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domingo, 20 de abril de 2025

O SIGNIFICADO DA PÁSCOA

O significado da Páscoa é que o Filho de Deus pagou o preço por nossos pecados e ressuscitou para nos reconciliar com Deus (Rm 4:25).

A Páscoa significa que o nosso maior inimigo, a morte, foi conquistado.

A Páscoa significa que nossos pecados foram perdoados e que fomos reconciliados com Deus.

A Páscoa significa que Cristo é verdadeiramente o Rei e o Vencedor, sentado “Acima de todo principado, e potestade, e poder, e domínio, e de todo nome que se possa referir não só no presente século, mas também no vindouro” (Ef 1:21).

O significado da Páscoa é que Jesus é o Senhor de novos começos, novos dias e novas vidas.

A Páscoa significa que o poder incompreensivelmente grande de Deus estava em plena exibição no Jardim do Túmulo onde Cristo jazia.

Esse mesmo grande poder que ressuscitou Cristo dentre os mortos agora opera em nós que cremos (Ef 1:19).

O significado da Páscoa é que Deus pode mover montanhas, dividir mares, restaurar a vida e remover a pedra.

A Páscoa significa que os pobres de espírito possuirão o reino dos céus, os enlutados serão consolados, os mansos herdarão a terra, os que buscam a justiça serão satisfeitos, os misericordiosos encontrarão misericórdia e os puros de coração verão a Deus (Mt 5:3–8).

O significado da Páscoa é que as promessas de Deus se cumprem em Cristo.

A Páscoa significa que o amor é mais forte que a morte.

Afinal, a Páscoa significa que há esperança para nós.

Como Jesus disse: “Porque eu vivo, vós também vivereis” (João 14:19).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

O SIGNIFICADO DA PAZ

“Apega-te, pois, a Deus, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem. (Jó 22.21)

Paz significa estar bem com Deus.

“Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rm 5.1)

A paz é um dom de Deus.

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não a dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (Jo14.27)

A paz é um resultado da obediência às leis de Deus.

“Muita paz têm os que amam a tua lei, e não há nada que os faça tropeçar.” (Sl 119.165)

A paz é um objetivo que vale a pena alcançar.

“Assim, pois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua.”

Paz significa proteção. (Rm 14.19)

“Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam. Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios.” (Sl 122.6,7)

Quando encontrar a paz, como posso mantê-la?

“Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Confiai sempre no Senhor; porque o Senhor Deus é uma rocha eterna.” (Is 26.3,4)

Podemos ser felizes quando fazemos um esforço em manter paz nas nossas relações pessoais.

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.” (Mt 5.9)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 27 de agosto de 2024

SIGNIFICADO DE AMAR A DEUS

A visita de Jesus à casa de Marta e Maria ilustra o verdadeiro significado de amar a Deus

“...Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada" (Lc 10:38-42). 

Marta era uma boa senhora, recebeu bem Jesus em sua casa.

Ela estava ansiosa por sentar-se e ouvir o Senhor, como sua irmã Maria estava fazendo, mas as exigências de suas preparações deixaram-na sem tempo para fazer isso.

Ela ficou irada porque sua irmã não a estava ajudando.

Jesus apontou o problema dela: estava aflita e aturdida por muitas coisas.

Maria, em contraste, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo-o.

Havia uma refeição para ser preparada, talvez uma casa para ser limpa, mas Maria escolheu passar o seu tempo com seu Senhor.

Tanto Maria como Marta tinham algum amor por Jesus.

Mas Maria era aquela que amava a Jesus com "todo" o seu coração, com "toda" a sua alma, com "toda" a sua força, e com "todo" o seu entendimento.

Amar assim a Cristo significa escolher buscar as prioridades espirituais, mesmo se isso significar fazer outras coisas não tão bem, ou mesmo não faze-las.

Marta recebeu bem a Cristo, porém não escolheu a boa parte.

Tinha tantas outras coisas que a sobrecarregavam e preocupavam que não teve tempo para sentar-se e ouvir Jesus.

O tempo que gastamos com Jesus é um sinal de quanto o amamos

Transcrito por Litrazini        

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Graça e Paz 

quarta-feira, 27 de março de 2024

COMUNICAÇÃO COM DEUS

Deus infunde cada momento e cada evento com significado e nos dá confiança de que Ele entende aquilo pelo que estamos passando.

Quando Jesus instituiu a comunhão, Ele uniu o passado, o presente e o futuro.

"Porque, todas as vezes que comerem este pão e beberem o cálice, vocês anunciam a morte do Senhor (o passado), até que ele venha (o futuro)" 1 Co 11:26.

O conhecimento de Deus de todos os eventos significa que nada é insignificante para Ele.

Se Deus sabe quando um pardal cai, então certamente sabe quando enfrentamos uma tragédia (Mt 10:29-31).

Na verdade, Deus nos garantiu que enfrentaríamos problemas neste mundo (João 16:33) e que experimentou nossas lutas pessoalmente

“E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também Ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo...”

 (Hb 2:14-18);

No jardim do Éden, Deus falou com Adão e Se comunicou de forma clara e direta, não em conceitos abstratos.

Deus fala conosco hoje da mesma maneira.

De certa forma, este é o significado mais importante a ser encontrado em qualquer tragédia.

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

 

quarta-feira, 7 de abril de 2021

O PROFUNDO SIGNIFICADO DA CRUZ

 Discipulado de Jesus não acontece nos caminhos da satisfação dos anseios e desejos pessoais. Ao invés disso, tem que acontecer uma separação em nosso interior.

Não precisamos ter pena de nosso "eu" corrupto e obstinado. Ele precisa ser entregue à morte de Jesus, para que Ele possa nos transmitir Sua vida através do Espírito Santo. "Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus" (Rm 6.11).

Essa "transfusão de sangue espiritual" acontece através de uma ligação íntima e orgânica, através de obediência de fé ao nosso Salvador e à Sua Palavra. "Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição" (Rm 6.5). Nesse caminho conseguimos nos livrar da tirania do pecado.

Até que ponto a cruz deve penetrar em nosso coração?

Todo filho de Deus sincero já aprendeu que a realidade da cruz, a maneira de ser de Jesus, deve ocupar cada canto de nosso coração e cada espaço de nossas vidas, assumindo o domínio em todas as áreas.

O que deixamos de entregar a Jesus tem cheiro de morte e será nossa perdição, vai nos fazer cair.

Quem quiser ter uma boa imagem diante do mundo, espiritualmente acaba perdendo terreno para o inimigo.

"...Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração" (Tg 4.4,7-8).

A cruz tem que penetrar em nosso eu apaixonado por si mesmo até o ponto de podermos dizer com Paulo: "Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2.19b-20).

Reconhecemos a posição de mortos que devemos assumir todos os dias? Ela tem que ser uma experiência profunda em nossas vidas. E isso custa lágrimas. Mas leva à vida, à vida eterna!

O apóstolo Paulo explica-o com as seguintes palavras: "De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida" (2 Co 4.12).

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

O PROFUNDO SIGNIFICADO DA CRUZ

Perdão e purificação são o primeiro nível. O próximo passo é se identificar com o Crucificado.

Discipulado de Jesus não acontece nos caminhos da satisfação dos anseios e desejos pessoais. Ao invés disso, tem que acontecer uma separação em nosso interior.

Não precisamos ter pena de nosso "eu" corrupto e obstinado. Ele precisa ser entregue à morte de Jesus, para que Ele possa nos transmitir Sua vida através do Espírito Santo.

"Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus" (Rm 6.11).

Essa "transfusão de sangue espiritual" acontece através de uma ligação íntima e orgânica, através de obediência de fé ao nosso Salvador e à Sua Palavra. "Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição" (Rm 6.5). Nesse caminho conseguimos nos livrar da tirania do pecado.

Todo filho de Deus sincero já aprendeu que a realidade da cruz, a maneira de ser de Jesus, deve ocupar cada canto de nosso coração e cada espaço de nossas vidas, assumindo o domínio em todas as áreas.

O que deixamos de entregar a Jesus tem cheiro de morte e será nossa perdição, vai nos fazer cair. Quem quiser ter uma boa imagem diante do mundo, espiritualmente acaba perdendo terreno para o inimigo.

"Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração" (Tg 4.4,7-8).

A cruz tem que penetrar em nosso eu apaixonado por si mesmo até o ponto de podermos dizer com Paulo: "Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2.19b-20).

Reconhecemos a posição de mortos que devemos assumir todos os dias? Ela tem que ser uma experiência profunda em nossas vidas. E isso custa lágrimas. Mas leva à vida, à vida eterna! O apóstolo Paulo explica-o com as seguintes palavras: "De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida" (2 Co 4.12).

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 1 de agosto de 2020

POR QUE JESUS ENSINOU EM PARÁBOLAS?


Tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado.

As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas, etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando parábolas exclusivamente.

A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas?

O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da multidão. “Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não ... Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem” (Mt 13:10-17).

Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer. Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles que persistiam em descrença – sempre ouvindo mas nunca realmente entendendo e "sempre aprendendo, mas não conseguem nunca de chegar ao conhecimento da verdade" (2 Tm 3:7).

Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade (Jo 16:13). Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.

Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos. Na verdade, há aqueles que não têm nenhu interesse ou estima pelas coisas profundas de Deus.

POR QUE, ENTÃO, ELE FALAVA EM PARÁBOLAS?
Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus, a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades divinas. As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas.

Assim, então, uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de julgamento.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 19 de março de 2020

O DOM DA PROFECIA - SIGNIFICADO E OBJETIVOS


O dom da profecia é a manifestação sobrenatural do Espírito mediante expressão vocal em línguas conhecidas para exortar, edificar e consolar (1 Co 12.10, 14.3).

Consiste na transmissão à igreja ou a uma determinada pessoa de uma mensagem recebida do Espírito Santo.

O apóstolo Paulo adverte para que não desprezemos as profecias, o que poderá extinguir o fogo do Espírito.

Reprimir ou rejeitar o uso correto e ordenado da profecia, ou de outros dons espirituais, resultará na perda em geral da manifestação do Espírito (1 Co 12.7-10, 28-30)”.

Esse dom é muito usado nas igrejas pentecostais, as que acreditam na atualidade dos dons espirituais, isto é, que acreditam na continuidade da ação sobrenatural como ocorreu no passado (Atos 2.1-13). 

A não ser que haja recomendação expressa do Espírito, a profecia deve ser dada particularmente à pessoa envolvida, em particular. São os casos em que a exortação possa causar algum constrangimento público.

O objetivo do Espírito será sempre levantar o ânimo do crente, dar-lhe forças para conseguir vencer os obstáculos e fazê-lo saber de que Deus está no controle de tudo e acompanhando a sua vida. 

O Espírito tem liberdade – e não podia ser diferente – para transmitir à Igreja o que achar conveniente; transmitir a toda a congregação ou a um determinado membro.

O objetivo da profecia será sempre o de EXORTAR, isto é, animar a pessoa a tomar um curso diferente, mudar de atitude, de modo que se amolde à vontade do Senhor e siga crescendo na graça; de EDIFICAR, isto é, promover o crescimento espiritual da igreja, mediante a prática de atos consentâneos com a vontade de Deus, deixando os que são nocivos à vida cristã; CONSOLAR, isto é, transmitir à igreja ou individualmente ao crente uma palavra de conforto e de esperança, fazendo-os lembrar das infalíveis promessas de Deus para seu povo. 

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

QUAL O SIGNIFICADO DO LEVANTAR DAS MÃOS DURANTE A ADORAÇÃO NA IGREJA?


O grupo de louvor começa a tocar. Todos acompanham as letras no telão. E ainda, algumas pessoas levantam as mãos.

Para alguém que vai à igreja pela primeira vez, o levantar das mãos pode parecer estranho e até desnecessário. No entanto, a colunista do Huffington Post, Brooke Metz, explica que ela descobriu, quando jovem, o raciocínio por trás da ação – biblicamente, o gesto é um sinal de rendição.

Em Êxodo 17, quando os amalequitas tentam atacar os israelitas, Moisés encontrou uma maneira de defender o povo. Ele segurou a vara de Deus no topo de uma colina, com as mãos levantadas – em sinal de rendição.

Moisés sabia que não podiam se defender contra os amalequitas sem Deus. Por isso ele manteve as mãos para o alto, proclamando a sua própria indignidade, como se quisesse dizer: "Nós não podemos fazer isso sozinhos. Precisamos de Você."

O próximo versículo confirma essa ideia: "Enquanto Moisés erguia as mãos, os israelitas estavam vencendo, mas quando ele abaixava as mãos, os amalequitas estavam vencendo."

Esta ideia é encontrada em toda a Bíblia. Em 2 Coríntios, quando Paulo fala sobre o seu "espinho na carne", ele demonstra gratidão, afirmando que ele podia se "gabar" de sua fraqueza, porque ele era fortalecido por ela. 

Paulo e os israelitas foram vitoriosos. Mas primeiro eles tiveram de reconhecer a própria fraqueza.

Quando admitimos que não podemos fazer nada sem Deus, nós nos tornamos mais fortes com essa confissão. Com Ele ao seu lado, você não pode ser derrotado.

Quando as pessoas levantam as mãos durante o culto na igreja, sabendo elas disso ou não, estão admitindo que eles são fracos e não tem poder algum, a não ser o que foi entregue por meio do Espírito Santo. 

Eles estão louvando a Deus pelo físico e demonstrando publicamente que precisam Dele.

Fonte: Guiame

Por Litrazini
Graça e Paz


terça-feira, 22 de outubro de 2019

QUAIS FORAM O SIGNIFICADO E O PROPÓSITO DAS TENTAÇÕES DE JESUS?


Após Seu batismo, Jesus foi "levado pelo Espírito ao deserto, onde, durante quarenta dias, foi tentado pelo diabo" (Lucas 4:1-2).

As três tentações de Jesus no deserto foram um esforço de seduzir e transferir a Sua fidelidade de Deus a Satanás.

Vemos uma tentação semelhante em Mateus 16:21-23 onde Satanás, através de Pedro, tenta Jesus a renunciar a cruz à qual estava destinado.

Lucas 4:13 nos diz que após as tentações no deserto, Satanás "o deixou até ocasião oportuna", o que aparenta indicar que Jesus foi tentado outras vezes por Satanás, embora novos incidentes não sejam registrados.

O ponto importante é que, apesar de várias tentações, Ele nunca pecou.

Que Deus tinha um propósito ao permitir que Jesus fosse tentado no deserto é evidente pela declaração "foi levado pelo Espírito ao deserto". Uma finalidade é assegurar-nos de que temos um sumo sacerdote capaz de Se relacionar conosco em todas as nossas debilidades e fraquezas (Hebreus 4:15) porque Ele mesmo foi tentado em todos os pontos nos quais também somos.

A natureza humana do Nosso Senhor permite que Ele compreenda as nossas próprias fraquezas por ter sido submetido à fraqueza também. "Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados" (Hebreus 2:18). A palavra grega traduzida "tentado" aqui significa "pôr à prova". Então, quando somos colocados à prova e testados pelas circunstâncias da vida, podemos ter certeza de que Jesus entende e se solidariza como alguém que sofreu as mesmas provações.

AS TENTAÇÕES DE JESUS SEGUEM TRÊS PADRÕES QUE SÃO COMUNS A TODOS OS HOMENS.

A PRIMEIRA TENTAÇÃO DIZ RESPEITO À CONCUPISCÊNCIA DA CARNE (Mateus 4:3-4), a qual inclui todos os tipos de desejos físicos. O Nosso Senhor teve fome, e o diabo o tentou a transformar pedras em pão, mas Ele respondeu citando Deuteronômio 8:3.

A SEGUNDA TENTAÇÃO FOI ACERCA DA SOBERBA DA VIDA (Mateus 4:5-7), e aqui o diabo tentou usar uma passagem da Escritura contra Ele (Salmo 91:11-12), mas novamente o Senhor respondeu com a Escritura em sentido contrário (Deuteronômio 6:16), afirmando que seria errado abusar de Seus próprios poderes.

A TERCEIRA TENTAÇÃO FOI ACERCA DA CONCUPISCÊNCIA DOS OLHOS (Mateus 4:8-10), e se algum atalho ao Messias fosse possível, evitar a paixão e crucifixão para as quais Ele originalmente veio seria a forma. O diabo já tinha o controle sobre os reinos do mundo (Efésios 2:2), mas estava pronto a dar tudo a Cristo em troca de Sua lealdade. O mero pensamento quase causa a natureza divina do Senhor a tremer, e Ele responde agressivamente: "Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus e só a ele preste culto’" (Mateus 4:10, Deuteronômio 6:13).

Caímos em muitas tentações porque a nossa carne é naturalmente fraca, mas temos um Deus que não nos deixará ser tentados além do que possamos suportar; Ele proverá uma saída (1 Coríntios 10:13). Podemos, portanto, ser vitoriosos e agradecer ao Senhor pelo livramento da tentação. A experiência de Jesus no deserto nos ajuda a enxergar essas tentações comuns que nos impedem de servir a Deus de forma eficaz.

Além disso, Jesus nos deixa o exemplo de como devemos responder às tentações em nossas próprias vidas -- com as Escrituras. As forças do mal vêm sobre nós com uma miríade de tentações, mas todas têm as mesmas três coisas em sua essência: a concupiscência dos olhos, a concupiscência da carne e a soberba da vida (1 João 2:16).

Só podemos reconhecer e combater essas tentações ao saturar os nossos corações e mentes com a verdade.

A armadura de um soldado cristão na batalha espiritual inclui apenas uma arma ofensiva, a espada do Espírito, ou seja, a Palavra de Deus (Efésios 6:17). Conhecer a Bíblia intimamente vai colocar a espada em nossas mãos e nos capacitar a ter vitória sobre as tentações.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 27 de outubro de 2018

QUAL O SIGNIFICADO DA EXPRESSÃO 'ALELUIA'?"


Com a grafia "alleluyah", de origem aramaica e significando louvai ao Senhor, essa palavra passou à igreja cristã através da Versão dos Setenta.

O termo original hebraico "hallelu-yahweh", louvai vós. "yah", forma abreviada de "yahweh", ocorre vinte e quatro vezes nos salmos e é variante de termos com a mesma significação que não parecem pertencer ao mesmo texto, mas incursões alheias durante a leitura, por efusão da alegria espiritual do ouvinte, tanto quanto nos dias atuais se ouve em nossas reuniões.

Por isso, ocorrem tanto no início como no meio ou no fim dos salmos, dando a entender que o tradutor registrou na transição o fato de se ouvirem essa palavra por ocasião da leitura.

Pode também ser uma conclamação - ainda alheia - para que os ouvintes glorifiquem a Deus enquanto se faz a leitura, tanto no templo, como nas sinagogas, ou na igreja cristã.

Essa expressão de fervor e gratidão espiritual encontram-se nos salmos 104,105,106,111,112,113,114,115,116,117, 118,135,136,146 a 150.

A sugestão dos salmos com a expressão Aleluia é que eram cantados em ocasiões especiais de adoração nas sinagogas.

"Os salmos 113-118 eram cantados na festa da Páscoa, do Pentecoste, dos Tabernáculos e da Dedicação, sendo que na primeira delas, os salmos 113 e 114 eram entoados antes das refeições, enquanto que os 115 a 118, após o terceiro cálice. (Conferir Mc 14.26.)

Os salmos 135 e 136 eram entoados no sábado e o Grande Hatel (SI 146 a 150), juntamente com o SI 145, eram entoados nos cultos matutinos" - HLE, Douglas.

Em nossas igrejas, embora a maioria dos irmãos desconheça a etimologia da expressão, ficam movidos pelo Espírito Santo ao exclamá-la em voz alta, sentindo um reforço espiritual avivalista que vivifica as reuniões.

As igrejas onde o louvor de Deus é cultivado permanecem ativas, enquanto que nos templos onde se combate o entusiasmo do povo, há uma carência de vida espiritual. Portanto, louvai ao Senhor - Aleluia!

Extraído do livro A Bíblia Responde - Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 17 de março de 2018

O SIGNIFICADO DE "SHEKINAH"


Costumo definir sinteticamente SHEKINAH como: "a glória de Deus manifesta"!

O vocábulo "shekinah" não aparece na Bíblia, é uma transliteração da raiz hebraica "shkn" = habitar. Este termo "shkn" é muito usado pelos TARGUMITAS e RABIS e adotado pelos cristãos. Refere-se à glória visível de Deus habitando no meio do seu povo. Usa-se este vocábulo para designar a presença radiante de Deus, como vista na coluna de fogo, no Monte Sinai, no Propiciatório entre os querubins, no Tabernáculo, no Templo, etc.

Embora a palavra "shekinah" não apareça na Bíblia, há alusões à glória de Deus ("shekinah") em diversas passagens.

A seguir, transcrevo alguns comentários 1) J. B. Payne - Encliclopedia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova. 2) Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed. 1) "SHEKINAH - A manifestação visível da glória de Deus.

Embora as escrituras neguem a existência de qualquer localidade permanente para Deus, descrevem, simultaneamente com a Sua transcedência, a Sua "glória", ou presença apreensível. A glória pode ser expressada no "rosto" de Deus, no Seu "nome" (Ex 33.18-20), no "Anjo" - os aparecimentos pré-encarnados de Cristo - ou na "nuvem" (Ex 14.19). A Shekinah diz respeito à nuvem que cercava a glória (Ex 40.34), parecia uma nuvem pesada através da qual chispam os relâmpagos (Êx 19.9,16).

A Shekinah apareceu pela primeira vez quando Deus conduziu Israel para fora do Egito e o protegeu por meio de "uma coluna de nuvem e de fogo" (13.21; 14.19). A nuvem vindicou Moisés contra os "murmuradores" (16.10; Nm 16.42) e cobriu o Sinai (Ex 24.16) enquanto ele se comunicava ali com Deus (v.18; cf. 33.9). Deus "habitava ( sakan, 25.8) no meio de Israel no tabernáculo (miskan, "lugar de habitação", v.9; cf. 1 Rs 8.13), que tipificava a Sua morada no céu (1 Rs 8.30; Hb 9.24).

A nuvem encheu o tabernáculo (Êx 40.34-35; cf. Rm 9.4); e o uso pós-bíblico, portanto, designou essa manifestação permanente e visível como "shekinah", "habitação" [da presença de Deus]". Pouco depois, em duas ocasiões, "saiu fogo (consumidor) de diante do SENHOR" (Lv9.23; 10.2). Especificamente, Deus apareceu "na nuvem sobre o propiciatório que está sobre a arca" (Lv 16.2; Ex 25.22; cf. Hb 9.5).

A Shekinah conduziu Israel através do deserto (Ex 40.36-38); e, embora a perda da arca importasse em "Icabode [nenhuma glória]" (1 Sm 4.21), a nuvem voltou a encher o Templo de Salomão ( 1 Rs 8.11; cf. 2 Cr 7.1). Ezequiel visualizou sua partida por causa do pecado (Ez 10.18) antes da destruição desse templo, e o judaísmo confessava a ausência dela do segundo templo.

A Shekinah reapareceu com Cristo (Mt 17.5; Lc 2.9), o Deus verdadeiro localizado (Jo 1.14; skene, "tabernáculo"; cf. Ap 21.3, = sekîna?), a glória do último templo (Ag 2.9; Zc 2.5). Cristo subiu na nuvem da glória (At. 1.9) e, um dia, voltará dessa maneira (Mc 14.62; Ap. 14.14; cf. Is 24.3; 60.1)." - J. B. Payne - Encliclopédia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova.

2) SHEKINAH. Esplendor, glória ou presença de Deus habitando no meio do seu povo e o equivalente judaico mais próximo do Espírito Santo. O termo é posterior à Bíblia, mas o conceito está no ensinamento de que Deus habita no meio do seu povo (Êx 29.45s.).

A glória de Deus é vista em fenômenos como relâmpagos e nuvens no monte Sinai (Êx 19.16) e a nuvem brilhante que descia sobre a tenda da congregação e guiou Israel pelo deserto (Êx 40.34ss.).

A glória divina também está presente de modo especial no templo e na cidade celestiais (Ap 15.8; 21.23). Foi vista na transfiguração de Jesus (Lc 9.32) e será vista quando Jesus voltar à terra (Mc 8.38).

- Transcrito do Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

Bibliografia:
B. Payne - Encliclopédia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova.
Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

Pr. Edemar V. Silva

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

JESUS O MARAVILHOSO

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. (Is. 9.6)

Na Bíblia os nomes tem significado e valor. O nome é a revelação do que a pessoa é

MARAVILHOSO NA SUA NATUREZA
É ser divino como ninguém o pode ser
Posto que divino é verdadeiro homem.

MARAVILHOSO NO CARÁTER
Impar no mundo, Absolutamente perfeito

PERFEITO EM SANTIDADE
Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?Jo 8.46;  

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do u nigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. Jo.1.14

PERFEITO EM AMOR.
Jamais houve amor igual ao de Jesus.

MARAVILHOSO NA SUA OBRA REDENTORA

EXPIAÇÃO PERFEITA DO PECADO
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Is 53.6

SALVAÇÃO DO PODER DO PECADO
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. II Co 5.17

Enviou-nos o Espírito Santo

Fará coisas maiores.

É verdadeiramente maravilhoso, na glória infinita, na sua natureza divina, na perfeição absoluta do caráter.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de maio de 2017

QUAIS SÃO O SIGNIFICADO E A IMPORTÂNCIA DA ASCENSÃO DE JESUS CRISTO?

Depois de Jesus ressuscitar dos mortos, Ele "se apresentou vivo" (Atos 1:3) às mulheres perto do túmulo (Mateus 28:9-10), aos Seus discípulos (Lucas 24:36-43) e a mais de 500 outras pessoas (1 Coríntios 15:6). Nos dias depois da Sua ressurreição, Jesus ensinou os Seus discípulos sobre o reino de Deus (Atos 1:3).

Quarenta dias depois da ressurreição, Jesus e Seus discípulos foram ao Monte das Oliveiras, perto de Jerusalém. Lá, Jesus prometeu aos Seus seguidores que em breve receberiam o Espírito Santo e os instruiu a permanecerem em Jerusalém até que o Espírito tivesse chegado. Então, enquanto Jesus os abençoava, Ele começou a subir ao céu. O relato da ascensão de Jesus é encontrado em Lucas 24:50-51 e Atos 1:9-11.

As Escrituras deixam claro que a ascensão de Jesus foi um retorno literal e corpóreo ao céu. Ele subiu do chão de forma gradual e visível, observado por muitos espectadores atentos. Enquanto os discípulos se esforçavam para terem um último vislumbre de Jesus, uma nuvem o encobriu da sua vista e dois anjos apareceram e prometeram a volta de Cristo "da mesma forma como o viram subir" (Atos 1:11).

A ASCENSÃO DE JESUS CRISTO É SIGNIFICATIVA POR VÁRIAS RAZÕES:

1) ELA SINALIZOU O FIM DO SEU MINISTÉRIO TERRENO. Deus Pai tinha amorosamente enviado o seu Filho ao mundo em Belém, e agora o Filho estava retornando ao pai. O Seu período de limitação humana estava no fim.

2) ELA SIGNIFICAVA SUCESSO EM SEU TRABALHO TERRENO. Jesus realizou tudo o que tinha vindo à terra para realizar.

3) ELA MARCOU O RETORNO DA SUA GLÓRIA CELESTIAL. A glória de Jesus havia sido velada durante o Seu tempo na terra, com uma breve exceção na Transfiguração (Mateus 17:1-9).

4) ELA SIMBOLIZAVA A SUA EXALTAÇÃO PELO PAI (Efésios 1:20-23). Aquele com quem o Pai se compraz (Mateus 17:5) foi recebido com honra e dado um nome acima de todo nome (Filipenses 2:9).

5) ELA PERMITIU QUE JESUS PREPARASSE UM LUGAR PARA NÓS (João 14:2).

6) ELA INDICAVA O INÍCIO DO SEU NOVO TRABALHO COMO SUMO SACERDOTE (HEBREUS 4:14-16) E MEDIADOR DA NOVA ALIANÇA (Hebreus 9:15).

7) ELA ESTABELECEU O PADRÃO PARA O SEU RETORNO. Quando Jesus retornar para estabelecer o Reino, Ele voltará assim como foi, ou seja, de forma literal, corpórea e visível nas nuvens (Atos 1:11, Daniel 7:13-14, Mateus 24:30, Apocalipse 1:7).

Atualmente, o Senhor Jesus está no céu. As Escrituras frequentemente retratam-no estando à direita do Pai, uma posição de honra e autoridade (Salmo 110:1; Efésios 1:20, Hebreus 8:1). Cristo é o cabeça da Igreja (Colossenses 1:18), o doador dos dons espirituais (Efésios 4:7-8) e aquele que preenche tudo em todos (Efésios 4:9-10).

A ascensão de Cristo foi o evento que transitou Jesus do Seu ministério terreno ao Seu ministério celestial.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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