sair da tempestade com mais alguém remando ao seu lado.

6.     Alivie o barco da sua vida. Um barco pesado, que carrega responsabilidades, dívidas, preocupações e coisas desnecessárias, afunda mais facilmente.


7.     Os grandes marinheiros sabem usar os ventos contrários a seu favor. Aprenda a lidar com a tempestade. Nem sempre ela aparece para nos afogar, mas para mudar o rumo da nossa vida.

8.     Não esqueça que toda tempestade passa. No mesmo jeito que elas aparecem, somem de repente.

9.     Quando a tempestade for maior do que sua capacidade de lidar com elas, lembre-se que você serve ao Cristo que os ventos e o mar obedecem. Jesus acalma as tempestades da vida. Descanse em Jesus, ele vai guiar seu barco a salvo para terra firme.  Dependa de Deus e não de você mesmo.

10.   Não queira viver apenas em calmarias. Calmaria não leva você a lugar nenhum, são as tempestades que fazem os grandes barcos.

11.   Nenhuma tempestade, por pior que seja, por mais perigosa que seja, por mais violenta que seja, pode afundar o menor dos barcos se não entrar dentro dele. Logo, não permita que as tempestades entrem em você.

Autor: Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini

Graça e Paz




Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.