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segunda-feira, 19 de abril de 2021

CRISTO E A UNIÃO DO CRISTÃO

 A palavra união quer dizer promessa séria ou significa o verbo ‘atar’.

Cristo é a união que Deus têm dado ao Seu povo tanto em relação a sua pessoa quanto pelo sua obra.

Na Sua pessoa podemos ver que Cristo é a união pois está atado a Deus.

Cristo é o próprio Deus (Sl 45:6,7; Hb 1:8; Is 9:6; Judas 25), Deus conosco (Is 7;14; Mt 1:23), Jeová (Joel 2:28-32; Atos 2:16; 16:31) e assim é unido a Deus.

Pela obra da Sua pessoa o pecador ata-se a Deus, une-se a Deus por Cristo, para todo o sempre (Ef 2:11-16; João 10:28,29; Rm 8:38,39).

A obra de Cristo também mostra que Ele é união. Pela obra de Cristo a promessa do Pai é dada ao Seu povo (Hb 9:15).

A salvação por Cristo foi prometida em Gênesis 3:15 até antes da fundação do mundo (Ef 1:4).

Cristo é a União entre Deus é o pecador arrependido pois Ele riscou a cédula que era contra nós, cravando-a na cruz (Col 2:14; Ef 2:13-16) não havendo mais separação.

Por Cristo, o crente é atado ao Pai tanto que nunca existiu, não existe e nunca existirá quem possa nos desatar do Pai (Rm 8:38,39).

Sim, somos salvos eternamente (Hb 5:9).

Quando o cristão despreza a obra de Cristo na sua vida, não querendo ser conforme a Sua imagem (Rm 8:29) ele produz uma quebra na comunhão com Deus que a obra de Cristo têm realizado por ele.

Quando o cristão recusa a seguir a Palavra de Deus como a sua única regra de vida, as promessas de bênçãos são quebradas para com ele até que o pecado seja confessado (Pv 28:13).

Tanto o povo de Israel chegou a esse ponto (sem ser quebrados de Deus eternamente - Rm 11:1. A filiação não foi quebrada mas a comunhão.) quanto os crentes que insistem nas suas ações de desobediência (Mt. 18:15-18; Rm 8:35-39).

Graça e a paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus e de Jesus nosso Senhor! II Pe 1:2

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Como Cristo cresce em nossas vidas e nós diminuímos?

É necessário que ele (Jesus) cresça e que eu diminua. (João 3.30)


Somente através de uma união profunda com Cristo, isso poderá acontecer.

União profunda com Cristo é viver por Ele, com Ele, para Ele, através d`Ele e n`Ele

Jesus só poderá governar nossa vida, quando o nosso eu for destronado.

Deus tem o melhor para nós e pode fazer o melhor de nós através de nossas vidas, isso é possível subjugando a nossa vontade à vontade divina, que é decorrente da dependência total de Cristo.

Ao crucificar as nossas vontades, paixões e nos submetermos a Cristo, o pecado deixa de nos dominar.

E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo? (Lc.9.23-25)

União com Cristo é viver em santidade (se afastar do pecado, olhar o mundo com os olhos de Deus), amor (dar a nossa vida por amor d`Ele) e obediência irrestrita a Deus.

Para que essa união aconteça é necessário ter intima e constante comunhão com Deus.

Ao morremos com Cristo, Ele passa a viver através de nós e, se estamos n`Ele, nos tornamos habitação do Espírito Santo.

Ao nos alimentar da Palavra de Deus, ela passa a ser parte da nossa vida, daí passamos a compreender e vivenciar as verdades através do conhecimento bíblico; Daí, temos o modo de agir, de falar mudados, a vida transformada pelo agir do Espírito Santo e, como aconteceu em Antioquia, local onde pela primeira vez surgiu o nome cristianismo (as pessoas eram conhecidas por ter suas atitudes parecidas com Cristo - Atos 11.26), também poderemos refletir o caráter de Cristo.

Ao desenvolver comunhão intima com Deus, buscar sua Palavra, ter vida transformada pelo agir do Espírito através da Palavra, seremos verdadeiros discípulos, aquele que aprende e segue os ensinamentos do seu mestre.

Para ser discípulo de Cristo não basta conhecê-Lo, é preciso ter compromisso com Ele; não basta seguí-Lo, é necessário imitá-Lo; não basta reconhecê-Lo como Mestre, é preciso estar disposto a renunciar muitas coisas por amor a Ele, ser-Lhe obediente e submisso; não basta cultuá-Lo, é preciso ter comunhão com Ele.

Discípulos são trazidos a Jesus pelo Pai e por isso conseguem ser perseverantes; confiam plenamente nas palavras de Cristo e as considera suficientes; O seguem, não por interesse, mas por amor e gratidão; apresentam o fruto do Espírito: amor, alegria, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão.

Até os descrentes agradecem a Deus pelas vidas dos discípulos.

Para que isso aconteça convém que Cristo cresça e nós diminuamos a cada dia, pois quando estamos fracos é que somos forte, porque é Deus em nós.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Utopia de um Sonhador

Alimento um sonho em toda a minha história ministerial: ver a expressão clara da unidade do Corpo de Cristo no Brasil. Persegui este sonho, assisti a algum avanço. Graças ao Pai, muitas denominações já se despiram da individualidade e buscam hoje comunhão com as outras. Até nas músicas cantadas em nossas igrejas está havendo uma quebra de barreiras; e isso é muito bom.


No entanto, persiste no cenário evangélico um quadro que me preocupa: alguns pastores e líderes ainda estão descomprometidos com aquilo que o Espírito Santo já promoveu. Lamentavelmente, alguns líderes ainda evitam “misturar-se”, temendo perder a hegemonia de liderança.

É aqui que me deparo com o desafio. Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte. Que temos feito? Como temos agido?

Cristo é o dono da igreja (1 CO 3.11). Ele não fundou mais de uma igreja. Assim, quando olha do céu a terra, Ele vê um povo, uma família só. Tudo que foge a este plano é afronta a Cristo.

Lamentavelmente, a unidade é ameaçada pelos interesses pessoais daqueles que se isolam, especialmente por aqueles que se afirmam proprietários de igrejas. Estes não atentam para o fato de que Deus não deu igrejas a pastores, e sim o contrário.

Meu sonho é ver essas diferenças caírem por terra. Não alimento qualquer fantasia de ver uma única denominação, mesmo porque creio que Deus potencializa a diversidade denominacional a favor do Reino. No entanto, insisto para que o coração dos líderes se desprenda de sua individualidade, de seus empreendimentos, e volte-se plenamente para o Senhor e Sua obra. Sonho em ver multidões reunidas não para ostentar uma denominação ou um ministério, mas para proclamar as virtudes do Senhor. Seria isto uma utopia? Talvez a utopia de um sonhador!

Se não puder contemplá-la nesta vida, certamente verei a unidade plena e perfeita no céu, onde não haverá mais tribos, raças, templos, denominações línguas e governos. Todos entregarão sua coroa ao Cordeiro (AP 21.24).

O evangelho conta com aqueles que Deus levantou para patrocinar cruzadas, programas de TV, evangelismo pessoal e de massa, eventos que fazem acontecer nossa missão sem manipulação e sem interesses pessoais. O que importa mesmo é a expansão do Reino.

Reafirmo o que sempre digo: o que nos une é muito maior do que o que nos separa. Em Cristo, somos um. Nele devemos seguir.

A Ele a glória!



“Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte.”

Pr. Jabes Alencar

A Graça e a Paz de Cristo Jesus.
 
Moacir Neto.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A Unidade da Igreja – Texto de Jabes de Alenc

Na pós-modernidade a palavra de ordem é “globalização”. Segundo o dicionário, globalização significa, entre outras coisas, “a associação de diferentes em torno de uma idéia, um projeto ou um assunto específico”. O significado é pertinente se o relacionarmos ao que poderíamos chamar de “globalização eclesiástica”. Este é um tremendo projeto de Deus.

Estamos assistindo este mover de unidade no seio da igreja, especialmente na Igreja Brasileira. Sou filho de um dos pioneiros da Assembléia de Deus no Brasil. Cresci no meio eclesiástico e sempre me inquietou o fato de ver a divisão ou desunião do povo de Deus. Um questionamento aparentemente infantil me colocava diante de uma situação intrigante. Me perguntava: se todos pertencemos a um só Senhor e vamos para o mesmo e único céu, porque somos tão desunidos?

Graças a Deus que com o tempo muita coisa mudou. Com alegria podemos ver que a coisa está andando. Hoje já temos pastores e membros de diferentes denominações com o mesmo propósito, realizando muitos projetos juntos. Isso tem realmente glorificado o nome de Jesus. Esta Unidade pode ser aferida nos mais variados eventos em todo o Brasil, especialmente aqueles promovidos por Conselhos e Associações de Pastores.

Participando de alguns desses eventos, acabei por concluir que a hora da unidade é chegada. Não há mais tempo de perder tempo. A luta pela unidade não pode ser algo isolado, de apenas um ou outro pastor. Deve ser mesmo uma luta “globalizada”. E não pode ser, também, uma unidade superficial, “de cima do muro”. Tem que ser algo prático.

A princípio, devemos entender que a unidade da Igreja não é um projeto de homens, mas sim, um projeto de Deus. A própria trindade pode ser um paradigma de unidade: três pessoas distintas formam um único Deus.

Em segundo lugar, precisamos ter consciência de que a unidade da Igreja não é apenas um projeto de Deus, mas sim a vontade de Deus para a Igreja. Esta vontade foi objetivamente expressada pelo Senhor Jesus na sua oração sacerdotal registrada por João no capítulo 17 de seu evangelho: “Pai eu quero que eles sejam um...”.

Em terceiro lugar, precisamos compreender que a unidade da Igreja é uma realidade. Foi conquistada por nós na cruz e, portanto, não precisamos lutar para promover a unidade. Antes, devemos celebrá-la, pois já foi estabelecida na cruz do calvário, através do sangue de Jesus!

Portanto, precisamos considerar e valorizar esta unidade. A palavra de Deus, no Salmo 133, nos diz que através da unidade, quando os irmãos estão em união, o Senhor ordena a Benção e a vida para sempre. Assim, podemos afirmar que a bênção e a vida são resultados da prática da unidade. Lamentavelmente, muitas desculpas e dificuldades são apresentadas para justificar a falta de unidade. No entanto, estamos convictos de que não há nada que possa nos separar; não há dificuldade ou divergência que não possa ser superada. Devemos rejeitar qualquer espírito de divisão, pois sabemos que o maior inimigo da unidade da Igreja é o próprio Diabo – que veio para matar, roubar e destruir os projetos de Deus.

Não há fórmula mágica para a unidade, mas creio que há pelo menos quatro pontos imprescindíveis a considerar e que precisamos pôr em prática:

1º) Respeito às Diferenças. Unidade não se estabelece quando eu passo a ser como o outro é, ou exigir que o outro mude e passe e ser como eu sou. Antes, Unidade se estabelece quando eu aceito meu irmão e o respeito, sem relevar as diferenças. Uma vez que a graça de Deus é multiforme, devemos compreender que Deus não se limita às formas que nos separam.

2º) Ninguém tem o monopólio ou a exclusividade da fé. Pensar que um grupo é detentor da fé perfeita, que Deus privilegiou alguma comunidade com uma “graça” sobrenatural em detrimento da “desgraça” de outras é assumir publicamente que o senhor desse grupo é inimigo de Deus. A fé se manifesta de formas diferentes, entretanto com a mesma finalidade e eficácia.

3º) Vivemos para nos completar a não para competir. Somos incompletos em nós mesmos. É uma ilusão alguém pensar que se pode conduzir uma igreja de forma isolada. Uma casa se constrói com materiais de construção organizados. Um amontoado de materiais não pode ser chamado de casa, ainda que ali se encontrem todos os elementos para a construção. É necessário organizar, um completar o outro.

4º) O que nos une é muito maior do que o que nos separa. A Cruz de Cristo nos une. Os conceitos religiosos nos separam. Nos separam os costumes, a forma de cultuar, os relativos... Devemos nos unir com os absolutos: nosso credo, nossa convicção de que Cristo nos fez um só povo.

Se vivermos na dimensão espiritual, certamente que nossos olhos não se atentarão para questões bobas, pequenas, que só causam constrangimento e nunca a comunhão. O pendor para a carne provoca confusão. A vida no espírito promove comunhão.

Celebremos, portanto, a unidade da Igreja, e vivamos a plenitude do projeto estabelecido por Deus.

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.

Moacir Neto

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.