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domingo, 9 de fevereiro de 2025

FONTE DE AUTO ESTIMA

“Jesus disse: Eu vim para que você tenha a vida e a tenha em abundância” (Jo.10.10).

Ele veio para dar a vida a toda pessoa que n’Ele crer.

O próprio Cristo é o meio de obtermos a paz (Ef. 2.13,14).

“A todos quanto O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que creem no seu nome” (Jo.1.12).

“E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (Jo.20.31)

Nós nascemos para a relevância, não para a mediocridade;

Fomos criados para a saúde, não para a enfermidade;

Estamos aqui para o sucesso, não para o fracasso.

Somos salvos para a evangelização, não para o isolamento;

Estamos revestidos de poder para testemunhar, não para o silêncio;

Fomos designados para a estima, para a dignidade e a realização, não para a desonra, os maus tratos e a intolerância.

Aceitar a Cristo como Senhor é aceitar a fonte de auto estima.

Á medida que Ele se torna o centro de nossa vida, isto acontece quando n’Ele cremos e o aceitamos pela fé.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

A CURA PELA CRUZ


"Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados." 1Pedro 2:24.

Em consequência do pecado, o espírito ficou separado de Deus, a alma tornou-se penalizada e enferma, e o corpo sujeito às doenças e indisposições. Há uma certa correlação de causa e efeito: o espírito abatido vem enfermar a alma, que acaba adoecendo o corpo. O abatimento é espiritual, a enfermidade é psíquica e a doença é física.

O espírito do homem o sustenta na enfermidade, mas o espírito abatido quem o suportará? Provérbios 18:14. (Ed. Contemporânea). Tudo começa no íntimo do espírito. O espírito é o coração do ser humano. Por isso, a Bíblia sustenta a necessidade prioritária de um cuidado essencial com o coração. Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4:23.

O homem natural é um ser espiritualmente separado de Deus, psicologicamente transtornado pelos efeitos arrogantes do pecado e sujeito a todos os males causados pelas moléstias que se manifestam no seu corpo. As doenças são, frequentemente, resultantes dos desequilíbrios emocionais e estes, por sua vez, são consequências da morte espiritual.

O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos. Provérbios 17:22. O coração alegre é aquele que tem experimentado a salvação graciosa de Deus, em Cristo Jesus. O espírito abatido, por outro lado, causa enfermidades na alma, secando os ossos e permitindo a instalação das doenças em nossos corpos. Quando o sistema imunológico é afetado pelos efeitos universais do pecado na raça humana, sofremos profundamente com as doenças resultantes de nosso enfraquecimento.

A regeneração espiritual é a primeira providência divina para a restauração da espécie humana. Se o pecado nos separou de Deus, causando um estrago irremediável do ponto de vista do homem, só Deus pode nos salvar verdadeiramente deste estado de separação. Por isso, a cruz se tornou o centro cirúrgico da maior operação já realizada.

A crucificação de Cristo e a nossa crucificação juntamente com Cristo se tornam a medida prioritária para a recuperação plena do ser humano. Somente os justificados pela cruz podem ser vivificados pela ressurreição. Somente os regenerados pela graça podem ser verdadeiramente curados de suas enfermidades psíquicas através dos efeitos permanentes da cruz.

Fomos salvos da condenação do pecado pela vitória de Cristo; estamos sendo salvos do poder do pecado pela vida de Cristo, e seremos salvos da presença do pecado pela vinda de Cristo. Fomos vivificados em nosso espírito, estamos sendo santificados em nossa alma e seremos glorificados em nosso corpo.

A cruz que sacrificou a Cristo Jesus deixou as feridas que saram as enfermidades. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Isaías 53:5. Temos aqui a garantia bíblica da cura de nossas enfermidades.

A ciência médica reconhece que emoções como medo, tristeza, inveja, ressentimento e ódio são responsáveis pela maioria de nossas doenças. Os cálculos variam de 60% a quase 100%. As doenças são quase sempre resultantes das enfermidades. O corpo sofre os efeitos da alma. Uma mente ansiosa ou amargurada termina detonando o organismo. Emoções distorcidas acabam deformando o corpo. Muitos traumas e contusões emocionais persistem ocultas, determinando reações enfermiças.

Quando contemplamos, pela Palavra, os efeitos poderosos do Calvário, somos atingidos em cheio no cerne de nossos problemas. O método de Deus para a cura de nossas almas se revela no íntimo, pela eficácia de Cristo crucificado. A cura interior só acontece de verdade quando consideramos a cruz em nosso interior como o instrumento que mata o ódio, a amargura, a vingança, a inveja, o medo e todos os sentimentos enfermiços da alma.

O Evangelho é efetivamente uma boa notícia. É o anúncio de um Deus gracioso que se interessa profundamente por um homem abatido, enfermo e doente. Deus se tornou gente por se importar com a gente que sofre com o agente da dor. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer... Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas... Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. Isaías 53:3a e Hebreus 4:15a-16.                                                                          

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A INTERCESSÃO DO ESPÍRITO SANTO

Partes de um sermão de Charles Haddon Spurgeon, traduzidas e adaptadas pelo Pr Silvio Dutra.
“Também o Espírito ajuda as nossas fraquezas: porque não sabemos o que devemos e o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque é ele intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus.” (Romanos 8.26,27)

O apóstolo Paulo estava escrevendo para um povo em provação e aflição, e um de seus objetivos era o de lembrá-los dos rios de conforto que estavam fluindo próximos deles. Ele, antes de tudo despertou suas mentes puras por meio da lembrança quanto à sua filiação, “pois” diz ele “os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.”

Estavam, portanto, sendo incentivados a participar de Cristo, o irmão mais velho, com quem tinham /se tornado co-herdeiros, e eles foram exortados a sofrer com ele, para que pudessem ser glorificados com ele.

Tudo o que eles suportaram veio da mão do Pai, e isso deveria consolá-los. Mil fontes de alegria são abertas nessa abençoada adoção. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual temos sido gerados na família da graça.

Quando Paulo tinha aludido a esse assunto consolador ele se virou para a próxima base de conforto, pela qual somos sustentados sob as presentes provações com esperança. Há uma glória maravilhosa reservada para nós, e embora ainda não possamos entrar nela, senão em harmonia com toda a criação, devemos continuar a gemer, mas a própria esperança ministrará força para nós, e nos permitirá suportar com paciência “essas aflições leves, que são, apenas por um momento.

“Isso também é uma verdade cheia de refrigério sagrado: a esperança vê uma coroa reservada, mansões que Jesus preparou para nós, e com a visão arrebatadora ela sustenta a alma sob as tristezas da hora. A esperança é a grande âncora por cujo meio enfrentamos a presente tempestade.

O apóstolo, em seguida, apresenta uma terceira fonte de conforto, ou seja, a permanência do Espírito Santo com o povo do Senhor. Ele usa a palavra “também” para insinuar que, do mesmo modo como a esperança sustenta a alma, igualmente o Espírito Santo nos fortalece sob a provação.

Esperança operada espiritualmente em nossas faculdades espirituais, e assim o Espírito Santo, de alguma maneira misteriosa, opera divinamente sobre as faculdades recém-nascidas do crente, para que ele se mantenha firme sob suas fraquezas e enfermidades. Em sua luz veremos a luz: Peço, portanto, que possamos ser ajudados pelo Espírito enquanto nós consideramos suas operações misteriosas.

O Espírito Santo nos ajuda a suportar a enfermidade do nosso corpo e da nossa mente, ele nos ajuda a carregar a nossa cruz, seja dor física, ou depressão mental, ou conflito espiritual, ou difamação, ou pobreza, ou a perseguição. Ele ajuda a nossa fraqueza, e com um ajudante tão divinamente forte não precisamos temer o resultado. A graça de Deus é suficiente para nós, sua força será aperfeiçoada na fraqueza.

Penso, queridos amigos, vocês todos admitirão, que se um homem pode orar, seu problema é ao mesmo tempo aliviado. Quando sentimos que temos o poder de Deus e podemos obter qualquer coisa que peçamos de suas mãos, então, nossas dificuldades deixam de nos oprimir.

Lançamos nosso fardo sobre o nosso Pai celestial e somos tomados de uma confiança infantil, e ficamos muito contentes em suportar o que quer que sua santa vontade possa fixar sobre nós. A oração é uma grande saída para o sofrimento. Banhamos nossa ferida no unguento da oração, e a dor é abrandada e a febre é removida.

Podemos ser levados a tal perturbação de mente, e perplexida e de coração, que não sabemos como orar. Vemos o propiciatório, e percebemos que Deus nos ouve: não temos nenhuma dúvida sobre isso, pois sabemos que somos seus filhos prediletos, e ainda assim mal sabemos o que pedir.

Caímos em tal peso de espírito, e emaranhamento de pensamento, que o remédio da oração, que temos sempre para ser infalível, parece ser tirado de nós. Aqui, então, em cima da hora, como um socorro bem presente na hora da angústia, vem o Espírito Santo. Ele se aproxima para nos ensinar a orar, e desta forma ele ajuda a nossa fraqueza, alivia o nosso sofrimento, e nos permite suportar o pesado fardo sem desmaiar sob a carga.

Se o crente pode fazer qualquer coisa e tudo para Deus, então ele aprende a se gloriar na fraqueza, e alegrar-se na tribulação, mas às vezes estamos em tal confusão de espírito que não sabemos o que havemos de pedir como convém. Em certa medida, através da nossa ignorância, nós nunca sabemos o que havemos de pedir até que sejamos instruídos pelo Espírito de Deus.

Vindo em nosso auxílio em nosso espanto ele nos instrui. Esta é uma de suas operações frequentes sobre a mente do crente: “ele vos ensinará todas as coisas.” Ele nos instrui quanto à nossa necessidade, e quais são as promessas de Deus, que se referem a essa necessidade. Ele nos mostra onde estão nossas deficiências, o que os nossos pecados são, e quais são as nossas necessidades, ele lança uma luz sobre a nossa condição, e nos faz sentir profundamente nossa impotência, pecaminosidade, e extrema pobreza, e, em seguida, ele lança a mesma luz sobre as promessas da Palavra.

Sob essa luz ele faz brilhar a promessa em toda a sua veracidade, certeza, doçura e adequação, para que nós, pobres filhos trêmulos dos homens, ousemos tomar a palavra em nossa boca, que veio pela primeira vez da boca de Deus, e depois vem com ele como um argumento, para pleitearmos perante o trono da graça celestial. Nossa vitória na oração encontra-se na reivindicação: “Senhor, faze como disseste.”

Pr. Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O Remédio Certo

“Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes.” – (Mt. 9.12)

Todos nós bem sabemos que a medicina é um dom dado aos homens por Deus, porém para exercer tal função é necessário ter conhecimento, formação e treinamento, só então, por direito, este profissional está apto para exercer sua nomenclatura e contribuirá em prol de todos, vale salientar que, dentro do evangelho, anunciando a palavra existia medico, Saúda-vos Lucas, o médico amado, e Demas. (Col. 4.14).

Então devemos observar que até os médicos precisam do Médico, Se analisarmos meticulosamente iremos ver com clareza que, se até o medico em exercício da sua função acreditava e anunciava os feitos de Jesus, é porque ele tinha plena certeza que Jesus é o único Médico que pode curar todas e quaisquer enfermidades, não só no corpo, também na alma e no espírito. A medicina por mais exemplar que seja cuida do corpo, raríssima é, a que consegue chegar à alma, Jesus, entretanto, faz o serviço completo.

Existem enfermidades que por mais capacidade que alguém possua, por mais domínio da ciência e conhecimento das letras, não descobrirá o antídoto para exterminá-la. Por que isto acontece?
Porque existe enfermidade que é para a presença de Deus se fazer visível aos olhos do homem. E Jesus, ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela. (Jo. 11.4), Jesus, Ele é o Medico dos médicos.

Se tudo que ocorresse com o ser humano pudesse ser resolvido por nós, qual a gloria daríamos a Deus?
Mas, vale salientar que, em tudo que se refere ao homem pode ocorrer erros, então, mesmo sendo a medicina propícia na cura de determinada doença e fundamental confiar em Deus. E uma mulher, que tinha um fluxo de sangue, havia doze anos, e gastara com os médicos todos os seus haveres, e por nenhum pudera ser curada, (Lc. 8.43), a cura na vida dessa mulher só aconteceu porque ela creu, confiando em Deus.

Não existe em todos os tempos um único ser, que foi tocado por Jesus e continuasse enfermo, porque o toque de Jesus não acontece apenas no corpo, na carne; provem de dentro, do âmago, do profundo, quando Jesus cura o corpo foi porque primeiro o espírito foi tocado, levando a pessoa a crer no sobrenatural, então a cura acontece, flui de dentro para fora.

Isto acontece porque Jesus conhece a estrutura humana, Ele estava presente na criação do homem, E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; (Gn. 1.26); foi Dele também o projeto para nossa existência, somos o reflexo Dele, cada detalhe do nosso corpo foi colocado por Ele, foi exatamente por isso que Ele cuspiu na terra e fez o barro para curar a visão do cego, a composição humana foi terra com seu fôlego, Deus foi o primeiro médico a realizar uma cirurgia.

Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; (GN. 2.21). Jesus conhecia e sabia que no cego faltava um pedacinho, uma fagulha que causava transtorno, que impedia a visão daquele homem. Tendo dito isto, cuspiu na terra, e com a saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. (Jo. 9.6).

Existe enfermidade que só o toque de Jesus, pode curar, e, Jesus para tocar em uma pessoa é imprescindível que ela creia, se achegue a Ele, esta pessoa tem que confiar Nele acima das circunstâncias, pois Jesus nada pode fazer se não acreditarmos que Ele existe. Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.  (Hb. 11.6).

Todo ser humano tem algum tipo de enfermidade, todos tem deficiência, no corpo ou na alma, só não há imperfeição no espirito que veio de Deus. Todo ser humanos necessita de Deus. Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram. (Rm. 5.12).

Precisamos entender que, seja onde for, na aérea que for, é fundamental confiarmos em Deus, na saúde ou com enfermidade, na riqueza ou na necessidade, com muito ou com pouco, acreditar em Deus está além de tudo que ocorre à nossa volta, é uma relação de pai para filhos, confiança incondicional.
Exemplo de um homem que não confiou em Deus e sim nos médicos, obviamente foi levado à sepultura. E, no ano trinta e nove do seu reinado, Asa caiu doente de seus pés, a sua doença era em extremo grave; contudo, na sua enfermidade, não buscou ao Senhor, mas antes os médicos. (2Cr. 16.12).

Vejamos também outro que conhecia o processo que ocorre no corpo humano, mais ele confiava no agir de Deus. E mesmo na sua velhice sua fé continuava firme, pois a esperança dele estava em Deus. E eu disse: Isto é enfermidade minha; mas eu me lembrarei dos anos da destra do Altíssimo. (Sl. 77.10), logicamente o salmista entendia das mudanças que o tempo traz para vida humana, mas com sabedoria, ele convicto estava, que a melhor coisa é confiar em Deus.

Não importa onde a sua doença está alojada o Remédio Certo é Confiar em Jesus, os médicos podem falhar mais a ultima palavra vem do Senhor, Ele Sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas. (Sl. 147.3).


Pra Elza Carvalho


Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Você pode vencer nas crises


Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. 1 Pedro 2:20

A Igreja primitiva era composta em grande parte de escravos convertidos a Cristo. Calcula-se que mais ou menos metade da população do Império Romano era composta de escravos. Entre os escravos, produtos das guerras, existiam médicos, professores, secretários e financistas. De qualquer maneira, mal ou bem tratados, os escravos não eram considerados pessoas, mas como "propriedade" do seu dono.

Embora nossa situação social atualmente seja diferente - conquanto tenhamos muita opressão, injustiça, miséria e, às vezes, até de uma escravidão disfarçada - os conselhos de Pedro continuam, hoje, sendo muito válidos para nós também.

Podemos e devemos ter vitória interior sobre os problemas e dificuldades. O sofrimento pode ser uma bênção ou uma maldição. Tudo depende das reações diante dele.

Quando sucumbimos na amargura, na revolta; quando tentamos desesperadamente fugir dos problemas; quando caímos na auto compaixão, mostramos falta de poder interior para enfrentar as crises, os sofrimentos e as lutas, experimentamos a derrota e não a vitória.

Então, como vencer na dificuldade?
Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.1 Pedro 2:21. O cristão e o exemplo de Cristo

O poder não está dentro de nós.
Pedro está dizendo, "inspirem-se, fortaleçam-se no exemplo do mestre, que sofreu coisas piores do que vocês". Ele menciona três áreas em que devemos seguir o exemplo de Cristo.

Jesus é nosso exemplo na pureza e na santidade .
O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. 1Pedro 2:22
Apenas Jesus Cristo, em toda a história da humanidade, não se curvou diante do mal. Ele sempre fez o bem. Devemos, pois, andar como Cristo andou e viver como Ele viveu. Sua vida de pureza é uma inspiração para nós também amarmos a santidade e rejeitarmos todas as seduções do pecado em todas as suas formas.

Jesus é nosso exemplo nas reações
O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente 1 Pedro 2:23
Alguém disse que as crises não fazem o homem, apenas o revelam. Jesus Cristo enfrentou crises violentas, mas nunca permitiu que o sofrimento manchasse o seu coração, ou amargurasse sua alma, separando-o de Deus.

Quais são as nossas reações nas crises? Ameaças, acusações, vingança, amargura, revolta ou autopiedade? Mansidão, humildade, submissão ou perdão? Jesus traçou para nós o padrão das reações maduras, espirituais. A nós cabe seguir seus passos.

Jesus é nosso exemplo na confiança em Deus
Jesus sabia que nada que não fosse da vontade de Deus O atingiria. Sabia que a recompensa e o castigo estavam na mão do Senhor.

O cristão e a salvação em Cristo
Jesus veio resolver o nosso mais profundo problema, o pecado. Ele carregou na cruz o fardo terrível de nosso pecado. Jesus não morreu apenas para nos dar o exemplo, morreu para nos salvar. Quando nós nos arrependemos dos nossos pecados e entregamos a nossa vida a Jesus, somos livres do fardo, da culpa e do poder do pecado.

Jesus veio resolver o problema do pecado e também o problema das enfermidades
Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. 1Pedro 2:24
Podemos experimentar o poder de Jesus na libertação física e emocional. Jesus pode nos libertar das doenças do corpo e da alma.


Que mensagem maravilhosa para aqueles escravos oprimidos! Que mensagem maravilhosa para nós!

Podemos vencer nas crises! Podemos ser vencedores no sofrimento, na tristeza, na ingratidão, nos maus tratos, porque temos em Jesus a fonte do poder.

Jesus é nosso exemplo e inspiração. Jesus é nosso Salvador transformador.

Não busque poder para vencer as crises em você mesmo; busque poder em Jesus. Busque onde podemos experimentar Seu poder e obter a vitória.

Fred Bornschein

Adaptado e revisado por Litrazini

Graça e Paz                          
  

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Obesidade Espiritual


A obesidade, tanto física quanto espiritual, é causada pela ansiedade e falta de exercício, na maioria dos casos.

No caso da obesidade física, existem também as questões genéticas. Porém, no caso da obesidade espiritual, as questões genéticas são descartadas, pois os filhos não podem levar consigo as enfermidades espirituais de seus pais, pois quando há um real encontro com o Cristo vivo, todas as questões de raça, cor, sangue, são completamente desfeitas.

A pessoa que se encontra com Cristo torna-se filho de Deus, uma nova criatura, a única coisa que carrega consigo é a sua cruz, a qual o identificará para todo o sempre com Cristo, que a comprou com Seu próprio sangue.

Mas porque há cristãos obesos?

A obesidade espiritual nasce da falta de exercícios espirituais constantes. A falta de oração, de meditação na Palavra, de comunhão com a Igreja, tem levado muitos a um processo de estagnação espiritual.

Outro fator de obesidade é a falta de exercício dos dons espirituais. Deus dotou a todos os cristãos com pelo menos um dom espiritual, porém muitos preferem se sentar no banco, cruzar os braços, pegar um saquinho de "pipocas, sucos, lanches e doces espirituais", e nada fazer.

Estão sempre cansados para tomar uma decisão de se levantar e caminhar. Vivem dando justificativas para a gordura que vai se acumulando aqui e ali: "Eu já trabalhei muito nesta igreja... Eu já peguei esta função, já está bom...".

Um dos sintomas mais sérios desta enfermidade é que, aqueles que estão sofrendo dela, vivem falando as mesmas coisas, só têm um assunto. Como os obesos físicos que só pensam e falam em comida, os obesos espirituais só pensam e falam sobre os mesmos assuntos.

Não há um crescimento, pois o que traz o crescimento espiritual é a prática das virtudes cristãs, da Palavra de Deus e as obras produzidas pelo Espírito Santo na vida da pessoa. Porém, quando a pessoa insiste em permanecer como está, nada fazendo a respeito, passam os anos e nenhum crescimento é observado, tal pessoa está realmente num processo de obesidade espiritual.

O problema do obeso é que, na maioria dos casos, ele não se esforça para mudar o seu estado. Sempre está para começar uma dieta, mas esta dieta sempre fica para amanhã. Vai se acostumando, se adaptando e deixando de produzir. 

No caso da obesidade espiritual, quando não levamos a sério os exercícios espirituais, a prática da Palavra de Deus e o envolvimento com os trabalhos da Igreja, estamos sendo egoístas e demonstrando pouco amor para com os nossos irmãos e, principalmente por Cristo que entregou a Sua vida por nós, isto porque, damos grande importância ao nosso estômago, em lugar de buscar em primeiro lugar o reino de Deus.

Se você estiver sofrendo desta terrível enfermidade espiritual, ainda há tempo para você.

Comece agora mesmo admitindo esta enfermidade, confessando-a diante do Senhor. Assuma uma nova postura em sua vida, peça o auxílio do Espírito Santo, pois sei que não é fácil perseverar, muitas coisas surgirão no meio do caminho tentando-nos fazer desistir.

Não desista, olhe para Cristo e siga em frente, Ele lhe dará vitória.

Autoria: Waterson José Ferreira

Adaptado por Lidiomar

Graça e Paz


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Impedimentos à Cura Divina

ÀS VEZES há, na própria pessoa, impedimentos à cura divina, como:

1- pecado não confessado Tg 5.16: “Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis”.

2- opressão ou domínio demoníaco Lc 13.11-13: “E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos...”;

3- medo ou ansiedade aguda Pv 3.5-8:Confia no Senhor... Reconhece-o em todos os teus caminhos... Isto será saúde para o teu âmago, e medula para os teus ossos”; v. Fp 4.6-7;

4- insucessos no passado que debilitam a fé hoje (Mc 5.26: Jo 5.5-7);

5- o povo - Mc 10.48: “E muitos o repreendiam, para que se calasse...”;

6- ensino antibíblico (Mc 3.1-6; 7.13);

7- negligência dos presbíteros no que concerne à oração da fé Mc 11.22-24; Tg 5.14-16: “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele...”;

8- descuido da igreja em buscar e receber os dons de operação de milagres e de curas, segundo a provisão divina (At 4.29-30; 6.8; 8.5,6; 1 Co 12.9,10, 29-31; Hb 1.3,4);

9- Incredulidade Mc 6.3-6: “E Jesus não podia fazer ali obras maravilhosas [por causa da incredulidade]; somente curou alguns poucos enfermos...”; Mc 9.19,23, 24;

10- Irreverência com às coisas santas do Senhor 1 Co 11.29,30: “O que come e bebe [na Ceia do Senhor] indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor; por causa disso há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem”).

Casos há em que não está esclarecida a razão da persistência da doença física em crentes dedicados (e.g., Gl 4.13,14; 1 Tm 5.23; 2 Tm 4.20).

Noutros casos, Deus resolve levar seus amados santos ao céu, durante uma enfermidade (cf. 2 Rs 13.14,20).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.