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sexta-feira, 3 de julho de 2020

NÃO SOMOS MAIS ESCRAVOS, O REINADO DO PECADO ACABOU!


“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões” (Rm 6.12).
Todo aquele que pratica o pecado é escravo do pecado. O pecado é um rei que governa a vida de todo aquele que ainda não nasceu de novo. O homem não regenerado é um servo desse tirano. O pecado é um rei cruel, que coloca seus súditos debaixo de suas botas sujas. O homem nasce escravo desse carrasco impiedoso. Vive debaixo de sua ditadura implacável. Nenhum escravo pode libertar a si mesmo dessa escravidão.

Deus, porém, por meio de Cristo, nos libertou do poder do pecado (Rm 6.1-5). Onde o pecado abundou, superabundou a graça. Por ser a graça maior do que o nosso pecado, entretanto, ela não é um incentivo ao pecado. Ao contrário, não podemos viver no pecado, nós os que para ele já morremos.

Estamos unidos com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Morremos com ele, fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele. Estamos nele. Essa união com Cristo, destronou o pecado em nossa vida. Esse rei tirano perdeu seu poder sobre nós. Agora, somos livres do pecado e não mais escravos dele. O apóstolo Paulo, usa três argumentos para nos levar à essa gloriosa conclusão:
EM PRIMEIRO LUGAR, NÓS DEVEMOS SABER (Rm 6.6-10).
O que nós devemos saber? Devemos saber que já foi crucificado com Cristo o nosso velho homem. Fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele para uma nova vida. Portanto, não precisamos mais servir o pecado como escravos. O pecado não é mais nosso patrão. Sua coroa foi tirada. Ele não é mais nosso rei.

Não precisamos mais nos ajoelhar a seus pés para obedecer suas ordens. Fomos libertos dessa escravidão. O pecado foi destronado de nossa vida. Outrora, sob a lei, o pecado nos dominava, mas agora, sob a graça, somos livres!

​EM SEGUNDO LUGAR, NÓS DEVEMOS CONSIDERAR (Rm 6.11).
Aquele que morreu com Cristo deve se considerar morto para o pecado. Deve andar com a certidão de óbito no bolso. Um morto não obedece o pecado, o seu antigo rei. Foi liberto do jugo. Assim, devemos nos considerar mortos para esse rei tirano. Seu governo cruel sobre nós acabou. Seu domínio opressor chegou ao fim. Não estamos mais com uma coleira no pescoço.

O pecado não manda mais em nós. Agora, devemos nos considerar vivos para Deus. Temos um novo rei. Somos servos da justiça. Fomos libertos da casa do valente, do império das trevas, da tirania do diabo, do reinado do pecado. Estamos sob as ordens de um novo Senhor, aquele que morreu por nós e ressuscitou para nos libertar da escravidão do pecado.

EM TERCEIRO LUGAR, NÓS DEVEMOS OFERECER (Rm 6.12-14).
Quando sabemos que fomos crucificados, sepultados e ressuscitados com Cristo. Quando nos consideramos mortos para o pecado, então, podemos dizer ao pecado: Agora você não reina mais sobre nós. Agora não obedecemos mais às paixões carnais. Agora não oferecemos mais os membros do nosso corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade. Pelo contrário, agora oferecemos a nós mesmos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os nossos membros a Deus como instrumentos de justiça.

Não estamos mais debaixo da lei, mas vivemos no reinado da graça. O poder da nova vida não vem mais do nosso inútil esforço, mas sim, de Cristo. Morremos com ele, ressuscitamos com ele. Vivemos nele. Dele nos vem o poder para uma nova vida. Ele é o nosso libertador. Foi ele quem quebrou o poder do pecado em nossa vida. Foi ele quem arrancou a coroa do pecado e destronou-o da nossa vida. Ele é o nosso Rei e o seu reino é o reino da graça.

Agora, somos livres, verdadeiramente livres. Nele temos vida, e vida em abundância. Outrora, vivíamos debaixo de amarga escravidão, rendidos ao pecado. Agora, livremente oferecemo-nos a Deus. Outrora, caminhávamos com uma coleira no pescoço, para uma condenação eterna. Agora, cheios de contentamento e gozo, marchamos para o céu!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 10 de maio de 2017

NÃO SOMOS MAIS ESCRAVOS, O REINADO DO PECADO ACABOU!

“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões” (Rm 6.12).
Todo aquele que pratica o pecado é escravo do pecado. O pecado é um rei que governa a vida de todo aquele que ainda não nasceu de novo. O homem não regenerado é um servo desse tirano. O pecado é um rei cruel, que coloca seus súditos debaixo de suas botas sujas. O homem nasce escravo desse carrasco impiedoso. Vive debaixo de sua ditadura implacável. Nenhum escravo pode libertar a si mesmo dessa escravidão.

Deus, porém, por meio de Cristo, nos libertou do poder do pecado (Rm 6.1-5). Onde o pecado abundou, superabundou a graça. Por ser a graça maior do que o nosso pecado, entretanto, ela não é um incentivo ao pecado. Ao contrário, não podemos viver no pecado, nós os que para ele já morremos.

Estamos unidos com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Morremos com ele, fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele. Estamos nele. Essa união com Cristo, destronou o pecado em nossa vida. Esse rei tirano perdeu seu poder sobre nós. Agora, somos livres do pecado e não mais escravos dele. O apóstolo Paulo, usa três argumentos para nos levar à essa gloriosa conclusão:
EM PRIMEIRO LUGAR, NÓS DEVEMOS SABER (Rm 6.6-10).
O que nós devemos saber? Devemos saber que já foi crucificado com Cristo o nosso velho homem. Fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele para uma nova vida. Portanto, não precisamos mais servir o pecado como escravos. O pecado não é mais nosso patrão. Sua coroa foi tirada. Ele não é mais nosso rei.

Não precisamos mais nos ajoelhar a seus pés para obedecer suas ordens. Fomos libertos dessa escravidão. O pecado foi destronado de nossa vida. Outrora, sob a lei, o pecado nos dominava, mas agora, sob a graça, somos livres!

EM SEGUNDO LUGAR, NÓS DEVEMOS CONSIDERAR (Rm 6.11).
Aquele que morreu com Cristo deve se considerar morto para o pecado. Deve andar com a certidão de óbito no bolso. Um morto não obedece o pecado, o seu antigo rei. Foi liberto do jugo. Assim, devemos nos considerar mortos para esse rei tirano. Seu governo cruel sobre nós acabou. Seu domínio opressor chegou ao fim. Não estamos mais com uma coleira no pescoço.

O pecado não manda mais em nós. Agora, devemos nos considerar vivos para Deus. Temos um novo rei. Somos servos da justiça. Fomos libertos da casa do valente, do império das trevas, da tirania do diabo, do reinado do pecado. Estamos sob as ordens de um novo Senhor, aquele que morreu por nós e ressuscitou para nos libertar da escravidão do pecado.

EM TERCEIRO LUGAR, NÓS DEVEMOS OFERECER (Rm 6.12-14).
Quando sabemos que fomos crucificados, sepultados e ressuscitados com Cristo. Quando nos consideramos mortos para o pecado, então, podemos dizer ao pecado: Agora você não reina mais sobre nós. Agora não obedecemos mais às paixões carnais. Agora não oferecemos mais os membros do nosso corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade. Pelo contrário, agora oferecemos a nós mesmos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os nossos membros a Deus como instrumentos de justiça.

Não estamos mais debaixo da lei, mas vivemos no reinado da graça. O poder da nova vida não vem mais do nosso inútil esforço, mas sim, de Cristo. Morremos com ele, ressuscitamos com ele. Vivemos nele. Dele nos vem o poder para uma nova vida. Ele é o nosso libertador. Foi ele quem quebrou o poder do pecado em nossa vida. Foi ele quem arrancou a coroa do pecado e destronou-o da nossa vida. Ele é o nosso Rei e o seu reino é o reino da graça.

Agora, somos livres, verdadeiramente livres. Nele temos vida, e vida em abundância. Outrora, vivíamos debaixo de amarga escravidão, rendidos ao pecado. Agora, livremente oferecemo-nos a Deus. Outrora, caminhávamos com uma coleira no pescoço, para uma condenação eterna. Agora, cheios de contentamento e gozo, marchamos para o céu!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 29 de agosto de 2015

ESCRAVOS DE HÁBITOS ESTRANHOS

Cada pessoa é escrava daquilo que a domina. (2Pe 2.19)

Como ninguém gosta de ser chamado de escravo, a linguagem de Pedro é dura. Todavia, a verdade é esta mesmo: somos escravos daquilo que não conseguimos dominar.

Quando dizemos que tal pessoa é dependente do álcool, por exemplo, queremos dizer que ela é escrava do álcool ou, em outras palavras, ela não é independente da bebida.

Se deixarmos o sol se pôr antes de nos livrarmos da ira, somos escravos da ira (Ef 4.26).

Se só pensarmos em aumentar os ganhos, somos escravos do dinheiro.

Se nos deleitarmos em falar mal de uma pessoa, somos escravos do mexerico.

Se mancharmos costumeiramente o nome de uma pessoa atribuindo a ela coisas que ela nunca fez, somos escravos da calúnia.

Os que não conseguem deixar de roer as unhas, deixar de ranger os dentes, deixar de espremer cascas das espinhas são escravos dessas coisas.

Por causa do contexto da carta, é possível que Pedro esteja se referindo a “hábitos imorais”. Ele tinha acabado de fazer uma denúncia séria quanto aos falsos profetas (“Não podem ver uma mulher sem a desejarem”). Deve ser exatamente nessa área que muitos são escravos de seus impulsos.

Tim Challies, autor de Desintoxicação Sexual, afirma que “a pornografia é tão predominante, que é praticamente certo que todo jovem vai se deparar com ela, e, depois de a experimentar, é difícil não se entregar”.

Jesus surpreendeu os mestres da lei e os fariseus declarando: “Quem peca é escravo do pecado” (Jo 8.34).

Eles não gostaram dessa palavra e responderam soberbamente: “Nós somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém!” (Jo 8.33).

Se o Senhor pôde quebrar o bastão dos poderosos que oprimiam o povo de Israel, ele pode nos libertar do bastão daquilo que nos domina!

Enquanto não localizar a sua dependência, o crente jamais será libertado!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 1 de abril de 2015

OS ESCRAVOS DO MEDO

“E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.”  Hebreus 2:15

O medo é um sentimento natural, que iremos sentir enquanto o nosso espirito estiver preso em nossa carne, isto é um fato certo de acontecer, porém a maneira que lidaremos com o medo é o que vai fazer toda a diferença em nossas vidas.

E QUANDO NOS TORNAMOS ESCRAVOS DO MEDO?

Sim, as vezes este sentimento fala mais alto do que a voz de Deus, dentro do nosso interior, e nos faz obedece-lo e ser guiado por ele.

Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?” Romanos 6:16

O medo é capaz de nos amarrar, imobilizar, um dia um incircunciso filisteu que todo mundo já ouviu falar, o Golias se levanta contra o Israel de Deus, só bastou um gigante para o povo que tinha as promessas de Deus, se apavorar ficar neutralizados, até que se levantasse Davi, um homem de Deus que não deixou que o medo dominasse o seu coração antes partiu pra cima do Gigante.

Está é atitude que devemos ter diante do medo, o medo é algo que pode ser vencido através de duas ações.

A SABEDORIA
Se você subir em um avião pra pular de um paraquedas sem nunca ter feito isto, vai sentir um pavor ao olhar a altura e talvez nem pule se faltar a coragem, porém um paraquedista vai sentir a adrenalina, mas a técnica adquirida, o conhecimento que ele tem dá a condição de ele ter a coragem de saltar.

É uma comparação pois assim também ocorre no reino do espirito, se não conhecemos a Deus, se não conhecemos o seu poder, sua foma de agir, não teremos a condição diante das difíceis circunstancias da vida de Agir, Encarar e Vencer.

A FÉ
As vezes o que vamos enfrentar é extremo, um dia Deus provou a Abraão, quando manda sacrificar o filho da promessa, mas a fé extrema o deu a capacidade de ele entregar seu filho, e então o Senhor agiu e revelou sua verdadeira intenção. Ele não temeu pois cria que Deus era capaz até de ressuscita-lo dos mortos. Creu contra toda razão humana.

E até mesmo Jesus sentiu o medo, pois ele era sujeito as mesmas fraquezas que nós:
“Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.”Lucas 22:42

Porém ele era cheio de todo o espirito de sabedoria, fé e coragem para dominar o medo e não se tornar seu escravo, e assim lhe sujeitou todas as coisas.

Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés…..’ ‘Hebreus 2:8

Anderson Gomes

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

ESCRAVOS DE HÁBITOS ESTRANHOS

Cada pessoa é escrava daquilo que a domina. (2Pe 2.19)

Como ninguém gosta de ser chamado de escravo, a linguagem de Pedro é dura. Todavia, a verdade é esta mesmo: somos escravos daquilo que não conseguimos dominar. Quando dizemos que tal pessoa é dependente do álcool, por exemplo, queremos dizer que ela é escrava do álcool ou, em outras palavras, ela não é independente da bebida.

Se deixarmos o sol se pôr antes de nos livrarmos da ira, somos escravos da ira (Ef 4.26).

Se só pensarmos em aumentar os ganhos, somos escravos do dinheiro.

Se nos deleitarmos em falar mal de uma pessoa, somos escravos do mexerico.

Se mancharmos costumeiramente o nome de uma pessoa atribuindo a ela coisas que ela nunca fez, somos escravos da calúnia.

Os que não conseguem deixar de roer as unhas, deixar de ranger os dentes, deixar de espremer cascas das espinhas são escravos dessas coisas.

Por causa do contexto da carta, é possível que Pedro esteja se referindo a “hábitos imorais”. Ele tinha acabado de fazer uma denúncia séria quanto aos falsos profetas (“Não podem ver uma mulher sem a desejarem”). Deve ser exatamente nessa área que muitos são escravos de seus impulsos.

Tim Challies, autor de Desintoxicação Sexual, afirma que “a pornografia é tão predominante, que é praticamente certo que todo jovem vai se deparar com ela, e, depois de a experimentar, é difícil não se entregar”.

Jesus surpreendeu os mestres da lei e os fariseus declarando: “Quem peca é escravo do pecado” (Jo 8.34). Eles não gostaram dessa palavra e responderam soberbamente: “Nós somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém!” (Jo 8.33).

Se o Senhor pôde quebrar o bastão dos poderosos que oprimiam o povo de Israel, ele pode nos libertar do bastão daquilo que nos domina!

— Enquanto não localizar a sua dependência, o crente jamais será libertado!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Deus não quer que sejamos escravos


"Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te tirou do Egito, da terra da escravidão.” Êxodo 20:2 

O aprendizado pode se apresentar das mais diferentes formas. Por isso a Bíblia diz que devemos examinar tudo e reter o que é bom. 

A linguagem de Deus difere da linguagem do mundo. O Senhor escreveu os dez mandamentos, Ele não pediu Moisés para escrever, Ele escreveu. 

A nação de Israel estava escrava no Egito e Deus ouviu o clamor de seu povo. Como pais não queremos ver os nossos filhos como escravos. 

O dente de um escravo era diferente do dente do seu senhor. Quando o dente de um escravo apodrecia, arrancava-se o dente dele, porque um escravo com dor era um dia a menos de trabalho. 

Os escravos não tinham genros, noras, porque não passavam de reprodutores. Não tinham cama, casa própria, porque moravam na senzala. 

Não tinham festa de casamento, festa de 15 anos. As mães tinham os filhos para serem escravos. Deus não tinha prazer naquela situação. 

O Senhor tirou o povo da escravidão e escreveu dez mandamentos para ensiná-los a andar naquela nova etapa. 

O primeiro deles foi: "Não terás outros deuses além de mim.” Ex 20.3. 

Deus nos ama tanto, que quando colocamos alguma pessoa, ou coisa à frente de Deus, Ele se entristece. Você pode amar seus filhos, cônjuge, sua casa, sua fazenda, sua profissão, patrimônio, mas precisa tomar cuidado para que não coloque essas coisas na frente de Deus.

"Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra, não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.” Ex 20.4-6. 

A síndrome de Lúcifer é a idolatria ao homem, a ídolos, por isso nas igrejas evangélicas, Jesus está no centro. O primogênito no Egito era idolatrado, por isso quando o Senhor enviou as dez pragas a última, foi a morte dos primogênitos. 

Quando uma pessoa que antes era idólatra aceita a Cristo, o Espírito Santo a convence do pecado. 

“Não tomarás em vão o nome do Senhor, o teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão.” Ex 20.7 

O que é isso? É usar o nome de Deus à revelia, é fazer as coisas erradas e colocar a culpa em Deus. Tome muito cuidado com isso. 

"Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo.” Ex 20.8.

Não somos máquinas, temos que ter uma hora de lazer, um tempo para almoçar com tranquilidade, para passear. Separe um dia para o descanso, separe um momento para buscar a Deus, para ler Sua Palavra. 

Existem pessoas que não param, a todo o momento estão trabalhando, inquietas e nunca separam tempo para si mesmas, para a família, para Deus.

O diabo queria ver o povo de Deus como escravo. Escravo não tem feriado, não tem folga, por isso Deus disse para que o povo trabalhasse 6 dias e descansasse pelo menos 1. 

“Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor, o teu Deus, te dá.” Ex 20.12. 

O que é honrar? Respeitar. Respeitar é o quê? É honrar. É obedecer cegamente? Depende, podemos pedir conselho ao pastor, por exemplo, no tocante a determinas situações. 

Um filho não precisa ser manipulado por seus pais, honrar é conversar com os pais no mesmo tom, é não ser atrevido, é reconhecer todo o bem que eles fizeram e fazem. 

Temos que reconhecer o senhorio de Cristo nas nossas vidas. Existem regras para vivermos na liberdade que Cristo nos dá. 

A verdade da Palavra de Deus expulsa a mentira do diabo que nos escraviza de dentro de nós. 

Que haja na nossa vida somente um Deus, o Senhor Jesus e que as coisas desse mundo não nos emocionem mais do que o que está escrito na Palavra de Deus. 

Autor Pr. Jorge Linhares 

Por Litrazini 

Graça e Paz




sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Verdadeira liberdade


Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. Gálatas 5.1

O Novo Testamento apresenta Jesus como nosso supremo libertador e a vida cristã como uma vida de liberdade. O próprio Jesus disse a alguns judeus que creram: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8.31-32).

Mas o que significa essa liberdade cristã?

Antes de tudo, ela nos liberta da servidão terrível de ter que obter a salvação por meio da obediência à lei. Ela também nos liberta da culpa e da consciência culpada, e nos dá a inexprimível alegria do perdão, da aceitação e do acesso a Deus, e a incrível experiência da misericórdia sem mérito.

A liberdade cristã, porém, não significa que estamos livres de todas as restrições e limitações.

Em primeiro lugar, liberdade cristã não significa ceder aos desejos da nossa natureza caída e egoísta. “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade”, escreveu Paulo, “mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne”(Gl.5.13)

Assim, a nossa liberdade em Cristo não deve ser usada como pretexto para a satisfação dos nossos próprios desejos, pois se vivemos no Espírito, não podemos satisfazer aos desejos de nossa natureza pecaminosa (v. 16). 

Em segundo lugar, liberdade cristã não significa explorar nosso próximo. Antes “sirvam uns aos outros mediante o amor” (v. 13). Temos um maravilhoso paradoxo aqui. Não temos liberdade para ignorar, negligenciar ou abusar de nossos semelhantes, ao contrário, somos exortados a amá-los e, através do amor, servi-los. 

De certa forma, a liberdade cristã é um tipo de escravidão, mas não devemos ser escravos da nossa natureza egoísta, e sim do nosso próximo. 

Somos livres em relação a Deus, mas escravos em relação ao outro.

Por fim, liberdade cristã não significa liberdade para desrespeitar a lei, pois “toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’” (v. 14). O apóstolo não diz que se amamos o nosso próximo não precisamos cumprir a Lei, e sim que estamos cumprindo.


A verdadeira liberdade não significa que somos livres para satisfazer os nossos desejos, mas para controlá-los; não somos livres para explorar nossos semelhantes, mas para servi-los e não somos livres para desobedecer a lei, mas para cumpri-la. 

Leitura recomendada: Gálatas 5.1-15 

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007) 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 




quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Escravos dos poderes sobrenaturais


“Pelo seu nome (o nome de Jesus) vos são perdoados os pecados.” 1João 2.12 

“Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” Atos 4.12

Uma missionária nos contava suas experiências. O que mais a marcara não eram as condições de vida difíceis e às vezes perigosas. Ao consagrar sua vida à evangelização, ela havia renunciado todas as comodidades e, portanto, não esperava conforto e facilidades.

Porém, o que mais a impressionou ao trabalhar com povos que praticavam a bruxaria era constatar a força dos ataques satânicos. Essas pessoas viviam escravizadas sob uma grande opressão.

Através do culto a ídolos, da magia e de outras tantas maneiras, Satanás manipula as pessoas como se fossem marionetes. Infunde medo e opressão. Mas que privilégio é mostrar o glorioso Vencedor, o Senhor Jesus, o único que pode nos livrar totalmente do poder do diabo. Hebreus 2.14-15. 

Quão universal e extraordinário é o poder do Senhor! 

Assim como o Senhor Jesus Se humilhou até o ponto de morrer por nós na cruz, “também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra…” Filipenses 2.9-10. “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades… nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 8.37-39. 

Vale lembrar que não são apenas os povos considerados primitivos que estão sob domínio satânico. 

Atualmente, nos países “cristãos”, o ocultismo e muitas outras formas de feitiçaria têm alcançado uma enorme legião de praticantes, inclusive dentre as elites e os formadores de opinião. 

A vontade de manipular poderes sobrenaturais é inerente a todo ser humano. E nessa busca as pessoas nem se dão conta da escravidão a que estão submetidas.

Acham que são livres e especiais, acima da grande massa de ignorantes que os rodeiam. É o poder do engano! 

E somente o Senhor Jesus pode nos libertar de tamanho engano, pois só Ele é a verdade João 14.6. 

Extraído Devocional Boa Semente 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.