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sexta-feira, 15 de novembro de 2024

ESPIRITUALIDADE NA VIDA PESSOAL

Passos para que o cristão possa viver a bênção de um poderoso avivamento em sua vida pessoal

Há um processo que culmina com uma vida cheia do Espírito do Senhor.

Os grandes avivamentos tiveram início quando a igreja começou a refletir sobre santificação.

Pessoas foram levadas a ver que estavam em pecado.

Houve confissão, arrependimento, a partir daí, o Espírito do Senhor agiu e houve transformação de vidas.

O cristão tem de confessar seus pecados, um a um

Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá Sl 66.18;

É importante ter consciência das áreas específicas em que temos dificuldades e pedir ajuda ao Senhor.

Ser honesto consigo mesmo. Pedir perdão e abandonar os pecados.

Depois da confissão vem a entrega incondicional ao Senhor.

Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nEle, e Ele o fará (Sl 37.4,5)

Quando damos todos esses passos, chegamos a um ponto em que o Espírito Santo assume o controle de nossa vida.

Nosso corpo é templo do Espírito Santo e, quando o entregamos ao Senhor, Ele passa a dirigir nossa vida, conforme seu querer.

Seguindo esse processo, chega-se a experimentar um verdadeiro avivamento na vida espiritual.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 10 de setembro de 2019

CONCEPÇÕES ERRÔNEAS SOBRE A ESPIRITUALIDADE


Existem algumas concepções errôneas sobre a espiritualidade e a maturidade cristã que simplesmente não são à prova d'água.

Advertência: Elas podem ser uma surpresa para você, talvez até um choque; portanto, fique firme.

Por ser cristão, todos os seus problemas serão resolvidos.
Prestamos um grande desserviço a um incrédulo quando o fisgamos com a frase: "Venha a Cristo e todos os seus problemas vão acabar". A Bíblia nunca diz isso. Ela promete que seremos novas criaturas, garante que teremos um destino seguro, mas não pressupõe uma descida suave ladeira abaixo uma vez que Cristo entre na vida da pessoa.

De fato, em alguns casos os problemas aumentam e a estrada fica mais difícil!

Todos os problemas que terá de enfrentar estão mencionados na Bíblia.
Não estão. É bem pouco sábio fazermos declarações amplas, abrangentes, em relação a pontos sobre os quais as Escrituras não falam.

Muitas vezes não encontramos uma resposta explícita na Escritura para o nosso problema específico. Nessas ocasiões, somos forçados a andar pela fé, confiando no Senhor para mostrar-nos o próximo passo conforme necessário. 

A Bíblia simplesmente não oferece uma resposta específica para cada problema da vida.

Se você está tendo problemas é porque lhe falta espiritualidade.

Não é triste que essa ideia seja anunciada em muitos lugares hoje? A existência de um problema simplesmente mostra que você é humano! Todos, temos problemas e você não deixa de ser espiritual porque luta com um dilema. Na verdade, muitos dos homens e mulheres mais espirituais que conheço enfrentaram alguns dos mais difíceis problemas que a vida oferece.

Pense em Jó e no seu sofrimento. Ele não tinha uma resposta. Ele não compreendia o porquê. Seus conselheiros, com suas declarações rígidas e precipitadas, estavam totalmente enganados; eles também não sabiam as respostas. Embora Jó fosse espiritual, tinha problemas enormes.

A exposição a ensinamentos bíblicos sólidos resolve automaticamente os problemas.

A instrução bíblica por si só não resulta em soluções instantâneas dos problemas. Por mais confiável que seja o ensino, ou quão talentoso o professor, a declaração da verdade não proporciona a remoção das dificuldades.

Pense nas Escrituras como um mapa absolutamente exato. O mapa lhe diz como chegar a um determinado destino. Mas o fato de apenas olhar um mapa não irá transportá-lo automaticamente ao Arizona, à Inglaterra ou ao Peru. Para chegar a esses lugares você terá de se esforçar... pagar o preço... arranjar tempo para a viagem... permanecer nela até chegar ao destino.

O mesmo acontece na vida cristã. O mapa de Deus é confiável e está disponível. Ele também é claro e direto. Não há, porém, nenhum artifício em suas páginas que envie automaticamente o leitor ao seu destino por meio de um tapete mágico.

Extraído do Livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll / Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O PONTO MAIS DIFÍCIL DA VIDA CRISTÃ

“Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos.” ( I Tes 5.14)

“E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida; salvai-os, arrebatando-os do fogo; quanto a outros, sede também compassivos em temor, detestando até a roupa contaminada pela carne.” (Jud 1.22,23)

“Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado. Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.” (Gál 6.1,2)

Eis aí, a norma bíblica expressada em poucas passagens, dentre muitas, baseadas no ensino de nosso Senhor Jesus Cristo quanto ao dever de se amparar os que são fracos no Seu corpo, em vez de criticá-los, condená-los, excluí-los, ou de se proceder em relação a eles de algum modo diferente do que é ordenado por Deus.

Nisto reside a grande dificuldade de muitos, que considerando-se melhores ou mais espirituais do que os que são fracos, desanimados, que têm até mesmo dúvida acerca da sua salvação, tornam-se incapazes de cumprir o mandamento da misericórdia, da longanimidade e do amor, em razão de um exagerado zelo pela santidade de Deus, que lhes torna intolerantes com as fraquezas que observam em seus irmãos na fé.

Mesmo quando há real motivo para a aplicação de correção, a norma é que se faça isto com espírito de brandura, e com a disposição de amparar e carregar as cargas dos que estão fracos; porque é nisto que se cumpre a lei de Cristo relativa ao amor mútuo. Quão difícil é se aprender isto!

Quão intolerantes somos por natureza, e necessitados de aprender a viver de um modo não afetado, que não nos leve a julgar e condenar os faltosos, e sim a ajudá-los.

O corpo de Cristo é composto por uma minoria de pessoas que são chamadas por Ele para assumirem grandes responsabilidades, mas isto é feito segundo a medida de fé, e segundo a capacidade de cada um. A estes muito será cobrado por Deus, em razão do muito que lhes foi dado.

Todavia, aos que são fracos, que estão desanimados, que estão na dúvida, por que pouco têm recebido de dons, capacitações e serviços espirituais, da parte de Deus, pouco também lhes será cobrado, porque o Senhor é misericordioso e justo, e o seu jugo é leve e suave.

Muitos estão sofrendo porque se sentem inadequados em relação ao corpo de fiéis em sua congregação, por julgarem que não estão sendo obedientes em relação às suas obrigações relativas à obra de Deus.

Mas, se não foram chamados por Ele para ministrarem ao corpo, não deveriam ser cobrados, e nem sequer se sentirem condenados.

Por exemplo, não são poucas as mulheres que foram chamadas a serem apenas boas esposas e mães, cuidando de seus lares e educando seus filhos a andarem no caminho do Senhor. Não foram chamadas para ministrarem ao corpo como professoras de classes de estudo ou para qualquer outra forma de ministração. Não deveriam portanto se sentirem acusadas, conforme costuma ocorrer, a ponto de perderem a alegria e a paz, no Senhor.

Não devemos ultrapassar o que está escrito na Palavra. Ao contrário, devemos ter a sabedoria de reconhecer que há muitos membros no corpo de Cristo e que nem todos têm a mesma função.

Não podemos criar sequer expectativas além daquilo que tiver sido determinado por Deus, que  reparte dons, capacitações e serviços, a cada um, para o que for útil, segundo a Sua exclusiva soberania.

Não desejemos portanto ver todos no mesmo nível de espiritualidade, em cada congregação local.

Onde estaria o fraco para nos exercitarmos na prática do amor e da longanimidade?

Cheguemos à sensatez de não somente conhecer, mas de aplicar na prática, em nossa convivência cristã, a necessidade de vivermos em harmonia e em paz com todos aqueles que foram recebidos por Deus como filhos amados.

Se o Senhor Jesus os tem recebido, quem será mais poderoso do que Ele para rejeitá-los?

Pr. Silvio Dutra

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Cruz, sofrimento e espiritualidade

“...Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios.” (1Co 1.23).

Vivemos numa sociedade que abomina a realidade do sofrimento. Por todos os meios tenta negar a sua existência. Muitos são os meios empregados, desde a alienação das drogas lícitas e ilícitas, às técnicas psicológicas e às indústrias do cosmético e entretenimento. Também religiões tradicionais falam do absurdo do sofrimento como uma contradição da existência humana em face de seu propósito em ser feliz.

A cultura contemporânea acusa o Cristianismo de ter glorificado o sofrimento, dizem que não faz bem para a alma ser confrontada, por meio da cruz, com os lados desagradáveis da vida. Por isso, infelizmente, no contexto cristão, ou pelo menos, que se faz passar por cristão, não poucas expressões eclesiásticas também anatematizam o sofrimento e a imagem da cruz. Reputam o sofrimento sempre como uma ação demoníaca, ou na maioria das vezes, oprimem os fieis reputando à falta de fé e de obediência à Deus o sofrimento experimentado.

Claro, os demônios tem poder limitado e limitada liberdade para impingir certos tipos de sofrimentos. A incredulidade e a desobediência também trazem consigo os sofrimentos que lhes são próprios. Mas, o fato é que, o sofrimento faz parte da contingência humana.

Todos seremos acometidos pelo “absurdo” do sofrimento, da contradição unilateral dos elementos desta existência que escapam à nossa vontade ou controle. Se o sofrimento fosse apenas uma simples questão de falta de fé ou desobediência, o que teríamos a dizer de Paulo, Estêvão, Pedro e todos os mártires que regaram o chão da Igreja com o seu sangue?

Precisamos redescobrir a espiritualidade da cruz como linguagem para entender e integrar o sofrimento como parte essencial na formação de nosso caráter, mas também como marca de genuinidade de nossa fé vivida na contramão dos valores e das medidas deste mundo.

Os cristãos antigos perguntavam menos pela razão do sofrimento. Para eles, fazia parte de sua existência no mundo. Mas eles viam na cruz uma ajuda para passar pelo sofrimento sem perecer. A cruz os fortalecia e lhes dava a esperança de que não haveria sofrimento definitivo. 

Ainda que a cruz termine na morte, ela aponta para a ressurreição, para a transformação do pior sofrimento possível em nova vida, em vida indestrutível. Assim entendemos que o sofrimento entendido na perspectiva da cruz de Cristo é a realidade que cruza e contraria diariamente nosso caminho e nossa vida para quebrar as ideias erradas que construímos em relação a nós mesmos, corroborando assim para a nossa maior identificação com Cristo. É aquela nova criação para a qual valem outras medidas, que não as de uma existência puramente mundana, que precisa se orientar pelas leis desumanas deste mundo caído. 

O mundo, com suas medidas e seus parâmetros de desempenho, reconhecimento e felicidade, já não tem poder sobre nós. O sofrimento recebido na sabedoria da cruz é um sinal da graça de Deus e um protesto contra as nossas tentativas de redimir-nos a nós mesmos e de comprar a nossa salvação com o desempenho próprio. O sofrimento nos coloca em nosso lugar: criaturas incapazes que dependem da Graça de Deus. Se não fossem as contradições da vida e se tudo fosse só sucesso, facilmente nos idolatraríamos a nós mesmos, como tantos fazem por aí, como “Narcisos” incensando a própria vaidade.

Por mais absurdo que possa soar aos nossos ouvidos aburguesados, a espiritualidade da cruz é a chave para a verdadeira vida. Longe de nós desejarmos o sofrimento, ou atraí-lo, ou produzi-lo gratuitamente (isto seria uma blasfêmia e negaria a própria verdade e utilidade da cruz no gracioso plano redentor do Pai). Mas longe de nós também negar ou não acolher a realidade do sofrimento, categorizando-o como absurdo.

Aprendamos dos antigos cristãos: 
“Teu Senhor não foi pregado no poste da cruz? Tu deves imitar o teu Senhor! Se amas teu Senhor, então morre a mesma morte que ele e faze o caminho do apóstolo: ‘O mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo.’ (Gl 6.4). Por mundo entenda: elogio humano, poder e sucesso exterior, fama, riqueza, luxúria, bebedices e glutonerias, fofocas e maledicências...Crucifica-te para estas coisas” (João Crisóstomo).

“E, assim, quando sofrer, que seja por fazer o bem, ou, para te fazer bem” (Tertuliano).

Não existe Cristo sem crucificação. Não existe cristão sem Cruz!

Nos laços da cruz gloriosa,

Rev. Luiz Fernando dos Santos

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Os Hábitos Desenvolvem o Caráter

Deus quer restaurar completamente o nosso caráter divino. O hábito é, na verdade, o caráter.

Os hábitos são formados mediante a disciplina ou a falta dela. Nosso caráter é, basicamente, aquiIo que fazemos rotineiramente. É o que os outros naturalmente esperam de nós, como sermos pontuais, por exemplo. Se costumamos ser pontuais em tudo, as pessoas naturalmente esperarão isso de nós. Elas sabem que podem contar conosco nessa área. Desse modo, a pontualidade se torna uma das características de nosso caráter.

Da mesma forma, se estamos sempre atrasados, a falta de pontualidade se torna parte de nosso caráter.

Não devemos ser legalistas sobre essas questões de cará­ter, mas precisamos, sim, nos esforçar para desenvolver o ca­ráter nas áreas em que temos problemas. Devemos nos lem­brar de que o caráter é desenvolvido com os hábitos, e as mu­danças no caráter acontecem quando desenvolvemos novos hábitos. Se sabemos que temos o hábito de chegar atrasados em todos os compromissos, então precisamos aperfeiçoar o caráter nessa área, aprendendo a cumprir nossa palavra e pas­sando a chegar na hora certa todas as vezes.

Muitos cristãos atualmente parecem achar que as coisas do dia-a-dia, como a pontualidade, nada têm a ver com espiritualidade. Acham que espiritualidade é flutuar em uma nuvem, cantando "Aleluia", e ter em casa todos os livros, fitas e CDs evangélicos.

O desenvolvimento do caráter tem muito mais a ver com a disciplina e com os hábitos que formamos. Por exemplo, assim como podemos desenvolver o hábito de ser pontuais, creio que podemos desenvolver o hábito de ouvir outras pessoas ou com­partilhar problemas. Interessante é que quando aprendemos a ouvir os outros, eles sempre nos contam o que querem ou do que precisam.

Se formos realmente ouvintes e generosos, tentaremos aju­dar as pessoas a receber aquilo de que precisam, sendo uma bên­ção na vida delas. Mas geralmente nosso problema é que passa­mos tempo demais tentando abençoar a nós mesmos, e nos sobra pouco tempo para procurar abençoar os outros.

Termos um caráter santificado é de grande importância no mundo em que vivemos atualmente, pois achamos cada vez mais traços satânicos e diabólicos nas pessoas do que traços divinos.

É interessante constatar que, há cerca de cem anos, o mun­do todo, até mesmo aqueles que não serviam a Deus com tanta convicção, tinham valores morais suficientes para gerar neles um caráter razoavelmente decente. Mas hoje isso não acontece.


Lemos em Isaías 60.1-2 que nos últimos dias haveria escuri­dão e trevas. Mas Deus diz: "Minha glória resplandecerá sobre o meu povo".

Devemos nos expor e ser luz na escuridão. Para isso, temos de ser pessoas com integridade, pessoas de caráter.


Extraído do Livro A FORMAÇÃO DE UM LÍDER de Joyce Meyer

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 27 de maio de 2012

Concepções errôneas sobre a espiritualidade


Existem algumas concepções errôneas sobre a espiritualidade e a maturidade cristã que simplesmente não são à prova d'água.

Advertência: Elas podem ser uma surpresa para você, talvez até um choque; portanto, fique firme.

Por ser cristão, todos os seus problemas serão resolvidos.
Prestamos um grande desserviço a um in­crédulo quando o fisgamos com a frase: "Venha a Cristo e todos os seus problemas vão acabar". A Bíblia nunca diz isso. Ela promete que seremos novas criaturas, garante que teremos um destino seguro, mas não pressupõe uma desci­da suave ladeira abaixo uma vez que Cristo entre na vida da pessoa.

De fato, em alguns casos os problemas aumen­tam e a estrada fica mais difícil!

Todos os problemas que terá de enfrentar estão mencionados na Bíblia.
Não estão. É bem pouco sábio fazermos declarações amplas, abrangentes, em relação a pontos sobre os quais as Escrituras não falam.

Muitas ve­zes não encontramos uma resposta explícita na Escritura para o nosso problema específico. Nessas ocasiões, somos forçados a andar pela fé, confiando no Senhor para mos­trar-nos o próximo passo conforme necessário. 

A Bíblia simplesmente não oferece uma resposta específica para cada problema da vida.


Se você está tendo problemas é porque lhe falta espiritualidade.
Não é triste que essa idéia seja anunciada em muitos lugares hoje? A existência de um problema simplesmente mostra que você é humano! Todos, temos problemas e você não deixa de ser espiri­tual porque luta com um dilema. Na verdade, muitos dos homens e mulheres mais espirituais que conheço enfrentaram alguns dos mais difíceis problemas que a vida oferece.

Pense em Jó e no seu sofrimento. Ele não tinha uma resposta. Ele não compreendia o porquê. Seus conselheiros, com suas declarações rígidas e precipitadas, estavam total­mente enganados; eles também não sabiam as respostas. Embora Jó fosse espiritual, tinha problemas enormes.

A exposição a ensinamentos bíblicos sólidos resolve automaticamente os problemas.
A instrução bíblica por si só não resulta em soluções instantâneas dos problemas. Por mais confiável que seja o ensino, ou quão talentoso o professor, a declaração da verdade não proporciona a re­moção das dificuldades.

Pense nas Escrituras como um mapa absolutamente exa­to. O mapa lhe diz como chegar a um determinado desti­no. Mas o fato de apenas olhar um mapa não irá transportá-lo automaticamente ao Arizona, à Inglaterra ou ao Peru. Para chegar a esses lugares você terá de se esforçar... pagar o preço... arranjar tempo para a viagem... permanecer nela até chegar ao destino.

O mesmo acontece na vida cristã. O mapa de Deus é confiável e está disponível. Ele também é claro e direto. Não há, porém, nenhum artifício em suas páginas que en­vie automaticamente o leitor ao seu destino por meio de um tapete mágico.

Extraído do Livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.