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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Você Serve A Deus?

“E, todavia, dizem a Deus: Retira-te de nós; porque não desejamos ter conhecimento dos teus caminhos.” (Jó.21.14)

Os dias estão se passando, as coisas acontecendo, e nos, vamos levando a vida, muitas das vezes extremamente preocupados que a vida venha nos levar, talvez, seja porque no profundo do nosso intimo não tenhamos certeza para onde iremos. Tanto quanto, passa as nuvens nos ares somos nós, alguns dias são leves, outros com densas nuvens, outros ainda carregados com as tempestades, amanhece, anoitece, estudamos, trabalhamos, fazemos planos, almejamos isto, galgamos aquilo, buscamos estabilidade, projetamos riquezas, amontoamos desejos só para nos satisfazer.

Vivemos uma vida entrelaçados com o mundo, com o que ele pode nos proporcionar nos ajustes aqui na terra e ainda querendo acordar com Deus. Buscamos estabilidade financeira de tamanha forma, como se ter dinheiro fosse o maior bem que pudesse existir, esquecemo-nos dos conceitos cristãos, dos valores morais e étnicos, da verdadeira adoração, da fé intransponível.

Valorizamos muito a criatura, colocamos o Criador numa caixa como está Aladim na lâmpada, quando queremos alguma coisa e só bater na palma da mão e Ele têm que aparecer para satisfazer os nossos desejos.

Jesus Cristo virou um serviçal, se pedirmos algo, e se, Ele não trouxer, achamos que o erro é Dele, Ele têm que fazer o que queremos, caso contrario Ele é quem não presta. Muitos, banham-se em banheiras perfumadas pela carnificina do mundo e dizem que tem o cheiro de Cristo. Parece que Cristo virou rio poluído, porque o cheiro que sai destes mostra a podridão que esta em seu coração.

Ter, poder, fazer, virou o mais desejado até por muitos que são escolhidos.

Se analisarmos minuciosamente quantos deuses nós temos? Será que não fazemos do dinheiro, da fama, do poder, do eu, do nosso bem amado “deuses”? Quantas vezes lutamos desesperadamente por essas coisas e esquecemo-nos da grandeza de Deus? Quantas vezes já nos curvamos diante das beldades do mundo? Quantas vezes trocamos as bênçãos de Deus pelos banquetes das trevas? Quantas vezes abrimos mãos de falar do evangelho por não haver aplausos? Quantas vezes recursamos adorar a Deus por não haver holofote? Quantas vezes recusarmos o ide porque o lucro não é propicio? Quantos não estão infiltrados entre o povo de Deus no intuito de se dar bem? E quantos se vestem com uma capa para não ser percebida as suas vestes manchadas do pecado? Quantos usam uma pintura sintética para que as aguas da verdade não retirem sua falsa beleza?

Muitos dizem eu adoro a Deus, mais o que é Deus? Quem é ele, de fatos sabemos o significado de Deus, entendemos seus feitos, cremos realmente que ele existe, somos de verdade Dele?

Quando dizemos a palavra Deus, nossa consciência tem que raciocinar que é porque vemos neste Ser o sobrenatural, superioridade incomparável, divindade única, deidade, isto é, conjunto de forças e/ou intenções que se materializam em uma divindade. Fonte de tudo que é divino, um ser onisciente, onipresente, onipotente, alguém benevolente com bondade inigualável, criador universal, soberania inquestionável, sapiência suprema, poder inabalável, amor incondicional, Ser inatingível, inquestionável em seu querer e fazer. Então, reconhecemos que, Este, merece a nossa reverencia, pois vimos Nele algo que não existe em nenhum outro ser. Denotamos o, Como Deus, ao reconhecermos isto então, O Adoramos.

Um Ser tão esplêndido assim tem condições de morar dentro de nós?

Se, somos Dele, precisamos que Ele habitar em nós, No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito. (Ef.2.22), Não há meio termo no reino de Deus, ou somos Dele ou não.

Só existe um único Deus em todo o universo Monoteísmo, só Deus/Yahvéh, criador de todas as coisas que existe, Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o exército delas segundo o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas faltará.(Is. 40.26) Deus é, quem chama as coisas que não são como se já fossem.(Rm. 4.17) Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Lc.12.31).

Como pois podemos dizer que conhecemos este Deus se queremos primeiro as outras coisas e o reino Dele vem depois? Não há uma inversão de valores e crença nisto?

Servir a Deus é seguir a sua palavra viver o seu reino, sem se preocupar com as coisas da terra, pois aquele que adora a Deus verdadeiramente sabe que, Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão. (Sl.37.25), Não se engane, procure conhecer a Deus, então você verá que, não existe riqueza maior!

Pastora Elza Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Quem sou eu em Cristo?

De acordo com 2 Coríntios 5:17: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; {criatura; ou criação} as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.”

Há duas palavras gregas que são traduzidas “nova” na Bíblia. A primeira, neos, refere-se a algo que acabou de ser feito, mas há muitos outros em existência exatamente iguais. A palavra traduzida nova nesse versículo é a palavra kainos, a qual significa algo que acabou de ser criado e que não existe nada igual.

Em Cristo, somos uma criatura completamente nova, assim como Deus criou os céus e a terra originalmente – Ele os criou do nada, e assim o faz conosco. Ele não simplesmente purifica o nosso velho ser; Ele cria um ser completamente novo, o qual passa a fazer parte de Cristo. Quando estamos em Cristo, somos “co-participantes da natureza divina” (2 Pedro 1:4). Deus, na pessoa do Seu Espírito Santo, passa a habitar em nossos corações. Estamos em Cristo e Ele em nós.

Quando estamos em Cristo e Ele em nós, somos regenerados, renovados e nascidos de novo, e essa nova criação se focaliza no espiritual, enquanto que a velha natureza se focaliza no carnal. A nova natureza está em comunhão com Deus, obediente à Sua vontade e dedicada ao Seu serviço. Essas são coisas que a velha natureza é incapaz de fazer ou de desejar fazer. A velha natureza é morta às coisas do Espírito e não pode se renovar.

Na velha natureza, somos “mortos nos delitos e pecados” (Efésios 2:1), e ela só pode se tornar viva através de uma ressuscitação supernatural que acontece quando vimos a Cristo e somos habitados por Ele. Ele nos dá uma natureza nova e santa e uma vida incorruptível. Nossa velha vida, anteriormente morta para Deus por causa do pecado, está enterrada, e somos ressuscitados para que “andemos nós em novidade de vida” com Ele (Romanos 6:4).

Em Cristo, somos unidos a Ele e não mais escravos ao pecado (Romanos 6:5-6); somos vivos em Cristo (Efésios 2:5); conformados à Sua imagem (Romanos 8:29); livres da condenação e andamos não segundo a carne, mas segundo o Espírito (Romanos 8:1), somos também parte do corpo de Cristo com outros crentes (Romanos 12:5). O crente agora possui um novo coração (Ezequiel 11:19) e tem sido abençoado “com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”(Efésios 1:3).

Podemos nos perguntar por que tão frequentemente não andamos da maneira que acabamos de descrever, apesar de termos entregado nossas vidas a Cristo e de termos certeza da salvação. Isso é porque nossas novas naturezas estão habitando nos velhos corpos carnais e eles estão em guerra um com o outro. A velha natureza está morta, mas a nova natureza ainda tem que batalhar com a velha “tenda” onde habita.

O mal e o pecado ainda estão presentes, mas o crente agora os enxerga de uma nova perspectiva, e eles não mais o controla como antes. Em Cristo, podemos agora resistir o pecado, enquanto que a velha natureza não podia fazer isso. Agora temos a escolha de alimentar a nova natureza através da Palavra, oração e obediência, ou de alimentar a carne quando negligenciamos essas coisas e praticamos o pecado.

Quando estamos em Cristo, “somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8:37) e podemos nos regozijar em nosso Salvador, o qual torna todas as coisas possíveis! Em Cristo somos amados, perdoados e temos a promessa de salvação. Em Cristo somos adotados, justificados, redimidos, reconciliados e escolhidos. Em Cristo somos vitoriosos, somos cheios de alegria e paz, e temos o verdadeiro sentido para a vida. Que maravilhoso Salvador é Cristo!

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Conheça seus Ídolos

Porque nós somos criados à imagem de Deus, todos estamos sempre, sem exceção, refletindo Deus ou um deus. Se não refletirmos nosso Criador para nossa restauração, então refletiremos a criação para a nossa ruína.
Você é o que você come
Isso explica porque um dos temas recorrentes da Bíblia é que os ídolos são surdos, mudos e estúpidos, e, por isso, são idólatras  os que não escutam Deus, não falam com Deus ou não vêem Deus espiritualmente. Talvez o relato mais lendário de idolatria em toda a Escritura é a adoração ao bezerro de ouro, em Êxodo 32. Lá o povo de Israel é retratado com escárnio como rebanho rebelde porque adorou um bezerro e então se tornou como ele. Assim como uma vaca teimosa que reluta em ir na direção certa, o povo idólatra de Israel é “obstinado” (Êxodo 32.9; 33.3, 5; 34.9; Deuteronômio 9.6; 10.16; 31.27).
Buscamos a idolatria naturalmente
A idolatria teve início com nosso primeiro pai, Adão. Porque Adão estava comprometido com algo além de Deus, ou seja, com ele mesmo, foi culpado de idolatria. Além disso, Adão coloca em movimento o curso da história em que a mais comum criatura idolatrada por nós somos nós mesmos; vivemos por nós mesmos e por nossa própria glória, o que é, na verdade, nossa vergonha, priorizada acima de Deus.

Nos Evangelhos, o ídolo que é reverenciado pelos Judeus e renunciado por Jesus é a religião. Embora não haja muitas referências explícitas à idolatria Judaica nos Evangelhos, G. K. Beale argumenta que é claro que a geração de judeus na época de Cristo foi no mínimo tão cheia de pecado quanto seus antepassados: “A nação judaica se orgulhava pelo fato de que eles não eram como as nações que se curvavam diante de imagens de pedra ou madeira. O que também é claro é que a maioria dos israelitas era no mínimo tão pecadora quanto seus antepassados, especialmente porque crucificaram o Filho de Deus (Mateus 23.29-38)”. Israel adorou mais a sua tradição morta do que o Deus vivo de acordo com sua Palavra viva.
Se não refletirmos nosso Criador para nossa restauração, então refletiremos a criação para a nossa ruína.
Um prédio não deve ser seu ídolo
Passando para o livro de Atos, Lucas apresenta o fato de que o templo, na verdade, tornou-se um ídolo para o Israel teocrático. Jesus expôs essa idolatria quando disse que ele destruiria o templo. Em vez de deixar Jesus destruir o templo, os líderes religiosos escolheram, ao contrário, destruir Jesus. Eles preferiram o templo como um lugar de reunião com Deus em detrimento do próprio Deus no meio deles. Conseqüentemente, Deus destruiu em 70 d.C.
Semelhantemente, em nossos dias, pessoas religiosas continuam em diversas idolatrias quando elevam sua denominação, igreja, liturgia, tradução da Bíblia, estilo de música do louvor, pastor, método teológico, autor favorito ou planejamento ministerial a um lugar onde Jesus é substituído e no qual sua fé repousa para mantê-las perto de Deus. Isso também explica porque qualquer mudança na tradição de uma pessoa religiosa é recebida com tanta hostilidade – pessoas tendem a se agarrar a seu ídolo; isso inclui as igrejas, que são adorados como algo tão sagrado como foi o templo.
Conheça seus ídolos
Como os judeus nos dias de Jesus, os cristãos devem estar continuamente cientes de seus ídolos religiosos. Ídolos religiosos incluem verdades, dons e moralidade. Essas são coisas em que as pessoas confiam além de Jesus Cristo para obter salvação, não diferente dos judeus que acrescentaram a circuncisão ao evangelho e eram criticados por Paulo em Gálatas como hereges a pregar um falso evangelho.
Idolatria da Verdade é talvez a mais comum entre aqueles  que são mais comprometidos com transmissão da doutrina e estudo bíblico. Essas pessoas são inclinadas a pensar que são salvas por causa da exatidão de sua crença mais do que pelo simples fato de que Jesus morreu por elas. Pessoas religiosas que idolatram a verdade são frequentemente culpadas do mais alto sentimento de superioridade. Eles continuamente se divertem de forma sarcástica fazendo piadas com seus oponentes e encontram grande deleite na Internet, onde ser um blogueiro bem conhecido geralmente significa que você tem que ser um idólatra da verdade, que alimenta a idolatria de zombadores religiosos, para quem a ideologia tornou-se seu ídolo.
Idolatria dos Dons é talvez o mais comum entre aqueles mais cheios de dons e capacitados no serviço ministerial, que confundem dom espiritual com maturidade espiritual e fruto espiritual. Essas pessoas comumente pensam que eles são salvos por causa dos dons que eles possuem e que qualquer ministério que eles alcançaram – e consequentemente, sua fé – firma-se mais no fato de que Deus está usando-os do que no fato de que Jesus morreu por eles. Infelizmente, isso é comum entre os pregadores da Bíblia que fizeram de seus púlpitos um ídolo, para onde eles vão por identidade e alegria. Eles procuram a aprovação de seus ouvintes que os aplaudem e, eventualmente, o pastor cujo ídolo é a pregação torna-se o ídolo de sua congregação, cuja devoção a ele é como a um deus, e ele se torna praticamente sem pecados aos seus olhos.
Idolatria da Moralidade é talvez a mais comum entre as pessoas religiosas mais bem comportadas e decentes. Essas pessoas com freqüência pensam que são salvas porque vivem uma vida decentemente moral e boa, de devoção e obediência em vez de verem a si mesmos como pecadores por natureza, cujo pecado é sério o suficiente para requerer a morte expiatória de Jesus. Tais pessoas são como o irmão mais velho na história do filho pródigo – eles se sentem ofendidos quando a graça é dada a pecadores arrependidos porque não é merecida. Essa atitude em tais momentos revela a idolatria do desempenho pessoal; a sua irrevogável verdade reside no desempenho próprio e não em Jesus.
Idolatria leva ao pecado
Um dos mais longos tratamentos de idolatria em todo o Novo Testamento é encontrado em 1 Coríntios 10, onde Paulo lista a idolatria como participação com demônios, que leva a todos os tipos de pecado,  incluindo glutonaria, alcoolismo, imoralidade sexual e murmuração. De fato, quanto mais nos comprometemos com nosso ídolo, mais nos tornamos um com ele e cada vez mais parecido com ele, para a nossa destruição. Além disso, como 1 Coríntios 10 deixa claro, nossa idolatria também desgasta nossas relações com os colegas cristãos, dá um falso testemunho aos não cristãos e faz que outros sejam tentados a se juntar a nós no pecado da idolatria. Consequentemente, idolatria prejudica todo tipo de relacionamento que nós temos e é um câncer mortal no corpo da igreja e na sociedade como um todo.
Confie no Criador, não na criação
Beale conclui sua pesquisa bíblica no livro de Apocalipse observando que os idólatras são referidos como “habitantes da terra” (Apocalipse 8:13; 13:8; 14; 14:6-9; 17:2-8). De acordo com Beale, os “habitantes da terra” no Apocalipse não podem olhar para além desta terra por uma questão de segurança, o que significa que eles confiam em algum elemento da criação e não no Criador para seu bem-estar final. Assim, pessoas são chamas de “habitantes da terra” porque  isso expressa o objeto da confiança deles e talvez do seu próprio ser, na medida que eles se tornaram parte do sistema terreno em que encontram segurança – tornaram-se como ele. Porque eles se comprometeram com algum elemento da terra, eles se tornam terrenos e vêm a ser conhecidos como “habitantes da terra”.
Jesus não existe para nos ajudar a adorar ídolos
Cristãos nunca devem esquecer que somos também inclinados aos mesmos tipos de idolatria que os “habitantes da terra”. Idolatria religiosa é frequentemente a mais perniciosa de todas. Idolatria religiosa usa Deus para saúde, bem-estar, sucesso e coisas do tipo; nessa grotesca inversão do evangelho, Deus é usado para nossa glória, como se não apenas nós devêssemos adorar a nós mesmos, mas Deus também deve ser nosso adorador. Esse tipo de pregação do falso evangelho é  evidente sempre que Jesus é apresentado como um meio pelo qual um idólatra pode alcançar seu ídolo. Exemplos incluem promessas de que Jesus o fará rico, feliz, muito bem casado, excelente pai e assim por diante, como se Jesus existisse para ajudar a adorarmos nossos ídolos.

Mark Driscoll / Traduzido por Carla Ventura | iPródigo

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Deus usa ousados, não medrosos. Ide...! IDE...?


Jesus nos deixou uma missão em Marcos 16.15: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”.

O profeta Isaías já tinha sido constrangido a isso, veja em Isaias 6.8: “Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim”.

Nós também oramos:

- Senhor, eis-me aqui, envia-me a mim. Lindo né!! O Senhor diz:

- Vai, o mundo é a sua igreja. Nós, respondemos:

- Senhor, eu não estou pronto, preciso aprender mais, tenho medo de fazer besteira.

Nesta tarde, eu estava meditando, entristecida, inconformada com líderes totalmente despreparados nas igrejas; pessoas com pouco conhecimento bíblico se tornando pastores com um intensivão de alguns dias. Meu Deus, como está a sua igreja. Pastores, ovelhas doentes, gerando ovelhas doentes.

Daí o Senhor me trouxe a memória os textos acima.


Temos o livre arbítrio, não quer ir, não vá, porém, o evangelho precisa ser pregado, a seara é grande os seifeiros são poucos e, Deus usa quem se dispõe. Eles não conhecem, não estão preparados, mas, se dispõe, estão obedecendo, estão indo no meu lugar, no seu lugar e, no de tantos que pensam e agem como nós.

Deus usa os corajosos, 2 Timóteo 1.7 diz: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”.

Se parasse aí já seria constrangedor, mas, não para, pois somos corresponsáveis pelos atos praticados por aqueles que foram no nosso lugar, por conta da nossa omissão e medo. Um dia, vamos dar conta dos nossos atos a Deus, como alerta o Apóstolo Paulo aos Romanos 14.12: “De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

Enquanto pessoas despreparadas, porém, destemidas e ousadas estão cumprindo a ordenança do Ide, estamos em nossas poltronas confortáveis, assistindo novelas que corrompem os bons costumes e, criticando aqueles que arregaçaram as mangas e se dispuseram a propagar as boas novas do evangelho de Cristo, apesar de suas limitações.

Estudamos, aprendemos, ouvimos a Palavra e não saímos do lugar.

- Mas Deus, tento fazer as coisas direito, tenho temor do Senhor e nada dá certo; Porque?

A Bíblia diz em Mateus 6.33: “...buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

O que seria a Justiça divina?

Quem está sendo instrumento de Deus?

Pense nisso.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

“Ide por todo mundo...” Deus usa ousados, não medrosos

Jesus nos deixou uma missão em Marcos 16.15: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”.

O profeta Isaías já tinha sido constrangido a isso, veja em Isaias 6.8: “Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim”.

Nós também oramos:

- Senhor, eis-me aqui, envia-me a mim. Lindo né!! O Senhor diz:

- Vai, o mundo é a sua igreja. Nós, respondemos:

- Senhor, eu não estou pronto, preciso aprender mais, tenho medo de fazer besteira.

Nesta tarde, eu estava meditando, entristecida, inconformada com líderes totalmente despreparados nas igrejas; pessoas com pouco conhecimento bíblico se tornando pastores com um intensivão de alguns dias. Meu Deus, como está a sua igreja. Pastores, ovelhas doentes, gerando ovelhas doentes.

Daí o Senhor me trouxe a memória os textos acima.

Temos o livre arbítrio, não quer ir, não vá, porém, o evangelho precisa ser pregado, a seara é grande os seifeiros são poucos e, Deus usa quem se dispõe. Eles não conhecem, não estão preparados, mas, se dispõe, estão obedecendo, estão indo no meu lugar e no de tantos que pensam e agem como eu.

Deus usa os corajosos, 2 Timóteo 1.7 diz: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”.

Se parasse aí já seria constrangedor, mas, não para, pois somos co-responsáveis pelos atos praticados por aqueles que foram no nosso lugar, por conta da nossa omissão e medo. Um dia, vamos dar conta dos nossos atos a Deus, como alerta o Apóstolo Paulo aos Romanos 14.12: “De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

Enquanto pessoas despreparadas, porém, destemidas e ousadas estão cumprindo a ordenança do Ide, estamos em nossas poltronas confortáveis, assistindo novelas que corrompem os bons costumes e, criticando aqueles que arregaçaram as mangas e se dispuseram a propagar as boas novas do evangelho de Cristo, apesar das suas limitações.

Estudamos, aprendemos, ouvimos a Palavra e não saímos do lugar.

- Mas Deus, tento fazer as coisas direito, tenho temor do Senhor e nada dá certo. Porque?

A Bíblia diz em Mateus 6.33: “...buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.


O que seria a Justiça divina?


Quem está sendo instrumento de Deus?

Pense nisso.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.