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quarta-feira, 6 de setembro de 2023

BUSQUE A DEUS DE CORAÇÃO

"Dêem-se-nos, pois, dois bezerros, e eles escolham para si um dos bezerros, e o dividam em pedaços, e o ponham sobre a lenha, porém não lhe coloquem fogo, e eu prepararei o outro bezerro, e o porei sobre a lenha, e não lhe colocarei fogo" (1Rs 18:23)

Muitos tem se enganado, buscando fogo estranho e rejeitando o fogo de Deus.

Alguns vão além, e fazem seu próprio fogo.

Observe como Elias orienta: Não coloquem fogo.

Mais adiante ele diz que o Deus verdadeiro irá responder com fogo do céu.

Podemos colocar lenha, podemos tirar a pedra do túmulo, mas quem coloca o fogo é Deus.

Devemos invocar o Nome do Senhor

"Então invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do SENHOR; e há de ser que o deus que responder por meio de fogo esse será Deus. E todo o povo respondeu, dizendo: É boa esta palavra." (1Rs 18:24)

Agora que você já definiu qual é seu Senhor, invoque seu nome.

Isaías diz: “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.”

Invocar à Deus consiste em humilhação do homem e exaltação do Senhor, porém se isso não for feito de coração, não obterá resultado.

Os profetas de Baal, dançavam, pulava, se retaliavam, mancavam, gritavam e até profetizavam, porém o resultado foi um silêncio total.

Invocar à Deus consiste em mais do que dizer palavras agradáveis.

É necessário fazer uso do coração. Todo o coração.

A natureza do homem é tricotômica (corpo/alma/espírito), e Jesus nos orienta à amá-lo com nosso corpo (força), alma e espírito (entendimento):

"Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento." (Mc 12:30)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 1 de janeiro de 2023

QUEM INVOCAR O NOME DO SENHOR SERÁ SALVO

Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, A saber:

Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.

Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.

Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.

Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam.

Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?

Como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.

Mas nem todos têm obedecido ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?

De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.

Mas digo: Porventura não ouviram? Sim, por certo, pois Por toda a terra saiu a voz deles,

E as suas palavras até aos confins do mundo. Rm 10.8-18

É preciso invocar o nome do Senhor Jesus para ser salvo.

Só poderá invocar o nome de Cristo se crer Nele (ou seja, crer que Ele é o Salvador digno de ser invocado e que atenderá todo aquele que o invocar).

Só poderá crer em Cristo se ao menos ouvir falar Dele, (ler a respeito Dele, etc.).

A pessoa jamais ouvirá a mensagem do Evangelho, (as boas novas que em Cristo, Deus salva o pecador), a menos que alguém compartilhe (fale, pregue, testemunhe, escreva, viva a mensagem, etc.).

A fé vem pelo conhecimento, ou seja, pelo ouvir a mensagem do Evangelho e que se ouve a mensagem através da pregação sobre Cristo.

Aparentemente é simples – sem ouvir, tomar conhecimento da mensagem do Evangelho ninguém pode ser salvo.

Entende-se por invocar o nome do Senhor Jesus – Buscar, clamar, suplicar, aceitar pela fé a Cristo como Senhor e Salvador.

Por Litrazini 

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

SEJA UM SERVO DE DEUS

No livro dos Reis de Israel, conta a história de um profeta de Deus que trava uma grande luta com 450 profetas de Baal. Nós já conhecemos a história, porém se faz necessário analizar algumas atitudes importantes executadas pelo profeta. (1 Rs 18.18-40

É NECESSÁRIO DEFINIR QUAL É O SEU SENHOR
"Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu." (1RS 18:21)

A primeira grande dificuldade do homem em se encontrar com Deus é que Deus não divide sua glória. Muitos querem “viver” com Deus, mas não podem renuncias outros deuses paralelos em sua vida. Em Mateus 16.24, Jesus diz para renunciarmos a nós mesmos para seguí-lo. O profeta Elias convidou o povo à escolher entre Deus e Baal. O meio termo não é da vontade de Deus, afinal, Jesus perguntou: como podemos servir à dois senhores.

DEVEMOS ESCOLHER O CORDEIRO CERTO
Muitos se vestirão como cordeiro, mas são lobos devoradores. Os olhos humanos por si só não tem a capacidade de reconhecer o cordeiro de Deus. Sem a orientação do Espírito Santo, andamos desorientados, e facilmente levados pelos ventos que constantemente surgem, enganando a muitos.

Certamente o Cordeiro de Deus foi despedaçado por nossas transgressões, e levantado no madeiro por nossas culpas. Jesus Cristo é o cordeiro, e nós o altar. Altar não funciona sem cordeiro. Graças ao cordeiro, o altar pode oferecer sacrifício à Deus.

DEVEMOS BUSCAR O FOGO DE DEUS
"Dêem-se-nos, pois, dois bezerros, e eles escolham para si um dos bezerros, e o dividam em pedaços, e o ponham sobre a lenha, porém não lhe coloquem fogo, e eu prepararei o outro bezerro, e o porei sobre a lenha, e não lhe colocarei fogo." (1RS 18:23)

Muitos tem se enganado, buscando fogo estranho e rejeitando o fogo de Deus. Alguns vão além, e fazem seu próprio fogo. Observe como Elias orienta: Não coloquem fogo. Mais adiante ele diz que o Deus verdadeiro irá responder com fogo do céu. Podemos colocar lenha, podemos tirar a pedra do túmulo, mas quem coloca o fogo é Deus.

DEVEMOS INVOCAR O NOME DO SENHOR
"Então invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do SENHOR; e há de ser que o deus que responder por meio de fogo esse será Deus. E todo o povo respondeu, dizendo: É boa esta palavra." (1RS 18:24)

Agora que você já definiu qual é seu Senhor, invoque seu nome. Isaías diz: “Buscai ao senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.”

Invocar à Deus consiste em humilhação do homem e exaltação do Senhor, porém se isso não for feito de coração, não obterá resultado. Os profetas de Baal, dançavam, pulava, se retaliavam, mancavam, gritavam e até profetizavam, porém o resultado foi um silêncio total. Invocar à Deus consiste em mais do que dizer palavras agradáveis. É necessário fazer uso do coração. Todo o coração.

A natureza do homem é tricotômica (corpo / alma / espírito), e Jesus nos orienta à amá-lo com nosso corpo (força), alma e espírito (entendimento): "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento." (MC 12:30)

DEVEMOS RESTAURAR O ALTAR QUEBRADO
"Então Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e restaurou o altar do SENHOR, que estava quebrado." (1RS 18:30)

Não sabemos o que foi quebrado no nosso coração, mente, vida. O pecado destrói o altar original e a tendência humana é remendar. Deus quer quebrar o vaso e construir de novo. Peça ao Espírito Santo que te revele onde está o defeito no altar. O altar refeito por Elias seguia exatamente os mandamentos de Deus. Assim deve ser nossa vida (nosso altar), exatamente de acordo com as definições da Palavra.

O pecado destrói o altar, mas o arrependimento é um grande passo para que Deus conserte. O fato é que altar defeituoso não pode abrigar o cordeiro.

DEVEMOS CERCAR O ALTAR COM ÁGUA
Jesus disse: "Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna." (JO 4:14) A água é a Palavra de Deus. Devemos nos cercar da palavra, nos fortalecer e edificar nela. Observe que Elias colocou água três vezes consecutivas. A terra absorvia a água, logo, precisamos infindavelmente beber da Água de Cristo, antes que nosso depósito se esvazie.

"Então caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e o pó, e ainda lambeu a água que estava no rego." (1RS 18:38) "O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram: Só o SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!" (1RS 18:39)

Transcrito por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A história da oração

Quando o ser humano começou a orar? Quem fez a primeira oração?

A última frase de Gênesis 4 registra que, logo após o nascimento de Enos, começou-se “a invocar o nome do Senhor” (Gn 4.26). Embora o verbo “invocar” pareça sinônimo de cultuar ou adorar, em outros textos ele é sinônimo de clamar ou orar.

Numa de suas orações, Davi escreve: “Na minha angústia, “invoquei” o Senhor, “clamei” a meu Deus; ele, do seu templo, ouviu a minha voz” (2Sm 22.7). No Salmo 50, Deus diz: “Invoca-me no dia da angústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Sl 50.15). As mesmas palavras são proferidas pela boca do profeta Jeremias: “Invoca-me, e te responderei” (Jr 33.3).

A expressão “invocar o nome do Senhor” aparece seis vezes no primeiro livro da Bíblia. Abraão (12.8; 13.4; 21.33), sua escrava Agar (16.13) e seu filho Isaque (26.25) invocam o nome do Senhor. A esta altura da história humana tal ato já seria um exercício religioso habitual.

As outras orações de Gênesis não são meras invocações da presença de Deus, mas súplicas bem elaboradas e mais explícitas. A primeira é um modelo de oração intercessória. As outras são pedidos em favor da interferência da misericórdia e do poder de Deus para resolver situações difíceis (a oração do servo de Abraão), situações ligadas a problemas de saúde (a oração de Isaque) e situações de perigo (as orações de Jacó).

Abraão demora-se na presença de Deus e insiste o quanto pode em favor da não destruição de Sodoma e Gomorra, em benefício de alguns poucos justos porventura ali residentes. E ele consegue o favor de Deus vez após vez: Deus não destruiria as cidades da campina caso houvesse ali cinquenta, 45, quarenta, trinta, vinte ou dez justos. Como não havia nem sequer dez, as cidades foram destruídas (Gn 18.22-33). O mesmo Abraão orou em favor da saúde de Abimeleque, sua mulher e servas (Gn 20.17).

O filho de Abraão e Agar, ao ser mandado embora junto com a mãe, não tendo mais água para beber, clamou e “Deus ouviu a voz do menino” (Gn 21.17).

O servo de Abraão não sabia como cumprir a delicada missão de conseguir uma esposa para o filho solteirão de seu senhor. Então apelou à oração e foi plenamente atendido. A primeira moça com a qual se encontrou na Mesopotâmia tornou-se esposa de Isaque. O servo fez questão de contar essa experiência de oração à família da jovem (Gn 24.10-50).

Como Rebeca não engravidava, “Isaque orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéril”. Depois de completar bodas de porcelana, aos 60 anos, nasceram os gêmeos Esaú e Jacó (Gn 25.19-26).

Depois de casar-se com quatro mulheres, de se tornar pai de doze rapazes e de Diná, e de ficar muito rico, Jacó resolveu voltar para sua terra. Porém, logo soube que o irmão ainda alimentava vingança contra ele e vinha ao seu encalço com quatrocentos homens armados. Ao perceber que ele e sua família estavam em perigo, Jacó orou ao Senhor: “Livra-me das mãos de meu irmão Esaú, porque eu o temo, para que não venha ele matar-me e as mães com os filhos”. Foi uma oração perseverante e audaciosa, pois do lado de cá do Jaboque ele disse ao Senhor: “Não te deixarei ir se não me abençoares”. A emoção desarmou Esaú, os dois inimigos choraram um no ombro do outro e a guerra acabou (Gn 32.3-32).

O que mais se aprende com esta história de oração é a humildade com que elas foram feitas. Na intercessão por Sodoma, Abraão declarou: “Eis que me atrevo a falar ao Senhor, eu que sou pó e cinza” (Gn 18.27). Jacó também confessou o que de fato era ao começar sua oração com as seguintes palavras: “Sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo” (Gn 32.10).
Bom seria se todas as nossas orações começassem com essa confissão de Jacó e a do publicano: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lc 18.13).                              

Fonte: Revista Ultimato

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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