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segunda-feira, 7 de abril de 2025

VIDA EM ABUNDÂNCIA

“Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo. O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito”. (Jo.3.7,8)

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.  (Jo.3.16)

“Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora”. (Jo. 6.37).

“Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. (Jo 10.10b).

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo. 14.6)

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm. 3.23).

“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê na justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a escritura diz: Todo aquele que nEle crê não será confundido. Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que O invocam, Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. (Rm. 10.9-13).

“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. (1 Jo 1.9)

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 7 de abril de 2022

VIDA EM ABUNDÂNCIA

A Igreja de Jesus Cristo existe para curar. Através do sacrifício feito por Jesus Cristo em nosso favor, as pessoas são libertas da maldição do pecado.

Como Isaías 61:1-3 bem descreve, o Messias veio ao mundo para libertar das cadeias e curar as almas dos que a Ele se submetem. Este poder para libertar e curar, foi conferido à Igreja.

Como ministros de Deus precisamos cuidar para não cair nos erros dos sacerdotes e profetas contemporâneos de Jeremias.

Eles foram rebeldes, desobedientes, idólatras, corruptos: "todos eles são os mais rebeldes, e andam espalhando calúnias; são bronze e ferro; todos eles andam corruptamente..." (Jr 6:28 e 8:10).

Jeremias acusou os profetas e sacerdotes de seu tempo de usarem de suas prerrogativas para tirar proveito pessoal: "coisa espantosa e horrenda tem-se feito na terra; os profetas profetizam falsamente e os sacerdotes dominam por intermédio deles, e o meu povo assim o deseja" (Jr 5:30 e 31).

Tão triste era o quadro que o profeta Jeremias se declarou inconsolável e de luto! (Jr 8:18 e 21).

Por negligência daqueles que tinham a incumbência de instruir o país no querer de Deus, o povo estava enfermo, sofrendo de feridas que não eram devidamente tratadas: "também se ocupam em curar superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: paz, paz, quando não há paz" (Jr 6:14).

Deus, através de Jesus, conferiu à Igreja recursos para tratar as feridas das pessoas.

O lamento de Deus foi demonstrado com uma pergunta: "Porventura não há bálsamo em Gileade? Ou não se acha lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo?" (Jr 8:22).

O médico de Gileade é Jesus Cristo e o bálsamo, o seu sangue.

A Igreja é o instrumento através do qual o ferido recebe os benefícios do médico e do bálsamo: vida em abundância (Jo 10:10).

A Profecia é específica, para uma pessoa, lugar ou nação, Já a promessa se estende a todo aquele que crê.

Assim como Deus Restaura Israel num quadro que parecia impossível, ELE faz a ti também.

Porque Deus é Bom e O SEU AMOR, dura para sempre.

Rodrigo Martins / Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 27 de março de 2015

A CERTEZA DO PERDÃO DOS PECADOS

Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. - Lucas 7.47.

Somente a certeza do perdão dos pecados pode livrar o ser humano da angústia existencial e torná-lo feliz, transformando o seu frio coração com o ardente amor de Deus.

Ainda que uma pessoa tenha escutado por milhares de vezes a pregação da Palavra de Deus, e tenha lido a Bíblia do princípio ao fim, se ela não reconhecer a sua condição natural diante de Deus, se ela não se der conta de que é uma pecadora perdida e condenada, mas, ao contrário estiver contente e satisfeita consigo mesma, neste caso, por mais conhecimento teórico que tenha obtido, não terá o amor a Deus; e toda a sua religião não será mais do que ritos e cerimônias.

Por outro lado, se alguém reconhece seus pecados sinceramente, de maneira que seu coração e sua carne desfaleçam, e assim mesmo não tenha a certeza do perdão, não esteja seguro da graça de Deus por meio da fé, então, ele está espiritualmente morto, continuará frio em sua relação com Deus, e de nada lhe servirá todos os esforços que faça em chegar a amar a Deus para ter a alegria em seu coração.

A Palavra de Deus sempre nos fala destas duas coisas: Do arrependimento e da fé, da abundância do pecado e da superabundância da graça.

Que alegria tão grande, que paz tão profunda, que maravilhosa vida nova, que amor ardente experimentamos quando em nosso pior estado, na maior e mais profunda indignidade, recebemos a firme declaração de Deus: “Não temas, teus pecados te são perdoados. Você pode estar certo de que não te castigarei e nem te condenarei por tuas maldades e erros. Não te acusarei de nenhum pecado. Pelo sangue de meu Filho te verei limpo e puro, sem nenhuma mancha ou contaminação. Porque você se refugia em meu Filho, e te revestes dos méritos Dele, você me agrada e assim quero viver em amizade contigo, agora, e por toda a vida”.

Quem possui a certeza de que seus muitos pecados foram perdoados, não pode deixar de louvar e honrar a Deus, com todo seu coração.

Sóstenes Ferreira da Silva

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 17 de setembro de 2013

A água da vida

“... Eu vim para que tenham vida” (João 10.10)

A busca humana por vida é ansiosa e, quase sempre, frenética! Sabemos que algo está errado quando nossa vida se torna aprisionada pelo casulo da falta de sentido. Desejamos, então, libertar-nos deste aprisionamento de uma vida massificada, insípida, sem cor e paradoxalmente “sem vida”.

Precisamos de vida! Carecemos de vida! Ansiamos por vida! Tal necessidade é a mais forte que se impõe sobre nós!  Há um desejo incontido de se viver uma vida autêntica e não apenas existir; de “ser” e não apenas “estar” ou ser reduzido ao “ter”.

Esta sede de vida faz com que procuremos por uma fonte que jorre a água capaz de dessedentar-nos. Nesta busca pela fonte, contudo, logo descobrimos que inclusive neste âmbito há muita propaganda enganosa. A experiência frustrante com as fontes que não dessedentam nossa sede vida faz com que nos acostumemos com o “quase” ou que desistamos da busca.

A “quase vida” é o estado no qual a maioria das pessoas vive ou sobrevive. Em um belíssimo texto cujo título é “Acostumar-se”, Clarice Lispector expressa bem este estado no qual acostumamo-nos com menos, com o pouco, com o nada. Ela conclui o texto assim: “A gente se acostuma para poupar a vida/Que aos poucos se gasta e se gasta de tanto se acostumar, e se perde em si mesma." E em uma frase da qual gosto muito, e a qual estou sempre repetindo, o teólogo, médico, músico, missionário e prêmio Nobel da Paz, Albert Schweitzer, expressou: “A tragédia do homem é o que morre dentro dele enquanto ele ainda está vivo”. O que Luis Fernando Veríssimo escreveu de uma outra forma: “embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu”.

No texto de João 10.10, Jesus adverte sobre os poderes geradores de morte que matam, roubam e destroem a vida. Conhecemos bem estes poderes, haja vista que os enfrentamos constantemente em nosso dia-a-dia. Alguns há que, de tão feridos, tornam-se cambaleantes e mortalmente feridos!

Você já parou para avaliar quais os poderes à sua volta estão minando sua vida?

No mesmo texto de João 10, versos 10-11, Jesus apresenta o antídoto contra os poderemos geradores da morte: a sua própria vida: “(...) eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. "O bom pastor dá a vida pelas ovelhas”.  Jesus é o “pão da vida” (João 6.48); a fonte da vida (João 4.14; 7.38); o doador da vida (João 3.16, 36; 10.28; 17.2); a própria vida (João 1.4; Colossenses 3.4; I João 1.2).

Para dessedentar nossa sede de vida precisamos da vida de Jesus em nós.

Não se trata, contudo, “de viver com a ajuda de Cristo”, mas de um nascimento do alto (João 3.5, 2 Coríntios 5.17) que faz com “Cristo viva a Sua viva em nós"

“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2.19-20).

Viver a vida de Cristo é a única forma de dessedentar a sede que temos por vida.

Autoria: Ézio Martins de Lima

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 8 de janeiro de 2011

Síndrome de Abstinência do Poder

O REI SAUL ficou angustiado, quando viu o jovem Davi surgir como seu sucessor. Sentiu que aos poucos o poder escorria de suas mãos.

No auge do seu desespero, consultou uma feiticeira, e diante dela confessou: “Estou muito angustiado, porque os filisteus guerreiam contra mim, e Deus se tem desviado de mim e não me responde mais, nem pelo ministério dos profetas, nem por sonhos; por isso, te chamei a ti, para que me faças saber o que hei de fazer” (1 Sm 28.15).

Na verdade, Saul gostaria de continuar como rei até o fim da vida.

O desespero de Saul tem conotação espiritual, porém está patente que, mesmo antes de ser substituído, já padecia diante da perspectiva de perder a coroa de rei.

Para muitos governantes, é doloroso ter que assimilar e administrar o fim de um mandato. Não é fácil perder as benesses palacianas, aplausos e reverências, encômios, abraços e principalmente o poder.

Regra geral, os políticos escondem a síndrome, ou tentam faze-lo. Para eles, falar abertamente da solidão do poder demonstra fraqueza.

No Brasil, temos o exemplo dado pelo presidente Lula, com suas próprias palavras: “Se eu pudesse, não passaria a faixa presidencial. Sabe, sairia com ela pelos fundos do palácio”. Esta é a síntese de um sentimento de perda que cresce na medida em que se aproxima o dia D, o dia da entrega do cargo. A revelação foi em tom de brincadeira, mas creio nas suas palavras: “Do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (Mt 12.34). A síndrome se instalou em sua alma muito antes de passar a faixa presidencial à sucessora Dilma.

A síndrome dessa abstinência não é privilégio dos homens públicos. Em maior ou menor grau, dependendo das idiossincrasias de cada qual, ocorre em todas as áreas da atividade humana.

Poderá acontecer com executivos, gerentes de banco, sacerdotes. Aposentados há que recorrem à psicologia para superarem os transtornos causados pela repentina inatividade.

Transtornos dessa espécie podem ser aliviados ou superados quando se tem consciência de que a vida é como uma nuvem que passa. É efêmera como efêmeros são os cargos que ocupamos. Os cargos não são permanentes.

Quem não aceita essa realidade passará por problemas existenciais. Não tratados convenientemente, poderão causar sérios transtornos.

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.