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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

DEUS NOS PLANEJOU

Nada na vida é casual, tudo foi feito em função de um propósito. Nós não somos um acidente. Nosso nascimento não foi um erro ou um infortúnio, e nossa vida não é um acaso da natureza.

Nossos pais podem não ter nos planejado mas Deus certamente o fez. Ele não ficou nem um pouco surpreso com nosso nascimento. Aliás, ele o aguardava.

Muito antes de sermos concebidos por nossos pais, nós fomos concebidos na mente de Deus – Ele já pensava em nós antes de formar o mundo.

Nós não estamos aqui por acaso, sorte, destino ou coincidência. Nós estamos aqui porque Deus quis criar-nos.

Deus nunca faz nada por acaso, Ele não age de forma aleatória, e Ele nunca comete erros.

Deus tem um motivo para tudo que Criou. Todas as plantas e animais foram planejados por Ele, e cada pessoa foi idealizada com um propósito.

“Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas ...” (Rm. 11.36) Esse mesmo versículo na Bíblia Viva diz assim: “Todas as coisas vêm única e exclusivamente de Deus. Tudo vive por seu poder, e tudo é para sua glória ...”.

A razão de tudo o que existe, incluindo eu e você é demonstrar (refletir) a glória de Deus. Nós fomos criados para a glória de Deus. Na verdade, este é o objetivo fundamental de todo o universo: Demonstrar (refletir) a glória de Deus.

Deus fez tudo para a glória dEle, desde a menor forma de vida microscópica até a via láctea. Tudo foi criado para a glória de Deus. Se não fosse a glória de Deus não haveria nada.

Pois bem, uma vez que o propósito principal de Deus ter nos criado foi a Sua glória, então, viver para glória de Deus (refleti-la) é a maior realização que podemos alcançar em nossa vida.

Qualquer coisa na criação reflete a glória de Deus (Glorifica a Deus) quando cumpre o propósito para o qual foi criado.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 7 de maio de 2021

CRISTO O SENHOR

 As Escrituras não deixam nenhuma dúvida que Cristo é o Senhor, tanto antes do Seu nascimento quanto depois.

O Velho Testamento fala de Jesus sendo ‘Senhor’. Além do Salmo 110:1 temos Isaías que menciona Jesus como Senhor dizendo o que viu, "O Senhor assentado sobre um alto e sublime trono:" que só pode ser Jesus o chamado ‘Senhor’.

Deus é espírito e nunca foi visto por ninguém mas sé revela pelo Filho (João 1:18).

Zacarias, o pai de João Batista, profetizou dizendo que a obra do seu filho será "ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos;" (João 1:76), uma clara referência a Jesus (Mt. 3:3).

Os anjos anunciaram o nascimento de Jesus aos pastores em Belém dizendo, "vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor" (Lc 2:11).

Houve muitos que chamaram a Jesus por Senhor: discípulos (Mt. 8:25), apóstolos (Lc 17:5), Paulo (Atos 9:5,6), os que foram tocados por Jesus (Mt. 18:6)

Cristo é verdadeiramente o Senhor dos senhores (I Tm 6:15; Ap 17:14; 19:16). O próprio Deus O exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todos os nomes (Fil. 2:9) pois Cristo foi feito mais excelente do que os anjos (Hb 1:4) coroado de glória e de honra (Hb 2:9) e assentado à destra da majestade nas alturas (Hb 1:3). Se Jesus é o Senhor que o Salmista reconheceu, os profetas declararam, os anjos anunciaram, o povo de Deus identificou Quem O SENHOR Deus exaltou, então devemos maior honra, respeito e obediência às suas Palavras.

Depois de Cristo sofrer a humilhação de viver como homem e até a maldição de ser pendurado em uma cruz, Ele foi declarado Senhor para a glória de Deus (Atos 2:36).

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz



quinta-feira, 25 de julho de 2019

A GLÓRIA DE DEUS E A BENÇÃO PARA O HOMEM


"Atribuam ao Senhor a glória que o seu nome merece; adorem o Senhor no esplendor do seu santuário." Salmos 29:2

Havia no meu quintal um abacateiro que produzia pouquíssimos frutos. 

Por acreditar que uma árvore frutífera precisa ser produtiva, pedi a Deus que abençoasse aquele abacateiro permitindo-lhe frutificar bastante.

A florada aconteceu e o abacateiro se encheu de centenas de frutinhos. 

Quando eles já estavam grandes, para surpresa minha, o galho central, com 69 abacates, quebrou. 

Um outro galho também, por não suportar o peso, acabou caindo, levando tantos outros frutos. 

Fiquei perplexo! 

Deus havia permitido que o abacateiro ficasse recheado de frutos e logo depois quebrasse, sem que eu os aproveitasse. Por quê? 

A resposta veio logo. 

Nem sempre temos estrutura para suportar o tamanho da bênção que pedimos a Deus. Por isso, muitas vezes precisamos esperar algum tempo para recebê-la. 

Ela só virá quando nossa vida estiver profundamente enraizada no terreno fértil da fé em Jesus Cristo, enrijecida pela leitura constante da Palavra de Deus, fortalecida pela seiva da oração e produzindo os frutos abundantes da presença de Deus em nós. 

Assim, na certeza de que a glória não é nossa, mas do Senhor Jesus, não sucumbiremos ao volume da bênção.

Será que estamos preparados para receber a bênção que pedimos a Deus?

Autor Desconhecido / Transcrito por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 22 de maio de 2018

A REVELAÇÃO DA GLÓRIA DE DEUS

Você pode recordar que no Antigo Testamento Moisés teve literalmente um vislumbre da glória de Deus. Antes disso, o Senhor havia enviado Moisés, sem nenhuma explicação sobre Si próprio, além das palavras 'EU SOU'. Mas Moisés queria saber algo mais de Deus. Então pleiteou junto a Ele: 'Senhor, mostra-me tua glória.

Deus respondeu levando Moisés à parte e colocando-o na fenda de uma rocha. Então, as escrituras dizem que Ele revelou-se para Moisés em toda Sua glória : 'E, passando o Senhor por diante dele, clamou : Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânime, e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado' (Êxodo 34:6-7).

Esta passagem é absolutamente essencial para o nosso entendimento de quem nosso Senhor é. Muitas vezes quando raciocinamos sobre a glória de Deus, pensamos na Sua majestade e esplendor, Seu poder e domínio, ou alguma manifestação no Seu povo, como uma impetuosa adoração. Todas estas coisas podem ser um resultado da visão da glória de Deus. Mas esta não é a glória pela qual Ele quer que nós O conheçamos.

A maneira que Deus quer que conheçamos Sua glória é através da revelação do Seu grande amor pela humanidade. E isto é justamente o que revelou a Moisés : 'Senhor Deus compassivo, clemente e longânime, e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado' (Êxodo 34:6-7).

O Senhor está sempre esperando para nos mostrar Seu amor para nos perdoar, para derramar sobre nós Sua misericórdia e nos restaurar para Ele !

A REVELAÇÃO DA GLÓRIA DE DEUS TEM EFEITOS PODEROSOS SOBRE AQUELES QUE A RECEBEM E ORAM PARA COMPREENDÊ-LA.
Até este ponto, Moisés tinha uma visão do Senhor como o Deus da lei e da ira. Tremia aterrorizado na presença do Senhor pedindo a Ele, clamando, pleiteando em favor de Israel. Esta tinha sido a base do seu relacionamento face a face com o Senhor.

Mas agora, à primeira visão da glória de Deus, Moisés não estava mais com medo do Senhor. Ao contrário, ele foi levado a adoração : 'E imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou;' (versículo 8). Ele viu que Deus não era apenas o trovão, o raio e a trombeta penetrante que o faziam encolher de medo. Ao contrário, Deus era amor e Sua natureza era de bondade e terna misericórdia !

A verdadeira adoração surge dos corações que estão conquistados pela visão do amor gratuito de Deus por nós. É baseada na revelação que Deus nos dá de Si, de Sua bondade, de Sua misericórdia, de Sua prontidão para nos perdoar. Então, se devemos louvar a Deus em espírito e verdade, nossa adoração deve ser baseada nesta admirável verdade a respeito dEle.

Verdadeiramente, quando recebemos a revelação da glória de Deus, nossa adoração não pode fazer outra coisa senão mudar. Por que? Ver Sua glória muda a nossa maneira de viver! Afeta nossa fisionomia e nosso comportamento, nos transformando de 'glória em glória,' fazendo-nos mais como Ele. Cada nova revelação do Seu amor e misericórdia traz mudança sobrenatural.

Eu estou convencido de que esta é a única forma para ocorrer mudança duradoura. Não vem da participação de seminários de 'como fazer', ou de ouvir oradores famosos, ou de absorver mensagens de auto aperfeiçoamento de livros ou fitas. Não, vem de ter a revelação de Deus, ponto final! E Deus já nos deu esta revelação dEle, em Êxodo 34.

Ver a glória de Deus também muda o nosso relacionamento com os outros. Paulo diz a igreja de Efésios, 'Vocês viram e experimentaram a glória de Deus. Agora, pois, sejam reflexo desta glória para os outros !' 'Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou.' (Efésios 4:32).

Reverendo David Wilkerson

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 17 de março de 2018

O SIGNIFICADO DE "SHEKINAH"


Costumo definir sinteticamente SHEKINAH como: "a glória de Deus manifesta"!

O vocábulo "shekinah" não aparece na Bíblia, é uma transliteração da raiz hebraica "shkn" = habitar. Este termo "shkn" é muito usado pelos TARGUMITAS e RABIS e adotado pelos cristãos. Refere-se à glória visível de Deus habitando no meio do seu povo. Usa-se este vocábulo para designar a presença radiante de Deus, como vista na coluna de fogo, no Monte Sinai, no Propiciatório entre os querubins, no Tabernáculo, no Templo, etc.

Embora a palavra "shekinah" não apareça na Bíblia, há alusões à glória de Deus ("shekinah") em diversas passagens.

A seguir, transcrevo alguns comentários 1) J. B. Payne - Encliclopedia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova. 2) Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed. 1) "SHEKINAH - A manifestação visível da glória de Deus.

Embora as escrituras neguem a existência de qualquer localidade permanente para Deus, descrevem, simultaneamente com a Sua transcedência, a Sua "glória", ou presença apreensível. A glória pode ser expressada no "rosto" de Deus, no Seu "nome" (Ex 33.18-20), no "Anjo" - os aparecimentos pré-encarnados de Cristo - ou na "nuvem" (Ex 14.19). A Shekinah diz respeito à nuvem que cercava a glória (Ex 40.34), parecia uma nuvem pesada através da qual chispam os relâmpagos (Êx 19.9,16).

A Shekinah apareceu pela primeira vez quando Deus conduziu Israel para fora do Egito e o protegeu por meio de "uma coluna de nuvem e de fogo" (13.21; 14.19). A nuvem vindicou Moisés contra os "murmuradores" (16.10; Nm 16.42) e cobriu o Sinai (Ex 24.16) enquanto ele se comunicava ali com Deus (v.18; cf. 33.9). Deus "habitava ( sakan, 25.8) no meio de Israel no tabernáculo (miskan, "lugar de habitação", v.9; cf. 1 Rs 8.13), que tipificava a Sua morada no céu (1 Rs 8.30; Hb 9.24).

A nuvem encheu o tabernáculo (Êx 40.34-35; cf. Rm 9.4); e o uso pós-bíblico, portanto, designou essa manifestação permanente e visível como "shekinah", "habitação" [da presença de Deus]". Pouco depois, em duas ocasiões, "saiu fogo (consumidor) de diante do SENHOR" (Lv9.23; 10.2). Especificamente, Deus apareceu "na nuvem sobre o propiciatório que está sobre a arca" (Lv 16.2; Ex 25.22; cf. Hb 9.5).

A Shekinah conduziu Israel através do deserto (Ex 40.36-38); e, embora a perda da arca importasse em "Icabode [nenhuma glória]" (1 Sm 4.21), a nuvem voltou a encher o Templo de Salomão ( 1 Rs 8.11; cf. 2 Cr 7.1). Ezequiel visualizou sua partida por causa do pecado (Ez 10.18) antes da destruição desse templo, e o judaísmo confessava a ausência dela do segundo templo.

A Shekinah reapareceu com Cristo (Mt 17.5; Lc 2.9), o Deus verdadeiro localizado (Jo 1.14; skene, "tabernáculo"; cf. Ap 21.3, = sekîna?), a glória do último templo (Ag 2.9; Zc 2.5). Cristo subiu na nuvem da glória (At. 1.9) e, um dia, voltará dessa maneira (Mc 14.62; Ap. 14.14; cf. Is 24.3; 60.1)." - J. B. Payne - Encliclopédia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova.

2) SHEKINAH. Esplendor, glória ou presença de Deus habitando no meio do seu povo e o equivalente judaico mais próximo do Espírito Santo. O termo é posterior à Bíblia, mas o conceito está no ensinamento de que Deus habita no meio do seu povo (Êx 29.45s.).

A glória de Deus é vista em fenômenos como relâmpagos e nuvens no monte Sinai (Êx 19.16) e a nuvem brilhante que descia sobre a tenda da congregação e guiou Israel pelo deserto (Êx 40.34ss.).

A glória divina também está presente de modo especial no templo e na cidade celestiais (Ap 15.8; 21.23). Foi vista na transfiguração de Jesus (Lc 9.32) e será vista quando Jesus voltar à terra (Mc 8.38).

- Transcrito do Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

Bibliografia:
B. Payne - Encliclopédia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova.
Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

Pr. Edemar V. Silva

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 13 de novembro de 2016

A GLÓRIA DE DEUS: O SUPREMO PROPÓSITO DA VIDA

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).

O Cristianismo difere frontalmente do Humanismo. Este, aplaudido e festejado por nossa geração, coloca o homem no centro do universo. O homem tornou-se a medida de todas as coisas. Tudo vem dele, acontece por meio dele e existe para ele. A busca açodada pelo prazer tornou-se o vetor que governa o homem. A realização de sua soberana vontade tornou-se agenda imperativa.

Para atender a esse propósito, as filosofias besuntadas de antropocentrismo idolátrico, repaginaram as artes, a música, o entretenimento, a moda, a cultura enfim, para que tudo contribua para o máximo prazer do homem. O hedonismo emergiu com força das entranhas dessa cosmovisão.

Na contramão dessa visão antropocêntrica, o Cristianismo proclama que Deus é o centro do universo e não o homem. A vontade Deus é que deve ser feita na terra como é feita no céu e não a vontade do homem.

O propósito da vida não é o prazer desmedido do homem, mas a glória de Deus. O grande paladino da Igreja Cristã, no período patrístico, Aurélio Agostinho, em seu livro Confissões, disse: “Senhor, tu nos criaste para ti, e nossa alma não encontrará repouso até que se volte para ti”.

O homem é um ser vulnerável e dependente. Ele não tem vida em si mesmo e nem pode manter-se de pé escorado no bordão da autoconfiança. Ele não basta a si mesmo nem encontra sentido na vida alimentando-se dos deleites efêmeros deste mundo.

Dinheiro, sexo e poder não preenchem o vazio do seu coração. Nem todo o ouro do mundo pode satisfazer os reclamos de sua alma. Nem todas as taças dos prazeres terrenos pode saciar os anelos do seu coração. Nem toda a força dos exércitos da terra pode dar segurança à sua vida.

O homem depende de Deus e não encontra sentido em sua jornada a não ser que se volte para Deus, para viver na presença de Deus e fazer tudo para a glória de Deus.

O apóstolo Paulo, o grande bandeirante do Cristianismo, no texto em tela, diz com diáfana clareza que, desde as coisas mais básicas da vida como comer e beber, às mais complexas, devemos fazer tudo para a glória de Deus. Não vivemos nem morremos para nós mesmos. Nascemos para a glória de Deus. Estudamos para a glória de Deus. Trabalhamos para a glória de Deus. Casamo-nos para a glória de Deus. Criamos filhos para a glória de Deus. Fazemos tudo para a glória de Deus.

A glória de Deus é o vetor que governa todas as áreas da nossa vida. Se perdermos esse foco, a vida perde o sentido. Adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas é a nossa máxima prioridade. Se abandonarmos esse ideal, esquecer-nos-emos de Deus, amaremos as coisas e usaremos as pessoas.

Só quando Deus ocupa o primeiro lugar em nossa vida, as outras áreas se encaixam em seu devido lugar.

Só quando fazemos tudo para a glória de Deus, fazemos com excelência e temos propósito no que fazemos.

Só quando fazemos tudo para a glória de Deus, nossas palavras e ações deixam de ser egoístas para se tornarem abençoadoras.

Só quando fazemos tudo para a glória de Deus transformamos as pequenas coisas como um copo de água fria dado ao sedento como uma liturgia de adoração ao Senhor.

Eis nosso maior privilégio, nossa maior responsabilidade, nossa maior plataforma de vida: fazer tudo para a glória de Deus!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

UM DEUS, TRÊS PESSOAS

“Mas ele, [Estêvão,] estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus” (Atos 7:55-56).

Deus se revela em Sua Santa Palavra como sendo único. E não só isso: proíbe seu povo de seguir outro deus que não seja Ele mesmo (Êxodo 20,3). Entretanto, a mesma Revelação nos apresenta três Pessoas com atributos divinos: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

O fato de crermos em um Deus que subsiste em três Pessoas Divinas tem gerado controvérsias, ceticismo, debates infindáveis e até mesmo inquisição ao longo da história. Entretanto, é um assunto importantíssimo e que todo cristão precisa tê-lo muito bem definido, afinal, precisamos defender nossa fé de modo racional e lúcido.

A palavra “Trindade” (em latim, trinitas) aparece pela primeira vez no século III em um escrito de Tertuliano onde este se referia à Divindade revelada nas Escrituras em resposta às doutrinas unicistas da época. Mas fica evidente tanto nos relatos históricos quanto no registro bíblico que os primeiros cristãos já estavam resolvidos quanto à natureza triuna de Deus quando lemos as muitas passagens que afirmam a divindade do Pai, que é Deus (Efésios 4,6; Filipenses 2,11), distinto de Jesus, que também é Deus, Filho de Deus, distinto do Pai (João 20,28; 2 Pedro 1,1; Mateus 16,16; João 20,17; 2 Coríntios 1,2), e do igualmente Divino Espírito Santo, que procede do Pai (Salmos 51,11; João 15:26; 2 Timóteo 1:14 ).

A promessa de que a Trindade estaria presente na Igreja de Deus é clara quando Jesus afirma que “se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada” (João 14:23) e no mesmo Evangelho afirma: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

Mas talvez a dificuldade de entender isso se deva por dois fatores: primeiro porque meditar na natureza divina exige um alto grau de abstração; segundo por que costumamos confundir o conceito de Deus com o conceito de Pessoa. Deus criou o homem à Sua imagem e Semelhança, mas creio que isso se refira ao sermos “pessoas”, não refere à deidade. Não somos deuses.

O Conceito de “Deus” é algo que vai além de qualquer coisa que possamos imaginar, já que não temos um histórico em nossas experiências pessoais, científicas ou filosóficas com algo semelhante a Deus. Ele é Único, não há outro semelhante na Criação (Deus não criou nada com natureza semelhante à dEle) e tudo o que nos foi revelado sobre a Divindade certamente não representa a totalidade do que Ele realmente “É”; o conceito de pessoa, por outro lado, pode ser encontrado mais profundamente em termos filosóficos.

John Locke nos ajuda a compreendê-lo distinguindo “pessoa” de “homem”. “Homem” se refere a uma espécie do reino animal; “pessoa” se refere ao indivíduo, é o termo que dá a distinção entre homem e homem. A pessoa é o ser que tem consciência de si e de seus atributos, que se manifesta moralmente e se distingue socialmente. Isso nos distingue dos animais, pois eles não são pessoas.

Um homem um dia foi uma criança e futuramente será um idoso e neste passar dos anos seu corpo sofre mudanças. Mas, embora as mudanças biológicas no corpo, a mesma pessoa permanece durante a vida. Essa distinção entre homem e pessoa ajuda a resolver o problema da ressurreição dos mortos. Conforme 1 Coríntios 15, 35-50, na ressurreição dos mortos, teremos um corpo espiritual, incorruptível e glorificado, a partir do corpo corruptível que ora ostentamos, semelhantemente ao processo ocorrido com o Senhor no terceiro dia após a Crucificação. Mesmo assim, embora em um novo corpo, teremos conservada nossa identidade, porque a pessoa ressurreta será a mesma pessoa eleita que um dia creu em Jesus e foi Salvo pela Sua Graça.

Este mesmo raciocínio que distingue “homem” de “pessoa” ajuda a distinguir “pessoa” de “Deus”. O Pai, o Filho e o Espírito se auto-afirmam, têm consciência de Si, se distinguem um do outro e são sujeitos Divinos ativos na Eternidade. São Pessoas, portanto. Cada um deles é Deus e a união dos três “É” Deus (ver Êxodo 3,14). Eles não se distinguem como Divindade, apenas como pessoas.

E como vimos acima, o conceito de “Deus” extrapola o conceito de “Pessoa”, da mesma forma que o conceito de “Pessoa” extrapola o conceito de “Homem”. Por isso podemos falar em três Pessoas, mas nunca em três deuses. O Pai, o Filho e o Espírito estão eternamente inseparáveis operando a Soberana Vontade Divina.

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém” (2 Coríntios 13,14)

“Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém” (Judas 1,25).

Fabrício Mateus de Mello

Por Litrazini
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Graça e Paz

terça-feira, 26 de agosto de 2014

TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS

Vivemos nossa vida como se não precisássemos de Deus, durante a semana inteira.

E nos cultos a gente vem como um bom cristão. “Eu não mato, Eu não bebo, Eu não fumo. Eu não faço isso, Eu não faço aquilo. Então eu sou um bom cristão.”

Em I Coríntios 10: 31 lemos: Portanto quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.

Quando eu leio esse texto, eu percebo que não se trata da questão de você não pecar durante o dia. Para o cristão, a questão não é: “Hoje eu não pequei! Olha, hoje eu não fiz nada de errado.”

A questão não é você não pecar. A questão é: Eu glorifiquei a Deus hoje como eu deveria com a minha vida?

Você pode não cometer nenhum dos pecados capitais. Você pode não infringir nenhum dos 10 mandamentos. Você pode ser uma boa pessoa e estar completamente distante de Deus, na sua religiosidade, no seu falso conhecimento de quem é Deus.

Que essa frase fique marcada pra você: Não se trata de não pecar, mas Eu glorifiquei a Deus com minha vida como eu deveria nesse dia de hoje?

Há uma dicotomia muito grande dentro da igreja entre sagrado e secular. Gostamos de separar muito isso. Gostamos de falar: isso aqui é de Deus, isso aqui é do mundo.

Não existe para o cristão o que é sagrado e o que é secular. Para o cristão é uma coisa só. Dado que você entregou sua vida a Jesus, tudo é dEle.

Então, quando você exercer sua profissão, você deve exercê-la de maneira que o nome de Jesus seja glorificado com isso.

Se você está curtindo um momento de lazer, está curtindo um momento de férias, que Deus esteja junto.

Porque se o seu culto a Deus se resume a ir à igreja, você não conhece a Deus. Você não tem um relacionamento com Ele. Porque não existe relacionamento com Deus que não seja diário, que não seja uma constância.

Tenho visto muitos homens de Deus falarem isso e eu concordo: Não é uma simples oração que te faz um cristão. Não é porque um dia você falou: Ah, eu faço uma oração e aceito Jesus. E isso te faz um crente. Isso é mentira. O cristão vive por fé. O justo viverá pela fé.

E fé é precedida e acompanhada por arrependimento. Uma vida de arrependimento, dobrando seus joelhos dia após dia, confessando seus pecados a Deus. Crescendo em santidade, crescendo em boas obras. Crescendo no conhecimento de Deus.

Cristãos que vivem uma vida inteira indo à igreja, tem 10, 20 anos de crente, 30 anos de crente e são, possuem o mesmo temperamento de 20 anos atrás. Como é possível?

Você ter o mesmo temperamento, você não cresceu em nada. Em domínio próprio, em mansidão, em amor. Como andar com Cristo e não ser cada dia mais parecido com Ele? Você acha que é ser cristão isso?

Você acha que Jesus veio pra instituir uma igreja para você ir no domingo? Você acha que Jesus morreu naquela cruz, para que domingo você pudesse estar lá e no resto da semana Ele estivesse fora dos seus planos?

Jesus requer tudo de nós. E se você é cristão vai dizer: Amém, que Ele tome tudo. Tudo é dEle.

Autoria: Daniel Simoncelos

Por Litrazini:


Graça e Paz

sábado, 25 de janeiro de 2014

COMO IMITAR A VIDA DO APÓSTOLO PAULO?

1)Sendo imitador de Cristo como Paulo foi. (I Co.11:1) e podendo dizer: Para mim o viver e Cristo, e o morrer e ganho. Fil. 1:21.

2) Dizendo:Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora a coroa da justiça me esta guardada. (Fil 4:7 e 8).

3)Podendo dizer: Procura apresentar-te a Deus aprovado (a) como obreiro (a) que não tem do que se envergonhar mais maneja bem a Palavra da verdade. (2Tm) 2:15. Dizendo: Nos que somos Fortes devemos Suportar as Fraquezas dos Fracos e não Agradar a nós mesmos. Rom 15:1

4)Sabendo que cada um de nos dará conta de si mesmo a Deus. Rm, 14:12. Dizendo: Sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. 1Co. 15:58, Vamos ter experiências de tudo e dizer Posso todas as coisas naquele que me fortalece.Fil 4:12 e 13

5)Falando: Se esperarmos em Cristo só, nesta vida, somo os mais miseráveis de todos os homens. I Cor 15:19 Ensinando :Assim se alguém está em Cristo nova Criatura é, as coisas Velhas já passaram e eis que Tudo se fez novo. Novo sentir - Novo agir - Novo Viver, (2Cor 5:17)

6)Falando, depois de tanto sofrer como Paulo: A nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente. 2Co. 4:17.

7)Vamos saber que Todas as Coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que Amam a Deus. (Rm. 8:28)

8)Saberemos que: Somos em tudo; Atribulados mais não Angustiados, perplexos mais não Desanimados, Perseguidos, mais não Desamparados, Abatidos mais não Destruídos. (2Cor 4: 8 e 9). Estas adversidades vão nos trazer experiências de tudo e poderemos dizer: Posso todas as coisas naquele que me Fortalece.

9)Saberemos que: todas as coisas são licitas, mas nem todas convém, todas as coisas são licitas mas nem todas Edificam. (1Cor 20:23) Temos que escolher as que Convém e Edificam e que não causem dano aos crentes mais fracos. Nós temos que agradar os crentes mais fracos: pois somos Fortes.

10)Nunca esquecer: Devemos ser: Irrepreensíveis, sinceros, inculpáveis, ser luz, brilhar como astro no meio da geração corrompida e perversa. Fil. 2:15

11)No final poderemos dizer: Já estou crucificado com Cristo, e vivo não mais eu mas Cristo vive em mim. Gal 2:20A. Nunca esqueceremos que Nosso Deus suprirá todas nossas necessidades em Glória, por Cristo Jesus. Fil 4:19. E teremos em nossa mente o cântico da Vitoria de Rom 8:31A39

QUE AS BÊNÇÃOS DE DEUS TRANSBORDE EM SUA VIDA, GUERREIRA (0)DE DEUS. QUE VOCE REFLITA ONDE ANDA A GLÓRIA DE DEUS NA TERRA.

AUTOR ELI AZEVEDO

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Andando no Espírito


“Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde”…Mt.11:29-30

Vida no Espírito é lago que se renova a cada manhã. Infelizmente, hoje existem pessoas sobrecarregadas e até mesmo dentro da igreja. Sobrecarregadas por: circunstâncias, problemas, etc… Deus quer nos liberar de toda carga através desta vida no Espírito. (Gl 5.25-26)

COMO FAZER PARA NÃO DEIXAR DE ANDAR NO ESPÍRITO?

1) SENDO FERVOROSO NO ESPÍRITO – RM.12:11 – SERVINDO AO SENHOR.
Ser fervoroso no Espírito é ser  apaixonado pelo Senhor e o seu propósito.
• Infelizmente, hoje a igreja tem perdido esta paixão.

2) COMO A IGREJA TEM PERDIDO ESTA PAIXÃO?
A) Quando nós deixamos as coisas preciosas ser tornarem coisas comuns.
• Hoje em dia o diabo tem tirado o valor de tudo o que tem valor para Deus – Jo.10:10
• O povo de Deus sempre foi conhecido pela sua alegria em toda história.
• A igreja perdeu o fervor na humanização

B) Quando começamos a depender das coisas externas, de fora, e não do fluir verdadeiro de Deus – Jo.4:23-24
• Para os filhos de Deus a base de tudo tem que vir de DEUS, Ele é a única fonte dentro de nós

• Somos o seu templo, e temos que viver como tal
• A cada manhã temos que acordar cheios do Espírito

3) VIVEMOS EM UM MUNDO APÁTICO = RM 12:1-2
• A apatia vem sobre nós quando nós nos conformamos com a situação.
• Temos que tomar muito cuidado com os nosso filhos.

4) A IGREJA TEM PERDIDO A VISÃO DO PROPÓSITO DE DEUS, ELA PERDEU O ALVO.
• Uma Igreja que vê o propósito de Deus com clareza é uma Igreja fervorosa – (Num.13:14)
• Os que perdem o alvo morrem no deserto.
• O alvo de Deus deve estar estampado em nós.
• Hoje em dia a Igreja tem se voltado mais para a estrutura do que para as vidas.

5) PORQUE O FERVOR É TÃO IMPORTANTE?

R: Porque ele é primordial na vida da Igreja, é uma prioridade.

Líderes, pastores, músicos, cada serviço deve ser realizado com paixão a Deus. Amor e paixão pelo os irmãos – (Jo.13:34-35)
• Não podemos fazer a obra de Deus sem paixão!
• Deve ser uma prioridade na minha vida o que eu amo. Temos que observar na vida dos discípulos o que é prioridade.
• O que queima por dentro deve fazer diferença por fora
• O que queima por dentro você sente o cheiro por fora, e o cheiro deve ser o cheiro de Cristo.
• Eu sei o quanto custou o preço da minha vida para Jesus.
• Eu não devo ficar preocupado em ser o melhor, mas em dar o melhor para Deus, o melhor para o Senhor da minha vida.
• Ser apaixonado por tudo aquilo que Deus ama.

COMO RESTAURAR A PAIXÃO PELO O MOVER?

1) OLHANDO PARA JESUS – É IMPOSSÍVEL ALGUÉM OLHAR PARA JESUS E NÃO FICAR APAIXONADO POR ELE . – EF.5:14/ HEB.12:2/ II COR.3:18
• Nós contemplamos o Senhor Jesus, contemplando o verbo = a palavra.
• Contemplar Jesus é contemplar a palavra de Deus.
• Podemos contemplar Jesus olhando para os nosso irmãos – Mt.18:20

2) PODEMOS RESTAURAR A PAIXÃO RETORNADO AO PRIMEIRO AMOR.
• Deve ser uma prioridade – Ap. 2:4
• Voltar ao primeiro amor fala de valores que se perderam
• Temos que resgatar os valores perdidos
• Primeiro amor é comunhão com Deus

3) DEIXE O ESPÍRITO SANTO ATIVAR OS SEUS DONS.
• Muitos não aprendem a desenvolver os seus dons – Ef.4:8
• Muitos enterraram os seus dons
• Temos que ajudar cada discípulo a desenvolver os dons

• Cada um tem um dom pelo menos – I Pe.4:10
• A partir do natural Deus dá o sobrenatural

4) FAÇA TUDO, AINDA QUE SEJA POUCO, FAÇA TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS
• Identifique os dons
• Santifique
• Deus unge tudo isso
• Submeta os seus dons ao corpo
• Submeta os seus dons aos líderes
• Submeta os seus dons a palavra de Deus
- Não agrada a Deus o enterrar os talentos – Mt.25:14-30
- A Igreja deve ser um lugar onde os dons precisam ser despertados

5) VIVA E ANDE PERTO DE GENTE APAIXONADA POR DEUS.
• Jovens, olhem para pessoas apaixonadas por Deus
• No trabalho, seja sócio de pessoas apaixonadas por Deus

6) NUNCA SE ESQUEÇA DE TUDO O QUE DEUS FEZ POR VOCÊ
• Um exemplo negativo – o povo de Israel – Num.12 e 14
• Sl.103 – Seja sempre grato ao Senhor por tudo, e nunca se esqueça do que Ele já fez por você.

Andar no Espírito, ser cheio do Espírito, plenitude do Espírito

Autor: Asaph Borba

Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.