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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ESCRAVOS DE HÁBITOS ESTRANHOS

Cada pessoa é escrava daquilo que a domina. (2Pe 2.19)

Como ninguém gosta de ser chamado de escravo, a linguagem de Pedro é dura. Todavia, a verdade é esta mesmo: somos escravos daquilo que não conseguimos dominar. Quando dizemos que tal pessoa é dependente do álcool, por exemplo, queremos dizer que ela é escrava do álcool ou, em outras palavras, ela não é independente da bebida.

Se deixarmos o sol se pôr antes de nos livrarmos da ira, somos escravos da ira (Ef 4.26).

Se só pensarmos em aumentar os ganhos, somos escravos do dinheiro.

Se nos deleitarmos em falar mal de uma pessoa, somos escravos do mexerico.

Se mancharmos costumeiramente o nome de uma pessoa atribuindo a ela coisas que ela nunca fez, somos escravos da calúnia.

Os que não conseguem deixar de roer as unhas, deixar de ranger os dentes, deixar de espremer cascas das espinhas são escravos dessas coisas.

Por causa do contexto da carta, é possível que Pedro esteja se referindo a “hábitos imorais”. Ele tinha acabado de fazer uma denúncia séria quanto aos falsos profetas (“Não podem ver uma mulher sem a desejarem”). Deve ser exatamente nessa área que muitos são escravos de seus impulsos.

Tim Challies, autor de Desintoxicação Sexual, afirma que “a pornografia é tão predominante, que é praticamente certo que todo jovem vai se deparar com ela, e, depois de a experimentar, é difícil não se entregar”.

Jesus surpreendeu os mestres da lei e os fariseus declarando: “Quem peca é escravo do pecado” (Jo 8.34). Eles não gostaram dessa palavra e responderam soberbamente: “Nós somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém!” (Jo 8.33).

Se o Senhor pôde quebrar o bastão dos poderosos que oprimiam o povo de Israel, ele pode nos libertar do bastão daquilo que nos domina!

— Enquanto não localizar a sua dependência, o crente jamais será libertado!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

domingo, 21 de abril de 2013

LIBERTADO


“Do SENHOR vem a salvação.” “Todo aquele que comete pecado é servo do pecado… Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jonas 2.9; João 8.34-36)

Buba nasceu em uma aldeia africana. Formado durante longos anos em uma escola religiosa, ele se tornou chefe de sua aldeia. Era conhecido por seu caráter violento e ódio contra os cristãos. Como muitos de seus conterrâneos, tinha medo dos espíritos, pois acreditava que cada infortúnio era consequência da raiva dos seres espirituais. Por isso, muito esforço e dinheiro era necessário para apaziguá-los. Era obrigatório consultar os feiticeiros e obedecer a eles… uma verdadeira escravidão.

Porém, um dia algo aconteceu. De repente tudo escureceu ao seu redor; ele perdeu a visão. Desesperado, consultou todos os religiosos e curandeiros que conhecia, mas nem a magia nem a religião puderam ajudá-lo. Não havia o menor sinal de cura nem de melhora. Quanto mais suplicava e se debatia nas trevas, mais triste sua situação moral ficava. Tudo era escuridão! Depois de muitos meses de cegueira resolveu dar fim à sua vida. Mas não obteve êxito. Desorientado e abalado, começou a se fazer as perguntas que realmente importam: Deus existe? Quem Ele é? Será que pode me curar?

Buba pediu que outra pessoa lesse a Bíblia para ele, e assim encontrou Jesus Cristo, o Senhor, o Deus todo-poderoso, que nos livra do medo do diabo e da morte. Buba entregou seu coração ao Senhor Jesus. Que transformação ocorreu! Mas continuou cego…

“Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor.” Colossenses 1.13

“Ele (Jesus) participou das mesmas coisas, para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo, e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hb 2.14-15)

Depois de uma tentativa de suicídio, Buba se converteu ao Senhor. E começou a se questionar se Deus podia usá-lo, um homem cego, em Sua obra.

Buba não foi curado, e supôs que essa era a vontade de Deus para ele. Mas isso não o impediu de ser um homem que transbordava de alegria, e de ser ativo para seu Mestre. Muitos aldeões conheceram o Senhor por meio de seu testemunho. E uma mudança na vida social se tornou visível: os campos passaram a ser cultivados corretamente; as casas e espaços comunitários receberam cuidados que nunca tiveram antes; os habitantes daquele local começaram a se comportar de forma diferente. Os fetiches foram destruídos.

Certo dia se ouviram prantos na aldeia. Uma jovem mulher acabara de morrer durante o parto e iam enterrá-la. Segundo a tradição do lugar, o bebê recém-nascido deveria ser enterrado vivo junto com a mãe. Indignado com tal ideia, Buba decidiu cuidar do menino.

Foi o início do que mais tarde se tornaria um orfanato. Ali as crianças eram bem alimentadas, felizes e aprendiam sobre o verdadeiro Deus e Seu Filho, Jesus Cristo. A atmosfera espiritual da aldeia era agradável graças àquele cego que conhecia o Deus da paz.

Do mesmo modo, Deus quer que todos sejam libertados de seus temores, que O conheçam como único e verdadeiro Deus, que experimentem uma vida plena nEle, e que sejam úteis, apesar das dificuldades e limitações que possam ter

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.