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sexta-feira, 25 de agosto de 2023

COMO JESUS ENSINOU A ORAR

SINCERIDADE (Mt. 6.5,6); SIMPLICIDADE; HUMILDADE (Lc. 18.9-14); PERSISTÊNCIA (Lc. 11.5-8); INTENSIDADE (Lc. 11.9-10), isto é, com desejo intenso.

‘… Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. (MT 6.5-6). 

Tenha um tempo específico para oração (Salmo 5.1-3).

O melhor horário para a maioria das pessoas é pela manhã quando existe silêncio e não se começou nenhuma atividade

“Pela manhã ouvirás a minha voz, ó Senhor; pela manhã apresentarei a ti a minha oração, e vigiarei” (SL 5:3).

Antes de orar por qualquer assunto trate com o coração (Salmo 17:3).

Nossa consciência tem que estar completamente limpa.

Faça uma lista de oração prática e específica, incluindo os familiares, contatos, líderes da Igreja, governantes, inimigos (aqueles que te perseguem por causa da justiça) e irmãos perseguidos ao redor do mundo.

Devemos ficar sensíveis para perceber a direção do Espírito Santo.

Coisas importantes aconteceram quando a Igreja orava:

Receberam o batismo com o Espírito Santo (Atos 2:1-4);

O lugar onde oravam tremeu durante a oração e todos foram cheios do Espírito (Atos 4:31);

Pedro foi libertado da prisão (Atos 12:5-9);

Paulo e Barnabé são chamados para o apostolado (Atos 13:1-4)

Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. (Filip 4:6,7)

Transcrito Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 21 de junho de 2021

JESUS ENSINOU A ORAR

Os discípulos pediram: “Senhor, ensina-nos a orar”, Lc. 11.1. E Ele formulou a chamada oração dominical de Mt. 6.9-13. Ela serve de modelo.

A FÓRMULA DA SÚPLICA. Embora isso não seja fundamental, há quem trate a FORMA da oração com certo rigor. É verdade que a oração, por ser um pedido, precisa ter uma estrutura. Iniciamos a oração dirigindo-nos sempre ao Pai e a encerramos pedindo e agradecendo, em nome de Jesus, conforme Jo. 14.13.

EVITAR AS LADAINHAS. Em Mt. 6.5-8, Jesus explica que, quando fôssemos orar, evitássemos repetições enfadonhas, tipo ladainhas cansativas, e nos mantivéssemos sóbrios na fala, ou seja, conscientes do que estamos pedindo.

HINOS PODEM SER ORAÇÃO. Não somente as orações faladas alcançam o trono de Deus, mas também os nossos cânticos e as nossas mais diversas formas de louvor.

Uma letra cantada, individualmente ou por todos os congregados, se estiver sendo entoada de coração e em espírito, constitui-se numa oração fervorosa e inflamável, gerando uma combustão instantânea ao redor de todos, e fazendo mover o braço do Senhor. “A noite, a sua canção estará comigo; uma oração ao Deus da minha vida,” Sl. 42.8.

POSTURA DO CORPO. A posição do corpo, gestos, altura da voz em nada influem na oração. Deus conhece as intenções de todos os que dEle se aproximam. Os discípulos estavam assentados quando veio sobre eles o Espírito Santo, Atos 2: 2. Ana falava baixinho com Deus, I Sm. 1.13.

INTIMIDADE COM DEUS. Jesus aboliu a intermediação do sacerdote. Ele veio revelar um Deus que atende a cada um individualmente. Entrar no quarto, fechar a porta significa estar a sós, com o Senhor. HUMILDADE. Outro aspecto do ato de orar ensinado por Jesus é a humildade.

Existem orações abusivas, arrogantes e altivas, do tipo daquela feita por um dos malfeitores na cruz, ao lado de Jesus: “Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também”, Lc. 23.39, estúpida e petulante, não mereceu qualquer intervenção do Mestre. Já o segundo malfeitor se dirigiu a Jesus humildemente, dizendo: Jesus, “lembra-te de mim, quando vieres no teu reino”.

Observe que o primeiro pediu a salvação do corpo; queria evitar a dor da morte, enquanto que o segundo, pedia para que fosse apenas lembrado, na eternidade por Jesus.

“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros para que sareis. Muito pode, por sua eficácia a oração de um justo. Tg. 5.16.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 1 de agosto de 2020

POR QUE JESUS ENSINOU EM PARÁBOLAS?


Tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado.

As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas, etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando parábolas exclusivamente.

A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas?

O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da multidão. “Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não ... Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem” (Mt 13:10-17).

Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer. Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles que persistiam em descrença – sempre ouvindo mas nunca realmente entendendo e "sempre aprendendo, mas não conseguem nunca de chegar ao conhecimento da verdade" (2 Tm 3:7).

Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade (Jo 16:13). Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.

Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos. Na verdade, há aqueles que não têm nenhu interesse ou estima pelas coisas profundas de Deus.

POR QUE, ENTÃO, ELE FALAVA EM PARÁBOLAS?
Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus, a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades divinas. As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas.

Assim, então, uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de julgamento.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 8 de agosto de 2017

POR QUE JESUS ENSINOU EM PARÁBOLAS?

Tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado.

As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas, etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando parábolas exclusivamente.

A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas?

O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da multidão. “Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não. A quem tem será dado, e este terá em grande quantidade. De quem não tem, até o que tem lhe será tirado. Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles não vêem e, ouvindo, não ouvem nem entendem’. Neles se cumpre a profecia de Isaías: ‘Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão. Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem” (Mateus 13:10-17).

Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer. Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles que persistiam em descrença – sempre ouvindo mas nunca realmente entendendo e "sempre aprendendo, mas não conseguem nunca de chegar ao conhecimento da verdade" (2 Timóteo 3:7).

Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade (João 16:13). Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.

Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos. Na verdade, há aqueles que não têm nenhu interesse ou estima pelas coisas profundas de Deus.

POR QUE, ENTÃO, ELE FALAVA EM PARÁBOLAS?
Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus, a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades divinas. As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas.

Assim, então, uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de julgamento.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 19 de junho de 2015

QUEM REALMENTE É JESUS?

QUEM JESUS DISSE SER? QUATRO COISAS QUE ELE DISSE SOBRE SI MESMO:

1. JESUS DISSE QUE DESCEU DO CÉU PARA VISITAR A TERRA COMO HOMEM.
Em João 6.38 diz: “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele me enviou.” Isso prova que Jesus é eterno, ele já existia antes de seu nascimento como homem.

O próprio Deus se tornou "carne e osso" e viveu nesta terra. Como diz um dos pais da Igreja, Atanásio de Alexandria: “Ele se tornou o que somos para que fizesse de nós o que ele é.”

2. JESUS DISSE QUE ERA MAIS DO QUE UM HOMEM BOM.
Acho que pouquíssimas pessoas duvidam que Jesus era um bom homem, porém, ele mesmo não dizia isso de si mesmo. Em João 5.18 lemos: “além de não obedecer à lei do sábado, ele afirmava que Deus era o seu próprio Pai, fazendo-se assim igual a Deus.”

Jesus confirmou várias vezes para as pessoas que ele era Deus. Jesus foi morto pelo crime de “blasfêmia”. Em Marcos 14.61-64 relata: “Jesus permaneceu em silêncio e nada respondeu. Outra vez o sumo sacerdote lhe perguntou: Você é o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Sou, disse Jesus. E vereis o filho do homem assentado à direita do Poderoso vindo com as nuvens do céu. O sumo sacerdote rasgando as próprias vestes, perguntou: Por que precisamos de mais testemunhas? Vocês ouviram a blasfêmia.”

Em João 8.58-59 Jesus diz: “Eu lhes afirmo que, antes de Abraão nascer, Eu Sou! Então, eles apanharam pedras para apedrejá-lo, mas Jesus escondeu-se e saiu do templo.”

Em João 10.30-33 Jesus também disse: “Eu e o Pai somos um. Novamente os judeus pegaram em pedras para apedrejá-lo, mas Jesus lhes disse: Eu lhes mostrei muitas obras da parte do Pai. Por qual delas vocês querem me apedrejar? Responderam os judeus: Não vamos apedrejá-lo por nenhuma boa obra, mas pela blasfêmia, porque você é um simples homem e se apresenta como Deus.”

3. JESUS DISSE QUE NÃO TINHA PECADOS, ANTES PERDOAVA PECADOS.
Em João 8.46 o próprio Jesus testifica: “Quem dentre vos me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes?” Jesus em várias ocasiões disse: “... os seus pecados estão perdoados” (Lucas 5.20, 7.48). Os judeus da época, espantados, diziam: “Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?”

O pecado é um problema humano. Todos os pecados são cometidos contra Deus. Consequentemente, somente Deus tem poder para perdoar os pecados do homem. Jesus só podia perdoar pecados porque além de não ser pecador, ele era o próprio Deus.

4. JESUS ENSINOU AS PESSOAS A ORAR A ELE COMO DEUS.
Ele mesmo disse para orarmos em nome dele: “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei” (João 14.13-14). Além disso, Jesus é adorado o tempo todo nos Evangelhos e nunca repreende seus adoradores.

Certamente muitas pessoas irão discordar dizendo: “Existem muitos caminhos para o céu... para Deus... para a fé.” Porém, não para Jesus. Para ele só existe um caminho que leva até o verdadeiro Deus: Ele mesmo, “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (João 14.6). Como dizia uma musica antiga: “Você pode pegar a estrada do Rio a Salvador, Porto alegre não verá, mesmo que sincero for”.

Diante de tudo isso você pode tirar pelo menos três conclusões:
1. Jesus era um mentiroso;
2. Jesus era louco;
3. Jesus era Deus.

Se, em primeiro lugar, você acredita que Jesus não é Deus, então precisa afirmar que ele é muito mentiroso, isto é, um pecador ruim igual a mim e a você. Ele não é bom mesmo! Por outro lado, se alguém que não é Deus diz que é Deus, certamente estamos nos referindo a um louco, lunático e sem noção.

Agora, se você crê que Jesus não era mentiroso e nem um louco, você precisa assumir que ele, então, é Deus. Você pode querer se revoltar com ele por ser um cara muito mentiroso, louco ou prostrar-se aos seus pés e chama-lo de teu Senhor e Deus.

QUEM É JESUS PARA VOCÊ?

Jean Francesco

Por Litrazini

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.