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sábado, 14 de fevereiro de 2026

FRAQUEZA DA HUMANIDADE

Quando Jesus foi preso, algumas das pessoas presentes naquele momento acusaram Pedro de ser um dos seguidores de Jesus Cristo (Lc 22:54-62).

Como anteriormente previsto por Jesus, Pedro negou conhecer Jesus três vezes.

Pedro foi um discípulo amado e da confiança de Jesus, chegando a testemunhar de primeira mão muitos milagres e até mesmo a andar sobre a água com Ele (Mt 14:29-31).

Mesmo assim, Pedro demonstrou a fraqueza da humanidade ao negar Jesus por medo de também ser preso.

Cristãos de todo o mundo continuam a enfrentar perseguição e humilhação por parte dos descrentes na sociedade, de abuso verbal a espancamentos e morte.

As pessoas talvez hipocritamente julguem Pedro pela sua negação de Jesus e seu medo do que os romanos fariam com ele se descobrissem a sua relação com Cristo;

Mas quantos cristãos podem dizer que nunca permaneceram em silêncio sobre a sua fé na face de discriminação, pública ou privada?

Tal silêncio demonstra a fragilidade da humanidade.

A fé de Pedro era uma fé imperfeita, principalmente por não ser habitado pelo Espírito Santo naquele momento.

Após a vinda do Espírito em Pentecostes para viver no coração dos cristãos (Atos 2), Pedro passou a ser um leão valente da fé, nunca mais temendo a proclamação do Seu Senhor.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

NATUREZA PECAMINOSA

As Escrituras dizem que Deus criou os humanos bons e sem uma natureza pecaminosa

“Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27).

No entanto, Gênesis 3 registra a desobediência de Adão e Eva. Por aquela ação, o pecado entrou em sua natureza.

Eles foram imediatamente atingidos por uma sensação de vergonha e inaptidão, e esconderam-se da presença de Deus (Gn 3:8).

De geração em geração, a natureza pecaminosa foi passada para toda a humanidade:

“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5:12).

"Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe" (Sl 51:5)

Há apenas uma pessoa na história do mundo que não tem uma natureza pecaminosa: Jesus Cristo.

Seu nascimento virginal permitiu que entrasse em nosso mundo sem ser contaminado pela maldição transmitida por Adão.

Jesus então viveu uma vida sem pecado de perfeição absoluta.

Ele era “o Santo e o Justo” (Atos 3:14) que “não tinha pecado” (2Co 5:21).

Isso permitiu que Jesus fosse sacrificado na cruz como nosso perfeito substituto, “Um cordeiro defeito e sem mácula” (1 Pedro 1:19).

"Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus" (Rm 6:11).

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

JESUS TOMA A SUA CRUZ

E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem (Mc 15:20).

Quando Jesus tomou a Sua cruz, Ele estava transportando mais do que madeira.

Desconhecido aos muitos espectadores daquele dia, Jesus estava carregando os pecados da humanidade;

Enfrentando o castigo que aqueles pecados mereciam e sofrendo a favor da humanidade.

Jesus nos exorta em Mateus 16:24: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me."

Ele também revela que isso não é uma opção:

"...E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim" (Mt 10:38).

Tomar a nossa cruz, um instrumento de morte, significa morrer para nós mesmos a fim de vivermos como criaturas completamente novas em serviço e obediência a Cristo.

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (2Co 5.17)

Isto significa render a Deus a nossa vontade, nossas afeições, nossas ambições e nossos desejos.

Não devemos buscar a nossa própria felicidade como o objetivo supremo, mas estar dispostos a renunciar a tudo e dar a nossa vida também, se necessário.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 28 de junho de 2025

A BÍBLIA NA HUMANIDADE

A Bíblia é a Palavra de Deus para todo o homem.

É um livro completo, é para todas as idades e para todas as épocas.

Na Bíblia encontra-se o passado, o presente e o futuro da humanidade. 

"A Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração." (Hb 4:12)

"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." (IITm 3:16,17)

"Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sendo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições..." (IITm 4:3-5)

"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto." (Is 55:6)

"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." (IITm 2:15)

Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho (Sl 119.105)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

O DEUS HOMEM

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; Filip 2.5-7

PAULO PARECE DIZER QUE JESUS “esvaziou-se a si mesmo” de sua divindade ou de sua condição de ser “igual a Deus” (vv.6-7), tornando-se reconhecido em figura humana (v.7).

Jesus, porém, declarou ser Deus na terra (Jo 8.58; 20.28).

Ora, como poderia Jesus ser Deus enquanto estava na terra, se ele deixou a sua deidade para tornar-se homem? 

Jesus não deixou de ser Deus no tempo em estava na terra. Mas, além de ser Deus, tornou-se também homem.

A sua encarnação não foi a subtração da divindade, mas a adição da humanidade.

Várias coisas nesse texto dão suporte a essa posição.

Primeiro, o texto não diz que Cristo desistiu ou esvaziou-se de sua divindade, mas meramente de seus direitos como Deus, “assumindo a forma de servo” (v.7), de modo a ser um exemplo para nós (v.5).

Segundo, o texto declara que ele estava na “forma de Deus” (v.6), ou que “teve a mesma natureza de Deus” (v.6, TLH).

Assim como a expressão “forma de servo” (v.7) refere-se a um servo por natureza, também a expressão “forma de Deus” (v.6) refere-se a Deus por natureza.

Terceiro, essa mesma passagem declara que toda língua um dia confessará que Jesus é “Senhor”, uma citação de Isaías 45.23, que se refere a Yahveh, um nome de uso exclusive de Deus. 

“Por mim mesmo tenho jurado; saiu da minha boca a palavra de justiça e não tornará atrás: que diante de mim se dobrará todo joelho e por mim jurará toda língua” (Is 45.23).

Fonte: Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia. 

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


domingo, 19 de dezembro de 2021

JESUS O RECONCILIADOR

Jesus Cristo é o centro do cristianismo. Todo o Antigo Testamento foi escrito a seu respeito (Lc. 24:25-27, 44).

Todo o Novo Testamento é um "comentário" inspirado sobre o ápice da revelação de Deus na história – seu Filho (Hb. 1:1-2).

Assim, toda a Bíblia é centrada em Jesus Cristo e o que ele realizou para a nossa salvação.

Jesus Cristo é o Filho de Deus; ele veio a este mundo como um ser humano para revelar o Pai e para nos reconciliar com Ele (Jo. 1:14-18; 3:16; Rm. 5:1-10).

Ele é o Deus eterno (Jo. 1:1) e o Criador (Jo. 1:3; Cl. 1:16).

Porém, por amor a nós, e pela glória de Deus, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, e se humilhou, tomando-se homem e sendo obediente até a morte na cruz (Fp. 2:6-8).

Desta maneira, Ele é ao mesmo tempo divino e humano, Deus e homem.

Ele foi concebido no ventre de Maria pela operação do Espírito Santo (Mt. 1:18-25; Lc. 1:35).

Ainda que tenha sido sujeito a tentações, ele viveu uma vida perfeita, sem pecado (Jo. 5:19; Hb. 2:18; 4:15).

Ele morreu de forma real e agonizante na cruz, e ressuscitou corporalmente dos mortos (Rm. 5:6-10; 1 Co. 15:3-4).

Ele foi assunto ao céu, enquanto retendo sua forma humana glorificada, e voltará dessa maneira para julgar a humanidade (At. 1:9-11; 10:42; 17:31; Cl. 2:9; 1 Tm. 2:5).

Ele enviou o Espírito Santo para construir e dar poder à Igreja (Jo. 14-16; At. 1:8).

A ele deve ser dada a mesma glória, amor, fé e adoração que são devidas a Deus (Mt. 10:37; Jo. 5:23; 14:1; Hb. 1:6).

Se negarmos sua verdadeira humanidade, necessariamente negaremos também tudo que a Bíblia diz que ele fez para a nossa salvação – incluindo a sua verdadeira morte pelos nossos pecados.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

O CAMINHO DA SALVAÇÃO

A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário. Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios.

"E Pedro, chamando-o à parte, começou a reprová-lo, dizendo: Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens." (Mt 16.22-23).

Esta passagem mostra de maneira extremamente nítida o abismo, provocado pela queda, entre a forma de pensar humana, afetada pelo pecado, e os desígnios de Deus. A maneira humana de pensar, que ficou sujeita à influência de Satanás, rejeita caminhos de sofrimento.

Temos de aprender a pensar conforme a maneira de Deus, da forma como ensinam as Escrituras. Foi a vontade de Deus que Seu Filho bebesse até a última gota o amargo cálice do sofrimento, suportasse o maior escárnio e as mais profundas dores físicas e emocionais.

E Jesus concordou com esse caminho, dizendo "Sim, Pai!" Somente esse caminho levava à nossa salvação e à Sua maior glória e plenitude de poder.

Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído, se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á. Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque conquistou-a com Seu sangue.

E qual foi a resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: "...todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres"?

– Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta. Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: Não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela.

Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42).

Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida.

Não podemos avaliar o significado mais profundo desse fato. Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus.

E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim. Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas. Nessa hora, nossa salvação estava em jogo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

BÍBLIA, O LIVRO DOS LIVROS

 

A Bíblia é o livro mais importante da história da humanidade. Inspirado por Deus, escrito por homens santos de Deus, concebido no céu, nascido na terra e farol para os homens na história.

A Bíblia é a biblioteca do Espírito Santo. Seu conteúdo foi revelado por Deus. Sua mensagem é inspirada por Deus.

A Bíblia é inerrante, infalível e suficiente. É inerrante quanto ao seu conteúdo. É infalível quanto às suas profecias. É suficiente quanto ao seu propósito.

A Bíblia é a palavra de Deus. É verdadeira, viva e eficaz. Ela não pode falhar. É luz para o errante. É pão para o faminto. É leite para os neófitos e carne para os amadurecidos na fé.

A Bíblia é arma de ataque e escudo de defesa. Ela é a espada do Espírito. Ela penetra os regiões abissais da nossa alma. Discerne as profundezas do nosso coração. Quando a examinamos, ela nos investiga. Quando dela nos alimentamos, ela nos fortalece. Quando a resistimos, como martelo, ela nos debulha. Ela é mais doce do que o mel e mais preciosa do que muito ouro depurado. Nela temos todo o nosso prazer.

Ouvi-la é ser bem-aventurado. Meditar nela é nosso maior deleite. Praticá-la é nosso sublime dever. Proclamá-la é nossa mais elevada responsabilidade.

A Bíblia é o livro dos livros, porque inobstante ter sido perseguida com fúria indomável ao longo dos séculos, tem saído vitoriosa de todos esses embates. Foi atacada pela fogueira da intolerância, mas saiu incólume das chamas. Foi perseguida pelos falsos mestres, que tentaram e tentam desacreditar sua mensagem, mas a voz dos críticos cai em descrédito e a mensagem da Bíblia sobranceira e vitoriosa avança em sua triunfante jornada.

Tem sido escarnecida pelos homens besuntados de soberba, que tentam ridicularizar os gloriosos feitos de Deus, a história da redenção e os milagres operados pela mão do Todo-poderoso, mas a palavra de Deus, impávida e de fronte erguida, desfralda seu estandarte e permanece intocável, invencível, incontroversa e invicta em todas batalhas.

A Bíblia é o livro mais distribuído na história da humanidade. Já passam de quatro bilhões de exemplares impressos. É o livro mais lido e mais amado, muito embora, seja também, o livro mais odiado e perseguido.

A Bíblia é o livro que mais tem influenciado a história das civilizações. As grandes mudanças e transformações da sociedade, arrancando os homens das profundezas da ignorância, do abominável preconceito de cor, de raça e de condição social são resultado da influência da palavra de Deus.

A palavra de Deus é luz que espanca as trevas. Onde sua mensagem chega, chega também a liberdade. Por isso, o Senhor Jesus diz: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).

A Bíblia não precisa de atualização. Mesmo sendo escrita num período de mais de mil anos, por homens de vários estofos culturais e intelectuais e de diferentes matizes sociais, possui plena harmonia. Temos nela unidade na diversidade. Suas centenas de profecias cumpriram-se e estão se cumprindo com rigor absoluto. Sua mensagem é transformadora e irresistível.

Cativos têm sido libertos. Cegos espirituais têm visto o reino de Deus. Bêbedos e drogados têm sido transformados e vivido de forma sóbria. Assassinos e pervertidos têm sido regenerados para uma nova vida de amor e pureza.

Oh, a palavra de Deus fala por si mesma, pois tem vida em si mesma. Ela tem quebrado grilhões. Tem arrebentado grossas correntes de vícios. Tem arrancado dos porões da iniquidade e dos esgotos fétidos da corrupção homens e mulheres, oferecendo-lhes a graça de Deus e a salvação em Cristo

Jesus. Ele é o centro da Bíblia. Para ele o Antigo Testamento apontou. Dele o Novo Testamento falou. Para ele devemos nos voltar com o coração arrependido, a fim de encontramos copiosa redenção.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

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Graça e Paz


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

MEDO QUE ASSOMBRA A HUMANIDADE. COMO VENCÊ-LOS?


Muitas pessoas vivem atormentadas e a causa disso é o medo. Medo de doenças que muitas vezes surgem do nada, medo de perder o emprego, medo da situação econômica a qual esta vivendo, medo da violência e da morte, medo porque ouve vozes do além, medo de vultos e de demônios, medo de sair de casa e ser assaltado.

Vários são os medos que assombram a humanidade.

Se analisarmos, o medo tem sido a causa de muitas pessoas não alcançarem suas conguistas e elas sofrem muito por isso, as pessoas poderiam desfrutar muito mais da vida e serem muito mais felizes se não fosse o medo.

Existe uma força oculta que ocasiona diabolicamente o medo, e chama-se: demônios perturbadores que com sua astucia perturbam a humanidade sem Deus, colocando todo o tipo de medo ocasionando morte e destruição, veja em ” João 10:10“, Jesus diz que o ladrão vem para roubar, matar e destruir, mas Jesus veio para nos da a vida e vida em abundancia. Como vencer esta enfermidade da alma?

Quando eu falo enfermidade da alma, é porque: para mim o medo é uma enfermidade espiritual que precisa ser vencida, e para ser vencida, precisamos nos aproximar de Jesus, se permitirmos que Ele entre naquelas situações assustadoras que temos, tudo sera diferente, Jesus romperá todo o mal.

Poderemos descansar em segurança ” Salmos 91:1 ” aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, a Sombra do Senhor descancara ” .

No ” Salmo 138:7 ” nos diz: ” Se ando em meio a tribulação, Tu me refazes a vida; estende as mãos contra a ira de meus inimigos; a tua destra me salva “.

Quando deixamos Jesus entrar em nossas vidas e acreditarmos que sua Palavra é a verdade, Ele se apressa em nos acudir quando estamos em perigo e aflição, e o medo será transformado em coragem.

Lembre-se o medo só pode nos dominar, quando não estamos dispostos a aceitar a ajuda de Jesus e deixamos tais tormentos nos dominar.

Deus na sua infinita Grandeza, jamais nos deixara sofrer além de nossa capacidade, veja em ” 1 Corintios 10:13 “. Quando cremos que Deus está no controle de todas as coisas o temor e o medo desaparecerá, e a paz de Cristo virá, o mal sairá e você estará liberto do medo.

Pr. Marcos Monte

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

JESUS, O FILHO DO HOMEM

“E disse Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8.20).

“No Novo Testamento, esta é uma designação de Cristo, quase totalmente limitada aos Evangelhos. Em outros lugares, é encontrada em At 7.56, a única ocasião onde um discípulo aplicou a expressão ao Senhor Jesus, e em Ap 1.13; 14.4”.

“FILHO DO HOMEM” é o título que Cristo usou para aludir a Si mesmo; Jo 12.34 não é exceção, pois a citação feita pela multidão era advinda da declaração que Ele fazia. O título é especialmente encontrado nos Evangelhos Sinóticos. As ocorrências no Evangelho de João (Jo 1.51; 3.13,14; 5.27; 6.27, 53, 62; 8.28; 12.23; 12.34; 13.31), não são o paralelo dos Evangelhos Sinóticos.

“Em João, o uso do título entra em dois grupos de textos:
(a) os que se referem à humanidade de Jesus, a obra que Ele fez na terra, Seus sofrimentos e morte (por exemplo,.20; 11.19; 12.40; 26.2,24);
(b) os que se referem à Sua glória na ressurreição e ao Seu futuro advento (por exemplo, Mt 10.23; 13.41; 16.27,28; 17.9; 24.27; 24.30 [duas vezes]; Mt 24.37,39, 44)”.

“Enquanto é título messiânico, é evidente que o Senhor o aplicou a Si mesmo de modo distintivo, porque indica mais que messiado, até supremacia universal por parte daquele que é Homem. Portanto, põe em relevo Sua humanidade, humanidade de ordem única em comparação com todos os outros homens, pois é declarado que Ele é do céu (1 Co 15.47), e mesmo durante o tempo em que esteve aqui embaixo, Ele era ‘o Filho do Homem, que está no céu’ (Jo 3.13).

Como “Filho do Homem”, Ele deve ser recebido espiritualmente como condição de possuir a vida eterna (Jo 6.53). Na Sua morte, como na vida, a glória da Sua humanidade foi mostrada na absoluta obediência e submissão à vontade do Pai (Jo 12.23; 13.31), e, em vista disso, todo o julgamento lhe foi entregue, pois Ele julgará com pleno entendimento experimental das condições humanas, menos o pecado, e exercerá o julgamento como a compartilhar a natureza dos que são julgados (Jo 5.22,27)”.

“Ele não apenas é homem, mas é “o Filho do Homem”, não pela geração humana, mas, de acordo com o uso semítico da expressão, participando das características (exceto o pecado) da humanidade que pertence à categoria do gênero humano. Duas vezes em Apocalipse (Ap 1.13 e 14.14), Ele é descrito como “um semelhante ao Filho do Homem” (cf. Dn 7.13).

Aquele que assim foi visto era realmente o “Filho do Homem”, mas a ausência do artigo no original serve para acentuar o que moralmente o caracteriza como tal. Por conseguinte, nestas passagens Ele é revelado, não como a Pessoa conhecida pelo título, mas Aquele que é qualificado para atuar como Juiz de todos os homens.

Ele é a mesma Pessoa como nos dias da sua carne, ainda persistindo Sua humanidade com Sua deidade. O termo “semelhante a” (Dn 7.13) serve para distingui-lo como visto lá na Sua glória e majestade em contraste com os dias da Sua humilhação”. (FONTE: Dicionário VINE).

Pr. Airton Evangelis da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 30 de junho de 2017

BUSCANDO CRESCIMENTO EM DEUS

A humanidade está dívida entre aqueles que realizam e aqueles que assistem o que foi realizado por outros. Deus criou cada ser humano com um propósito e com potencial para esse propósito.

Infelizmente, a maioria das pessoas termina essa vida, sem a menor ideia de seu propósito e sem conhecer o seu potencial.

A vida não nos foi concedida para ser vivida por inércia, mas intencionalmente.

Deus nos deu uma folha em branco, para registrarmos ali nossa história, a cada dia, com cada ato e escolha que fazemos, determinamos o tipo de história que será contada a nosso respeito.

Uma folha em branco, para alguns, é uma experiência assustadora, pois não tem a mínima ideia do que fazer com a caneta, não sabem como começar, nem ainda onde chegar, enquanto para outros, a folha em branco é um presente de Deus, uma oportunidade de fazer funcionar sua fé e seus dons, e de chegar até onde essa fé os puder levar.

Esses não estão estáticos, esperando oportunidades, mas estão em movimento, gerando essas oportunidades. São aqueles que se recusam a viver aquém das promessas de Deus, não se conformam, mas buscam crescimento, desenvolvimento e expansão, em Deus. Sim, em Deus!!!

Pois descobriram por si mesmos, o que Freud não pode ensinar, que as respostas não estão em seu interior, mas em sua origem, e sua origem é Deus!

Ap. Rina

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A QUESTÃO DA RESISTÊNCIA

"Quem nos separará do amor de Cristo?" (Rm 8.35).

Aí está. Eis a questão. Aqui está o que queremos saber. Queremos saber por quanto tempo resistirá o amor de Deus. Paulo poderia ter começado com isto. Deus realmente nos ama para sempre? Não apenas num domingo de páscoa, quando nossos sapatos estão brilhando, e nossos cabelos, penteados? Queremos saber (bem no fundo, não queremos realmente saber?), como Deus se sente a meu respeito, quando sou um tolo. Não quando estou animado, positivo, e pronto a tentar resolver o problema da fome mundial. Não, então. Sei como Ele se sente nessas ocasiões. Até eu gosto de mim, então.

Quero saber como Ele se sente a meu respeito, quando vou atrás de qualquer coisa que se move; quando meus pensamentos estão ao nível a sarjeta; quando minha língua está tão afiada que cortaria uma pedra. Como Ele se sente a meu respeito, então?

Essa é a questão. Esse é o ponto. Essa é a razão maior de você ler este artigo. Oh, você não o disse; você pode nem mesmo sabê-lo. Mas eu posso vê-lo em seu rosto. Posso ouvi-lo em suas palavras. Ultrapassei os limites esta semana? Terça-feira passada, quando tomei vodca até não poder andar... Quinta-feira, quando meus negócios me levaram onde não havia o que negociar... No verão passado, quando amaldiçoei Deus junto ao túmulo do filho que ele me dera?
Fui levado tão longe? Demorado demais? Escorregões demais?

É isso o que quero saber. Pode alguma coisa separar-me do amor que Cristo tem por nós?

Deus respondeu nossa pergunta antes que a houvéssemos formulado. Para que lhe enxergássemos a resposta, Ele iluminou o céu com uma estrela. Para que a ouvíssemos, encheu a noite com um coro; e para que nela acreditássemos, fez o que homem algum jamais sonhara. Ele se fez carne e habitou entre nós.

Ele pôs a mão no ombro da humanidade e disse: "Você são um tanto especiais."
Sem se limitar pelo tempo, Ele nos vê. Todos. Das matas da Virgínia ao centro comercial de Londres; dos vikings aos astronautas; do homem das cavernas aos reis; do construtor de cabanas ao acusador, e ao amontoador de pedras, Ele nos vê. Vagabundos e esfarrapados, Ele nos viu antes que houvéssemos nascido.

E Ele ama o que vê. Inundado pela emoção. Acima do orgulho, o Criador das estrelas volta-se para nós, olha um por um, e diz: "Você é meu filho. Eu o amo ternamente. Estou consciente de que um dia você se afastará de mim, e andará ausente. Porém quero que saiba que já lhe providenciei um caminho de volta."

E para prová-lo, Ele fez algo extraordinário.
Descendo do trono, Ele removeu seu manto de luz, e envolveu-se em pele: pigmentada pele humana. A luz do universo penetrou a escuridão, banhou o ventre. Ele, a quem os anjos adoram, aninhou-se na placenta de uma camponesa, nasceu numa noite fria, e então, dormiu num cocho.

Maria não sabia se lhe dava leite ou louvor; deu-lhe portanto ambas as coisas, já que Ele era, tanto quanto ela imaginava, faminto e santo.

José não sabia se o chamava de filho, ou de Pai. Por fim, chamou-o de Jesus, já que fora esse o nome mencionado pelo anjo, e já que ele não tinha a mais leve idéia de como chamar a um Deus, que ele podia embalar nos braços.

Nem Maria, nem José, o disse tão abruptamente quanto minha Sara, mas não pense que suas cabeças não se inclinavam, e suas mentes não ponderavam:
"Deus, o que o Senhor está fazendo neste mundo?"

Pode alguma coisa fazer-me parar de amar você?" Pergunta Deus. "Observe-me falar sua língua, dormir em sua terra, e sentir suas dores.

Você pergunta se eu entendo como se sente? Olhe dentro dos olhos dançantes do menino de Nazaré; é Deus indo pra escola. Pense no pequenino à mesa de Maria; é Deus derramando o leite.

"Você pergunta até quando durará o meu amor? Encontre sua resposta numa cruz alcantilada, sobre um monte escarpado. Esse que você vê lá em cima é o seu Criador, o seu Deus, furado com pregos, e sangrando. Coberto de cuspe, e encharcado em pecado. É o seu pecado que estou sentindo. É a sua morte que estou morrendo. É a sua ressurreição que estou vivendo. É como eu amo você."

"Pode alguma coisa interpor-se entre você e eu?" Indaga o Primogênito.
Ouça a resposta, e firme o seu futuro sobre as triunfantes palavras de Paulo: "Pois estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm 8.38,39).

Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 3 de março de 2016

MEDO QUE ASSOMBRA A HUMANIDADE. COMO VENCÊ-LOS?

Muitas pessoas vivem atormentadas e a causa disso é o medo. Medo de doenças que muitas vezes surgem do nada, medo de perder o emprego, medo da situação econômica a qual esta vivendo, medo da violência e da morte, medo porque ouve vozes do além, medo de vultos e de demônios, medo de sair de casa e ser assaltado.

Vários são os medos que assombram a humanidade.

Se analisarmos, o medo tem sido a causa de muitas pessoas não alcançarem suas conguistas e elas sofrem muito por isso, as pessoas poderiam desfrutar muito mais da vida e serem muito mais felizes se não fosse o medo.

Existe uma força oculta que ocasiona diabolicamente o medo, e chama-se: demônios perturbadores que com sua astucia perturbam a humanidade sem Deus, colocando todo o tipo de medo ocasionando morte e destruição, veja em ” João 10:10“, Jesus diz que o ladrão vem para roubar, matar e destruir, mas Jesus veio para nos da a vida e vida em abundancia. Como vencer esta enfermidade da alma?

Quando eu falo enfermidade da alma, é porque: para mim o medo é uma enfermidade espiritual que precisa ser vencida, e para ser vencida, precisamos nos aproximar de Jesus, se permitirmos que Ele entre naquelas situações assustadoras que temos, tudo sera diferente, Jesus romperá todo o mal.

Poderemos descansar em segurança ” Salmos 91:1 ” aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, a Sombra do Senhor descancara ” .

No ” Salmo 138:7 ” nos diz: ” Se ando em meio a tribulação, Tu me refazes a vida; estende as mãos contra a ira de meus inimigos; a tua destra me salva “.

Quando deixamos Jesus entrar em nossas vidas e acreditarmos que sua Palavra é a verdade, Ele se apressa em nos acudir quando estamos em perigo e aflição, e o medo será transformado em coragem.

Lembre-se o medo só pode nos dominar, quando não estamos dispostos a aceitar a ajuda de Jesus e deixamos tais tormentos nos dominar.

Deus na sua infinita Grandeza, jamais nos deixara sofrer além de nossa capacidade, veja em ” 1 Corintios 10:13 “. Quando cremos que Deus está no controle de todas as coisas o temor e o medo desaparecerá, e a paz de Cristo virá, o mal sairá e você estará liberto do medo.

Declare isso: Que você esta livre do medo em Jesus Cristo.

Pr. Marcos Monte

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 12 de setembro de 2015

POR QUE PRECISARÍAMOS DE JESUS?


A humanidade não viveu sem o conhecimento de Jesus por cerca de quatro mil anos, até que Ele se manifestasse há cerca de dois mil anos atrás?

Por que precisaríamos de Jesus?

O mundo oriental com suas religiões não cristãs não tem vivido sem Cristo por séculos, e também os povos silvícolas não alcançados pelo Evangelho?

Por que precisaríamos de Jesus?

Não tem havido entre os próprios cristãos testemunhos de vida que são moralmente inferiores ao de muitos não cristãos?

Por que precisaríamos de Jesus?

Todos não estão sujeitos aos mesmos males neste mundo?

Todos não compartilham as mesmas necessidades?

Visto pelo ângulo natural jamais poderemos entender o quanto precisamos de Jesus. O ser humano carece desesperadamente de ser justificado dos seus pecados. Toda pessoa possui um espírito morto em delitos e pecados. E Deus é Deus de vivos e não de mortos. Jesus morreu na cruz carregando sobre Si os nossos pecados.

Somente nEle, pela fé nEle, podemos ser justificados, ou seja, sermos tornados aceitáveis à justiça de Deus, porque Jesus, é o nosso único Sacrifício aceitável, pelo qual todos nossos pecados são perdoados e apagados.

Este Seu sacrifício aconteceu no tempo histórico há dois mil anos, mas no tempo de Deus, possui validade eterna, e pôde alcançar até o primeiro homem criado.

Ora, assim, todos aqueles que procuraram por Deus, ainda que às apalpadelas em suas consciências, buscando fazer o que é justo e agradável, com o fim de O encontrarem em comunhão com seus espíritos, certamente foram salvos pela fé que tiveram, com base no mesmo sacrifício de Jesus Cristo, cuja morte estava tipificada nos sacrifícios de animais exigidos por Deus desde que o primeiro homem pecou, até que Jesus morresse na cruz.

Deus requer que creiamos que somos pecadores e que necessitamos ser cobertos com o Sangue precioso derramado por Seu Filho.

Isto é tido em nossa conta como justiça. Esta fé nos é atribuída como justiça, porque com isto, demonstramos que buscamos ser justos não apenas em relação aos homens, mas também em relação a Deus, que requer isto de nós.

Este é o motivo que ainda que haja pessoas melhores do que cristãos autênticos, é possível que não sejam salvas, porque apesar disso podem não estar sob a cobertura do Sangue de Jesus, por falta de fé; enquanto todos os cristãos foram justificados não pelos seus próprios méritos ou bondade, mas por causa de Jesus em quem eles creram para ser o Seu Salvador e Senhor.

Pr. Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A universalidade do pecado e da culpa

Portanto, ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à Lei, pois é mediante a Lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado. [Romanos 3.20]

Nada afasta mais as pessoas de Cristo que a incapacidade de enxergar o quanto elas necessitam dele, ou a má vontade em admitir essa necessidade.

É este princípio simples e impopular que está por trás de Romanos 1.18-3.20.

Paulo demonstra a universalidade do pecado e da culpa dividindo a humanidade em vários grupos e acusando cada um deles. Ele mostra que todos os grupos falharam em viver de acordo com o nível de conhecimento que cada um deles tinha.  Em vez disso, eles deliberadamente o suprimiram e até mesmo o negaram. Portanto, eles são culpados e indesculpáveis.

Ninguém pode alegar inocência, porque ninguém pode alegar ignorância.

Paulo retrata os seguintes grupos:

1. A corrupta sociedade gentílica com sua idolatria, imoralidade e comportamento antissocial (1.18-32).

2. Os moralistas críticos (gentios ou judeus) que defendiam padrões éticos elevados, aplicando-os a todos, exceto a si mesmos (2.1-16).

3. Os judeus arrogantes que se gloriavam de seu conhecimento da lei de Deus, mas não lhe obedeciam (2.17-3.8).

4. Por fim, Paulo inclui toda a raça humana e chega à conclusão que todos nós somos culpados e indesculpáveis diante de Deus (3.9-20).

A mensagem de Paulo conduz sempre ao mesmo ponto: “Que toda boca se cale” e que o mundo inteiro “esteja sob o juízo de Deus” (3.19).

Como podemos responder a esta terrível exposição do pecado humano feita por Paulo?

Não podemos simplesmente mudar de assunto e falar da necessidade de se desenvolver uma boa autoestima, ou culpar nossos genes, nossa educação ou nossa cultura pelo nosso comportamento.

Precisamos aceitar o diagnóstico divino sobre a nossa condição e aceitar também que somos responsáveis por ela. Só então estaremos prontos para entender a explicação de Paulo em Romanos 3.21 sobre a provisão de Deus através da cruz de Cristo para a nossa salvação.

Para saber mais: Romanos 3.9-31

 Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.