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quarta-feira, 2 de julho de 2025

UNIDOS A CRISTO

“Ou não sabeis que todos nós fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte?” (Rm 6.3)

“Pois todos vós que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo”. (Gl 3.27)

“Tendo sido sepultados com ele no batismo, nele também ressurgistes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos”. (Cl 2.12)

Como o dilúvio representou o fim de uma geração perversa e o começo de um novo povo, o batismo significa o fim de nossa natureza pecaminosa e o surgimento de uma nova vida em Cristo.

A purificação não é mais um ato exterior, sim interior. O batismo é o sinal de que fomos purificados e justificados pela fé.

No batismo testemunhamos que assim como Cristo morreu e ressuscitou o mesmo ocorrerá conosco.

IMERSÃO = MORTE; SUBMERSÃO = SEPULTAMENTO; EMERSÃO = RESSUREIÇÃO

O batismo foi a maneira que Jesus determinou para esta fé se expressar e se consumar.

A água do batismo não tem nenhum poder em si mesma.

Se alguém não creu, nem se arrependeu (ou também uma criança), entrar nesta água, não acontece nada.

Mas se alguém desce a estas águas com fé, pela fé é unido a Cristo Jesus.

Se alguém pergunta como o ladrão da cruz foi salvo sem ser batizado, a resposta é que Deus pode abrir exceções, mas nós não temos essa autoridade.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

VITÓRIA SOBRE A MORTE

A RESSURREIÇÃO DE JESUS É A SUA VITÓRIA SOBRE A MORTE (I Co 15:54-57)

A morte física ocorre quando o espírito e a alma deixam o corpo.

Para vencer a morte, Jesus precisava de uma ressurreição física, ressurreição do corpo

Um corpo de carne e osso e não um espírito (Lc 24:39-40).

Para provar isso Jesus comeu na presença dos discípulos (Lc 20:20; 24-27). Entretanto era um corpo transformado. Não estava preso a espaço nem ao tempo. Podia aparecer e desaparecer. (Lc 24:31; Jo 20:19;26).

Com a ressurreição física Jesus passou a ter novamente a unidade entre seu corpo, alma e espírito. Desta maneira Ele venceu a morte. (ICo 15:54)

A RESSURREIÇÃO É QUE PRODUZ A FÉ NO SENHOR. (Rm 10:9)

A fé dos discípulos "entrou em parafuso" depois da morte de Jesus (Jo 20:19;25; Lc 24:21-22).

Esta fé foi restabelecida quando Jesus ressurreto apareceu aos discípulos (Jo 20:8;20).

Pela sua ressurreição ele foi comprovado como Filho de Deus (Rm 1:4; At 13:33) e como juiz universal (At 17:31)

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É O FUNDAMENTO DE NOSSA UNIÃO COM ELE.

A nossa fé em Jesus não é um simples pensamento de nossa mente, nem é uma mera aceitação mental das coisas que ouvimos sobre Ele. Nossa fé Nele é poderosa porque nos une a Ele. Toda a nossa vida é "em Cristo" (Paulo usa esta expressão 164 vezes)

O pecador só pode ser abençoado pela obra de Cristo quando é unido a Ele

Sem a ressurreição do corpo, Cristo teria deixado de ser humano.

A ressurreição de Cristo é o que faz a grande diferença entre a fé cristã e a religião dos homens.

A RESSURREIÇÃO DE JESUS É A BASE DE NOSSA RESSURREIÇÃO.

A ressurreição do corpo só é possível pela ressurreição do Senhor Jesus.

Pela sua ressurreição ele glorificou e transfigurou a humanidade Nele. Ele é "as primícias" (I Co 15:20;23; Cl 1:18).

Sua vitória sobre a morte garante a nossa própria ressurreição (Rm 8:11; ITs 4:14).

Seu corpo de glória é o padrão dos nossos futuros corpos (Fp 3:20-21; ICo 15:48:49)

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 1 de agosto de 2021

JESUS, O VERBO DE DEUS

Jesus não disse que veio para trazer uma verdade. Ele disse: "Eu sou a verdade..." (Jo14:6).

Jesus não veio trazer simplesmente uma religião, nem uma filosofia, ou um monte de regras como código de conduta.

Jesus veio trazer Ele mesmo. Ele é a ressurreição e a vida.

Para receber esta vida temos que conhecê-lo, Jo 17:3 "E a vida eterna e esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste."

Este conhecimento alcançamos pela fé na sua palavra. Peça ao Espírito Santo que lhe ajude a conhecer Jesus, foi para isto mesmo que o espírito veio. (Jo 1613:15)

Jesus existia antes de todas as coisas - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez

Todos nós começamos a nossa vida quando somos gerados no ventre de nossas mães, antes não existíamos. Mas não foi assim com Jesus.

Ele existia muito antes de nascer em Belém. Não como homem, mas como o Verbo de Deus.

O verbo nunca foi criado, Ele era Deus e sempre existiu. Foi ele quem criou todas as coisas.

O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas (Colos 1.15-17)

“...a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas (Hb. 1.1-3)

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 16 de maio de 2021

A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO PARA O CRISTIANISMO

Ele ressuscitou! Essa é a diferença abissal que sempre permanecerá entre Cristo e os demais fundadores históricos das religiões.

Muitos opositores do cristianismo aventam que não é um ato extraordinário ou inaudito sofrer martírio em prol de uma causa, pois há registros históricos de outros homens que assim fizeram.

Entretanto, a diferença está aqui: no túmulo. Jesus não está mais lá! Isso o torna singular.

Os evangelhos atestam um Cristo que esteve morto e está vivo, não um Cristo que esteve vivo e está morto.

Veja que a diferença de enfoque é franca. Metaforicamente, podemos dizer que o cristianismo foi concebido de uma tumba vazia.

Foi esta evidência que levou os discípulos a entregarem suas vidas ao martírio.

Eles não morreram por algo que havia sido inventado por eles próprios e que reconheciam não ser verdadeiro, mas por terem vivenciado as circunstâncias que evidenciaram a ressurreição de Cristo. Como diz James Stewart: “O cristianismo é essencialmente uma religião de ressurreição”.

Se ignorarmos a ressurreição de Cristo, o surgimento da igreja será inexplicável.

O evento histórico da ressurreição é a coroação dos fatos e motivos que permearam a vida de Jesus entre os homens.

Pela narrativa bíblica, entendemos que: assim como somos compelidos a aceitar a veracidade da encarnação, assim também somos em relação à veracidade da ressurreição.

O apóstolo Pedro declara a impossibilidade de Jesus não ter ressuscitado no plano divino da redenção: “Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” (At 2.24).

Uma vez que Cristo morreu para ressuscitar — “Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos” (Rm 8.34) — reconhece-se uma lacuna indisfarçável, o fator ressurreição, quando nos propomos falar sobre a morte de Cristo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

domingo, 4 de abril de 2021

ATRAVÉS DE SOFRIMENTOS PARA A RESSUREIÇÃO

Essa é a mensagem do sepulcro vazio: "Vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todo homem" (Hb 2.9).

Glória e honra foram a consequência de Seu sofrimento e de Sua morte: "Pelo qual também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome" (Fp 2.9).

Ser unido a Jesus, identificar-se com Sua morte, tem por consequência que os filhos de Deus alcançam glória e honra junto com Ele.

Cristo quer compartilhar Sua glória e honra com aqueles que estão intimamente ligados com Ele. Por isso Ele pede ao Pai: "Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo" (Jo 17.24).  

"Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus" (Ef 2.4-6).

Será que não vale a pena levar o opróbrio de Cristo, passar a vergonha que Ele passou? Só que esse caminho passa pela fornalha do sofrimento.

Mas Ele está do nosso lado, Ele nos apoia e nos ajuda a termos um discipulado genuíno e corajoso.

Um mundo moribundo não precisa admiradores de Jesus, precisa é de discípulos autênticos, que sirvam a Ele sendo bons samaritanos e pescadores de homens.

Aos filhos de Deus desanimados Ele diz: "O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Ts 5.23).

"Deus ressuscitou o Senhor e também nos ressuscitará a nós pelo seu poder" (1 Co 6.14).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 18 de março de 2020

O TESOURO CHAMADO RESSURREIÇÃO


Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. 1 Coríntios 15:20-22

Não ficaremos no céu apenas com as nossas almas, mas após o retorno de Cristo, seremos ressuscitados (corpo + alma) para vivermos com Jesus fisicamente no novo céu e nova terra.

[1] A MORTE E A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO SÃO O CENTRO DO EVANGELHO, v.1-4. O Evangelho é a mensagem central da fé cristã, é o que pregamos, é o conteúdo que só a igreja pode proclamar ao mundo. Podemos afirmar que o Evangelho é a mensagem do cordeiro que morre pelos pecadores, mas triunfa sobre a morte ao terceiro dia.

[2] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NÃO É UMA FANTASIA, MAS UMA REALIDADE CONCRETA, v.5-11. Algumas pessoas não acreditam que mortos podem ressuscitar e, de fato, é algo totalmente contra a natureza. Contudo, a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo é um milagre real. Paulo testifica que em seu próprio tempo, além dele mesmo e dos demais apóstolos, mais de 500 pessoas viram Jesus ressuscitado diante de seus olhos.

[3] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A GARANTIA DA NOSSA ESPERANÇA DE RESSURREIÇÃO FUTURA, v.12-13. A partir daqui Paulo começa a descrever quais são os resultados práticos da ressurreição de Jesus para a vida do seu povo. A primeira delas é justamente a de que, por causa da ressurreição de Cristo, temos a promessa de viver eternamente.

[4] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A MOTIVAÇÃO DA NOSSA PREGAÇÃO, v.14. A segunda implicação da ressurreição é missiológica. Porque Jesus venceu a morte nós temos o privilégio e a missão de anunciar a todo mundo que Ele vive. Jesus é o salvador do mundo que tem toda autoridade no céu e na terra sobre si. Em outras palavras, o mundo é dele. Ir em missão nada mais é que comprar de volta aqueles que são dele por direito.

[5] A RESSURREIÇÃO É A CERTEZA DE QUE NÓS SOMOS LIVRES DO PECADO, v.17. A terceira implicação prática da ressurreição é que o pecado pode ser vencido, pois o poder da ressurreição também está dentro de nós, seguidores de Jesus. Não devemos jamais render-nos ao conformismo que tenta paralisar a obra de santificação que o Espírito Santo opera em nós; Jesus vive dentro de nós!

[6] A RESSURREIÇÃO É A GARANTIA QUE OS NOSSOS IRMÃOS QUE MORRERAM PERMANECEM VIVOS DIANTE DE DEUS, v.18. A quarta implicação desta doutrina é consoladora: todos os nossos irmãos que faleceram estão com seus corpos dormindo nesta terra, sim, mas suas almas estão alegres e vivas diante do Deus Triúno. Só há razões para ter esperança de um breve reencontro.

[7] A RESSURREIÇÃO É A MOTIVAÇÃO PARA VIVERMOS INTENSAMENTE, v.32. A quinta implicação da ressurreição é encorajadora. Por sabermos que Jesus venceu a morte, nós também lutamos com todas as nossas forças para destruirmos as obras do mal que nos assolam diariamente. Todo cristão, por isso, deveria viver uma existência vibrante nesta terra. Não há motivos para viver desanimado.

[8] A RESSURREIÇÃO É A NOSSA ESPERANÇA DE VITÓRIA CONTRA A MORTE, v.54. E finalmente, a sexta implicação da ressurreição de Jesus é que toda a igreja, indivíduo por indivíduo, irá provar em sua própria carne a ressurreição dos mortos no último dia. Não ficaremos no céu apenas com as nossas almas, mas após o retorno de Cristo, seremos ressuscitados (corpo + alma) para vivermos com Jesus fisicamente no novo céu e nova terra.

Aqueles que mereciam morrer foram substituídos pelo único que merecia viver. Mas a morte não conseguiu dete-lo, Jesus ressuscitou! E hoje, todos os que mereciam morrer, crendo nele, podem também ressuscitar.

Jean Francesco

Por Litrazini
Graça e Paz


domingo, 21 de abril de 2019

QUEM ERAM OS ESPÍRITOS EM PRISÃO?"


Os "espíritos em prisão" são mencionados no contexto do que Jesus fez no tempo entre Sua morte e ressurreição.

1 Pedro 3:18-20 diz: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito, no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão, os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca".

Note que o corpo de Jesus estava morto e aguardando a ressurreição, mas Ele estava espiritualmente vivo durante o tempo em que visitou os espíritos em prisão. Como pano de fundo

Sabemos quatro coisas sobre os espíritos mencionados em 1 Pedro 3:19. Eles são incorpóreos, estão presos, seu pecado foi cometido antes do dilúvio, e Jesus visitou o lugar do seu cativeiro para lhes fazer um anúncio. Quem exatamente esses espíritos eram tem sido objeto de alguma especulação ao longo dos anos.

Primeiro, vejamos a palavra espíritos. É uma tradução da palavra grega pneumasin, uma forma da palavra pneuma, que significa "ar, respiração, vento". É usada no Novo Testamento para se referir a anjos (Hebreus 1:14), demônios (Marcos 1:23), ao espírito de Jesus (Mateus 27:50), ao Espírito Santo (João 14:17) e à parte espiritual do homem (1 Coríntios 2:11).

Enquanto a Bíblia deixa claro que os seres humanos possuem espíritos (Hebreus 4:12), a Bíblia nunca se refere aos seres humanos como simplesmente "espíritos". Em contraste, nunca se diz que o Espírito Santo, os anjos e os demônios sejam possuidores de espíritos. Na verdade, eles são espíritos. Então, o significado padrão da palavra espíritos na frase espíritos em prisão argumenta que os espíritos não são seres humanos.

Os espíritos em prisão não podem ser os santos anjos porque eles não pecaram e nem estão presos. E, se os espíritos em prisão não são os espíritos dos seres humanos falecidos, isso nos deixa com uma opção - os espíritos em prisão são demônios. Agora, é claro que nem todos os demônios estão presos.

O Novo Testamento dá muitos exemplos de atividade demoníaca na terra. Portanto, os espíritos em prisão devem ser um seleto grupo de demônios que, ao contrário do resto de seus aliados demoníacos, estão sendo mantidos em cativeiro.

Qual seria ser uma boa razão para que alguns, mas não todos, dos demônios fossem presos? Judas 1:6 nos dá uma pista importante: "e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia". Há alguns anjos caídos que cometeram um crime flagrante de algum tipo.

Judas 1:6 não dá detalhes, mas o pecado desses demônios estava relacionado com a forma como eles "não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio". Apocalipse 9:1-12, 14-15 e 2 Pedro 2:4 também falam de um grupo de anjos muito perversos que estão atualmente presos.

O pecado que os espíritos em prisão cometeu pode ser o mencionado em Gênesis 6:1-4, que registra os "filhos de Deus" se acasalando com as "filhas dos homens" e produzindo uma raça de gigantes, os nefilins. Se os "filhos de Deus" fossem anjos caídos, então o pecado de Gênesis 6 envolveu os anjos deixando o lugar ao qual pertenciam em um ato de desobediência antes do dilúvio - e isso corresponde ao que o apóstolo menciona em 1 Pedro 3:19. Parece provável que os demônios que convivem com mulheres humanas foram presos por Deus para impedir que repetissem esse pecado e para desencorajar outros demônios de tentarem o mesmo.

De acordo com 1 Pedro 3:19, Jesus "pregou" a esses espíritos em prisão. A palavra traduzida como "pregou" significa "declarar publicamente" ou "anunciar". Pedro diz que Jesus foi ao Abismo e proclamou a Sua vitória aos anjos caídos presos lá. Eles perderam, e Ele ganhou. A cruz triunfa sobre todo o mal (veja Colossenses 2:15).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 13 de janeiro de 2019

CRÍTICAS AO CRISTIANISMO


Quando alegamos que a nossa fé é verdadeira, queremos dizer que o nosso Senhor é real e vivo, não um símbolo, uma lenda ou um herói morto. O apóstolo Paulo, foi claro, quando disse à igreja de Corinto: “Se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1 Co 15.17). Ele dizia aos coríntios que, se a suposta ressurreição de Cristo, ocorrido 20 anos antes, fora um engano, a sua salvação também era um engano.

Os cristãos afirmam que a verdade da sua fé em Cristo Jesus depende da ressurreição dele. Amigos e inimigos da fé cristã reconhecem que a ressurreição de Cristo é a pedra fundamental da fé. Se Cristo não ressuscitou, o cristianismo é uma interessante peça de museu. Todavia, alguns retrucam que no tempo de Jesus as pessoas não se guiavam por princípios científicos: eram ingênuas e preparadas para crer em milagres; Mas, se lembrarmos que os discípulos mais próximos de Jesus, ao receberem a primeira notícia da sua ressurreição não acreditaram (Lc. 24 e Jo 20), esta tese cai por terra.

PORVENTURA OS CRISTÃOS ACREDITAM SER OS ÚNICOS A QUEM DEUS FALA? DEUS NÃO FALA A TODAS AS PESSOAS?
A Bíblia diz que Deus fala a todas as pessoas. O Antigo Testamento, escrito por e para os judeus, reconhece que Deus se revela em todo o mundo a judeus e gentios: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes. Em toda a extensão da terra estende-se a sua voz e as suas palavras até o fim do mundo” (Sl. 19.1-4).

Jesus, o Messias judeu, mostrou-se sempre disposto a pregar aos gentios, aceitando-os por seguidores. Às vezes elogiava a fé dos gentios, comparando-a com a falta de fé dos líderes religiosos dos judeus (Lc. 7.1-10; Lc. 17.11-19). Quando Deus revelou ao apóstolo Paulo que a salvação era para todas as pessoas, apesar da relutância inicial a igreja aceitou com determinação os crentes gentios como cristãos (At.10-11;15)

A Bíblia diz: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co. 5.19). O que Deus fez pela humanidade foi terrível para o próprio Deus. Em Jesus ele se tornou humano e ofereceu a sua vida para expiar os pecados da humanidade. “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; pelas suas feridas fostes sarados” (1Pe. 2.24). “A vós também, que noutro tempo éreis estranho, e inimigos no entendimento pelas vossa obras más, agora, contudo, vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele nos apresentar santos e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl. 1.21,22).

Deus proporcionou um único caminho, sem que nós o merecêssemos, para que os homens fossem salvos do pecado. Ninguém o merece. Só o que podemos fazer é depositar a fé no que Cristo realizou, e convidamos outras pessoas a fazerem o mesmo.

A história de Cornélio, relatada em Atos capítulo 10, mostra como Deus age em relação às pessoas cujo conhecimento, sobre a Palavra, é incompleto, mas cujo coração tem fome do Deus verdadeiro, pois Deus dera visões tanto para Cornélio, que era piedoso e temente a Ele, quanto a Pedro que era apóstolo, possibilitando assim que Pedro compartilhasse o evangelho a Cornélio e sua família, que se tornarão cristãos. O encontro entre os dois foi preparado pelo Senhor.

Alguns cristãos são ousados, outros fazem de sua fé um clube exclusivo. Mas o perdão de Deus sempre se estende, tocando cada pessoa que reconhece a necessidade da misericórdia divina e que deposita nele a sua fé.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

SOU AQUELE QUE VIVE


ESTIVE MORTO, MAS AGORA ESTOU VIVO PARA TODO O SEMPRE!

Por que vocês estão procurando no túmulo Alguém que está vivo? [Jesus] não está aqui! Ressuscitou! (Lc 24.5, BV) - Os dois anjos de Deus

Deus livrou seu Filho dos horrores da morte e o trouxe de volta à vida, pois a morte não podia segurar aquele Homem nas suas garras (At 2.24, BV) – Pedro
[Davi] morreu, foi sepultado ao lado dos seus antepassados e apodreceu na sepultura. Mas isso não aconteceu com Aquele que Deus ressuscitou [Jesus] (At 13.36-37, NTLH).

O fato é que Cristo realmente ressuscitou dentre os mortos, e tornou-se o primeiro entre milhões que algum dia voltarão novamente à vida (1 Co 15.20, BV)
– Paulo

[Na teologia de Paulo] sem a ressurreição, a cruz seria um motivo de desespero. Sem a cruz, a ressurreição seria uma fuga da realidade (A Teologia do Apóstolo Paulo, p. 281) - James Dunn, professor emérito da Universidade de Durham, na Inglaterra

Ninguém chore pelos próprios pecados, porque o perdão emergiu do túmulo. Ninguém tenha mais medo da morte, porque dela nos livrou a morte do Salvador: prisioneiro da morte, ele a sufocou, tendo descido aos infernos, submeteu os infernos (Jesus, Mestre de Nazaré, p. 294) João Crisóstomo, um dos pais da igreja

A ressurreição [de Jesus] foi a fé que transformou o coração partido dos seguidores de um rabino crucificado em corajosas testemunhas e mártires da primeira igreja... Eles podiam ser presos e açoitados, mas ninguém conseguiu fazê-los mudar a convicção de que “no terceiro dia, ele ressuscitou” (Cristianismo, Fraude ou Fato Histórico, p. 26) - Michael Green, pregador inglês

Desde a manhã da ressurreição, os séculos passaram num relâmpago. Impérios surgiram e se foram, civilizações inteiras desapareceram, revoluções militares, convulsões nacionais e políticas mudaram a própria ordem do nosso mundo. Mas aquela pequena comunidade de pescadores fundada pelo judeu Jesus, da aldeia de Nazaré, a sua igreja, permanece de pé até hoje, como um rochedo firme no meio de um mar em contínuo movimento (Jesus, Mestre de Nazaré, p. 307) - Aleksandr Mien, sacerdote ortodoxo russo

A verdade da ressurreição de Cristo é uma verdade íntegra, plena, não só verdade da fé, mas também verdade de intelecto. Se Cristo não tivesse ressuscitado ... o mundo seria um absurdo, seria o reino do mal, do engano e da morte (Jesus, Mestre de Nazaré, p. 293) - Vladimir Solovev, teólogo e filósofo ortodoxo russo

A ressurreição de Jesus caracteriza o crucificado como Cristo e o seu padecimento e morte como evento de salvação para nós e para muitos. A ressurreição não esvazia a cruz, mas a preenche de escatologia e significado (Os Grandes Teólogos do Século Vinte, p. 288) - Jürgen Moltmann, teólogo protestante alemão

A ressurreição de Cristo é o acontecimento mais decisivo e significativo da história (Os Grandes Teólogos do Século Vinte, p. 689) - Urs von Balthasar, teólogo católico suíço

Cristo é chefe de fila na ressurreição dos mortos (Cristo na Teologia de Paulo, p. 334) - Lucien Cerfaux, teólogo católico francês

A vida, a morte e a ressurreição de Cristo representam na história um evento através do qual se abre um espiral sobre o significado total da história e no qual todas as perguntas encontram uma resposta(Os Grandes Teólogos do Século Vinte, p. 165) - Reinhold NiebÜhr, teólogo luterano americano

Não devemos considerar a cruz como derrota e a ressurreição como vitória. A cruz foi a vitória conquistada e a ressurreição foi a vitória endossada, proclamada e demonstrada. (Por Que Sou Cristão, p. 67) 

John Stott

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A PALAVRA ETERNA

No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus… E o Verbo se fez carne e habitou entre nós (João 1:1 e 14).

Porque nós seres humanos somos limitados ao tempo e espaço, temos dificuldade de pensar na eternidade passada.

Mas antes de qualquer início, por mais distante que tenha sido, o Senhor Jesus Cristo era o Filho de Deus.

O “Verbo”, como Ele é chamado em nossos versículos acima, nunca teve qualquer começo. Mas o que devemos entender por este título?

Assim como nós expressamos nossos pensamentos por meio das palavras que falamos, do mesmo modo Cristo, como a Palavra, é a perfeita revelação de Deus, e esta Palavra eterna fez-se Homem.

Ele, que não teve começo, adentrou na limitação do tempo e lugar e tornou-Se um verdadeiro ser humano, a fim de revelar Deus na terra. Em tudo o que o Senhor Jesus disse e fez, podemos saber quem é Deus.

Ora, o Senhor não só manifestou as características essenciais de Deus, Ele também realizou Seu plano de redenção.

Sua vida perfeita, Sua morte vicária e Sua gloriosa ressurreição abre o caminho para Deus a cada crente.

Ele podia, portanto, dizer aos Seus discípulos: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). E referente a vida: “E a vida eterna é esta: que conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste”(João 17:3).

Para que possamos chegar a um melhor entendimento dEle, Deus nos deu a Sua Palavra, a Bíblia. O Antigo Testamento é rico em tipos dEle, enquanto o Novo Testamento nos mostra Sua vida e os resultados de Sua morte expiatória e Sua ressurreição.

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 18 de maio de 2016

O TESOURO CHAMADO RESSURREIÇÃO

Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.
Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. 1 Coríntios 15:20-22

Não ficaremos no céu apenas com as nossas almas, mas após o retorno de Cristo, seremos ressuscitados (corpo + alma) para vivermos com Jesus fisicamente no novo céu e nova terra.

[1] A MORTE E A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO SÃO O CENTRO DO EVANGELHO, v.1-4. O Evangelho é a mensagem central da fé cristã, é o que pregamos, é o conteúdo que só a igreja pode proclamar ao mundo. Podemos afirmar que o Evangelho é a mensagem do cordeiro que morre pelos pecadores, mas triunfa sobre a morte ao terceiro dia.

[2] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO NÃO É UMA FANTASIA, MAS UMA REALIDADE CONCRETA, v.5-11. Algumas pessoas não acreditam que mortos podem ressuscitar e, de fato, é algo totalmente contra a natureza. Contudo, a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo é um milagre real. Paulo testifica que em seu próprio tempo, além dele mesmo e dos demais apóstolos, mais de 500 pessoas viram Jesus ressuscitado diante de seus olhos.

[3] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A GARANTIA DA NOSSA ESPERANÇA DE RESSURREIÇÃO FUTURA, v.12-13. A partir daqui Paulo começa a descrever quais são os resultados práticos da ressurreição de Jesus para a vida do seu povo. A primeira delas é justamente a de que, por causa da ressurreição de Cristo, temos a promessa de viver eternamente.

[4] A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A MOTIVAÇÃO DA NOSSA PREGAÇÃO, v.14. A segunda implicação da ressurreição é missiológica. Porque Jesus venceu a morte nós temos o privilégio e a missão de anunciar a todo mundo que Ele vive. Jesus é o salvador do mundo que tem toda autoridade no céu e na terra sobre si. Em outras palavras, o mundo é dele. Ir em missão nada mais é que comprar de volta aqueles que são dele por direito.

[5] A RESSURREIÇÃO É A CERTEZA DE QUE NÓS SOMOS LIVRES DO PECADO, v.17. A terceira implicação prática da ressurreição é que o pecado pode ser vencido, pois o poder da ressurreição também está dentro de nós, seguidores de Jesus. Não devemos jamais render-nos ao conformismo que tenta paralisar a obra de santificação que o Espírito Santo opera em nós; Jesus vive dentro de nós!

[6] A RESSURREIÇÃO É A GARANTIA QUE OS NOSSOS IRMÃOS QUE MORRERAM PERMANECEM VIVOS DIANTE DE DEUS, v.18. A quarta implicação desta doutrina é consoladora: todos os nossos irmãos que faleceram estão com seus corpos dormindo nesta terra, sim, mas suas almas estão alegres e vivas diante do Deus Triúno. Só há razões para ter esperança de um breve reencontro.

[7] A RESSURREIÇÃO É A MOTIVAÇÃO PARA VIVERMOS INTENSAMENTE, v.32. A quinta implicação da ressurreição é encorajadora. Por sabermos que Jesus venceu a morte, nós também lutamos com todas as nossas forças para destruirmos as obras do mal que nos assolam diariamente. Todo cristão, por isso, deveria viver uma existência vibrante nesta terra. Não há motivos para viver desanimado.

[8] A RESSURREIÇÃO É A NOSSA ESPERANÇA DE VITÓRIA CONTRA A MORTE, v.54. E finalmente, a sexta implicação da ressurreição de Jesus é que toda a igreja, indivíduo por indivíduo, irá provar em sua própria carne a ressurreição dos mortos no último dia. Não ficaremos no céu apenas com as nossas almas, mas após o retorno de Cristo, seremos ressuscitados (corpo + alma) para vivermos com Jesus fisicamente no novo céu e nova terra.
Aqueles que mereciam morrer foram substituídos pelo único que merecia viver. Mas a morte não conseguiu dete-lo, Jesus ressuscitou! E hoje, todos os que mereciam morrer, crendo nele, podem também ressuscitar.

Jean Francesco

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 27 de março de 2016

O QUE É O DOMINGO DE PÁSCOA?

Há muita confusão sobre o que o Domingo de Páscoa significa. Para alguns, o domingo de Páscoa é sobre o Coelhinho da Páscoa, ovos de Páscoa coloridos e caça ao ovo.

A maioria das pessoas compreende que o Domingo de Páscoa tem algo a ver com a ressurreição de Jesus, mas está confusa quanto à forma em que a ressurreição se relaciona com os ovos e o Coelhinho da Páscoa.

Biblicamente falando, não há nenhuma conexão entre a ressurreição de Jesus Cristo e as tradições modernas relacionadas com o Domingo de Páscoa.

Essencialmente, o que ocorreu é que, a fim de tornar o Cristianismo mais atraente para os não-Cristãos, a antiga Igreja Católica Romana misturou a celebração da ressurreição de Jesus com as celebrações dos rituais da fertilidade que ocorriam na primavera. Estes rituais de fertilidade são a origem do ovo e das tradições do coelho.

A Bíblia deixa claro que Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana, domingo (Mateus 28:1, Marcos 16:2,9; Lucas 24:1, João 20:1,19). A ressurreição de Jesus é o evento mais digno de ser comemorado (veja 1 Coríntios 15).

Embora seja adequado que a ressurreição de Jesus seja comemorada em um domingo, não devemos nos referir ao dia em que a ressurreição de Jesus é celebrada como “a Páscoa”. Páscoa não tem nada a ver com a ressurreição de Jesus em um domingo.

Como resultado, muitos Cristãos defendem fortemente que o dia em que celebramos a ressurreição de Jesus não deve ser conhecido como o "Domingo de Páscoa". Em vez disso, algo como "domingo da Ressurreição" seria muito mais apropriado e bíblico. Para o Cristão, é impensável permitir que a bobagem de ovos e coelhinho de Páscoa sejam o foco do dia, em vez da ressurreição de Jesus.

De todo jeito, sinta-se à vontade para celebrar a ressurreição de Cristo no domingo de Páscoa.

A ressurreição de Cristo é algo que deve ser comemorada todos os dias, e não apenas uma vez por ano. Ao mesmo tempo, se optarmos por celebrar o Domingo de Páscoa, não devemos permitir que os jogos e diversão distraiam a nossa atenção do verdadeiro significado desse dia: o fato de que Jesus ressuscitou dentre os mortos e que a Sua ressurreição mostra que podemos ter a promessa de um lar eterno no céu ao recebê-lO como nosso Salvador.

Fonte:GotQuestion

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 20 de março de 2016

O QUE É A SEMANA SANTA / SEMANA DA PAIXÃO?

A Semana da Paixão (também conhecida como Semana Santa) é o tempo desde o Domingo de Ramos até o Domingo de Páscoa (domingo da Ressurreição).

Semana Santa é assim chamada por causa da paixão com que Jesus voluntariamente foi à cruz para pagar pelos pecados de Seu povo.

Semana Santa é descrita em Mateus capítulos 21-27; Marcos capítulos 11-15; Lucas capítulos 19-23 e João capítulos 12-19.

A Semana Santa começa com a entrada triunfal de Jesus no Domingo de Ramos, montado em um jumento, assim como profetizado em Zacarias 9:9.

A Semana da Paixão continha vários eventos memoráveis. Jesus purificou o Templo pela segunda vez (Lucas 19:45-46), então disputou com os fariseus a respeito de Sua autoridade. Depois disso, Ele fez o Seu Discurso das Oliveiras sobre o fim dos tempos e ensinou muitas coisas, incluindo os sinais de Sua segunda vinda.

Jesus comeu a sua Última Ceia com os discípulos no Cenáculo (Lucas 22:7-38), depois foi para o jardim de Getsêmani para orar enquanto esperava que a Sua hora chegasse. Foi aqui que Jesus, depois de ter sido traído por Judas, foi preso e levado para os julgamentos diante de vários sacerdotes, Pôncio Pilatos e Herodes (Lucas 22:54-23:25).

Após os julgamentos, Jesus foi açoitado nas mãos dos soldados romanos. Em seguida, foi forçado a carregar o Seu próprio instrumento de execução (Cruz) pelas ruas de Jerusalém, ao longo do que é conhecido como a Via Dolorosa (caminho das Dores).

Jesus foi então crucificado no Gólgota no dia antes do sábado, foi sepultado e permaneceu no sepulcro até domingo, um dia depois do sábado, e, em seguida, gloriosamente ressuscitou.

Esse tempo é conhecido como Semana Santa porque foi quando Jesus Cristo realmente revelou a Sua paixão por nós através do sofrimento pelo qual voluntariamente passou a nosso favor.

Qual deve ser a nossa atitude durante a Semana Santa?

Devemos ser fervorosos em nossa adoração a Jesus e em nossa proclamação de Seu Evangelho!

Assim como Ele sofreu por nós, igualmente devemos estar dispostos a sofrer para poder segui-Lo e proclamar a mensagem de Sua morte e ressurreição.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 29 de março de 2015

É VERDADEIRA A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO?

As escrituras não fazem tentativas em “provar” que Jesus levantou dos mortos, mas apesar disso, apresenta provas conclusivas de que Ele de fato ressuscitou.

A ressurreição de Cristo é registrada em Mateus 28:1-20; Marcos 16:1-20; Lucas 24:1-53 e João 20:1-21:25. O Cristo ressurreto também apareceu no Livro de Atos (Atos 1:1-11). A partir destas passagens temos várias “provas” da ressurreição de Cristo.

Observe a dramática transformação pela qual passaram os discípulos: de homens amedrontados, que procuravam esconderijos em um quarto, a homens corajosos, compartilhando o Evangelho através do mundo. O que mais poderia explicar tão dramática transformação a não ser o Cristo ressurreto aparecendo a eles?

Observe a vida do Apóstolo Paulo. O que o transformou de perseguidor da igreja a um apóstolo pela igreja? Foi quando o Cristo ressurreto a ele apareceu na estrada de Damasco (Atos 9:1-6).

Outra “prova” convincente é o sepulcro vazio. Se Cristo não houvesse ressuscitado, então onde está Seu corpo? Os discípulos e outros viram o sepulcro onde jazia seu corpo. Quando retornaram, Seu corpo não mais estava lá.

Os anjos declararam que Ele havia ressuscitado dos mortos como havia prometido (Mateus 28:5-7). Ainda mais uma prova de Sua ressurreição é que para muitas pessoas Jesus se mostrou (Mateus 28:5,9,16-17; Marcos 16:9; Lucas 24:13-35; João 20:19,24,26-29; 21:1-14; Atos 1:6-8; I Coríntios 15:5-7).

A passagem-chave a respeito da ressurreição de Cristo é I Coríntios 15. Neste capítulo, o Apóstolo Paulo explica por que é crucial compreender e crer na ressurreição de Cristo.

A RESSURREIÇÃO É IMPORTANTE PELAS SEGUINTES RAZÕES:
(1) SE CRISTO NÃO RESSUSCITOU DOS MORTOS, OS CRENTES TAMBÉM NÃO O FARÃO (I Coríntios 15:12-15).

(2) SE CRISTO NÃO RESSUSCITOU DOS MORTOS, SEU SACRIFÍCIO PELO PECADO NÃO FOI SUFICIENTE (I Coríntios 15:16-19).

A ressurreição de Jesus provou que Sua morte foi aceita por Deus como expiação por nossos pecados. Se Ele tivesse simplesmente morrido e permanecido morto, isso indicaria que Seu sacrifício não havia sido suficiente. Como resultado, os crentes não seriam perdoados de seus pecados, e eles continuariam mortos após a morte (I Coríntios 15:16-19) – não haveria vida eterna (João 3:16). “Mas a verdade é que Cristo foi ressuscitado, e isso é a garantia de que os que estão mortos também serão ressuscitados” (I Coríntios 15:20 – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Cristo se levantou dos mortos – Ele é o primeiro fruto de nossa ressurreição.

(3) TODOS QUANTOS NELE CREREM SERÃO RESSUSCITADOS PARA A VIDA ETERNA, ASSIM COMO ELE FOI (I Coríntios 15:20-23). I Coríntios 15 continua a descrever como a ressurreição de Cristo prova Sua vitória sobre o pecado, e nos dá força para viver uma vida de vitória sobre o pecado (I Coríntios 15:24-34).

(4) DESCREVE A NATUREZA GLORIOSA DO CORPO DA RESSURREIÇÃO QUE NÓS RECEBEREMOS (I Coríntios 15:35:49).

(5) PROCLAMA QUE COMO RESULTADO DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO, TODOS QUANTOS NELE CRÊEM TÊM VITÓRIA DEFINITIVA SOBRE A MORTE (I Coríntios 15:50-58).

Que verdade gloriosa é a ressurreição de Cristo! “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor” (I Coríntios 15:58).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
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Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.