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sábado, 16 de novembro de 2024

IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA

“Por isso, tudo suporto por amor dos eleitos, para que também eles alcancem a salvação que há em Cristo Jesus com glória eterna”. (2Tm.2.10);

“E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas” (ICo.9.25).

Para conseguir tudo isto a disciplina é a chave.

Nenhum corredor completa o treinamento ou a corrida sem disciplina;

Nenhum programa de perda de peso é mantido sem disciplina;

Nenhuma mente é aguçada sem disciplina;

Nenhuma tentação é vencida sem disciplina.

Os vencedores sabem que a perseverança disciplinada deve ser a parte principal de seu treinamento.

Sem disciplina nós podemos dizer adeus à vitória.

As vezes aqueles que crescem mais rapidamente e se tornam os melhores modelos de força e determinação são os que enfrentam circunstâncias extremamente difíceis.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 13 de outubro de 2024

DISCIPLINA E OBEDIÊNCIA

Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo. (Fp 3.15-16)

Não basta correr com disposição e vencer a corrida; o corredor também deve obedecer às regras.

Nos jogos gregos, os juízes eram extremamente rigorosos com respeito aos regulamentos, e o atleta que cometesse qualquer infração era desqualificado.

Não perdia a cidadania (apesar de desonrá-la), mas perdia o privilégio de participar e de ganhar um prêmio.

Era esse tipo de situação que Paulo tinha em mente em I Co 9.24-27: "Todo atleta em tudo se domina" (I Co 9.25).

O atleta que se recusa a treinar é desqualificado, como também é o atleta que transgride as regras do jogo (II Tm 2.5).

Um dia, todo cristão vai se encontrar diante do tribunal de Cristo (Rm 14.10-12).

O termo grego para "tribunal" é bema, a mesma palavra usada para descrever o lugar onde os juízes olímpicos entregavam os prêmios!

Se nos disciplinarmos a obedecer às regras, receberemos o prêmio.

O relato bíblico é repleto de gente que começou a corrida com grande sucesso, mas que fracassou no final por não atentar para as regras de Deus.

Não perderam a salvação, mas perderam a recompensa (I Co 3.15).

Que venhamos atentar para o texto de Hebreus 12.1:

"Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta".

Hernandes Dias Lopes / Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 28 de janeiro de 2024

SOFRIMENTO POR NOSSA PRÓPRIA CULPA

Às vezes sofremos, aparentemente, por causa de Cristo, quando na verdade estamos sofrendo por nossa própria insensatez.

Há o sofrimento que é causado pelo nosso pecado e rebeldia.

Se você, por exemplo, usa o tempo da firma para pregar o Evangelho aos seus colegas e acaba sendo despedido, você pode pensar que está sofrendo por causa de Cristo.

Na realidade, você está sofrendo por causa do seu erro.

Você está sendo pago para trabalhar e não para pregar o Evangelho.

Pregue o Evangelho nas horas de folga e no fim do expediente.

Restrinja-se a viver o Evangelho durante o serviço.

Se você entra numa casa cheia de ídolos criticando e é jogado para fora, poderá pensar que está sofrendo por causa de Cristo, mas, na verdade, está sofrendo pela sua falta de gentileza e tato.

Se você, jovem, chega tarde em casa por estar até altas horas da noite em reuniões da igreja e é criticado pelos seus pais, poderá pensar que está sofrendo por causa de Cristo, mas, de fato, está sofrendo porque está desobediência a seus pais.

Quando o sofrimento é causado por nós, ele faz parte da disciplina de Deus para nos corrigir (Salmo 32).

Transcrito Por Litrazini

https://www./kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 26 de dezembro de 2023

REFINADOS E FORTALECIDOS

A disciplina do Senhor é um fato bastante ignorado na vida dos cristãos.

Geralmente a gente expressa certo pesar por causa das nossas circunstâncias sem perceber que elas são apenas as consequências do nosso próprio pecado, e são parte da disciplina amorosa e graciosa de Deus.

A ignorância egoísta pode contribuir à formação de pecado habitual na vida de um cristão, o qual gera ainda mais disciplina.

Disciplina não deve ser confundida com punição a sangue frio.

A disciplina do Senhor é uma resposta ao Seu amor por nós, e o Seu desejo para que cada um de nós sejamos santos.

"Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão. Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem" (Pv 3:11-12).

Deus vai usar testes, provações e vários predicamentos para nos trazer de volta a Ele em arrependimento.

O resultado dessa disciplina é uma fé mais forte e um relacionamento renovado com Deus (Tg 1:2-4), sem mencionar destruir o poder que tal pecado tem sobre você.

A disciplina do Senhor é para o nosso próprio bem, para que Ele seja glorificado com nossas vidas.

Ele quer que tenhamos vidas de santidade, vidas que refletem a nova natureza que Deus nos tem dado (1Pe 1:14-16).

Se pecamos e não demonstramos nenhum arrependimento, podemos esperar ser disciplinados.

A dureza da disciplina, no entanto, é como formar um diamante de sua matéria-prima, pois dessa mesma forma seremos refinados e fortalecidos.

Ignorar a disciplina do Senhor e continuar a pecar vão nos trazer mais disciplina, mais dificuldades e até mesmo a morte.

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 6 de agosto de 2023

DISCIPLINA POR AMOR

Por amor Deus disciplina aqueles que são Seus

"Acaso, não entendem os obreiros da iniquidade? Esses, que devoram o meu povo como quem come pão? Eles não invocam a Deus" (Sl 53:4).

"Diz ele, no seu íntimo: Deus se esqueceu, virou o rosto e não verá isto nunca."(Sl 10.11) 

Se Deus não causasse consequências, não aprenderíamos com os nossos erros e nem mudaríamos os nossos caminhos.

Deus só disciplina aqueles que são Seus, e Ele faz isso por amor a nós, não para nos prejudicar ou derrubar.

É a Sua maneira de dizer: "Meu filho, você está indo na direção errada, está na hora de virar e fazer o que é certo."

Se não formos corrigidos quando erramos, então continuaremos no erro

Deus pagou a penalidade por nossos pecados para que não tenhamos que sofrer a segunda morte, ou seja, o inferno (Ap 20:14).

Por causa do Seu amor por nós, Ele nos disciplina e traz de volta ao relacionamento que quer ter conosco.

Então, da próxima vez que você achar que está sofrendo as consequências do seu pecado, lembre-se de que é Deus disciplinando por amor.

Atos de desobediência às leis de Deus muitas vezes resultam em consequências temporais que nada têm a ver com a Sua disciplina.

Por exemplo, um assassino que vem a Cristo e se arrepende de todo o seu pecado receberá o perdão de Deus no sentido eterno;

Ele vai desfrutar de plena comunhão com Deus por toda a eternidade no céu.

No entanto, a sociedade em que vive ainda vai exigir que pague o preço por seu crime em um sentido temporal.

Ele talvez tenha que passar toda a sua vida na prisão ou até mesmo ser executado por seu crime.

Mas, mesmo nessas situações, ainda pode ser muito usado por Deus enquanto espera por sua redenção final e alegria eterna.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 9 de junho de 2021

PARA TER AUTOCONTROLE

Há certas ocasiões que, antes de perceber o que está fazendo, você perde o controle, e passa ser vítima do seu descontrole, velada ou violentamente.

Os resultados são prostituição, impureza, lascívia, que nos sobrevêm quando perdemos o controle sobre a paixão e nos deixamos levar por ela; idolatria e feitiçarias, quando desesperamos diante das circunstâncias e buscamos bênçãos de todo tipo; inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções e invejas, que nos dominam quando damos lugar aos desejos de superação do outro; bebedices e glutonarias, quando nos deixamos escravizar pelo desejo do nosso ventre. (Gl 5.19-20)

Conheça-se e use o conhecimento a seu respeito a seu próprio favor. Tendemos a não perceber como somos, mas devemos nos esforçar para tal. Se você, no trânsito, é um pé de chumbo, vigie seu comportamento, para que controle o seu ímpeto de sair em disparada.

A velocidade não é mais importante que você. Se você se ira com facilidade, evite as situações que a provocam a sua raiva.

Desenvolva métodos para que a irritação fique em níveis aceitáveis. Use o que você sabe a seu próprio respeito para se dominar melhor.

Aprenda a tomar atitudes diferentes das que toma hoje. Faça com que seus sentimentos e desejos não redundem sempre nos mesmos atos.

Você nasceu assim, mas não precisa morrer assim. Abra-se para o diferente. Faça o que nunca fez antes.

Valorize a disciplina. Quando Jesus disse que, se o nosso olho nos levar ao escândalo, devemos arrancá-lo, ele estava lembrando que precisamos subjugar o nosso corpo, quando este nos subjuga. Ponha objetivos na vida e se empenhe para alcançá-los. O autocontrole é o resultado da disciplina e do esforço próprio.

Deixe-se conduzir pelo Espírito de Deus. O domínio próprio é um esforço de quem vive pelo Espírito. Os homens em geral não pensam em disciplina, mas os cristãos nos esforçamos para viver de modo organizado, coordenado e harmônico.

Neste ministério, o Espírito Santo quer nos apoiar, para nos conduzir.

Deixe-se dirigir pelo Espírito. O autocontrole só é possível por meio de Sua ação em nós.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 3 de março de 2021

PRINCIPAIS MANEIRAS DE DISCIPLINA DIVINA

 DISCIPLINA PASSIVA

Um bom exemplo de disciplina passiva é o que encontramos na história do Filho Pródigo (Lc 15.11-31).

O filho mais moço da parábola deixou de crer que viver na casa do pai era o melhor para ele e pediu sua parte da herança para viver como bem quisesse.

O filho saiu de casa e acabou se dando mal, como era de se esperar. Perdeu tudo o que tinha e estava vivendo na desgraça. Nesta condição ele se arrepende e volta para casa.

O pai durante todo este período não tomou nenhuma medida disciplinar, nem mesmo depois, quando o filho retorna ao lar. Ele sabia que as consequências que o filho sofreu por causa de suas decisões tiveram um efeito disciplinar.

O filho aprendeu a lição! Só restava fazer uma festa para ele.

Às vezes, Deus não precisa fazer nada para nos disciplinar, pois as consequências dos nossos pecados são suficientes para nos ensinar. Deus fica nos observando e esperando pacientemente até que aprendamos a lição.

Não nos falta advertência. Sabemos que a Palavra condena determinadas coisas, mas não levamos isso muito a sério. Na verdade, não cremos no que Deus diz, e “quebramos a cara!”.

Não tenha medo de Deus, tema, isso sim, as consequências do seu pecado.

DISCIPLINA ATIVA

Outras vezes Deus precisa intervir e aplicar medidas corretivas. É o caso da ação de Deus diante da incredulidade do povo de Israel que os levou a recusar-se a tomar posse da terra prometida.

Não só eles deixaram de entrar, mas, principalmente, Deus os levou a peregrinar pelo deserto por 40 anos a fim de aprenderem a confiar nele.

Uma nova geração aprendeu a ver Deus suprindo água e alimento, e preservando suas roupas de forma milagrosa em meio a um deserto, onde eles mesmos não podiam fazer nada. Leia Deuteronômio 8.2-5.

Quando finalmente aprenderam a lição, estavam, então, preparados para crer e obedecer ao Senhor na conquista da terra.

Deus pode intervir na sua vida mantendo-o por um tempo desempregado, ou tirando algo que lhe é muito valioso, até que você aprenda a confiar nele. Contudo, não pense que Deus tenha raiva de você e o esteja punindo.

Ele o disciplinará porque o ama, porque você é seu filho, e ele quer o melhor para você. Ele quer ensiná-lo a confiar nele e a depender dele. Ele quer que você experimente o melhor da vida que ele lhe tem preparado.

“Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga (açoita) todo aquele a quem aceita como filho” (Hb.12. 5,6).

“Portanto, fortaleçam as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes. Façam caminhos retos para os seus pés, para que o manco não se desvie, antes, seja curado” (Hb.12.12,13).

Alexandre Tempel

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 17 de março de 2020

A PALAVRA DE DEUS


“...Ele te humilhou, e te deixou ter forme, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram, para te dar a entender que nem só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor, disso viverá o homem”. Deuteronômio 8.3

O QUE A PALAVRA DE DEUS PRODUZ EM NÓS?
ORIENTAÇÃO (Salmo 119.105);
ESTABILIDADE (Efésios 4.14);
SABEDORIA (Salmo 119.99-100);
VITÓRIA CONTRA O PECADO (Salmo 119.11);
PAZ (Salmo 119.165);
ESPERANÇA (Romanos 15.4);
REVELAÇÃO (Hebreus 4.12)

O QUE NÓS DEVEMOS FAZER COM A PALAVRA DE DEUS?
DESEJAR (I Pedro 2.2);
TEMER COM TREMOR (Isaías 66.2);
EXAMINAR (Atos 17:11);
BUSCAR (Isaías 34.16);
GUARDAR NO CORAÇÃO (Deuteronômio 11.18; Colossenses 3.16);
PRATICAR (João 15.7; Tiago 1.22-25);
ENSINAR (Deuteronômio 11.19)

COMO DEVEMOS LER A PALAVRA DE DEUS
a). Começar pelos evangelhos. Ler, na ordem, os quatro evangelhos no mínimo duas vezes. Depois o livro de Atos, as epístolas e por último Apocalipse.
b) Os tipos de leitura são:
Devocional: Nesse tipo de leitura a ênfase está em particularizar a Palavra, não levando em conta o aspecto histórico, doutrinário, etc. Se lê poucos versículos, meditando, “ruminando” a Palavra para extrair tudo para nossas vidas, em caráter pessoal.
Sistemática: Nessa tomamos a Palavra como um todo, de maneira ordenada. Deve-se ler capítulos para que não se perca o contexto.
c) Ler com oração, pedindo que o Espírito Santo descortine a Palavra para nós
d) Memorizar as verdades centrais da Palavra
e) Ler primordialmente o novo testamento pois nele estão contidas as realidades e não as sombras (Colossenses 2:16,17)

Devemos ter uma disciplina de leitura e meditação da Palavra de Deus. Não devemos afrouxar nem um pouco nesse ponto. Quando nos distanciamos da leitura constante da Palavra de Deus corremos o risco de cair no fanatismo (na prática é observar preceitos de homens cegamente sem questionar pela Palavra de Deus) ou misticismo (interpretar a Palavra de acordo com as experiências espirituais subjetivas; espiritualidade sem fundamento).

O sangue de muitos irmãos foi derramado para que a Palavra de Deus conforme temos conosco pudesse ser preservada; inúmeras foram as tentativas de tirá-la de nós ou de ridicularizá-la, porém ela permanece como uma rocha perante tudo isso.

Nós que cremos na restauração do Senhor temos que ser, mais do que ninguém, fiéis à leitura constante da Palavra para que possamos receber revelação de Deus sobre a plenitude de Deus na Igreja.

Transcrito por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ANO NOVO COM DISCIPLINA

Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais. (Jeremias 29.11)

Chegamos a 2017! Mais uma etapa se inicia em nossa vida. E, como fazemos em todo início de ano, comprometemo-nos a ser mais disciplinados na área espiritual. Isto significa lermos a Palavra de Deus e meditarmos sobre ela diariamente, orarmos, jejuarmos, evangelizarmos.

Na área emocional, assumimos o compromisso com nosso cônjuge, nossos filhos, familiares, amigos e irmãos em Cristo de relacionarmo-nos da melhor maneira possível, praticando a bondade, a tolerância, o perdão e a humildade.

Já na área profissional, comprometemo-nos a desempenhar nossa função com determinação e entusiasmo.

Apesar de tantas promessas, com o passar dos dias e dos meses, os obstáculos, que são normais à vida de qualquer ser humano, vão fazendo com que inúmeras pessoas comecem a perder a motivação e o foco. Muitas vezes, elas até pensam em desistir de sonhos e projetos que tanto desejavam realizar.

Muitas se deixam levar pela indisciplina, que passa a tomar conta do seu comportamento. Essa atitude errada leva essas pessoas a grandes frustrações, pois as metas e os planejamentos que fizeram não se concretizaram.

Saiba que a indisciplina é a mãe do fracasso; o medo é o pai; a madrinha é a ignorância em seu sentido amplo; e o padrinho, o planejamento mal feito. A indisciplina é cruel, pois não perdoa nunca.

É muito importante que você, neste novo ano, utilize-se da coragem, do conhecimento e do planejamento. Eles são essenciais para que consiga ser bem-sucedido, mas ficam impotentes sem a companhia da disciplina.

Disciplina, em latim, significa ensino. Há, portanto, uma conexão entre a disciplina e o aprendizado. No sentido pessoal, a disciplina aumenta nossa capacidade de aprender e, a partir disso, de realizar. Quem é disciplinado aprende, produz, cria e alcança os objetivos aos quais se propôs. E, o mais importante, é livre.

A disciplina não nos aprisiona. Pelo contrário, liberta-nos da pressão externa e do sofrimento que vem dos sonhos não realizados, das frustrações autoprovocadas, da miséria, da desesperança. Uma mente livre é uma mente disciplinada. Portanto, as pessoas disciplinadas são mestras de si mesmas.

O filósofo Aristóteles insistia na disciplina como sendo uma “qualidade da alma”. É o poder que permite o ser humano diferenciar-se dos animais, porque significa a vitória da razão, a única possibilidade de uma pessoa realizar seus sonhos e projetos. Para Aristóteles, a virtude moral é o resultado do hábito. Somos o que repetidamente fazemos. Forjamos o nosso caráter nas atividades diárias, e estas construirão nossa história.

Em suma, sem a disciplina, a coragem, o conhecimento, o planejamento e a determinação, qualquer sonho e projeto não passará de devaneio.

Que, neste novo ano, você possa usar no seu viver diário esses ingredientes em todas as áreas da sua vida: espiritual, emocional, física e material. Assim, os seus projetos se realizarão em nome de Jesus.

Deixe Deus ser o Senhor da sua vida, e seja disciplinado em tudo o que se propor a fazer fizer. Dessa forma, você terá um futuro de paz e de esperança.

Um 2017 repleto de saúde, paz, alegria, amor, unção, prosperidade e muita disciplina!

Elizete Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

EDUCADOS PELA GRAÇA

“O que ama a instrução ama o conhecimento; mas o que aborrece a repreensão é insensato.” (Pv. 12.1)

Jesus disse que, caso não nos fizéssemos como crianças, não poderíamos entrar de modo algum no reino dos céus.

Evidentemente, não estava se referindo a criancices ou imaturidade, mas à característica comum a todas as crianças, que é a de permitir serem instruídas, tanto que a palavra “criança” no original grego, do Novo Testamento é da mesma raiz da palavra “instrução” (paidion), significando, “aquele que recebe instrução”.

De fato, se não há em nós este amor e busca pela instrução do Espírito Santo, através das Escrituras, jamais poderemos alcançar o conhecimento verdadeiro de quem seja Deus e qual seja a sua vontade, em pleno discernimento do significado dos seus mandamentos.

Pelo que se subentende da afirmação do segundo provérbio; de que aquele que aborrece a instrução é insensato, vemos que a instrução a que se refere o primeiro traz em si alguma repreensão, pois esta também faz parte de uma boa instrução, quando nos tornamos reprováveis e dignos de sermos admoestados, para nos desviarmos do caminho do erro que estivermos trilhando.

Por isso, nosso Senhor afirma no livro de Apocalipse, que repreende e disciplina a quantos ama.

Por experiência própria, e pelo que podia observar das operações de Deus na Igreja, o autor de Hebreus também afirma que Deus corrige a todo filho porque os ama, de modo a fazê-lo participante da sua santidade.

O fim em vista da repreensão e da disciplina é, portanto e, sobretudo o de nos santificar, de maneira que possamos permanecer em comunhão com Deus.

Pr Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A PALAVRA DE DEUS

“...Ele te humilhou, e te deixou ter forme, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram, para te dar a entender que nem só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor, disso viverá o homem”. Deuteronômio 8.3

O QUE A PALAVRA DE DEUS PRODUZ EM NÓS?
ORIENTAÇÃO (Salmo 119.105);
ESTABILIDADE (Efésios 4.14);
SABEDORIA (Salmo 119.99-100);
VITÓRIA CONTRA O PECADO (Salmo 119.11);
PAZ (Salmo 119.165);
ESPERANÇA (Romanos 15.4);
REVELAÇÃO (Hebreus 4.12)

O QUE NÓS DEVEMOS FAZER COM A PALAVRA DE DEUS?
DESEJAR (I Pedro 2.2);
TEMER COM TREMOR (Isaías 66.2);
EXAMINAR (Atos 17:11);
BUSCAR (Isaías 34.16);
GUARDAR NO CORAÇÃO (Deuteronômio 11.18; Colossenses 3.16);
PRATICAR (João 15.7; Tiago 1.22-25);
ENSINAR (Deuteronômio 11.19)

COMO DEVEMOS LER A PALAVRA DE DEUS
a). Começar pelos evangelhos. Ler, na ordem, os quatro evangelhos no mínimo duas vezes. Depois o livro de Atos, as epístolas e por último Apocalipse.

b) Os tipos de leitura são:
Devocional: Nesse tipo de leitura a ênfase está em particularizar a Palavra, não levando em conta o aspecto histórico, doutrinário, etc. Se lê poucos versículos, meditando, “ruminando” a Palavra para extrair tudo para nossas vidas, em caráter pessoal.
Sistemática: Nessa tomamos a Palavra como um todo, de maneira ordenada. Deve-se ler capítulos para que não se perca o contexto.

c) Ler com oração, pedindo que o Espírito Santo descortine a Palavra para nós

d) Memorizar as verdades centrais da Palavra

e) Ler primordialmente o novo testamento pois nele estão contidas as realidades e não as sombras (Colossenses 2:16,17)

Devemos ter uma disciplina de leitura e meditação da Palavra de Deus. Não devemos afrouxar nem um pouco nesse ponto. Quando nos distanciamos da leitura constante da Palavra de Deus corremos o risco de cair no fanatismo (na prática é observar preceitos de homens cegamente sem questionar pela Palavra de Deus) ou misticismo (interpretar a Palavra de acordo com as experiências espirituais subjetivas; espiritualidade sem fundamento).

O sangue de muitos irmãos foi derramado para que a Palavra de Deus conforme temos conosco pudesse ser preservada; inúmeras foram as tentativas de tirá-la de nós ou de ridicularizá-la, porém ela permanece como uma rocha perante tudo isso.

Nós que cremos na restauração do Senhor temos que ser, mais do que ninguém, fiéis à leitura constante da Palavra para que possamos receber revelação de Deus sobre a plenitude de Deus na Igreja.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 17 de abril de 2016

É ENORME A FORÇA DA ORAÇÃO!

A oração de uma pessoa obediente a Deus tem muito poder. (Tg 5.16c)

É perfeitamente possível sentir-se relaxado durante a oração e depois dela, mas a oração é muito mais do que um exercício mental. Ela tem um valor enorme em muitos aspectos da vida cristã.

Tiago afirma que a oração tem muito poder. Muitos crentes têm na lembrança a versão mais conhecida: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”.

Foi por causa da oração de Abraão que Deus se dispôs a poupar Sodoma e Gomorra caso houvesse pelo menos dez pessoas arrependidas (Gn 18.30).

Foi por causa da oração de Isaque que Rebeca engravidou e deu à luz os gêmeos (Gn 25.21).

Foi por causa da oração de Jacó que Esaú e seus quatrocentos homens armados não tocaram nem num fio de cabelo dele, de suas quatro esposas e de seus doze filhos (Gn 33.4).

Foi por causa da oração que Ana obteve a mesma bênção de Sara, Rebeca, Raquel e a mulher de Manoé (1Sm 1.17).

Foi por causa da oração que o rei Ezequias escapou da morte avisada e viveu mais quinze anos (2Rs 20.5).

Foi por causa da oração da igreja que as correntes que mantinham Pedro preso se soltaram e ele pôde sair da prisão (At 12.5-8). E assim por diante: ontem, hoje e amanhã.

A oração tem muito poder, muita força, muita eficácia, mas não é uma coisa tão fácil como pode parecer.

Tiago toma todo cuidado para não baratear a oração. Ele não diz simplesmente: “A oração tem muito poder” omitindo as palavras “de uma pessoa obediente a Deus” ou “de um justo”.

O segredo da oração que Deus ouve não é mencionado apenas por Tiago. O salmista recorda: “Se eu tivesse guardado meus pensamentos no coração, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66.18).

A oração bem-sucedida depende de uma estreita comunhão com Cristo: “Se vocês ficarem unidos comigo, e as minhas palavras continuarem em vocês, vocês receberão tudo o que pedirem” (Jo 15.7).

Tiago destaca ainda outros elementos da oração: ela precisa ser assídua, fervorosa, insistente e perseverante.

A oração força o exercício da piedade e da disciplina pessoal!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 2 de abril de 2014

É enorme a força da oração!

A oração de uma pessoa obediente a Deus tem muito poder. (Tg 5.16c)

É perfeitamente possível sentir-se relaxado durante a oração e depois dela, mas a oração é muito mais do que um exercício mental. Ela tem um valor enorme em muitos aspectos da vida cristã.

Tiago afirma que a oração tem muito poder. Muitos crentes têm na lembrança a versão mais conhecida: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”.

Foi por causa da oração de Abraão que Deus se dispôs a poupar Sodoma e Gomorra caso houvesse pelo menos dez pessoas arrependidas (Gn 18.30).

Foi por causa da oração de Isaque que Rebeca engravidou e deu à luz os gêmeos (Gn 25.21).

Foi por causa da oração de Jacó que Esaú e seus quatrocentos homens armados não tocaram nem num fio de cabelo dele, de suas quatro esposas e de seus doze filhos (Gn 33.4).

Foi por causa da oração que Ana obteve a mesma bênção de Sara, Rebeca, Raquel e a mulher de Manoé (1Sm 1.17).

Foi por causa da oração que o rei Ezequias escapou da morte avisada e viveu mais quinze anos (2Rs 20.5).

Foi por causa da oração da igreja que as correntes que mantinham Pedro preso se soltaram e ele pôde sair da prisão (At 12.5-8). E assim por diante: ontem, hoje e amanhã.

A oração tem muito poder, muita força, muita eficácia, mas não é uma coisa tão fácil como pode parecer.

Tiago toma todo cuidado para não baratear a oração. Ele não diz simplesmente: “A oração tem muito poder” omitindo as palavras “de uma pessoa obediente a Deus” ou “de um justo”.

O segredo da oração que Deus ouve não é mencionado apenas por Tiago. O salmista recorda: “Se eu tivesse guardado meus pensamentos no coração, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66.18).

A oração bem-sucedida depende de uma estreita comunhão com Cristo: “Se vocês ficarem unidos comigo, e as minhas palavras continuarem em vocês, vocês receberão tudo o que pedirem” (Jo 15.7).

Tiago destaca ainda outros elementos da oração: ela precisa ser assídua, fervorosa, insistente e perseverante.

– A oração força o exercício da piedade e da disciplina pessoal!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 30 de julho de 2013

Somos todos virgens agora

Nós evangélicos somos conhecidos por nossa obsessão com virgindade. Não me entenda mal – eu afirmo que é uma coisa boa e que honra a Deus permanecer sexualmente puro antes do casamento (e durante e depois do casamento também). Como pastor, quero ensinar às pessoas sob meu cuidado o valor de ter suas primeiras experiências sexuais com seus cônjuges no leito matrimonial, não com o par do baile de formatura no banco de trás do carro. Quero que meus filhos valorizem a pureza sexual e entendam que luxúria não é amor, que o amor se expressa por meio do autocontrole.

A virgindade é importante porque a pureza sexual é importante porque Deus disse que é importante, mas ela não é a maior das virtudes. Não é a medida de piedade de um rapaz ou de uma moça. Não é o alvo ou a medida da uma vida cristã.

Essa obsessão evangélica com virgindade se manifesta em conferências jovens onde uma flor é passada pelo salão, de mão em mão, até que o preletor a receba de volta e mostre-a a todos, quebrada e manchada, questionando “quem vai querer uma rosa como essa?”. Os jovens olham e dizem “eu nunca ia querer uma rosa assim”. Mas há aqueles poucos que silenciosamente desviam o olhar e se entristecem, porque eles são essa rosa. E assim aprendem que foram estragados e que seu valor foi jogado fora (e como Matt Chandler nos lembra, Jesus quer a rosa!).

Essa obsessão se manifesta no curso pré-nupcial, onde rapazes que gastaram sua juventude olhando milhares de imagens pornográficas, de alguma forma, se imaginam em uma vantagem moral em relação à moça que fez sexo uma vez com um namorado. Afinal de contas, ele é virgem e ela não. É ela quem tem que buscar o perdão dele por ter entregado a outra pessoa o que era dele por direito.

Ela se manifesta nos jovens que fazem perguntas sobre a “virgindade técnica”, como se realizar certos atos sexuais incompletos é de alguma forma menos sério ou moralmente menos significante do que ir até o final. “Então tudo bem, ainda sou virgem!”. 

Essa obsessão com virgindade mede muitas coisas erradas, levanta muitas perguntas erradas e dá muitas respostas erradas.

Não apenas isso, mas essa obsessão causa muita dor. Elevar a virgindade ao primeiro lugar entre as virtudes machuca aqueles que foram criados na disciplina e instrução do Senhor, que foram genuinamente salvos, que estavam conscientes, mas escolheram ignorar o bom mandamento de Deus. Eles podem se sentir com se tivessem pecado de forma irreversível, que esse foi mais grave de todos os pecados, que foram relegados a uma subclasse de cristãos e que só serão capazes de desapontar o futuro cônjuge.

É doloroso para aqueles que foram criados na ignorância dos mandamentos de Deus, que simplesmente agiram da forma que os não crentes agem quando cometem pecados sexuais. Eles talvez se sintam como cidadãos de segunda classe do reino, aqueles que desperdiçaram a coisa mais preciosa que poderiam levar para um casamento.

É particularmente doloroso para aqueles cuja virgindade lhes foi tirada, que foram participantes sem consentimento de abuso ou de estupro. Eles podem se sentir estragados, como se tudo que tivessem a oferecer lhes tivesse sido brutal e insensivelmente tirado, e agora carregam um status inferior no casamento.

Deus não olha para seu povo e os divide entre não-virgens e virgens, estragados e não estragados, violados e puros. Ele não vê duas classes de pessoas: aqueles que esperaram para experimentar o sexo dentro do casamento e os que não o fizeram. Então por que nós assim fazemos? Por que ficamos obcecados com quem experimentou sexo e que não, como se isso fosse uma questão de absoluta importância? Por que esse é o pecado, de todo o grupo imenso de pecados, que marca para sempre uma pessoa, que muda para sempre seu status?

Toda essa obsessão com virgindade deixa passar a chave do Novo Testamento, a chave do evangelho. Quando Paulo escreve à igreja de Corinto, ele aborda especificamente o pecado sexual juntamente com uma grande variedade de ofensas contra Deus. Ele se refere aos adúlteros, aos efeminados e aos sodomitas, e ao final ele diz “Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus”. A palavra-chave aqui é fostes. Tais fostes alguns de vós. Alguns de vós fostes essas coisas, mas então Deus os lavou. Vocês eram assim, mas vocês foram santificados. Vocês eram essas coisas, mas fostes justificados. E agora vocês já não são essas coisas. Sua imoralidade sexual foi pesada sobre Cristo, e ele levou sobre si a vergonha, a culpa e a punição por ela.

Paulo nos diz que, aos olhos de Deus, somos todos santos. Por meio de Cristo nós somos todos redimidos, perdoados, feitos novos, purificados. Em Cristo, somos todos virgens.

Tim Challies/Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo

Por Litrazini
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Reflexões Evangélicas

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