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sábado, 29 de março de 2014

A existência dos anjos

Desde o início dos tempos os anjos estão entre nós. Eles são protagonistas principais em uma guerra espiritual que iniciou no céu, a morada de Deus e dos anjos.

Em teologia sistemática o estudo dos anjos recebe o nome de Angelologia. A palavra deriva do grego: “angelos” = mensageiro e “logia” = estudo. Em um termo geral a palavra é usada para descrever todo o ser com ligação e procedência divina que não façam parte da Santíssima Trindade.
A existência dos anjos remota milênios atrás. Na verdade, não se sabe exatamente em que período do tempo os anjos foram criados.

É impossível precisar a data da criação dos anjos. No entanto, é possível estabelecer a ocasião e o contexto histórico para o surgimento dos anjos.
Para colocar em ordem a origem do homem com as explicações da ciência, historiadores acreditam que existiram três jardins. O jardim mineral (Ezequiel 28.13), o jardim vegetal (Ezequiel 31.8,9) e o jardim animal (o que explicaria a existência dos dinossauros). Estes paraísos não eram o mesmo Éden de Adão.

Os anjos foram criados antes da criação da terra. A primeira menção a existência dos anjos no contexto bíblico se dá logo após a expulsão de Adão e Eva do jardim do Edén. A Bíblia em Gênesis 3.24, menciona que um querubim (anjo de uma classe elevada), foi colocado a entrada do jardim para impedir que o homem retornasse.

No Antigo Testamento a palavra hebraica que se refere aos anjos, é encontrada 108 vezes. Já no Novo Testamento, a forma grega da palavra aparece 165 vezes.

Todas as criaturas de Deus foram criadas com um propósito. Os anjos foram criados com o propósito de adorar e servir a Deus (Isaias 6.3) e por isso eles habitam a mesma esfera espiritual que Deus (Salmos 104.4; Hebreus 1.14). Em uma dimensão superior a nossa.

Os anjos, mesmo sendo espirituais, são seres impares, com características que os distinguem dos demais. São diferentes em todos os sentidos: capacidade, força, sabedoria, poder e em aspectos físicos.

O número de anjos existentes é incalculável. Apesar de não tornar explícito o número de anjos, a Bíblia deixa a informação de que são muitos, OS relatos bíblicos insinuam serem milhões.

A visão de Daniel fala em “milhares de milhares” e “milhões de milhões” (Daniel 7.10), João também viu “milhões de milhões” e “milhares de milhares” (Apocalipse 5.11). Outrossim, quando Jesus esta para ser preso, aproximadamente 600 homens vieram com Judas para levá-lo (uma corte é aproximadamente a décima parte de uma legião ’1000′), quando Pedro reagiu, cortando a orelha de Malco (João 18.10), Jesus lembra o discípulo que se Ele (Jesus) rogasse ao Pai, receberia o auxílio de 12 legiões de anjos. Uma legião ou tropa, entre os soldados romanos era equivalente a 6000 homens, ou seja, Deus enviaria 120 anjos para cada soldado romano. Em uma batalha um único anjo feriu 185000 homens (Isaias 37.36)

Os anjos habitam uma dimensão espiritual, são seres invisíveis aos olhos naturais, mas segundo o propósito de Deus eles podem se fazer visíveis (Mateus 1.20).Portanto, são eles, invisíveis ao nosso mundo material, apesar de existirem e estarem a nossa volta.
                                                
Apesar de serem superiores a nós, os anjos são “espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hebreus 1.14), estão sempre ao nosso redor (Salmos 34.8) e até trabalham a nosso favor (Salmos 91), mas sempre sob a ordem do Senhor. Podem colaborar até com o pecador (Atos 8.26,35) e também induzir o pecador (Atos 10.5-6)(ATENÇÃO: Os anjos não são pregadores ou evangelistas, apesar de seguirem as ordens de Deus, eles não são responsáveis pela pregação do evangelho ’1 Pedro 1.12).

Nem toda vez que a Bíblia usa a frase “Anjo do Senhor”, esta se referindo aos seres angelicais. Por vezes a frase é usada para designar a manifestação de Cristo no Antigo Testamento. Quando isso acontece recebe o nome de Teofania, pois é Cristo se manifestando em forma corpórea de anjo.

A palavra Teofania (do grego theos = Deus e phanein = aparecer) seria aplicada a qualquer manifestação de Deus, entretanto, os estudiosos têm reservado o termo, para fazer menção a manifestação de Cristo no Antigo Testamento. Tais manifestações não são apropriadas para este tempo, nossos dias, receberam a encarnação do próprio Emanuel (Deus conosco ‘Isaias 7.14′).
Mas nem sempre o uso da frase “Anjo do Senhor” se refere a Teofania.

Desde o início dos tempos os anjos estão entre nós. Eles são protagonistas principais em uma guerra espiritual que iniciou no céu, a morada de Deus e dos anjos. Um símbolo perfeito no céu, um anjo consagrado e coroado como sinete da perfeição divina (Ezequiel 28.12), entre todos os seres do céu, ele era o mais belo, toda a inspiração divina havia sido dedicada a formar aquele que seria, dentre todos, o melhor.

Talvez toda a análise bíblica em torno dos anjos e as principais informações sobre a vida destes seres, esteja intimamente ligado aos relatos que as escrituras fazem sobre Lúcifer (Isaias 14.12). O ser perfeito de Deus, provávelmente foi criado juntamente com os demais anjos, a exceção do homem, todos os seres criados por Deus foram assim criados pelo seu mandar (Salmos 148.5). Lúcifer porém, manteve características singulares.

A perfeição de Lúcifer era incomparável, inigualável. Ele representava o melhor que havia no céu, na verdade ele era o símbolo máximo da perfeição existente neste lugar. Sua sabedoria e sua posição em relação aos demais anjos, seu poder de persuasão foram dádivas de Deus para o exercício do ministério que ele desenvolvia.

Sua beleza era incomparável, os olhos humanos ou qualquer imagem que você possa ter de belo, não se comparam a beleza deste ser. Suas vestes eram feitas de todo o tipo de pedras preciosas (Ezequiel 28.13) e há quem acredite que cada passo deste anjo produzia um som de adoração a Deus (Leia Ezequiel 31.8 e 9).

Este ser ocupava na hierarquia celeste a posição de um querubim (Ezequiel 28.14). Mas não um querubim como os demais, mas um querubim ungido. Há quem acredite que ele ocupava uma posição superior ou semelhante a de Miguel, que era um Arcanjo (Príncipe dos Anjos). A base para esta afirmação esta no fato de Cristo ter identificado Lúcifer como sendo um “arc” (Príncipe) – príncipe deste mundo (João 12.31; João 14.30; João 16.11).

O privilegio deste ser era tão grande, que uma análise minuciosa das escrituras, nos leva a acreditar que ele tinha uma íntima e incomparável comunhão com o Criador (Jó 38.7). Além disso ele tinha livre acesso ao trono de Deus, entre os querubins que ficavam sob o trono, todos permaneciam parados no mesmo lugar, e quando andavam não se viravam de costas para o trono, entretanto, uma análise da Bíblia nos leva a acreditar que Lúcifer circulava livremente em volta do trono, para lá e para cá (Ezequiel 10; Ezequiel 28.14).

Entre as funções exercidas por este ser perfeito, a sua criação tinha um propósito ainda maior. Ele era o regente e talvez o mentor de toda a adoração a Deus através de instrumentos (Ezequiel 28.13). Como líder nato, dotado de uma grande sabedoria, poder, beleza e principado, sua capacidade de louvor e adoração a Deus, lhe renderam o título de diadema de louvor.

Autoria: Joel Engel

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Destruindo fortalezas com Cristo


“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição de fortalezas; destruindo conceitos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando todo pensamento cativo em obediências à Cristo”. 2Corintios 10:4-5

As fortalezas inimigas são invisíveis, mas são reais, elas existem. 

O fato da mente humana ser um dos, se não o maior campo de batalha existencial é comumente aceitos por todos, pastores, obreiros, e demais pregadores e estudiosos da palavra de Deus. Mas, talvez o que não tenha ficado muito claro é exatamente o porque desta afirmação. A resposta é muito simples “A mente é o órgão de controle geral do ser humano, quem a controlar, controlará também todo seu corpo”: 

Definição de Fortaleza inimiga:
“Um padrão forte e resistente de conceitos e valores inconscientes, gerando pensamentos, sentimentos e comportamentos contrários ao plano, propósito e prática de Deus para vida do homem” 

Você precisa saber que você não está desarmado e indefeso nesta guerra; pois as armas que Deus nos deu não são carnais, elas não são físicas, elas são espirituais. Deus projetou o maior, melhor e mais poderoso arsenal de guerra do universo: 

As armas de nossa milícia (guerra). As armas que Deus nos deu são PODEROSAS em Deus. 

Para que? Para destruição de Fortalezas inimigas. 



Vejam, elas são construídas com um objetivo especifico, contra o plano e propósito e prática de Deus para vida do homem 

Onde as fortalezas inimigas se localizam? Na mente humana! Veja 2Co. 11:3; 4:4; Col 1:21 Nela ou você vence ou é vencido pelo engano do inimigo. 

Independentes de sermos crentes ou não, todos têm que passar pela renovação da mente, destruindo todas as fortalezas inimigas existentes nela, para que possamos saber qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para as nossas vidas conforme Rom 12:1-3
 

O texto de base supracitado diz que Deus nos deu as armas mais poderosas do universo.

Para que? Para destruição de fortalezas inimigas. 

Exemplos de Fortalezas Inimigas:

1)Fortaleza da morte espiritual
(Ef. 2:1; Jo 5:24)  


2) Fortaleza Falta de conhecimento ( Mat. 22:29; Os. 4:6b)

3) Fortalezas Prostituição; Adultério; Homossexualismo; Medo; Insegurança; Depressão; Pânico; (I Cor 6:9; 5:9-11; 10:8; Lev 18:6; Ap. 21:8; II Pe. 2:14)...etc.

Exemplos de uso das Armas Poderosas em Deus: A Palavra de Deus

1) Jesus x Diabo: Mat 4 Disse Jesus diante das investidas do inimigo ESTÁ ESCRITO...
2) Paulo x espírito de advinhação: At 16:18 ( O Nome de Jesus)

3) Pedro x espírito de Morte: At 9:40 ( O Nome de Jesus)
4) Paulo e Silas na prisão: At 16:25 (Louvor”Deus habita no meio dos louvores)
5) Pedro e João x Aleijado de nascença: At 3:6 (O Nome de Jesus)
6) Pedro x Enfermidade de Eneias: At 9:34 ( O Nome de Jesus)

E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas;Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. (Marcos 16:17-18) 


Conclusão:
Deus disse: Jeremias 31:33; Hebreus 8:10; 10:16 Porque este é o conserto (aliança; pacto; testamento) que farei com a casa de Israel, diz o Senhor; porei as minhas Leis no seu entendimento (mente), e em seu coração (espírito) as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo


De fato está é a vontade de Deus para vida de seu povo! Mas, é preciso fazer a nossa parte, ou seja, amar a palavra de Deus, nela meditar de dia e de noite. Só então começaremos a crescer, crescer... tornando-nos a cada dia mais parecidos com o Pai

É preciso impregnarmos nossas mentes com sua palavra, afim de que ela possa nos transformar, estabelecendo um novo padrão de pensamentos à semelhança da mente de cristo 

Ev. Adélio Morais 

Por Litrazini

Graça e Paz



sábado, 13 de novembro de 2010

Armas e equipamentos para enfrentar o inimigo

Quando nos dirigimos para o campo de batalha, devemos antes de tudo saber quais armas devemos usar e como usá-las.

Quando falamos sobre as armas da nossa guerra, não nos referimos a alguma coisa material ou mística, embora nossas armas não possam ser percebidas pelos nossos cinco sentidos naturais, eles são reais.

Deus entregou-nos uma armadura espiritual com armas defensivas e ofensivas. Ele nos deu um conjunto de armas, para nos proteger dos ataques dos inimigos, e armas ofensivas, para que possamos enfrentar e exercer autoridade sobre satanás.

Sabemos que estamos combatendo forças invisíveis e que as nossas armas não são carnais. O inimigo também é invencível. E como podemos enfrentar as batalhas no plano natural (os ataques do inimigo, dor enfermidade, contas vencidas, carro quebrado, problemas nos relacionamentos, coisas que percebemos com os sentidos naturais) com armas que não conseguimos enxergar?

Esse é um problema que muitos cristãos enfrentam. Quando atacados na dimensão natural, utilizam armas carnais para enfrentar o inimigo, em vez de tomar as armas poderosas e invisíveis que Deus colocou à disposição. Usam as armas erradas. Não vestem toda a armadura de Deus. Tentam enfrentar Satanás e as forças invisíveis da maldade com armas carnais e ineficazes, por ser baseadas na sabedoria humana, na força limitada, na psicologia, na filosofia e no poder do pensamento positivo.

As armas carnais são frágeis e enganadoras. A primeira vista parecem eficazes, mas produzem resultados temporários, pois não podem penetrar na dimensão espiritual nem de localizar a raiz do problema: as hostes invisíveis do inimigo. Assim, não conseguem cortar o mal pela raiz, neutralizar nem expulsar as forças espirituais, hostes da maldade. As únicas armas capazes de fazer isso são as que Deus colocou à nossa disposição.

Quando Davi se dispôs a enfrentar Golias, Saul colocou a armadura real em Davi e entregou-lhe a própria espada: E Saul vestiu a Davi de suas vestes, e pôs-lhe sobre a cabeça um capacete de bronze; e o vestiu de uma couraça. E Davi cingiu a espada sobre as suas vestes, e começou a andar; porém nunca o havia experimentado; então disse Davi a Saul: Não posso andar com isto, pois nunca o experimentei. E Davi tirou aquilo de sobre si. (I Sm. 17.38,39).

A fé e a confiança de Davi, porém, dispensavam as armas carnais. Ele não dependia da espada nem da armadura de Saul. Não dependia da própria força. Quando encarou o gigante que havia desafiado o exército do Deus de Israel, estava equipado com as armas espirituais. Davi disse a Golias: Você vem contra mim com espada, com lança, com dardos, mas eu vou contra você em nome do Senhor dos exércitos, O Deus dos exércitos de Israel a quem você desafiou ISm. 17.45.

O gigante trazia apenas armas carnais, que havia usado com sucesso em muitas outras batalhas. E Davi colocou-se diante dele com cinco pedrinhas e uma atiradeira. Aos olhos do mundo, não havia como o jovem pastor sobreviver. Ele não tinha nenhuma chance contra aquele terrível guerreiro.

Davi, porém, não estava lutando com as armas carnais. Estava revestido com a força do Todo poderoso. A sua confiança estava depositada no poder de Deus. Antes de sair para a batalha, Davi dissera para Saul: O Senhor me livrou das garras do leão e das garras do urso me livrará das mãos deste filisteu. 1Sm.17.37. A arma do jovem não foi uma espada, mas, o nome do Deus Todo Poderoso.

Essa importante batalha é um claro testemunho da superioridade das armas de Deus sobre as armas carnais, humanas.

As armas espirituais da oração, do jejum, da Palavra e do Nome de Jesus podem parecer insignificantes para o mundo, assim como as cinco pedrinhas lisas na mão de Davi, mas são capazes de destruir qualquer força maligna que venha contra nós.

Extraído da Bíblia de Estudo Batalha Espiritual

Por Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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