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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

UNÇÃO E APROVAÇÃO

A fim de experimentarmos verdadeiras e duradouras vitórias. Devemos colocar tudo o que somos e temos inteiramente à disposição do Senhor.

Temos de consagrar tudo totalmente a Deus. Assim estaremos evitando que tais coisas se tornem laço e maldição em nossas vidas, levando-nos ao fracasso e derrota.

Qualquer qualidade que alguém possui só é importante no reino de Deus quando rendida, submetida e inteiramente consagrada a ele.

“... Não temais; aquietai-vos e vede o livramento do Senhor, que, hoje, vos fará... O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.” (Ex. 14.13,14).

“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana e sim no poder de Deus” (1 Co. 2.4,5).

Isso explica por que muita gente boa, famosa, culta, inteligente, habilidosa, talentosa, importante e influente na sociedade, nem sempre consegue obter êxito na vida cristã.

Muitas vezes, são pessoas bem sucedidas nos negócios, na profissão, nos empreendimentos, mas nunca experimentam o gosto, o sabor, o prazer e a alegria de levar uma vida a Cristo.

Às vezes até falam de Jesus com entusiasmo e eloquência, mas sem a unção de Deus, sem a demonstração do Espírito e de poder. “Sem mim nada podeis fazer”.

É tolice insistir em fazer qualquer coisa, principalmente de cunho espiritual como evangelizar; pregar; cantar; lecionar, orar, etc., sem o aval, a graça e sem a bênção de Jesus e sem a aprovação e unção do Espírito Santo.

Esse trabalho não prosperará. Jesus conquistou a vitória por nós, sujeitemos a ele as nossas armas e a nossa vida, e ele pelejará por nós.

Lamentavelmente a igreja de Cristo não tem obtido maiores vitórias, porque, em muitas vezes, em vez de lutar contra o pecado, o inimigo e o mundo, os cristãos se põe a guerrear contra os irmãos.

Jesus disse: “... Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa (ou igreja) dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt. 12.25).

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

PROPOSTAS INDECENTES

A Escritura é enfática em dizer que não podemos separar o culto que prestamos a Deus dos bens que possuímos, pois onde estiver o nosso tesouro, aí também estará o nosso coração.

Quando o povo de Israel estava para sair do Egito, Faraó fez quatro propostas a Moisés para reter o povo no cativeiro. Essas propostas eram indecentes. Tinham como objetivo enganar o povo e mantê-lo na escravidão. Vamos examiná-las:

EM PRIMEIRO LUGAR, NÃO VÁ, FIQUE (Ex 8.25).
A escravidão é um símbolo do pecado, Faraó é um símbolo de Satanás e o Egito é um símbolo do mundo. Faraó propôs a Moisés a continuar no Egito e a levantar ali mesmo altares a Deus. A princípio parecia uma proposta simpática e acolhedora. Mas, toda vantagem proposta por Satanás tem uma armadilha.

Ainda hoje, Satanás usa a mesma estratégia, induzindo as pessoas a pensar que podem adorar a Deus sem sair da escravidão do pecado. Que podem entrar para a igreja sem romper com os esquemas do mundo. Que podem colocar uma bela máscara de santidade, sem mudar de vida. Que podem se tornar religiosas sem novo nascimento.

Faraó propõe a religião da forma sem vida, do ritual sem conversão, da aparência sem novo nascimento. Moisés rechaçou peremptoriamente a sedutora proposta de Faraó e nós devemos, também, rejeitar firmemente as insinuações do diabo. Não basta levantar altares a Deus. Precisamos sair do Egito!

EM SEGUNDO LUGAR, VÁ, MAS NÃO VÁ LONGE (Ex 8.28).
Faraó agora propõe o povo ir, mas não ir tão longe. Faraó que até então castigava o povo com duros açoites e com trabalhos forçados, agora se transforma em chefe de relações públicas. Quer relacionamento. Abre as portas de seu império para o povo voltar sempre que sentir saudade. Quer manter os vínculos. Não quer cortar as raízes. A ideia de Faraó é esta: Vá, mas não vá tão longe. Vá, mas volte. Vá, mas não vá definitivamente.

Hoje, ainda, essa é uma proposta perigosa. O diabo além de acusador é também um sedutor. Depois de afligir seus súditos, tenta atrai-los, mostrando as vantagens do mundo. Oferece-lhes prazeres. Abre-lhes a porta da liberdade. Convida-os a vir e desfrutar do melhor do Egito. A tese de Faraó aqui é que você pode desfrutar o melhor dos dois mundos e viver com o coração dividido. Moisés, porém, rechaça com veemência essa sedutora proposta. Quem foi liberto da escravidão, não deve mais retroceder. A vida com Deus exige consagração plena!

EM TERCEIRO LUGAR, VÁ, MAS NEM TODOS (Ex 10.10,11).
Faraó propõe a Moisés levar o povo, mas deixar no Egito as crianças e os jovens. Com isso, está insinuando que o lugar para os jovens desfrutarem a vida é no Egito. Que levantar altares a Deus é uma atividade para aqueles que já dobraram o cabo da boa esperança e já se aproximam do cabo das tormentas. Faraó quer induzir Moisés a pensar que o culto a Deus não tem atrativos para os jovens e que eles devem ficar no Egito, onde os prazeres são mais vibrantes. Essa mentira de Faraó traveste-se de muitas outras sedutoras propostas em nossos dias.

Muitos jovens abandonam as fileiras da fé para retrocederem aos prazeres transitórios do pecado. Moisés, com firmeza pétrea, resiste a proposta de Faraó e não abre mão das crianças nem dos jovens. A família não pode estar dividida. Velhos, jovens e crianças, todos, devem estar na presença de Deus, a serviço de Deus, pois o lugar dos jovens desfrutarem a vida e encontrarem plenitude de alegria é na presença de Deus.

EM QUARTO LUGAR, VÁ, MAS DEIXE A GRANA (Ex 10.24,26).
Faraó ao ver esgotadas todas as suas sugestões, tentou sua última cartada. Sugeriu que Moisés fosse embora, mas deixasse para trás o rebanho. Os israelitas serviriam a Deus, mas seus rebanhos ficariam no Egito. A reposta de Moisés é corajosa e emblemática. Disse a Faraó que nem uma unha ficaria no Egito (Ex 10.26).

Muitos querem adorar a Deus, deixando seus bens no Egito. Querem servir a Deus sem consagrar a ele seus bens. A Escritura é enfática em dizer que não podemos separar o culto que prestamos a Deus dos bens que possuímos, pois onde estiver o nosso tesouro, aí também estará o nosso coração.

Cuidado com as propostas de Faraó, elas são indecentes e muito perigosas. Acautelemo-nos!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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