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segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

COMUNHÃO COM CRISTO

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, eu vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2.20).

Paulo descreve seu relacionamento com Cristo em termos de união pessoal profunda como Seu Senhor e de sua dependência total Dele.

Todos os que têm fé em Cristo devem viver uma vida em comunhão íntima com Ele tanto na Sua morte, como na Sua ressurreição.

Todos os crentes foram crucificados com Cristo na cruz, morreram para a lei como meio de salvação, e agora vivem para Deus por meio de Cristo.

Por causa da salvação em Cristo, o pecado já não tem domínio sobre eles.

Todos os que foram crucificados com Cristo, agora vivem com Ele mediante sua vida ressurreta.

Cristo e a sua força habitam nos salvos, que se tornam o manancial de toda a vida cristã e o centro de todos os pensamentos, palavras e ações dos salvos (Jo 15.1-6).

É mediante ao Espírito Santo que a vida ressurreta de Cristo continuamente é comunicada aos salvos.

Todos os salvos participam da morte e ressurreição de Cristo pela fé; isto é, a crença, a confiança, o amor, a devoção e a lealdade que possuem no Filho de Deus que os amou e se entregou por eles (Jo 3.16).

Este viver pela fé pode ser considerado como o viver pelo Espírito (Gl 3.3).

“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne” (Rm 8.1-3).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Como Cristo cresce em nossas vidas e nós diminuímos?

É necessário que ele (Jesus) cresça e que eu diminua. (João 3.30)


Somente através de uma união profunda com Cristo, isso poderá acontecer.

União profunda com Cristo é viver por Ele, com Ele, para Ele, através d`Ele e n`Ele

Jesus só poderá governar nossa vida, quando o nosso eu for destronado.

Deus tem o melhor para nós e pode fazer o melhor de nós através de nossas vidas, isso é possível subjugando a nossa vontade à vontade divina, que é decorrente da dependência total de Cristo.

Ao crucificar as nossas vontades, paixões e nos submetermos a Cristo, o pecado deixa de nos dominar.

E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo? (Lc.9.23-25)

União com Cristo é viver em santidade (se afastar do pecado, olhar o mundo com os olhos de Deus), amor (dar a nossa vida por amor d`Ele) e obediência irrestrita a Deus.

Para que essa união aconteça é necessário ter intima e constante comunhão com Deus.

Ao morremos com Cristo, Ele passa a viver através de nós e, se estamos n`Ele, nos tornamos habitação do Espírito Santo.

Ao nos alimentar da Palavra de Deus, ela passa a ser parte da nossa vida, daí passamos a compreender e vivenciar as verdades através do conhecimento bíblico; Daí, temos o modo de agir, de falar mudados, a vida transformada pelo agir do Espírito Santo e, como aconteceu em Antioquia, local onde pela primeira vez surgiu o nome cristianismo (as pessoas eram conhecidas por ter suas atitudes parecidas com Cristo - Atos 11.26), também poderemos refletir o caráter de Cristo.

Ao desenvolver comunhão intima com Deus, buscar sua Palavra, ter vida transformada pelo agir do Espírito através da Palavra, seremos verdadeiros discípulos, aquele que aprende e segue os ensinamentos do seu mestre.

Para ser discípulo de Cristo não basta conhecê-Lo, é preciso ter compromisso com Ele; não basta seguí-Lo, é necessário imitá-Lo; não basta reconhecê-Lo como Mestre, é preciso estar disposto a renunciar muitas coisas por amor a Ele, ser-Lhe obediente e submisso; não basta cultuá-Lo, é preciso ter comunhão com Ele.

Discípulos são trazidos a Jesus pelo Pai e por isso conseguem ser perseverantes; confiam plenamente nas palavras de Cristo e as considera suficientes; O seguem, não por interesse, mas por amor e gratidão; apresentam o fruto do Espírito: amor, alegria, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão.

Até os descrentes agradecem a Deus pelas vidas dos discípulos.

Para que isso aconteça convém que Cristo cresça e nós diminuamos a cada dia, pois quando estamos fracos é que somos forte, porque é Deus em nós.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.