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sábado, 14 de junho de 2025

CHAVE PARA A VIDA CRISTÂ

Ser batizado significa ser totalmente imerso.

Quando uma pessoa se arrepende de seu pecado e crê que Jesus morreu por ela, diante de muitas testemunhas esta pessoa deve ser levada a água, ser submersa e ser retirada da água.

A compreensão do que é de fato o batismo na água é a chave para uma vida cristã vitoriosa e livre.

O ato de sermos submersos e sermos levantados da água novamente é um quadro que demonstra o que aconteceu ao cristão.

O batismo na água é o nosso culto fúnebre

Um Culto de Sepultamento não é para matar alguém, ele é somente realizado quando a pessoa já está morta.

E assim pelo fato de já termos morrido em Cristo, enterramos nossa antiga vida no batismo na água.

A ressurreição a uma nova vida

Nos levantamos da água demonstrando e declarando que somos uma nova criação em Cristo (Rm 6.8-11).

Os dois reinos

O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor (Cl 1.13)

Todos os homens e mulheres nascidos no mundo são nascidos no reino das trevas, são nascidos escravos do ditador Satanás.

Não há nenhum caminho de saída deste reino exceto pela morte, e não há nenhum caminho de entrada no Reino de Deus exceto pelo nascimento.

Assim sendo, Jesus tornou-se a nossa morte, como também o nosso novo nascimento, e isto declaramos no Batismo na água!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 


quarta-feira, 14 de junho de 2023

CHAVE PARA VIVER UMA VIDA CRISTÃ VITORIOSA

A vida cristã vitoriosa é a vida que se vive, pela fé, numa entrega a cada momento a Deus.

A vida cristã vitoriosa está enraizada e fundamentada na fé.

Todo Hebreus 11 conta as histórias de homens e mulheres que, pela fé, foram vitoriosos de alguma forma.

Nosso Deus é sempre vitorioso, não importa o inimigo.

Mesmo a cruz de Cristo não foi uma derrota para o Senhor, mas uma vitória:

“Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso”, disse Jesus na última semana do Seu ministério terreno.

Em Seu julgamento perante o sumo sacerdote, Jesus testificou:

“Eu sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu” (Mc 14:62).

Essa é a vitória que os crentes compartilham.

A vida cristã vitoriosa é uma vida vivida em triunfo sobre “tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida” (1 João 2:16).

É a conquista do medo, conhecendo a paz de Deus (João 14:27; 16:33).

É a perseverança por meio de “tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada” (Rm 8:35), mostrando-nos “mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (vers 37).

A vida cristã vitoriosa naturalmente leva à derrota da própria morte (1Co 15:54-55) e a uma gloriosa recompensa no céu (Ap 21:7).

“O justo viverá por fé” (Rm 1:17), e é impossível enfatizar demais a importância da fé em viver a vida cristã vitoriosa:

“… porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” (1João 5:4-5).

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 22 de julho de 2020

A CHAVE DA BÊNÇÃO


Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.(Jo.15.16)

A fé é a chave da vitória. Entretanto, não basta ter uma chave para abrir determinada porta. É preciso ter a chave certa. Toda chave tem um segredo, um desenho ou código específico que a fará funcionar.

No caso do reino de Deus, este segredo é o NOME DE JESUS. Quando buscamos uma benção ou milagre, precisamos entender e usar o poder desse Nome.

JESUS É O ÚNICO CAMINHO PARA DEUS (Jo 14:6) Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

Por causa dos nossos pecados, nosso caminho ficou bloqueado até Deus. Foi por isso que Jesus veio e morreu em nosso lugar, pagando o preço pelos nossos pecados. Agora, Ele é a única maneira de nos aproximarmos de Deus e sermos ouvidos. Suas palavras são claras: “Eu sou o caminho... Ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim”.

Portanto, não adianta apenas ter fé. É necessário exercer essa fé em nome de Jesus, (I Tm 2:5) Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.
         
AS PROMESSAS DE DEUS SÓ SE CONFIRMAM ATRAVÉS DE JESUS (II Co 1:20) Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.

A Bíblia está cheia de promessas de Deus para nós. O Deus que não mente diz que já nos abençoou com toda sorte de bênçãos. É como se houvesse um depósito feito para nós no céu, suficiente para suprir todas as nossas necessidades (físicas, emocionais, familiares, financeiras, econômicas, etc.…).

Acontece que tudo isso só pode ser desfrutado com o aval, ou seja, a garantia de Jesus. Ele é o “sim” e o “amém” que precisamos para desfrutar da benção.

JESUS É O NOME RECONHECIDO NO CÉU (FP 2:9-11) Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.

Quando nos apresentamos em nome de Jesus, as portas se abrem para nós.

Este é o nome mais importante e poderoso no mundo espiritual. Os céus o reverenciam e os demônios tremem diante d’Ele. Se no mundo natural há pessoas tão influentes que quando você se apresenta em nome delas, as portas se abrem, muito mais do reino espiritual, quando nos apresentamos respaldados pelo nome de Jesus.

(At 4:12) E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.

USAMOS O PODER DO NOME DE JESUS ATRAVÉS DA ORAÇÃO (Jo 16:24) Até agora vocês não pediram nada em meu nome; peçam e receberão para que a alegria de vocês seja completa. Uma vez que temos fé e a colocamos completamente em Jesus, o que temos que fazer é orar, pedir. Se não pedirmos, não vamos receber.

Um cheque, para ser descontado, tem que estar preenchido, assinado, e ser apresentado. Um milagre, para ser conquistado, precisa ser buscado em oração e respaldado pelo nome de Jesus.

Falar em nome de Jesus significa declarar algo que seja da vontade de Deus e que Jesus pagou o preço para nos abençoar.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A CHAVE DA BÊNÇÃO

Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.(Jo.15.16)

A fé é a chave da vitória. Entretanto, não basta ter uma chave para abrir determinada porta. É preciso ter a chave certa. Toda chave tem um segredo, um desenho ou código específico que a fará funcionar.

No caso do reino de Deus, este segredo é o NOME DE JESUS. Quando buscamos uma benção ou milagre, precisamos entender e usar o poder desse Nome.

JESUS É O ÚNICO CAMINHO PARA DEUS (JO 14:6) Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

Por causa dos nossos pecados, nosso caminho ficou bloqueado até Deus. Foi por isso que Jesus veio e morreu em nosso lugar, pagando o preço pelos nossos pecados. Agora, Ele é a única maneira de nos aproximarmos de Deus e sermos ouvidos. Suas palavras são claras: “Eu sou o caminho... Ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim”.

Portanto, não adianta apenas ter fé. É necessário exercer essa fé em nome de Jesus, (I Tm 2:5) Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.

AS PROMESSAS DE DEUS SÓ SE CONFIRMAM ATRAVÉS DE JESUS (II CO 1:20) Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.

A Bíblia está cheia de promessas de Deus para nós. O Deus que não mente diz que já nos abençoou com toda sorte de bênçãos. É como se houvesse um depósito feito para nós no céu, suficiente para suprir todas as nossas necessidades (físicas, emocionais, familiares, financeiras, econômicas, etc.…).

Acontece que tudo isso só pode ser desfrutado com o aval, ou seja, a garantia de Jesus. Ele é o “sim” e o “amém” que precisamos para desfrutar da benção.

JESUS É O NOME RECONHECIDO NO CÉU (FP 2:9-11) Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.

Quando nos apresentamos em nome de Jesus, as portas se abrem para nós.

Este é o nome mais importante e poderoso no mundo espiritual. Os céus o reverenciam e os demônios tremem diante d’Ele. Se no mundo natural há pessoas tão influentes que quando você se apresenta em nome delas, as portas se abrem, muito mais do reino espiritual, quando nos apresentamos respaldados pelo nome de Jesus.

(At 4:12) E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.

USAMOS O PODER DO NOME DE JESUS ATRAVÉS DA ORAÇÃO (JO 16:24) Até agora vocês não pediram nada em meu nome; peçam e receberão para que a alegria de vocês seja completa. Uma vez que temos fé e a colocamos completamente em Jesus, o que temos que fazer é orar, pedir. Se não pedirmos, não vamos receber.

Um cheque, para ser descontado, tem que estar preenchido, assinado, e ser apresentado. Um milagre, para ser conquistado, precisa ser buscado em oração e respaldado pelo nome de Jesus.

Falar em nome de Jesus significa declarar algo que seja da vontade de Deus e que Jesus pagou o preço para nos abençoar.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

ORAÇÃO, A CHAVE QUE ABRE O CÉU

E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando ele, o céu se abriu; E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo. Lucas 3:21-22

Esse texto nos mostra-nos o batismo do Senhor Jesus e o que aconteceu em seguida enquanto Ele orava, que o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Ele...

A oração é o teste decisivo para um cristão, família e igreja.

Com freqüência fazemos tudo, menos orar. Construímos, fazemos orçamentos, promovemos, anunciamos, atualizamos informações na internet, nos conectamos, planejamos, mas não oramos.

Raramente encontramos uma igreja (crente) que ora muito, mas podemos encontrar em quase todas as esquinas uma igreja (crente) que negligencia a oração; o resultado disso é a falta do poder de Deus no meio do seu povo

A ORAÇÃO É O INGREDIENTE QUE MAIS FALTA HOJE.
Sem a oração não se pode experimentar o avivamento. A oração é a chave para o avivamento e este dura enquanto durar a oração.
Sem oração não há vitória nas batalhas espirituais;
Sem oração nós nos tornamos cheios de tradições e regras...
Sem oração não há poder do Espírito Santo. Se quisermos o poder do Espírito Santo e respostas de Deus, precisamos orar.

PRECISAMOS APRENDER A ORAR.
Deus quer que aprendamos a orar da maneira correta (I Timóteo 2:1-4).
Não podemos simplesmente falar e ler a respeito da oração – temos que orar.
Há esperança para o povo de Deus apenas na oração; é exatamente na oração que está o poder da igreja contra o mundo e o império das trevas. (Atos 12:5 – 17; Efésios 6:10-18).
A oração atrai a presença manifesta de Deus, promove o enchimento do Espírito Santo e a cura para o seu povo. (Atos 4:31; II Crônicas 7:14).
O segredo para ganhar vidas para Jesus é saber como tocar o coração de Deus através da oração.
O ministério de oração é o batimento cardíaco de quem somos como pessoa, família e igreja.

O CÉU SE ABRE SOBRE QUEM APRENDE A ORAR.
Milagres não vêm de métodos, mas de um contexto de oração e fé na palavra de Deus.
Deus não unge métodos, Deus unge homens e mulheres comprometidos com a oração.
Deus e somente Ele é a nossa fonte de poder e autoridade para remover montanhas.
Precisamos ser pessoas que deixam Deus ser Deus, e o melhor ambiente para que isso aconteça é o ambiente da oração.

Bancos sem oração fazem púlpitos sem poder
Nunca o ser humano é tão grande como quando está de joelhos.
Quando os homens deixam de olhar para cima perdem o rumo da vida
Deus não faz nada a não ser em resposta à oração (John Wesley)
Uma noite de oração pode nos salvar de muitas noites de insônia.
Satanás treme quando vê o mais débil dos santos de joelhos.
Um homem pode orar sem ser crente, mas nenhum homem pode ser verdadeiramente cristão sem orar.
Nossa arma mais poderosa é a oração silenciosa.
Somente quando nos ajoelhamos diante de Deus é que nos tornamos aptos para pôr-nos de pé diante dos homens.

Transcrito por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A CHAVE QUE ABRE PORTA, ATÉ A DO ABISMO

“Quando desfalecia em mim a minha alma, eu me lembrei do Senhor; e entrou a ti a minha oração, no templo da tua santidade.” Jonas 02:07

Nenhum lugar é longe demais para que Deus não possa ir, nenhum local é profundo demais que Deus não consiga alcançar, nenhuma distancia seja tão extensa que os passos Dele não cheguem, nenhuma escuridão é capaz de impedir, a visão de Deus.

Eu sei que, nestes últimos dias, temos vivido transes nebulosos, é guerra travada; o nosso adversário não nos tem dado tréguas, são acoites sobre acoites, difamação, injustiças, invejas, perseguição, setas vindas por todos os lados, levantes surgem de todas as partes, pessoas que jamais imaginaríamos tem se levantado contra nós. Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar. Salmo 41:09

Deveras, tivéssemos atentados para as escrituras, tivéssemos nos prevenidos espiritualmente, e buscado mais a Deus, no entanto, ficamos displicentes, achando que, as coisas ruins, só acontecem com os outros, e, bem distante de nós. E odiados de todos sereis por causa do meu nome: mas aquele que persevera até o fim será salvo. Mateus 10:22

Certo é, estamos cercados por agente perigosos, há armadilhas das trevas por todos os lados, a angústia tem sufocado muita gente; pessoas têm desfalecido no meio da estrada, poucos são os remanescentes que estão de fato, em pé diante de Deus; porque, os templos de oração, estão cheios, mas, as pessoas estão vazias dentro deles, tudo virou comércio e competição, estamos brigando entre nós mesmo, esquecendo-nos que, nosso combate não é contra os nossos irmãos, mas, contra as forças do mal que tem de forma sorrateira, criado resistência em nosso meio. Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha. Lucas 11:23

Satanás tem assolado no meio da igreja, e a culpa é nossa, pois, dermos legalidade para isto está acontecendo, porém, não podemos nos amolecer agora, nem retroceder devido às lutas terem se intensificado, precisamos reconhecer nossa insignificância e voltarmo-nos para Aquele que tudo pode fazer. Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo. Salmos 46:09

Não existe ferrolho, ou fortaleza que consigam se estabelecerem diante de nós, o nosso Deus está a nossa frente, Ele tem aberto caminho para passarmos, mas só podemos ir, se estivermos caminhando em suas pegadas; pois, muitas são as investidas do mal contra nossa vida, e está apenas detrás, não basta, têm que se está na sombra Dele; se estivermos alicerçados em Deus nada conseguirá nos derrotar, porque até mesmo, se acometido pelas mais profundas dores, há cura no Médico dos Médicos, mesmo que, estivermos assombreados pela morte, a mão de Deus está disponível para nos socorrer. A justiça irá diante dele, e ele nos fará andar no caminho aberto pelos seus passos. Salmo 85:13

Acredito que, as nossas lutas não são maiores que as de Jonas, nenhum de nós estamos dentro da barriga de um peixe, nas profundezas de um oceano, e se estivéssemos, há saída para nós, porque houve para Jonas, quando ele não tinha mais forças, não sabia mais o que fazer, ele então, fez a coisa certa, buscou a face do Senhor, e Deus entrou com socorro. E disse: Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz. Jonas 02:02

Quando Jonas estava com sua alma sucumbindo, quando ele viu que, todas as possibilidades humanas já tinhas se acabado, que nas forças dele, nada mais ele poderia fazer, porque o que estava lhe acontecendo era algo do sobrenatural, fugia do seu controle, ele lembrou-se de Deus, logo, rasgou-se em oração, clamou desesperadamente, como criança desmamada, e, afligido na angústia, ele, se derreteu em súplica diante de Deus, e, sua voz, os seus gemidos, entrou no santuário de Deus; ou seja, o eco do sussurro da alma de Jonas, ignorou as entranhas do peixe, ultrapassou a região sóbria da morte, se deslocou do fundo do mar, atravessou a atmosfera terrestre, rompeu os céus, e chegou aos ouvidos de Deus. Eu desci até aos fundamentos dos montes; os ferrolhos da terra correram-se sobre mim para sempre; mas tu livraste a minha vida da perdição, ó Senhor meu Deus. Jonas 03:06

Você consegue assimilar a profundidade deste clamor? É assim que você tem que fazer; romper subitamente as barreiras a sua frente, lavar seu rosto com suas lágrimas, tirar do seu âmago, forças, e conquistar a Deus.

Então, assim como Deus falou para o peixe que vomitasse a Jonas para o lugar onde Ele queira, Deus quer fazer o mesmo em tua vida, ele quer te arrancar desta situação. Erga ao Senhor tua voz, clame, Deus vai ordenar que a dor que te envolver te vomite para fora, que as correntes que te prendem, se quebrem; que as algemas que te aprisionam, te soltem; que os ferrolhos da terra, se desprendam de sobre ti; que o inimigo se afaste de ti; que a angústia que ti domina, te lance para distante delas. Deus não muda, Ele é o mesmo ontem, de hoje, e de eternamente, os milagres seguem aos que acreditam Nele. Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente. Hebreus 13:08

Deus quer que você o clame, Ele precisa ouvir a expressão do profundo do teu ser, saiba que, a oração é chave que abre as portas, mesmo as do imaginável abismo, nada há impossível que Deus não possa resolver. Acredite, abandone-se nos braços de Deus, se desprenda de qualquer ligação terrena, rasga a sua alma diante Dele, não importa qual seja a sua situação, Deus pode e quer resolver, Creia Nisto.

Quando as forças do homem se acabam, a força de Deus se manifesta; Se chegou ao seu limite, não se limite, ore a Deus, tudo novo ele fará, faça as suas palavras de fé, atravessar o invisível, e tocar no coração de Deus, Deus vai resolver o teu caso, Deus vai te trazer a solução. Então, Aproveite agora, e fale com Ele. Falou, pois, o senhor ao peixe, e ele vomitou a Jonas na terra. Jonas 02:10

Nada é demasiadamente grande que chegue perto da grandeza do nosso Deus, Nada é tão difícil que possa dificultar o agir de Deus, Tudo depende da nossa fé; Se creres veras a Deus. Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus? João 11:40

Não existem forças para impedir Deus agir, o que está faltando é fé em nós!

Pra. Elza Amorim Carvalho

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 30 de abril de 2015

JESUS É O LÍDER PERFEITO

Jesus é a chave que abre todos os tesouros escondidos do conhecimento e da sabedoria que vêm de Deus (Cl 2: 2b-3; NTLH). Assim, se quisermos entender o que Deus ensina sobre o tema da liderança, precisamos partir do Cabeça, do chefe da Igreja, que é o líder perfeito.

“Vai lavar os meus pés, Senhor?”, questiona um Pedro escandalizado com seu Mestre e Senhor (Jo 13: 6b). O escândalo de Pedro é explicado pelo contexto cultural de seu tempo. Apenas os servos, os escravos da casa, lavavam os pés dos visitantes.

Nessa cena é muito bom saber que Jesus não precisa vestir a máscara da falsa modéstia com a qual tantos líderes cristãos hoje escondem suas lutas internas contra a própria vaidade. “Vocês me chamam de “Mestre” e de “Senhor” e têm razão, pois eu sou mesmo”, diz Jesus (v.13).

É comum a autoafirmação de nossos líderes apoiada em títulos acadêmicos e ministeriais. Desde “doutores”, “apóstolos” até “reverendos” e passando também pelos que se apresentam como “servos”, “criados” e “seu humilde conservo de Jesus”, extremos em que a Igreja apenas revela sua falta de maturidade no uso devido de quaisquer títulos.

Enquanto muitos ostentam ou escondem-se atrás dessas qualificações, a verdade é que a metade dos pastores no Brasil nunca leu a Bíblia inteira uma vez sequer e apenas 20% dos demais cristãos a leram inteira uma única vez.

Deveria ser inaceitável termos pastores em nossos púlpitos que não fossem profundos conhecedores da Palavra, assim como é obviamente inaceitável termos à mesa de cirurgia médicos que não dominem tesouras, bisturis e pinças.

Para escândalo da Igreja, aquele que realmente É ajoelha-se diante de nós e nos lava os pés cheios dessa sujeira do mundo. E é preciso que façamos o mesmo, oferecendo-nos como exemplo, segundo o exemplo daquele que é Mestre e Senhor.

A autoridade do líder não se encontra nos títulos que apresenta ou no cargo que ele ocupa, mas na vida que ele nos oferece. Se o líder não lê, não estuda, não busca a Palavra de Deus, não é de se admirar que o povo seja tão ignorante das verdades contidas na Bíblia.

Sei que uma leitura esquerdista monopolizou durante décadas a passagem do lava pés como um exemplo subserviência daquele que tem o poder ao que não tem. Nada mais distante e distorcido do que essa interpretação marxista adotada pela Teologia da Libertação.

O lava pés, em seu contexto evangélico, não é o ato de quem se esquece de sua dignidade e posição, nem uma atitude coagida por lei humana ou pelo Estado, mas, ao contrário, é resultado do amor livre de Jesus pela Igreja.

O líder que precisamos dentro de nossas casas, igrejas e Governo é aquele que dá o exemplo a todos por seu próprio sacrifício pelas ovelhas de Cristo. É urgente que tenhamos líderes que lavem os pés da Igreja com a água santificadora do Evangelho.

ENSINO 1: O LÍDER É AQUELE QUE SERVE AO OUTRO, COLOCANDO A SI MESMO COMO EXEMPLO PARA OS SEUS LIDERADOS!

Fábio Ribas 

Por Litrazini

Graça e Paz



terça-feira, 28 de outubro de 2014

A CHAVE QUE ABRE AS CADEIAS

“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” (Isaías 61.1).

Cristo sem a menor dúvida é o Grande Libertador. A profecia de Isaías que embasa este texto mostra que antes de Jesus assumir a imagem do homem e vir em carne a terra, Ele já havia recebido do Seu Pai uma unção especial derramada pelo Espirito Santo com a finalidade, dentre outras coisas, de proclamar liberdade aos cativos e abertura de prisão aos presos. E Jesus desenvolveu este ministério com abundante graça.

Não houve sequer uma pessoa presa pelo pecado, pelo mundo ou pelo diabo que se encontrando com Jesus não tenha sido liberta. Libertas da culpa, do engano, das opressões diabólicas, dos espíritos que traziam enfermidades, etc. os judeus esperavam um rei libertador que quebrasse o jugo romano que pesava-lhes sobre os ombros, mas Jesus era o REI LIBERTADOR que lhes tirou um fardo muito mais pesado que o fardo de Roma.

Com seu poder e com seus sermões vigorosos Jesus abriu inúmeras prisões e cadeias. Ele obteve êxito total nesta missão de sublime importância. Por cerca de três anos e meio ele não cessou de arrancar pessoas de suas algemas e moléstias, mas por fim Ele retornou ao céu.

Mas a ida de Jesus ao céu, não foi marcada pelo fim das prisões entre os habitantes do mundo da sua época, muitas pessoas que não haviam se encontrado com Jesus permaneceram oprimidas e carentes de libertação, por isso, antes de ser recebido no céu, Jesus teve o devido cuidado de passar às mãos dos seus servos a chave com a qual Ele tantas vezes abrira as prisões.

Hoje ainda muitos povos em todo o mundo são oprimidos pelo mesmo inimigo que atormentava e aprisionava as pessoas a quem Jesus libertou: satanás. E a chave que abre as prisões e algemas dessa gente está nas mãos da igreja. Nós que servimos a Deus não podemos ignorar essa verdade e ficar reprimidos e sem foco enquanto multidões morrem todos os dias presas por satanás. Se nós já dispomos da chave e se sabemos que podemos e devemos usar, resta-nos nos posicionarmos como servos e soldados de Jesus diante das multidões que perecem a cada hora que passa. Precisamos ser ativos e corrermos com perseverança e rapidez em direção às prisões onde satanás mantem as almas presas.

Provérbio 24.11 nos pinta um quadro triste que retrata bem o que temos falado até aqui: “Liberte os que estão sendo levados para a morte; socorra os que caminham trêmulos para a matança!” esse texto nos faz pensar na imagem de uma pessoa algemada sendo tirada de uma cela de prisão e sendo levada pelo algoz para o lugar onde será decapitada.

Como Igreja de Deus, somos o único povo da terra que possui a chave que abre as prisões dessas pessoas. O texto de Provérbios nos fala de modo imperativo, não é uma opção, nem algo que pode ser deixado para depois. É urgente e é crucial e disso depende a vida eterna de muita gente. Talvez alguém ouse dizer que o texto de Isaías 61.1 trate apenas da unção e do papel messiânico de Jesus na história da salvação. Mas é justamente ai que reside grandeza desse texto.

O texto em foco nos mostra que o Pai e o Espírito capacitaram Jesus, o Filho para fazer essa obra libertadora na terra, mas após sua ressurreição, Jesus apareceu aos doze e lhes disse isso: “(…) Paz seja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu os envio. E com isso, soprou sobre eles e disse: Recebam o Espírito Santo” . O evangelista João nos informa que Jesus falou que estava enviando os doze do mesmo jeito que o Pai O tinha enviando, isto é, com a mesma missão de libertar aos homens com a chave do evangelho.

Marcos diz em seu evangelho o seguinte sobre o inicio do ministério de Jesus: “Depois de João ser preso, foi Jesus para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no Evangelho”. Jesus pregava o evangelho e com esse evangelho Ele abria as prisões de satanás e trazia as pessoas para fora, agora era a vez dos discípulos, depois as igrejas se espalharam pelo mundo todo do primeiro século e o evangelho continuava a abrir as prisões, hoje Deus conta com você e comigo para continuarmos a abrir as prisões dos cativos.

Ser negligente na obra da evangelização do mundo atual não é apenas uma forma de demonstrar ingratidão pelo que Jesus já nos fez, é antes de tudo um serviço feito ao próprio diabo. Se não nos apressarmos em abrir as prisões, as almas perecerão nas garras do diabo e culpa disso será tão nossa quanto do diabo. Sim, seremos tão culpados quanto o diabo se deixarmos de pregar o evangelho da libertação e da salvação.

Há um símbolo criado pelos seguidores da Nova Era que representa o choro de Lúcifer pelas almas ainda não conquistadas, eu pergunto, onde está o choro das igrejas pelos perdidos? Onde está o empenho, o serviço, a busca pelos que ainda não foram alcançados pela salvação de Deus?

É tempo de despertarmos. É tempo de nos apressarmos, é tempo de agirmos!


Autoria: Rosivaldo Silva Santos

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sábado, 8 de março de 2014

Morte e Ressurreição: a chave para o Antigo Testamento

Por que o Antigo Testamento parece tão estranho e irrelevante para os que vivem hoje a era da Nova Aliança? Por que tanta vezes lutamos para entender como os eventos do Antigo Testamento se aplicam a nós nos dias de hoje?

Como as biografias dos santos do Antigo Testamento que parecem desconexas podem fazer sentido para nós? Que relação os eventos como o exílio de Israel na Babilônia e a restauração prometida têm a ver conosco hoje?

O que devemos fazer a respeito de todos os relatos de condenação/salvação?

Existe, de fato, uma resposta muito simples para essas questões. A Bíblia fala de morte e ressurreição. Muitas vezes falhamos em ver que todos os eventos da revelação da Antiga Aliança caminham em direção à morte e à  ressurreição de Cristo. Isso foi o que Jesus disse àqueles dois na estrada de Emaús (Lucas 24); e foi sobre isso que o apóstolo Pedro escreveu em 1 Pedro 1.10-12. Quando entendemos esse princípio, temos uma grande ajuda na leitura do Antigo Testamento.

Muitos têm a leitura do Antigo Testamento prejudicada porque não vieram a entender adequadamente que o esquema condenação/salvação do Antigo Testamento (que consiste em julgamento e restaurações simbólicas, tipológicas) eram figuras do que Cristo cumpriria por seu povo em sua morte e ressurreição. Havia vários tipos de morte espiritual e ressurreição dos crentes em Cristo.

Em resumo, cada figura de condenação e salvação – de exílio e restauração – é símbolo da morte e da ressurreição de Cristo. Fosse:
(1) o julgamento do mundo nos dias de Noé, seguido do mundo recém criado que ele e sua família saíram da Arca para habitar, ou
(2) o julgamento de Babel, seguido pelo chamado de Abraão e a criação do povo da aliança, ou
(3) o julgamento que caiu sobre o Egito (culminando na morte no Mar Vermelho) e a salvação de Israel saindo do Mar Vermelho (ressurreição) como uma nova criação simbólica; ou
(4) ou o julgamento-morte tipológico de Jonas na barriga do peixe e sua subsequente restauração / ressurreição simbólica do lugar dos mortos; ou
(5) a condenação-exílio que Israel experimentou no cativeiro na Babilônia que terminou na sua restauração para a terra prometida – Deus esteve sempre prenunciando a obra salvífica de Jesus para o seu povo.

Além dos eventos redentivos que simbolizaram morte e ressurreição no Antigo Testamento, há um número de pessoas que serviram como símbolos do princípio morte-e-ressurreição em suas experiências.

A maioria de nós estamos familiarizados com o chamado de Abraão por Deus para sacrificar Isaque. O que talvez não saibamos é que o escritor de Hebreus nos conta que Abraão “recebeu-o de volta dos mortos simbolicamente”. Isso aponta para além dele mesmo, para os sofrimentos de Cristo e as glórias que se seguiram.

A vida de José também é marcada por duas experiências de morte e ressurreição: primeiro, quando seus irmãos o jogam no poço (Gn 37.20) e depois o vendem para os ismaelitas (morte), seguido da sua colocação como administrador na casa de Potifar (ressurreição). Depois, há o relato da falsa acusação e sua prisão (morte) seguidas de sua colocação no segundo cargo mais alto do poder (ressurreição).

Além disso, a narrativa da vida de Davi também revela uma série de experiências de morte e ressurreição simbólicas. Considere quantas vezes Davi passou por situações de morte simbólica – escondido em cavernas e rejeitado por todos – seguidas de “ressurreições” de exaltação e coroação.

Daniel foi jogado na cova dos leões (morte), uma pedra foi colocada sobre a cova e, depois, foi tirado de lá, passando por uma ressurreição simbólica. Como podemos não enxergar o paralelo com a ressurreição de Cristo na remoção da pedra antes da ressurreição simbólica?

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego também passaram por um tipo de morte e ressurreição simbólica quando foram jogados dentro da fornalha ardente e depois tirados de lá ilesos.

Todos esses eventos estavam preparando o povo de Deus para a maior morte e ressurreição da história. Quando Jesus morreu e ressuscitou, tudo se cumpriu. A restauração profética teve seu cumprimento glorioso. O povo de Deus foi elevado com Cristo (Efésios 2.4-6) e sentou-se com ele nos lugares celestiais. Vern Poythress faz a importante observação de que “o Antigo Testamento como um todo, por meio de suas promessas, seus símbolos e suas figuras de salvação, aponta para o cumprimento da salvação que ocorre de uma vez por todas na vida, morte e ressurreição de Cristo”. Poythress explica como a travessia do Mar Vermelho pelos israelitas tem como guia esse princípio de morte e ressurreição. Ele escreve:

O batismo em Moisés na nuvem e no mar mencionado em 1 Coríntios 10.1-13 prefigura o batismo em Cristo, que, por sua vez, aponta para morte e ressurreição substitutiva de Cristo. Uma série de eventos tipológicos do Antigo Testamento prefigura o sacrifício substitutivo de Cristo. Em suma, Israel ficou sob o domínio de Deus ao experimentar a morte na forma de substitutos simbólicos.

A estrutura de juízo-salvação é mais claramente vista nas profecias de julgamento-restauração dos Profetas Maiores e Menores. O SENHOR estava constantemente ameaçando e executando a condenação de Israel pela quebra do pacto. Geralmente, Deus usava os inimigos de Israel para subjugar o povo por seus pecados.

No entanto, não se pode ler os profetas sem descobrir essa transformação radical de condenação em bênção. Como que, no mesmo livro, o mesmo Deus pode profetizar julgamento radical e salvação radical para o mesmo povo? A resposta encontra-se no sacrifício substitutivo de Cristo. Talvez a prova mais forte disso (além da profecia do Servo sofredor de Isaías 53) é encontrada nas profecias de Sofonias.

O livro de Sofonias não começa de forma feliz. Deus prometeu a Israel que traria sobre eles severa destruição por seu pecado (Sf 1.1-7), mas, no final no livro, o SENHOR prometeu salvar e abençoar esse povo (Sf 3.14-20). O que mudou? Em Sofonias 1.7 aprendemos que o julgamento de Israel está ligado ao sacrifício. Explicando que o julgamento de Israel é sobre receber, o profeta escreveu: “Pois o Senhor preparou o sacrifício e santificou os seus convidados” (Sf 1.7). Essa deve ser, provavelmente, a única vez em que o alvo do julgamento é chamado pelos profetas de “sacrifício”. É a linguagem remanescente para o real e grande  Israel, Jesus Cristo, que veio “como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave” (Ef 5.2). Cristo tomou para si a condenação que merecíamos para então podermos receber a bênção da salvação.

Para que a ira de Deus fosse satisfeita e propiciada, Cristo teve de ser sacrificado. Agora, nós que confiamos somente a Cristo nossa salvação, embora merecêssemos a condenação de eterna punição e maldição, temos recebido vida e bênção eterna. Ele se tornou maldição por nós para que pudéssemos ser abençoados. Ele foi exilado da presença do Pai quando clamou: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” para que possamos receber as promessas de restauração e eterna habitação na presença do nosso Deus.

NICK BATZIG / Traduzido por Carla Ventura | Reforma21.org

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A renúncia é a chave que abre os cofres de Deus

A renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus melhores e mais profundos tesouros.

Bem, acontece que há algo bastante impopular na geração de hoje! Eu posso até ver quem esteja franzindo as sobrancelhas, e com certa indignação dizendo: "Renúncia? Não brinque comigo!" Quem é que é encorajado a renunciar qualquer coisa nes­tes dias de hoje? Se eu mencionasse algumas áreas, eis as respostas que eu ouviria:

Renuncie os seus direitos “Você está brincando? Eu vou é entrar com um processo na justiça!”

Renuncie o seu futuro - “Não dá! Já tomei as minhas decisões.”

Renuncie a sua vontade - “Não eu! Eu não me rendo a ninguém.”

Renuncie os seus sonhos - “Nunca! Depois de tanto que eu trabalhei!”

Renuncie o seu companheiro - “Eu? É a minha vida!”

Renuncie as suas finanças - “O quê? Tenho planos de me aposentar!”

Nós temos criado uma geração de rapazes e moças que são obstinados, briguentos, indepen­dentes. Renúncia é uma palavra que não está no seu vocabulário. É pena, pois a renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus me­lhores e mais profundos tesouros. Com paciência ele espera pela nossa rendição, espera que paremos de lutar contra ele, que permitamos que o seu plano tenha o seu curso normal, que nos voltemos para ele e alcancemos a nossa segurança e realização. Quando ele testemunha o nosso agir assim, passa a revelar-nos a si mesmo e também a sua vontade com uma profundidade muito maior.

Ao longo dos anos eu tenho conhecido o Senhor. Renunciar a minha vontade para me ater ao seu ca­minho era muito mais difícil no início. Quando eu era mais jovem, muitas vezes eu disse que queria que o seu plano se concretizasse; mas eu resistia a ele muito mais do que posso me lembrar, especial­mente quando ele incluía retornos e desaponta­mentos. Finalmente, depois de me cansar de correr atrás das conseqüências de minhas próprias esco­lhas, aos poucos fui percebendo que o caminho de Deus era melhor.

Eu concordei com o que entendi ao ler as seguin­tes palavras num livro que aprendi a apreciar. Até hoje não li nada melhor que descreva a luta do dar e tomar dos meus primeiros anos de vida cristã. São palavras de uma coleção de orações e devoções dos puritanos.

Quando Tu queres me guiar, eu é que me controlo.
Quando Tu queres ser soberano, eu é que dirijo a minha vida.
Quando Tu queres tomar conta de mim, eu me basto.
Quando eu deveria depender de tuas provisões, eu me supro.
Quando eu deveria submeter-me à tua providência, eu faço a minha vontade.
Quando eu deveria ponderar, honrar, e confiar em ti, eu me sirvo.
Eu critico e corrijo as tuas leis para se adequarem a mim.
Em vez de a ti eu busco a aprovação dos homens, e eu sou por natureza um idólatra.
Senhor, o que eu mais quero é levar o meu coração de volta para Ti.13

Esta é a confissão honesta de uma vida que ain­da não se rendeu ao Senhor. O que é triste é que, embora estas palavras sejam tão antigas, elas des­crevem a situação de muitos que pertencem à famí­lia de Deus nos dias de hoje.

Extraído do livro Intimidade com o Todo-Poderoso de autoria de Charles R. Swindoll

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

terça-feira, 1 de março de 2011

Atravessando o sofrimento

Sofrimento é o intervalo possível e inevitável... ...entre a aniquilação merecida e a redenção graciosa. 

Tudo o que existe, existe em Deus (At 17.28), quando rompemos com Deus perdemos o local da existência.

Nós deveríamos ter deixado de existir. Deus, porém, não o permitiu, manteve-nos.

Para isso arcou com o custo que a justiça impunha: esvaziou-se no Deus Filho. E foi o primeiro movimento da história da redenção, antes da criação de qualquer criatura. (1Pe 1.18-20)

O esvaziamento é a morte de um Deus: não perde a sua natureza, mas abre mão de suas prerrogativas divinas. (Fil 2.5-8)

A cruz, na história humana, é a manifestação, possível, desse esvaziamento que, satisfazendo o princípio da justiça, permitiu que a Trindade atuasse por graça.

O cumprimento do principio de justiça não poderia ser relativizado, sob pena de perda de credibilidade por parte de Deus. (Ez 18.20)

Todo mau uso da liberdade impõe uma consequência. Para que a criação não desaparecesse o Deus Filho se esvaziou.

Quando, ao romper com Deus, não fomos aniquilados, nos tornamos malvados, porque ao dizer não a Deus, dissemos não a tudo o que Deus disse de nós: que seríamos sua imagem e semelhança. O mal que, antes, só podia ser pensado como tese, agora tinha manifestação histórica.

Se a maldade, porém, se tornasse o tom determinante de nossa história, nossa sobrevivência estaria ameaçada da mesma forma, há um limite para a expansão do mal (Gn 6.5-7; 15.16).

Deus, então, por graça, empresta as suas qualidades a nós, o que garante sobrevida com qualidade mínima, para que possamos sobreviver na nova história, enquanto Deus faz o que tem de ser feito para salvar a nossa história e a nós, nela. (At 14.17)

E nos tornamos paradoxos (Rm 7), carregamos o bem e o mal em nós. E o paradoxo é estado de sofrimento.

Os opostos deveriam se aniquilar, mas, a graça divina não o permite.

O esvaziamento do Deus Filho, num primeiro momento, pela deflagração da graça, permitiu o desaceleramento do caos, estabelecendo o paradoxo em toda a criação. E o paradoxo é estado de sofrimento.

Deus, aliás, criou um mundo pronto para o paradoxo, onde convivem o bem e o mal, o dia e a noite, a vida e a morte. Um mundo cuja estabilidade está, portanto, na ação graciosa da Trindade. (Hb 1.3)

Deus criou um mundo temporário para o intervalo do sofrimento, que é, por definição, temporário.

Um mundo temporário, porque o mundo definitivo só tem bem, vida, luz e bem-aventurança. (Ap 21.1; 22.1-5)

Deus, de várias formas falou pelos pais e pelos profetas e, finalmente, pelo Filho, ensinando-nos a conviver nesse e com esse intervalo, de modo a torná-lo menos insuportável. A chave é o amor como moto de tudo e para todos os atos.
 
A graça, com que Deus socorre a todas as criaturas, desacelera a volta para o caos, para onde tudo teria de ir imediatamente após a ruptura humana. O aniquilamento dá lugar ao sofrimento, resultado da ação restauradora dessa graça, que estabelece o paradoxo pela infusão de vida num ambiente que deveria ser só morte, se a morte pudesse ser, e que, também, torna possível passar por esse intervalo: o sofrimento.

O esvaziamento do Deus Filho, que, num primeiro momento, permitiu o desaceleramento do caos, tornou o caos uma impossibilidade.

Na ressurreição, o Filho do Homem teve comprovada a eficácia do esvaziamento do Deus Filho. A ressurreição é a comprovação da vitória sobre o aniquilamento e o caos. (1 Co 15.54,55)

Na ascensão o Filho de Deus retomou (o que nunca perdera na essência) sua condição de Deus Filho. (Jo 17.4,5)

Tudo estava consumado e o fim da história é a Vida!

É nessa certeza que atravessamos o intervalo, que é estado inevitável de sofrimento; inevitável, mas, administrável, e que pode ter a intensidade diminuída pelo amor.

Portanto, amar é nosso desafio e missão.

Autor: Pr. Ariovaldo Ramos

Por Lidiomar

Graça e Paz





Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.