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sábado, 1 de agosto de 2020

POR QUE JESUS ENSINOU EM PARÁBOLAS?


Tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado.

As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas, etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando parábolas exclusivamente.

A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas?

O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da multidão. “Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não ... Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem” (Mt 13:10-17).

Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer. Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles que persistiam em descrença – sempre ouvindo mas nunca realmente entendendo e "sempre aprendendo, mas não conseguem nunca de chegar ao conhecimento da verdade" (2 Tm 3:7).

Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade (Jo 16:13). Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.

Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos. Na verdade, há aqueles que não têm nenhu interesse ou estima pelas coisas profundas de Deus.

POR QUE, ENTÃO, ELE FALAVA EM PARÁBOLAS?
Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus, a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades divinas. As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas.

Assim, então, uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de julgamento.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 17 de dezembro de 2017

O QUE OS RELIGIOSOS CUSTAM A ENXERGAR

O QUE OS RELIGIOSOS CUSTAM A ENXERGAR
Uma das parábolas mais famosas de Jesus é a chamada “O Filho Pródigo”, que aparece no capítulo 15 do livro de Lucas. Dar um nome tão inapropriado para essa parábola reflete muito da condição religiosa dos estudiosos que deram esse título, como a minha e a sua também.

Pra começar, a parábola fala de dois filhos e não só de um, e fala de um filho gastão (pródigo) e de outro pão duro (avarento). Um deles expõe sua vontade; já o outro a deixa implícita. O filho mais novo é o profano e o mais velho, o religioso.

Por que será que só lembramos do primeiro filho? Por que, na maioria das vezes, pregadores se atêm ao filho profano? Porque somos uma geração perdida na religiosidade, uma geração que fecha a porta do Reino do Céu para os outros. Mas nós mesmos não vamos conseguir entrar por ela.

O contexto literário do capítulo mostra que Jesus está sentado e ensinando aos pecadores mundanos, e que isso incomodou muito os líderes religiosos, a ponto de questionarem o ministério de Cristo.

Jesus tenta explicar com três parábolas exatamente o que nos faz esquecer do irmão mais velho na terceira delas: que os religiosos estão mais perdidos dos que os pecadores mundanos!

Na parábola, os dois filhos querem um relacionamento ou de senhores (patrões) ou de servos (empregados), e essas duas formas de se relacionarem não são as formas oferecidas pelo pai.

O filho mais novo, ao pedir metade da herança do pai em vida, mostra que não conhece a generosidade do pai e, de forma explícita, que não queria nem esperar o pai morrer para usar a sua grana. O filho mais velho, ao criticar o pai por dar uma festa com o dinheiro da outra parte da herança, mostra que não conhecia a generosidade do pai e, de forma implícita, que também estava interessado no dinheiro e não no pai em si.

A mesma coisa acontece quando o filho mais novo decide voltar para a casa do pai. Por não ter a mínima ideia do amor do pai, pede para ser tratado como servo dele. Isso também acontece com o filho mais velho: por não conhecer o amor do pai, não quer entrar na festa e “lembra” que tem trabalhado como escravo por anos para ele.

Os dois são filhos amados de um pai generoso, mas não conseguem ser o que foram criados para serem. Eles têm um distúrbio (pecado) que sempre os leva a quererem se colocar como senhor ou como servos na casa do pai.

É isso que Jesus estava querendo mostrar ao contar a parábola: que todo mundo está desviado – os profanos e os religiosos. Os que estão longe da casa estão desviados de forma explícita, e os que estão trabalhando na casa estão desviados de forma implícita. Mas todos precisam de salvação, de um pai amoroso e generoso, de um pai que sai da casa ao encontro dos filhos e os chamam para uma festa.

A mesma festa do pastor que encontrou uma ovelha e deixou as noventa e nove que não tinham do que se arrepender. A mesma festa da mulher que encontrou uma moeda e deixou de lado as outras nove.

A mensagem de Jesus está bem clara nas três parábolas seguidas. Mas parece que não conseguimos enxergar a mensagem. Damos foco na ovelha que se perdeu e não nas outras, que no final da parábola não estavam com o pastor na festa; lembramos da moeda achada e esquecemos das outras noves; ficamos com o filho profano e esquecemos do religioso, que não sabemos sequer se participou da festa oferecida pelo pai.

Três parábolas para mostrar o que, vendo, nós não vemos, e, ouvindo, não ouvimos nem entendemos. A forma mais perigosa de se estar perdido é a religiosa. Ela é tão ruim como a outra, com o agravante de ser implícita… poucos conseguem ver e perceber. E, pelo jeito, os líderes religiosos que ouviram-na pela primeira vez também não conseguiram.

E você? Entendeu a mensagem ou vai preferir acreditar que Jesus está falando com outra pessoa?

Marcos Botelho

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 8 de agosto de 2017

POR QUE JESUS ENSINOU EM PARÁBOLAS?

Tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado.

As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas, etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando parábolas exclusivamente.

A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas?

O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da multidão. “Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não. A quem tem será dado, e este terá em grande quantidade. De quem não tem, até o que tem lhe será tirado. Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles não vêem e, ouvindo, não ouvem nem entendem’. Neles se cumpre a profecia de Isaías: ‘Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão. Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem” (Mateus 13:10-17).

Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer. Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles que persistiam em descrença – sempre ouvindo mas nunca realmente entendendo e "sempre aprendendo, mas não conseguem nunca de chegar ao conhecimento da verdade" (2 Timóteo 3:7).

Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade (João 16:13). Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.

Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos. Na verdade, há aqueles que não têm nenhu interesse ou estima pelas coisas profundas de Deus.

POR QUE, ENTÃO, ELE FALAVA EM PARÁBOLAS?
Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus, a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades divinas. As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas.

Assim, então, uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de julgamento.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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