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sábado, 11 de janeiro de 2025

A IMPORTÂNCIA DA ADORAÇÃO

Nas Escrituras Sagradas encontramos algumas considerações básicas sobre a adoração:

Fazer reverência (respeito) - "Então o rei Nabucodonosor caiu com o rosto em terra, e adorou a Daniel, e ordenou que lhe oferecessem uma oblação e perfumes suaves" (Dn 2.46);

Prestar culto - "Então inclinou-se o homem e adorou ao Senhor..." (Gn 24:26);

"...E, inclinando-me, adorei e bendisse ao Senhor, Deus do meu senhor Abraão, que me havia conduzido pelo caminho direito para tomar para seu filho a filha do irmão do meu senhor" (Gn 24.48);

A importância da adoração - "E disse-lhe (Diabo): Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua" (Lc 4.6).

Neste verso percebemos a importância que o próprio Diabo dá para a adoração.

Ele prometeu que daria tudo a Jesus se Ele o adorasse;

Adoração só a Deus - "Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás" (Mt 4.10);

A Adoração a Jesus - "Vendo, pois, de longe a Jesus, correu e adorou-O" (Mc 5.6).

Deus procura adoradores - "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim O adorem" (João 4. 23).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz  

sábado, 16 de novembro de 2024

IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA

“Por isso, tudo suporto por amor dos eleitos, para que também eles alcancem a salvação que há em Cristo Jesus com glória eterna”. (2Tm.2.10);

“E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas” (ICo.9.25).

Para conseguir tudo isto a disciplina é a chave.

Nenhum corredor completa o treinamento ou a corrida sem disciplina;

Nenhum programa de perda de peso é mantido sem disciplina;

Nenhuma mente é aguçada sem disciplina;

Nenhuma tentação é vencida sem disciplina.

Os vencedores sabem que a perseverança disciplinada deve ser a parte principal de seu treinamento.

Sem disciplina nós podemos dizer adeus à vitória.

As vezes aqueles que crescem mais rapidamente e se tornam os melhores modelos de força e determinação são os que enfrentam circunstâncias extremamente difíceis.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


segunda-feira, 21 de março de 2022

A IMPORTÂNCIA DA INTERCESSÃO

Oração, falando de maneira geral, significa falar com Deus. Intercessão é vir a Deus em favor de outro. Toda intercessão é oração, mas nem toda oração é intercessão.

Através do profeta Ezequiel, o Senhor diz: “E busquei entre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei” (Ez.22.30).

Esta é uma clara referência à intercessão.

Intercessão é o ato de pleitear por alguém, que no modo de ver de Deus tem o direito de fazê-lo, a fim de obter misericórdia para alguém que necessita.

A permanência da pessoa diante de Deus, qualifica ou desqualifica o intercessor potencial.

Intercessão é apenas um tipo de oração.

Mas ela é tão importante que Jesus mesmo é descrito como sendo um intercessor. Jesus Cristo "está à direita de Deus, e também intercede por nós (Rm.8.34).

Da mesma forma, o “Espírito Santo, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos” (Rm.8.27).

O Pai é claro, não é mencionado como intercessor porque é Ele a quem a intercessão é feita.

O intercessor se coloca face a face com Deus e face a face com Satanás.

É bom deixar bem claro que os intercessores não são manipuladores da vontade de Deus, no Antigo Testamento, podemos citar em Jeremias 15.1, dois exemplos de intercessores: “Ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, não seria a minha alma com este povo”, com isto Deus mostra que algumas coisas Ele já estabeleceu concretamente.

Embora haja várias exceções, a grande maioria dos intercessores são pessoas discretas. Não gostam de estar na frente. Não desejam que seus nomes sejam conhecidos por todos.

Intercessores de alto nível precisam, eles mesmos, de ajuda intercessória durante períodos críticos.

A batalha espiritual na qual eles se encontram engajados podem se tornar esmagadora.

Moisés, por exemplo, não seria capaz de interceder efetivamente por Josué sem a ajuda, que veio na hora certa, de Arão e Hur, enquanto lutava na batalha de Refidim. (Ex.17).

Intercessores tem seus altos e baixos. Tem os seus dias bons e seus dias maus. Podem sair da poderosa experiência no alto da montanha e mergulhar para dentro do vale.

Um dos papéis dos líderes é entender isto e guiá-los através dos períodos de dificuldades, do mesmo modo como eles fazem.

A sua recompensa é o seu íntimo relacionamento com o Pai. Mais do que a maioria dos cristãos o faz, eles experimentam a plenitude do amor de Deus dia a dia.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 26 de setembro de 2021

PRECISAMOS ESTAR ALERTAS

Na cerimônia do lavapés, Pedro não permitiu que Jesus o lavasse: "Nunca me lavarás os pés. Replicou-lhe Jesus: Se eu não te lavar não tens parte comigo" (Jo 13.8).

Após ter entendido que esta atitude era equivalente a rejeitar Jesus e seus benefícios, o impetuoso apóstolo pediu que lhe fossem lavados “...não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça” (Jo 13.9).

Como explicar Marcos 8.33? "Mas ele, virando-se, e olhando para os seus discípulos, repreendeu a Pedro, dizendo: Retira-te de diante de mim, Satanás; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas as que são do homem"

Em seu intenso cuidado humano, Pedro serviu de instrumento satânico ao pronunciar palavras que se opunham aos planos de Deus para a salvação da humanidade.

Não há nenhuma evidência de possessão, mas, sim, uma influência diabólica a qual todos os que não vigiam estão expostos “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. (Mc 14.38).

Alguns momentos antes, na ocasião em que Jesus interrogou os discípulos acerca da sua identidade, Pedro havia sido elogiado: "...Quem dizem os homens ser o filho do homem? ... E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo... Bem aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus” (Mt 16.13-17). 

Depois de algum tempo, em virtude de suas experiências e tendo adquirido maior maturidade espiritual, o apóstolo enfatizou a importância da vigilância e explicou a posição do diabo em relação à vida do cristão: "Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar" (1Pe 5.8). 

No final de sua vida, Pedro autenticou sua fé como mártir, morrendo crucificado de cabeça para baixo por não se achar digno de morrer como seu mestre.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 16 de maio de 2021

A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO PARA O CRISTIANISMO

Ele ressuscitou! Essa é a diferença abissal que sempre permanecerá entre Cristo e os demais fundadores históricos das religiões.

Muitos opositores do cristianismo aventam que não é um ato extraordinário ou inaudito sofrer martírio em prol de uma causa, pois há registros históricos de outros homens que assim fizeram.

Entretanto, a diferença está aqui: no túmulo. Jesus não está mais lá! Isso o torna singular.

Os evangelhos atestam um Cristo que esteve morto e está vivo, não um Cristo que esteve vivo e está morto.

Veja que a diferença de enfoque é franca. Metaforicamente, podemos dizer que o cristianismo foi concebido de uma tumba vazia.

Foi esta evidência que levou os discípulos a entregarem suas vidas ao martírio.

Eles não morreram por algo que havia sido inventado por eles próprios e que reconheciam não ser verdadeiro, mas por terem vivenciado as circunstâncias que evidenciaram a ressurreição de Cristo. Como diz James Stewart: “O cristianismo é essencialmente uma religião de ressurreição”.

Se ignorarmos a ressurreição de Cristo, o surgimento da igreja será inexplicável.

O evento histórico da ressurreição é a coroação dos fatos e motivos que permearam a vida de Jesus entre os homens.

Pela narrativa bíblica, entendemos que: assim como somos compelidos a aceitar a veracidade da encarnação, assim também somos em relação à veracidade da ressurreição.

O apóstolo Pedro declara a impossibilidade de Jesus não ter ressuscitado no plano divino da redenção: “Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” (At 2.24).

Uma vez que Cristo morreu para ressuscitar — “Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos” (Rm 8.34) — reconhece-se uma lacuna indisfarçável, o fator ressurreição, quando nos propomos falar sobre a morte de Cristo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 12 de abril de 2021

A IMPORTÂNCIA DA MEMORIZAÇÃO DA BÍBLIA

A memorização da Bíblia é de extrema importância na vida cristã. Na verdade, memorizar as Escrituras talvez seja o elemento mais crucial para o crescimento espiritual e vitória sobre o pecado.

A Palavra de Deus é poderosa porque é literalmente "inspirada por Deus" segundo a mente do Espírito Santo (2 TM 3:16-17), e quando memorizamos as Escrituras e enchemos nossas mentes com as Suas palavras, passamos a utilizar a mais poderosa ferramenta espiritual que existe.

Quando memorizamos a Palavra de Deus, várias coisas acontecem. Salmo 119:11 nos diz que o salmista escondeu a Palavra de Deus em seu coração para que não mais pecasse contra Ele. O salmista não só ouviu e leu a Palavra, mas também a internalizou ao colocá-la em sua mente e memória para uso futuro.

A Palavra de Deus é a única arma verdadeiramente potente do crente contra o pecado, e quando colocado na mente através da memorização, é uma forte influência para a piedade e vida justa.

Hebreus 4:12 nos diz a Palavra de Deus é "viva e eficaz", o que significa que ela tem poder sobrenatural para moldar-nos na semelhança de Cristo quando nela meditamos, e não há melhor maneira de meditar na Palavra do que tê-la em nossas mentes e memórias.

Efésios 6:13-17 descreve a armadura do crente na batalha por nossas almas e sobrevivência espiritual. Todos os elementos da armadura são defensivos exceto um. A única arma ofensiva é a "espada do Espírito, que é a palavra de Deus" (v. 17).

Assim como Jesus usou a Palavra de Deus para se defender de ataques de Satanás (MT 4:1-11), assim também devemos ser capazes de usar a mesma arma. Entretanto, raramente Satanás nós dá tempo para pegar uma Bíblia e encontrar as passagens corretas quando somos confrontados com as suas mentiras e enganos.

A memorização da Bíblia garante que teremos as verdades e princípios adequados em mente e que seremos capazes de lembrar-nos delas instantaneamente a fim de respondermos eficazmente ao maligno que procura nos destruir (1 Pe 5:8).

Romanos 12:1-2 nos exorta a "renovar" nossas mentes de modo que já não somos influenciados pelo pensamento segundo este mundo. A única maneira de renovar a mente é preenchê-la com as Escrituras.
Memorizar as Escrituras é o privilégio e a responsabilidade de cada cristão. Existem disponíveis vários sistemas excelentes de memorização das Escrituras.

Mesmo sem um método publicado específico, qualquer um pode começar com os versos-chave da fé cristã - tais como João 3:16 e Efésios 2: 8-9 - e continuar a construir verso sobre verso.

A chave é continuamente revisar as passagens já memorizadas antes de adicionar quaisquer outras novas.

Seja qual for o método escolhido, os benefícios de memorização da Bíblia são a vitória sobre o pecado, uma fé reforçada e alegria na vida cristã.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

DECIFRANDO AS ESCRITURAS

A BÍBLIA: Divina, Única, Viva, Completa, Verbal, Inspirada e Transformadora. Escrita em: Pedra, Barro, Papiro, Couro, Cacos de Louça e Linho.

PROPÓSITOS (Ler para que?)

Dar respostas - 1Pe.3:15 - “... estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”

Aprovar - 2 Tm.2:15  - ”Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”

Dar fé - Is.34:16 - “Buscai no livro do SENHOR e lede: Nenhuma destas criaturas falhará, nem uma nem outra faltará; porque a boca do SENHOR o ordenou, e o seu Espírito mesmo as ajuntará.”

Dar Luz - Sl.119:130 -  “Escolhi o caminho da fidelidade e decidi-me pelos teus juízos.”

IMPORTÂNCIA (Ler por que?):

Manual - Ef.2:10  - “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular

Alimento - Mt.4:4 - “Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.”

Espírito Santo usa - Ef.6:17 -  “Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.”

Valiosa - Sl.119:72  - “Para mim vale mais a lei que procede de tua boca do que milhares de ouro ou de prata.”

MANEIRAS (Ler como?):

Com Deus  -  Sl.119:12  -  “Bendito és tu, SENHOR; ensina-me os teus preceitos.”

Diário - Dt.17:19  -  “E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir.”

Vontade - Tg.1:21 -  “Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma.”

Oração - Tg.1:5   - “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.”

Toda - 2 Tm.3:16 -  “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça,”

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 30 de abril de 2020

JESUS: A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE


Saber quem é Jesus Cristo é algo tão importante quanto o que Ele fez. Muitos acreditam que Ele esteve na Terra, fez muitos milagres e muitas outras coisas. A dificuldade para alguns é: quem é Cristo? Que tipo de pessoa Ele é?

A Bíblia afirma que ela é a autoridade final na determinação de questões doutrinárias (2 Tm 3.16-17). A Palavra de Deus não permite novos ensinamentos que possam alterar seu conteúdo ou fazer-lhe acréscimos.

O apóstolo Paulo disse: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos anunciamos, seja anátema” (Gl 1.8). Ao considerar a divindade de Cristo, a questão não reside em “se é fácil crer nessa divindade, ou mesmo compreendê-la”, mas se ela é ensinada na Palavra de Deus. A Bíblia ensina que Deus não pode ser compreendido pela mente humana (Jó 11.7; 42.2-6; Sl 145.3; Is 40.13; 55.8-9; Rm 11.33).

Sendo assim, devemos permitir que Deus dê a última palavra a respeito de si mesmo, quer possamos ou não compreendê-la inteiramente. A Bíblia ensina que Jesus é Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.1-3; 20.28; Tito 2.13; 1 João 5.20). Jesus Cristo conferiu para si os nomes e títulos dados a Deus no Antigo Testamento e também permitiu que outros assim o chamassem.

Quando Jesus reivindicou esses títulos divinos, os principais dos judeus ficaram tão irados que tentaram matá-lo por blasfêmia. Ele reivindicou para si o nome mais respeitado pelos judeus, tido como tão sagrado que eles nem o pronunciavam: YHWH.

Deus revelou pela primeira vez o significado desse nome ao seu servo, depois de haver-lhe perguntado por qual nome deveria chamá-lo: “Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós” (Êx 3.14). “EU SOU” não é a tradução de YHWH.  Todavia, trata-se de um derivado do verbo “ser”, do qual também deriva o nome divino YAHWEH (YHWH) em Êx 3.14.

Portanto, o título “EU SOU O QUE SOU” indicado por Deus a Moisés é a expressão mais plena de seu ser eterno, abreviado no versículo 15 para o nome divino YHWH. A Septuaginta traduziu o primeiro uso da expressão “EU SOU” em Êx 3.14 por ego eimi no grego.

Em várias ocasiões Jesus empregou o termo ego eimi referindo-se a si mesmo, na forma unicamente usada para Deus. Um exemplo claro está em João 8.57-58: “Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU [ego eimi]. Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo” (Jo 8.57-59).

Jesus atribuiu esse título a si mesmo também em outras ocasiões. Neste mesmo capítulo Ele declarou: “Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque se não credes que EU SOU [ego eimi], morrereis nos vossos pecados” (Jo 8.24). Disse ainda: “Quando levantardes o Filho do Homem, então sabereis que EU SOU [ego eimi] e que nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou” (Jo 8.28).

Quando os guardas do templo, juntamente com os soldados romanos, foram prendê-lo na noite anterior à crucificação, Jesus perguntou-lhes: “A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus de Nazaré. Disse-lhes Jesus: Sou eu [ego eimi]. Quando Jesus lhes disse: Sou eu [ego eimi], recuaram e caíram por terra” (Jo 18.4-6).

Não resta dúvida quanto a quem os líderes judaicos pensavam que Jesus estava proclamando ser. Fica, portanto, bem claro que, na mente daqueles que ouviram essa afirmação, não havia qualquer dúvida de que Jesus tivesse dito perante eles que Ele era Deus. Essas afirmações foram consideradas blasfêmias pelos líderes religiosos, e resultaram em sua crucificação “porque se fez filho de Deus” (Jo 19.7).

Diante do exposto, o estudo da pessoa de Cristo se reveste de congruência por causa da relação vital que Ele sustém com o cristianismo. Concluímos que durante esta vida podemos e devemos conhecer Deus até o ponto necessário para a salvação, confraternização, serviço e maturidade, mas na glória do céu passaremos a conhecê-lo mais plenamente…

Assim, pois, de forma bem real, o estudo da vida de Jesus Cristo e sua importância é, ao mesmo tempo, uma sondagem na significação da nossa existência e uma previsão de nosso destino. Por certo todos nós deveríamos nos interessar nessa inquirição.

Extraído do Módulo 1 de Teologia da Editora Betesda

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

O QUE É ORAÇÃO E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA?


Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. (Filipenses 4.6)

Deus conhece todas as coisas, mas ele quer que lhe peçamos. Deus não quer agir sozinho. Ele quer que seus filhos trabalhem com ele através da oração. PELA ORAÇÃO TRABALHAMOS COM DEUS PELO CUMPRIMENTO DE SUA VONTADE.

Este é um princípio que Deus estabeleceu para cumprir sua vontade. Ele espera que seus filhos lhe peçam, do contrário a vontade de Deus não se cumprirá (Isaías 45.11; Ezequiel 36.37). Devemos pedir em nome de Jesus (João 14.13,14; 16.23-24).  Pedir no nome de Jesus é pedir em lugar dele, isto é, de acordo com os interesses dele; pedir o que ele pediria porque é da sua vontade.

JESUS ENSINOU A ORAR COM:
SINCERIDADE (Mt. 6.5,6); SIMPLICIDADE;  HUMILDADE (Lc. 18.9-14);  PERSISTÊNCIA (Lc. 11.5-8);  INTENSIDADE  (Lc. 11.9-10), isto é, com desejo intenso.

CONSELHOS PRÁTICOS

ORAÇÃO SOZINHO ‘… Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. (Mateus 6.5-6). 

Tenha um tempo específico para oração (Salmo 5.1-3). O melhor horário para a maioria das pessoas é pela manhã quando existe silêncio e não se começou nenhuma atividade (Levítico 6:12; Salmo 5:3; 30:5; 59:16; 90:14; Lamentações 3:25).

Antes de orar por qualquer assunto trate com o coração (Salmo 17:3; 19:14: 26:2; 66:18). Nossa consciência tem que estar completamente limpa.

Faça uma lista de oração prática e específica, incluindo os familiares, contatos, líderes da Igreja, governantes, inimigos (aqueles que te perseguem por causa da justiça) e irmãos perseguidos ao redor do mundo.

ORAÇÃO JUNTO COM OS IRMÃOS (Mateus 18.19-20; Atos 2.42; 4.23-31).  
Devemos ficar sensíveis para perceber a direção e a carga do Espírito Santo. Todos podemos orar por um mesmo assunto, até que tenhamos coberto todos os detalhes. Todos devemos participar. Esse aspecto é importante porque a oração da Igreja é primordial para o cumprimento do propósito de Deus. Coisas importantes aconteceram quando a Igreja orava. Veja só:

Receberam o batismo com o Espírito Santo (Atos 2:1-4); O lugar onde oravam tremeu durante a oração e todos foram cheios do Espírito (Atos 4:31); Pedro foi libertado da prisão (Atos 12:5-9); Paulo e Barnabé são chamados para o apostolado (Atos 13:1-4)

Quando nos reunimos com outros irmãos para orar se dá oportunidade para a operação dos dons do Espírito.

ORAI SEM CESSAR (I Tessalonicenses 5:17)
Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. (Filipenses 4:6,7)

Transcrito Litrazini
Graça e Paz


sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

COMO PODEMOS DESENVOLVER O FRUTO DO ESPÍRITO.


Quem tem o Espírito de Deus dentro de si precisa frutificar tal como o galho enxertado na videira (João 15; Rom.11).

O fruto do Espírito não é uma faculdade para o cristão. Não é ele quem decide se deve ou não exprimir esse fruto.

Caso seja incapaz de dar frutos, o cristão será arrancado fora do galho: “Disse então ao viticultor: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente? Respondeu-lhe ele: Senhor, deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume; e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, cortá-la-ás.Jesus estava ensinando numa das sinagogas no sábado” Lc.13:7 a 10.

Fé e sabedoria caminham juntas. O fruto do Espírito é algo que somente o Espírito Santo pode produzir na vida do cristão. Desse modo, á medida que vivemos em obediência aos mandamentos de Deus, o fruto cresce e se desenvolve em nossa vida.

As Escrituras nos ajudarão a responder como o Senhor faz para produzir o fruto do Espírito na nossa vida.

O Salmo 1, compara o homem de Deus com uma árvore plantada às margens de um rio: “O seu prazer está na lei de Deus, e nesta lei ele medita dia e noite. Esse homem é como uma árvore que cresce na beira do riacho; ela dá frutas no tempo certo” (Sl.1.2,3).

Nesta passagem, dar fruto está relacionado diretamente à importância que a Palavra de Deus tem para nós (observe que não está escrito lê, mas medita).

À medida que lemos e meditemos na Bíblia, o Espírito Santo – que inspirou a Bíblia, como sabemos – vai nos convencendo de pecados que precisam ser erradicados e nos dirige ao padrão de vida que Deus quer para nós.

Sem a Palavra de Deus não pode haver crescimento espiritual duradouro nem produção de fruto em nossa vida.

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

O QUE REALMENTE IMPORTA?

QUAL O VALOR MÁXIMO, AQUILO DE MAIOR IMPORTÂNCIA?
Marcos 12:29, 30 Respondeu Jesus: “O mais importante [mandamento] é este: ‘Ouve, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus, o Senhor é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças’”.

Marcos 12:33 Amá-lo de todo o coração, de todo o entendimento e de todas as forças, e amar ao próximo como a si mesmo é mais importante do que todos os sacrifícios e ofertas.

À declaração “o Senhor é o único Senhor” corresponde a ordem para que o amemos de todo o coração, etc. E esse amor integral é mais importante do que qualquer prática exterior! Há muita gente que anda praticando as formalidades exteriores de culto a Deus, mas que na prática vive em adultério espiritual, porque seu coração não pertence totalmente ao Senhor. Perdeu a simplicidade!

O QUE O SENHOR ESPERA DE NÓS?
Não é a prática ousada de “atos espirituais”. Não é que jejuemos 45 dias e oremos quinze horas por dia. É simplesmente que O coloquemos em primeiro lugar em nossas vidas e que, com simplicidade, nos aproximemos dEle diariamente para amá-lo e adorá-lo como o único Senhor de nossas vidas. Qualquer outra prática precisa ser validada por essa realidade interior! É por isso que a adoração, para nós, é sempre um ato do espírito!

João 4:21, 23 Jesus declarou: “Creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém. No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura”. Havia uma discussão religiosa entre os samaritanos e os judeus, sobre qual era o verdadeiro local de adoração: o monte Gerizim, em Samaria, ou Jerusalém? Jesus rejeita essa discussão como parte do passado, e afirma a chegada de um novo tempo, em que nossa adoração acontece no espírito ­ no mais profundo de nós, num coração renovado, que tem no Senhor sua maior alegria. É ali, antes de tudo, que nossas prioridades precisam estar bem assentadas!

Viver a simplicidade do Reino significa também viver diante de Deus como quem se conhece, e sabe de suas próprias limitações. Se decidir ser simples em meu relacionamento com o Pai, isso significa que estou liberto para ser eu mesmo. Não preciso tentar bancar o “super-crente” diante do Pai.

2 Coríntios 12:7-9 Para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de satanás, para me atormentar. Três vezes roguei ao Senhor que o tirasse de mim. Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim.

Paulo está nos ensinando que podemos e devemos ser francos diante do Pai. Quem tem semelhante atitude, de transparência e simplicidade, ouve de Deus o que está no v. 9! Isto porque graça de Deus só é efetiva em nós quando nossas reservas pessoais chegam ao fim.

Já se falou quase tudo acerca do “espinho na carne” de Paulo. Fora um ou outro exagero, talvez quase todos estejam certos! Paulo era um homem que tinha defeitos, e não eram poucos. Era um homem de natureza apaixonada e pessoas assim freqüentemente vão aos extremos. Quando as Escrituras descrevem seu desentendimento com Barnabé (registrado em Atos 15:36-41), emprega uma palavra grega que significa literalmente “tempestade”; preso, diante do Senado judaico, ele deu uma resposta dura ao sumo sacerdote, e acabou tendo que se desculpar (Atos 23:3-5). Não é impossível, portanto, que entre seus “espinhos” estivesse um temperamento forte, com o qual precisasse lutar constantemente!

Em semelhante situação, o que devemos fazer? Não camuflar nosso problema, tentando escondê-lo dos outros e de Deus. O caminho da simplicidade é o caminho da transparência, da sinceridade. (Aliás, muitas vezes as palavras “simplicidade” e “sinceridade” são sinônimas nas Escrituras.) Eu imagino Paulo “chocado” diante de Deus: “Como é que o Senhor pode usar alguém como eu?” E a resposta era: “O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”!

2 Coríntios 4:7 Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.
Nada disso significa conivência com o pecado, ou prazer em fraquezas e falhas. Ao contrário; é impossível que eu me alegre por causa das minhas fraquezas. Paulo fala em se gloriar alegremente nas fraquezas, e não por causa delas. Se adotar uma atitude de transparência, de sinceridade, de simplicidade, posso me alegrar mesmo em meio às fraquezas, porque sei que o Senhor continuará Sua obra em minha vida!

2 Coríntios 3:18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
A transformação acontece com aqueles que contemplam a glória do Senhor com o rosto desvendado (NVI, “com a face descoberta”). Não há transformação para os “mascarados”. É preciso primeiro tirar as máscaras.

Precisamos ter a coragem de ser simples diante de Deus, ­não apenas descomplicados, deixando de lado o que é supérfluo e não tem importância para dar valor ao que realmente importa, mas também sinceros, singelos, transparentes, de forma que a graça de Deus possa nos atingir e agir em nossas vidas.   

Pr Rui – comunidadecarisma 

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 1 de setembro de 2018

A IMPORTÂNCIA DA COMUNHÃO


Sem dúvida alguma, a comunhão é um dos aspectos mais importantes e fundamentais do cristianismo, e isso é facilmente comprovado através das inúmeras passagens encontradas nas escrituras, tanto no antigo, quanto no novo testamento.

A palavra comunhão, vem do termo grego “koinonia” (κοινωνία), e dependendo do contexto, pode significar: companheirismo, participação, comunicação, ter algo em comum ou compartilhar.

Muitos enxergam a comunhão com o corpo de Cristo (a igreja), como uma espécie de termômetro do nosso relacionamento com Deus, ou seja, se temos comunhão com nossa igreja local, podemos ter comunhão com Deus, se temos dificuldade em ter comunhão com nossa igreja, com certeza nosso relacionamento com Deus está afetado. Então a comunhão é vertical e horizontal.

Atualmente, vivemos dias onde os relacionamentos têm se tornado cada vez mais superficiais. A famosa era da tecnologia, que na maioria das vezes, nos afasta de quem está perto e nos “aproxima” de quem está longe.

Isso e outras coisas, tem afetado também a comunhão na igreja de Cristo, impossibilitando que criemos laços profundos, não nos permitindo ter experiências afetivas de qualidade. Através do exemplo da igreja primitiva registrado em Atos 2:42-47, percebemos que uma igreja saudável é aquela que cresce em 3 sentidos: para cima (adoração), para dentro (comunhão) e para fora (evangelização). Esse crescimento tríplice só é possível de se experimentar através de uma comunhão genuína.

No Salmo 133 o rei Davi expõe de maneira muito clara, o porquê viver em comunhão é tão poderoso, vejamos:

É BOM E AGRADÁVEL – Assim como um pai se alegra em ver seus filhos convivendo em harmonia, é bom e agradável para Deus nos ver vivendo em comunhão. Além de fortalecer os laços e relacionamentos, ela é uma excelente ferramenta evangelística. Dificilmente alguém permanece numa igreja se não consegue construir laços verdadeiros de amizade. Sobre isso o pastor Hernandes Dias Lopes disse o seguinte: "A evangelização sem a comunhão é como uma sala de obstetrícia, onde os bebês recém-nascidos são abandonados à sua própria sorte."

É COMO O ÓLEO - Imagino eu, que quando Davi escreveu este Salmo, começou relatando o quão é importante os irmãos viverem em união; mas, no entanto, não ficou satisfeito em escrever só esta frase e começou a pensar:
Como eu posso mostrar para este povo, o nível de importância que é viver em unidade?
Como ele se dirigia ao povo judeu, resolveu usar como analogia algo que fazia parte do dia a dia deles, e que é muito rico em simbologias, o óleo.
Coincidentemente, a utilidade do óleo também era tríplice: como símbolo espiritual, como remédio e como cosmético.

• Da mesma forma, a comunhão é a expressão exterior, da ação interior do Espírito Santo em nossas vidas. (“Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. ” João 13:35)
• Da mesma forma, a comunhão produz cura na alma e alívio nos momentos de dor.
• Da mesma forma, a comunhão embeleza os relacionamentos de amizade.

Outro ponto importante é que esse óleo à que ele se refere, era:
• Precioso e caro – Não era qualquer óleo e sim o usado para consagração do sacerdote.
• Percorria todo o corpo – O óleo descia em abundancia da cabeça aos pés de Arão, demonstrando unidade de todo o corpo.
E por último, trazendo para os nossos dias, um motor, uma engrenagem, tem o seu funcionamento comprometido quando não está devidamente lubrificado. Da mesma forma, a igreja, o corpo de Cristo, não funcionará bem e terá muitos “atritos” em suas partes sem a ação do óleo do Espirito Santo.

É COMO O ORVALHO – Outra analogia usada por Davi foi a do orvalho de Hermon, que é o monte mais alto de Jerusalém. Durante a maior parte do ano seu pico é coberto de neve, fazendo com que caia uma grande quantidade de orvalho nas regiões circunvizinhas. Esse orvalho é tão abundante, que as tendas dos viajantes que acampam a sua volta, aparecem molhadas como se tivesse chovido sobre elas durante a noite. Outro detalhe, é que esse orvalho além de regar toda a região a sua volta, gerando vida durante o ano inteiro, chega até os montes de Sião que estão à quilômetros de distância.

Aqui também temos um tríplice significado, pois o orvalho tem as seguintes propriedades, ele: refrigera, fertiliza e gera vida.
• Da mesma forma, a comunhão refrigera e traz conforto nos momentos de calor.
• Da mesma forma, a comunhão traz os nutrientes e vitaminas necessárias.
• Da mesma forma, a comunhão gera vida, dá frutos!
E finalmente, da mesma forma que o orvalho atinge os montes de Sião, que ficam à mais de 200 km de distância do monte Hermon, assim é o poder da comunhão, ela não só abençoa quem está próximo, mas também quem está longe.

GERA BENÇÃO E VIDA - Davi finaliza dizendo que Ali, em Sião, o Senhor ordena sua benção e para sempre. Sião era o lugar onde se encontrava Jerusalém, onde se encontrava o tabernáculo, onde se encontrava a igreja de Deus no AT e era o símbolo da união espiritual do povo de Israel. No Novo Testamento, Sião passa a simbolizar o reino espiritual de Deus, a Jerusalém celestial (Hebreus 12:22; Apocalipse 14:1). 

1 Pedro 2:6 diz o seguinte: "Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado." Quando estamos ligados, uns aos outros, em comunhão, o Senhor não só nos abençoa, como também gera vida, em nós e através de nós. Que o “Ali”, seja aqui.

Essa reflexão nos leva a alguns questionamentos:
1º Estou em comunhão com Deus e com a Igreja?
2º É possível estar em comunhão com Deus, porém não estar com a Igreja?
3º Me sinto realmente envolvido com o Corpo de Cristo (Igreja)?

Caso você sinta que está sem comunhão com Deus, hoje é uma grande oportunidade para mudar isso. Você pode começar a desfrutar dessa vida de comunhão a partir de agora.

Ricardo Soares

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 26 de junho de 2018

A IMPORTÂNCIA DA BÍBLIA NA PREGAÇÃO


O NT mostra claramente que o propósito divino para a igreja, coletivamente, e para os cristãos, individualmente, é a maturidade espiritual. Coletivamente, Paulo mostra-nos a necessidade da maturidade, ao declarar que: "O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro" (Ef 4. 14). E, individualmente, também por intermédio do apóstolo Paulo, percebemos que o cristão tem como alvo principal da maturidade espiritual tornar-se semelhante a Cristo.

A vontade de Deus para cada cristão é expressa claramente por meio da declaração que ele faz aos romanos: "Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos" (Rm 8. 29).

Sendo a maturidade espiritual o desenvolvimento do caráter de Cristo no cristão, pergunta-se: como acontece o crescimento espiritual? Ou, como o cristão pode tornar-se maduro, adulto na fé? A resposta para essas questões não pode ser outra senão aquela que aponta à aceitação, ao estudo e à prática da Bíblia como Palavra de Deus, como o meio por intermédio do qual todos os cristãos, individual e coletivamente, podem se tornar maduros espiritualmente.

A BÍBLIA É UM LIVRO EXTRAORDINÁRIO
As Sociedades Bíblicas afirmam que bilhões de pessoas têm pelo menos um exemplar da Bíblia disponível em suas mãos. Mas, certamente, uma pequena porcentagem delas reconhece claramente o que a Bíblia é. A Bíblia, por ser a Palavra de Deus, é um livro único, pois além de termos, em seu conteúdo, o registro de fatos memoráveis do relacionamento Deus homem, o fato de termos ainda hoje, no início do século XXI, esse livro nas mãos de tantas pessoas, comprova que ela é um livro extraordinário.

A ORIGEM
A Bíblia é um livro extraordinário porque sua origem é especial. Deus revelou-se ao homem de maneiras diversas (Hb 1.1-3). Revelou-se audivelmente, comunicando-se com o primeiro casal, no Éden (Gn 1.27-31, 2.18-25 e 3.8-19); revelou-se por meio da criação, dando oportunidade para que todo ser humano reconhecesse sua glória (Sl.19.1-6, Rm1.19-20); revelou-se por meio dos profetas que indicavam a vinda de uma nova época em que o homem poderia de novo ter plena comunhão com Ele (Jr 31.31-33; Ml 3.1-4); revelou-se plenamente por intermédio da encarnação, quando em Jesus Cristo mostrou o único caminho de volta a Ele (Jo 1.14, 14.6); e, por fim, revelou-se ao inspirar homens separados (2 Tm 3.16-17; 2 Pe. 1.19-21) para registrar a sua vontade para nós, suas criaturas.

A UNIDADE
A Bíblia é um livro extraordinário, porque sua unidade é perceptível, embora tenha sido escrita durante um período de aproximadamente mil e quinhentos anos por um grupo de cerca de quarenta escritores. Esses escritores produziram sessenta e seis livros, em diferentes épocas e contextos, reconhecidos como inspirados, os quais formam um só volume, um só livro. Um único livro que contém uma única mensagem: a salvação que Deus oferece, por intermédio de Jesus Cristo, ao ser humano que, por causa do pecado, foi separado do Senhor. .

A TRANSMISSÃO
A Bíblia é um livro extraordinário, porque sua transmissão, por meio de milhares de cópias, foi preservada até nossos dias. Escrita em hebraico, grego e, em pequena quantidade, em aramaico, pelos escritores originais divinamente inspirados, a pureza de seu conteúdo pode ser comprovada pelo estudo de sua transmissão. Somente o supremo controle de Deus, sobre os autores e os escribas que copiaram esse material, pode explicar esse fenômeno.

A SUA SOBREVIVÊNCIA
A Bíblia é um livro extraordinário, porque sua sobrevivência através desses trinta e tantos séculos pode ser comprovada pela história. Depois de ter enfrentado a ordem do imperador Diocleciano, em 303 d.C., de ser destruída pelo fogo, ela se mantêm para todos que procuram em suas páginas a orientação divina que o homem tanto necessita. Ela ainda enfrenta ameaças e proibições de governos e de regimes totalitários. Os regimes passam e se desfazem, mas a Bíblia tem permanecido como a poderosa Palavra de Deus.

Itamir Neves de Souza

Por Litrazini
Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.