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terça-feira, 18 de junho de 2024

O PREÇO DA SALVAÇÃO

"Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)."

Gravemos profundamente em nossos corações: Jesus levou voluntariamente sobre Si na cruz a maldição do pecado, que deveria cair sobre nós.

Lá, onde nós deveríamos estar dependurados, Jesus esteve em nosso lugar, pagando o preço da nossa salvação.

Assim fomos libertos da maldição.

Em 1 Pe 2.24 lemos o mesmo com as seguintes palavras:

"Carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados."

Mas Ele não o fez apenas simbolicamente, Ele o fez de maneira real.

Ele o fez por todas as pessoas, para que ninguém tivesse de se perder, a não ser quem rejeitar essa oferta.

Jesus teve de fazer esse sacrifício porque todos os incontáveis sacrifícios de animais na Antiga Aliança não podiam tirar os pecados, mas apenas cobri-los.

Já que a expiação de nossa culpa exigiu um preço tão elevado, nunca conseguiremos levar o pecado suficientemente a sério.

Jesus, com Seu sacrifício no madeiro maldito, cumpriu o que havia prometido:

"Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

O ALVO NA NOSSA FÉ

“... Começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16:21).

Qual foi a reação de Seus discípulos a esta mensagem?

“E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso.” (Mt 16:22).

Pedro e os outros discípulos não sabiam toda a verdade, mas mesmo assim foram salvos, pois creram que Deus tomaria conta do problema de seus pecados.

Não sabiam exatamente como Ele conseguiria isto, não mais que Adão, Abraão, Moisés ou Davi, mas creram em Deus.

Hoje, temos mais revelações do que tinham as pessoas que viveram antes da ressurreição de Cristo, pois nós sabemos por completo.

“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo” (Hb 1:1-2).

Nossa salvação ainda é baseada na morte de Cristo, nossa fé ainda é condição para salvação, e o alvo de nossa fé ainda é Deus.

Hoje, para nós, o conteúdo de nossa fé é que Cristo morreu por nossos pecados, que Ele foi sepultado, e que Ele se levantou no terceiro dia (ICo 15:3-4).

GotQuestions

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 22 de junho de 2022

TRATANDO OS NOSSOS PECADOS

Deus deseja que tratemos seriamente dos nossos pecados, pois Ele é Santo.

Quando pecamos sua santidade é ofendida.

Muitas vezes o orgulho nos impede de tomarmos atitudes concretas nesta direção, pois o inimigo quer nos aprisionar em pecados que não foram tratados.

O tratamento de pecados é um processo às vezes doloroso, que precisamos trilhar, caso queiramos experimentar a benção de Deus sobre nossas vidas.

Consequências de não tratarmos adequadamente nossos erros:

Não temos a paz de Deus em nossos corações.

Nos tornamos infrutíferos espiritualmente – talvez até muito ativos na igreja, entretanto sem desfrutar a vida abundante que Deus tem pra nós.

Nossa vida torna-se sem graça, medíocre e sem propósito.

Perdemos o primeiro amor. Não conseguimos sentir fome, sede e paixão pelo Senhor.

Nos sentimos no mínimo desconfortáveis em meio a um ambiente de adoração sincera.

Nossos relacionamentos familiares e interpessoais tornam-se fugazes, inconstantes, volúveis e condicionais.

Vivemos fugindo de confrontações, sejam pessoais ou coletivas.

Nos tornamos indiferentes a todas as palavras que possam ameaçar nos tirar de nossa "confortável" posição.

É muito mais fácil não tratar dos nossos pecados do que tratá-los.

Tratar pecados dói. Constrange. Humilha.

Mas se queremos realmente agradar o Senhor, precisamos levar isso a sério, por mais que doa.

Deixemos o orgulho de lado, e marchemos rumo a todas as bênçãos que o Senhor tem para nós, bênçãos estas que estarão impedidas, enquanto não tratarmos seriamente de nossos pecados.     

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

CRISTO E A PROPICIAÇÃO

"E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo." (IJo.2.2)

"... e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados." (IJo 4.10)

Os próprios pecados do homem geram a separação entre ele e Deus (Gn. 2:7; 3:16; Is 59:1-12).

O homem torna-se, no mesmo instante, culpado e fraco (Rm 8:5-8).

O pecador é culpado pelos seus pecados pessoalmente, e devido os pecados, ele torna-se fraco para fazer justiça diante do Deus ofendido.

A obra salvadora que Jesus Cristo fez diante de Deus para todos os que creem é vista na palavra "propiciação".

Pela propiciação Deus é tanto o justo quanto justificador daquele que têm fé em Jesus (Rm 3:26).

Por Deus ser justo, nenhum pecador pode viver. Mas, na situação de pecado por parte do homem e de santidade por parte de Deus, Deus enviou Seu Filho para a propiciação (I João 4:10).

Cristo nasceu sob a lei (Gl 4:4) e, em tempo, foi feito pecado por nós (II Co 5:21). Com o pecado do Seu povo sobre Ele Cristo derramou Seu sangue.

Todo o castigo que o pecado merecia; toda a morte que a justiça de Deus pedia; a condenação completa que Deus exigia para o pecador - foram feitas por Cristo.

Ele é a propiciação, a expiação, quem paga as consequências. Ele é o purificador dos nossos crimes diante de Deus.

Sendo assim Cristo é a reconciliação, a concórdia, a redenção dos pecadores para com Deus.

Através de Cristo, a propiciação dos nossos pecados, Deus mostra a sua justiça e por Cristo Deus vê como justificado aquele que tem fé em Jesus (Rm 3:26).

Só por Cristo há remissão. Só por Ele Deus é tanto o justo quanto justificador dos nossos pecados.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 17 de junho de 2021

SANTIFICAÇÃO E A COMUNHÃO COM DEUS

A igreja em Corinto estava rodeada de imoralidade e falsa religião. Os cristãos eram frequentemente tentados a voltar às más práticas do mundo.

Paulo entendeu esta tentação quando lhes escreveu cartas de encorajamento. Consideremos seu ensinamento em 2 Co.7:1 “Ora, amados, visto que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus”.

Paulo ensinou que o pecado não tem lugar na vida do cristão.

Portanto, temos que separar-nos do mal e da impureza, não apenas 50%, 90% ou 99% do pecado, mas de toda imundície.

Por quê? Por causa de nosso respeito a Deus. Ele merece nosso serviço de santificação.

Em IICo.6.14 e 15 ele disse: "Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?" Encontramos nestes versículos uma lista de coisas que são totalmente opostas. Paulo não encoraja a nenhum tipo de compromisso. Ele não nos diz que um pouco de mal pode coexistir com a justiça. Em vez disso, mostra que não pode haver nenhuma tolerância do pecado na vida de um cristão.

Os cristãos pecam “Se dissermos que não temos pecado nenhum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 1 Jo.1:8,10.

Mas temos que admitir esses erros e procurar o perdão de Deus para manter a comunhão com ele: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. 1Jo.1:9

Pecados sexuais, embriaguez, desonestidade e todas as outras características da carne têm que ser abandonadas.

Pessoas que praticam tais coisas não terão permissão para entrar na eterna comunhão com Deus: Gl.5:19-21.

“Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte”. Ap.21:8.

Sem nos santificar, não teremos comunhão com o Senhor que morreu por nós.

Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

A CARNE E AS CONTENDAS


A Bíblia que é normalmente utilizada tem palavras e expressões que não são mais de uso corrente entre nós. Então, algumas partes não são muito bem compreendidas. Se não são compreendidas, então, não são aplicadas, não são cumpridas.


"Contenda" se enquadra neste contexto. A Bíblia diz que houve "contenda" entre os pastores de gado de Abrão, e os pastores de gado de Ló (Gen.13:7). O mesmo ocorreu entre os pastores da terra de Gerar, e os pastores de Isaque (Gen.26:20). Ainda em Gênesis 31:36, encontramos que Jacó contendeu com Labão. E assim, sucessivamente, vemos muitas contendas na história do Antigo Testamento.

AFINAL, O QUE É CONTENDA?
É uma coisa muito comum na igreja, entre seus membros, que não sabem que é uma obra da carne (ou não dão importância), e que somente ocorre com quem está na carne, e, portanto, fora do domínio do Espirito...

Contendas são brigas, desentendimentos, desavenças, discussões. São produtos de almas feridas, espíritos magoados. Gente que por um motivo ou outro, se sente ofendido, humilhado, e passam a dar o troco na mesma moeda, uma retaliação exemplar. Querem vingança, porque não podem deixar o assunto por isso mesmo. Isso são contendas.

Na maioria das vezes, as contendas causam o ROMPIMENTO DE RELAÇÕES. Os envolvidos não são capazes de PERDOAR a humilhação, a ofensa, o desentendimento, as diferenças de ponto de vista. Esta é a causa da origem de CENTENAS de agremiações religiosas que proliferam a cada dia em todo o mundo.

Gente que se sente rebaixada, humilhada, ofendida, que NÃO SUPORTA o tratamento (muitas vezes injusto, outras vezes, não) que lhe foi dispensado por um ou por outro irmão ou líder da igreja onde está congregando, e decide sair dessa igreja, e FUNDAR uma outra. Com os mesmos princípios, os mesmos valores, a mesma doutrina... talvez o mesmo estatuto. Só o nome é diferente. E o líder também.

O fundador da nova "igrejinha", antes era parte de uma liderança. Agora é O LÍDER, o pastor presidente, ou cargo que o valha. Enfim, o cara que manda, que assina o cheque; o cara que decide.

Os que se metem em contendas não sendo da liderança da igreja, normalmente se afastam dela. Algumas vezes vão frequentar outras igrejas. Na maioria das vezes, deixam-na em definitivo. Os motivos que elegem para a sua atitude são os mais diversos e variados. Mas todos eles passam pelo orgulho, pela soberba, pela arrogância. Pela incapacidade de reconhecer ou aceitar que foi cometido um erro, e, assim, proceder o perdão.

No fundo, as contendas são fruto da falta de amor. Amor por Deus, amor pelas almas, amor pela obra, amor pelos irmãos, que fazem com que não suportem mais presença dos desafetos, não são capazes de perdoar erros e pecados.

Entende por que a Bíblia diz em muitas partes que o amor encobre os pecados (Pv 10:12, I Pe. 4:8)?

Quando somos envolvidos, tomados, agarrados, enchidos e dominados pelo Espirito de Deus, a carne não tem mais poder sobre nós. Quando os esvaziamos do Poder, da Graça e da comunhão com Espírito de Deus, então a carne opera, e frutifica em nossos corações, em nossa vida, as obras da carne.

Não permita que as obras da carne tomem conta de ti. Viva em espírito.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

EU PERDOO TEUS PECADOS E SARAREI TUAS FERIDAS


Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.(Hb.8.12)

Esta é uma das dimensões da grandeza do perdão divino. Deus perdoa e se esquece e não se lembra mais dos nossos pecados. Mas para isso existe uma condição:

– Temos que nos arrepender e confessar diante de Deus nossos pecados, veja isso em 1 João 1:9 “ Se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda injustiça ”

– Temos que abandonar o pecado. Jesus curou um homem que ficava a beira do tanque chamado em Hebreu ( Betesda ), depois encontrou-o no templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior. João 5:1-17

Deus nos perdoa do pecado, não há pecado que Ele não possa perdoar, a não ser contra o Espirito Santo.

Quando nós nos arrependemos e abandonamos e não praticamos mais o pecado, a cura vem, feridas que foram abertas e todas as legalidades que o mal tinha sobre nós são desfeitas. 

Infelizmente muitos não conseguem entender e voltam as velhas praticas, e muitas das vezes acontece o que Jesus falou para aquele homem que foi curado por Ele: “Não peques mais para que não te suceda coisa pior “. Adquirimos coisas piores em nossas vidas por causa do pecado da desobediência.

Se você encontra-se numa situação que o pecado te deixou distante de Deus, e muitas feridas foram abertas em sua vida. O arrependimento é a melhor escolha, o caminho é esse:
– Arrependa-se de seus pecados.
– Confesse-os a Deus. E Deus sarara tuas feridas.
– Não peques mais, para que te não suceda coisa pior.

Jesus não teria dito estás palavras ”Não peques mais” se não fosse possível ao homem vencer. Ele conhece o íntimo de cada um de nós. O que acontece com aqueles que continuam pecando constantemente? Eles já foram perdoados no passado? Alguma coisa está errado! Na verdade o mal está no coração do homem que não quer lagar o pecado.

Ao nos perdoar a cura vem através do arrependimento do homem para com Deus, Ele também concede poder para não pecar mais, através de sua Palavra.

Não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem, isso diz a Bíblia. Vença o pecado que gera a morte, vença o mal que muitas vezes te leva a errar sempre. Deus esta esperando você se arrepender e voltar-se para Ele.

Deus ama você e que dar todo perdão que você precisa, sarar tuas feridas e te da uma nova vida.

Vai nesta tua força e vença.

Pr. Marcos Monte

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 26 de outubro de 2019

A CERTEZA DO PERDÃO DOS PECADOS


Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. - Lucas 7.47.

Somente a certeza do perdão dos pecados pode livrar o ser humano da angústia existencial e torná-lo feliz, transformando o seu frio coração com o ardente amor de Deus.

Ainda que uma pessoa tenha escutado por milhares de vezes a pregação da Palavra de Deus, e tenha lido a Bíblia do princípio ao fim, se ela não reconhecer a sua condição natural diante de Deus, se ela não se der conta de que é uma pecadora perdida e condenada, mas, ao contrário estiver contente e satisfeita consigo mesma, neste caso, por mais conhecimento teórico que tenha obtido, não terá o amor a Deus; e toda a sua religião não será mais do que ritos e cerimônias.

Por outro lado, se alguém reconhece seus pecados sinceramente, de maneira que seu coração e sua carne desfaleçam, e assim mesmo não tenha a certeza do perdão, não esteja seguro da graça de Deus por meio da fé, então, ele está espiritualmente morto, continuará frio em sua relação com Deus, e de nada lhe servirá todos os esforços que faça em chegar a amar a Deus para ter a alegria em seu coração.

A Palavra de Deus sempre nos fala destas duas coisas: Do arrependimento e da fé, da abundância do pecado e da superabundância da graça.

Que alegria tão grande, que paz tão profunda, que maravilhosa vida nova, que amor ardente experimentamos quando em nosso pior estado, na maior e mais profunda indignidade, recebemos a firme declaração de Deus: “Não temas, teus pecados te são perdoados. Você pode estar certo de que não te castigarei e nem te condenarei por tuas maldades e erros. Não te acusarei de nenhum pecado. Pelo sangue de meu Filho te verei limpo e puro, sem nenhuma mancha ou contaminação. Porque você se refugia em meu Filho, e te revestes dos méritos Dele, você me agrada e assim quero viver em amizade contigo, agora, e por toda a vida”.

Quem possui a certeza de que seus muitos pecados foram perdoados, não pode deixar de louvar e honrar a Deus, com todo seu coração.

Sóstenes Ferreira da Silva

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

POR QUE JESUS MORREU?


Quando os malvados, meus adversários e meus inimigos, se chegaram contra mim, para comerem as minhas carnes, tropeçaram e caíram. (Salmo 27:2)

Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se, e disse-lhes: A quem buscais? (João 18:4)

Algumas obras literárias apresentam a morte de Jesus como a de um mártir, de uma vítima da maldade dos homens.

É certo que Jesus foi condenado injustamente por tribunais iníquos. Mas Ele aceitou morrer livremente, cumprindo a obra que o Pai Lhe havia dado para fazer, a única obra que poderia salvar os homens de seus pecados.

O Evangelho segundo João, de modo especial, sublinha essa calma determinação do Senhor Jesus no momento de Sua prisão (João 18:1-12).

Quando chegaram os soldados para se apoderarem dEle, não procurou fugir. Se adiantou até onde estavam e educadamente, perguntou por duas vezes: “A quem buscais?” Responderam-Lhe: “A Jesus Nazareno”, e por duas vezes o Senhor Jesus respondeu: “Sou eu”.

Os soldados, subitamente colocados na presença da majestade dAquele a quem tinham vindo prender, retrocederam e caíram por terra.

Nesse momento crucial, Ele ainda protegeu a Seus discípulos, dizendo: “Se, pois, me buscais a mim, deixai ir estes” (v. 8). Com essas palavras, o Senhor Jesus aceitava ser preso, mas ordenava que deixassem ir os Seus.

POR QUE JESUS SE DEIXOU PRENDER POR SEUS INIMIGOS?

Ele mesmo disse ao discípulo que tentou defendê-Lo: “Não beberei eu o cálice que o Pai me deu?” (v. 11).

Jesus deixou-se prender para que o amor alcançasse a todos que se aproximam dEle pela fé.

Fonte: Devocional Diário Boa Semente

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 26 de agosto de 2018

OS SOFRIMENTOS DE CRISTO


Ele [Jesus] lhes disse: “…não devia o Cristo sofrer estas coisas, para entrar na sua glória? (Lucas 24.25-26)

Por que Mateus em particular deu tanta ênfase ao sofrimento de Jesus?

Que ele destacasse a cruz é compreensível, pois Cristo morreu pelos nossos pecados, e sua cruz é o cerne do evangelho. Mas por que a ênfase em sua paixão, em seu sofrimento?

PRIMEIRO, O SOFRIMENTO IDENTIFICA JESUS COMO O VERDADEIRO MESSIAS.
Ele havia ensinado de maneira clara que o Filho do Homem deveria sofrer muitas coisas e entrar na glória através do sofrimento.

Assim, uma vez que a característica do Evangelho de Mateus é retratar Jesus como o cumprimento do Antigo Testamento, ele chama a atenção para tal fato na história da paixão.

Jesus foi traído e abandonado por seus amigos? Trata-se do cumprimento do Salmo 41.9: “Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava e que partilhava do meu pão, voltou-se contra mim”.

Ele foi dolorosamente oprimido e repudiado? Trata-se do cumprimento de Isaías 53.3: “Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento”.

Ele manteve um silêncio nobre diante de seus juízes? Foi em cumprimento de Isaías 53.7: “Como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a sua boca”.

Ele foi açoitado, esmurrado, esbofeteado e cuspido? Foi em cumprimento de Isaías 50.6: “Ofereci minhas costas àqueles que me batiam, meu rosto àqueles que arrancavam minha barba; não escondi a face da zombaria e dos cuspes”.

De acordo com Mateus, todos esses foram sinais do verdadeiro Messias, o servo sofredor do Senhor.

SEGUNDO, O SOFRIMENTO IDENTIFICA TAMBÉM A COMUNIDADE MESSIÂNICA.
Por exemplo, a oitava bem-aventurança registrada por Mateus declara a perseguição como uma característica necessária dos seguidores do Messias. Isso é válido ainda hoje. De acordo com Paul Marshall, em seu bem documentado livro Their Blood Cries Out [O sangue deles clama], há hoje entre 200 e 250 milhões de cristãos sendo perseguidos por causa da sua fé e outros 400 milhões vivendo sob sérias restrições de liberdade religiosa.

Logo, o sofrimento é o emblema do Messias e de seus discípulos.

Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; [...] Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas. (1 Pedro 2.13-25)

Retirado de A Bíblia Toda o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz


domingo, 24 de junho de 2018

O PRECIOSO SANGUE DE JESUS


"Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado," (I Pe. 1 .18-19).

A palavra que me foi dada, diz respeito ao poder do sangue de Jesus, um conhecimento mais amplo e detalhado sobre o seu significado e representação. Tornou-se muito comum entre nós e acabou virando uma frase evangélica muito corriqueira, dizer que o SANGUE DE JESUS TEM PODER, mas afinal, qual o real significado do sangue de Jesus para nós cristãos.

10 (DEZ) VERDADES ACERCA DO SANGUE DE JESUS:

FOI O VALOR DO PREÇO PAGO PELOS NOSSOS PECADOS;
"Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue." (At. 20.28)
O sangue de Cristo foi o valor pago a Deus em sacrifício pelos nossos pecados, o sangue de Deus em forma de homem, de valor incalculável, capaz de comprar a salvação de todos. O valor do sangue de Cristo não tem preço, é inestimável, pois foi com ele que a minha vida foi comprada. Você já parou pra pensar quanto vale a sua vida?

REPRESENTA A NOVA ALIANÇA ENTRE DEUS E O HOMEM;
"Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados." (Mt. 26.28)
O Sangue de Cristo vertido na cruz do calvário é agora o sangue da nova aliança entre Deus e o homem, já que a velha aliança foi desfeita pela incapacidade do homem em cumprir a Lei Divina, os sacrifícios de animais já não eram mais agradáveis ao Senhor, Deus já não tinha mais prazer nesses sacrifícios, à purificação pelos pecados havia se tornado mais um cerimonial religioso, um ritual mecânico, o homem pecava e não se arrependia verdadeiramente em seu coração, seu sacrifício era vão, e pela lei do Senhor só pode haver remissão de pecados com derramamento de sangue, e o único sangue capaz de atender completamente a essa exigência foi o sangue de Cristo,

O SANGUE DE JESUS JUSTIFICA;
"Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira." (Rm. 5.9)
O sangue de Cristo tem o poder de justificar os nossos pecados, porque foi com ele que nos fomos comprados, pois só com derramamento de sangue é que pode haver a remissão da culpa, eu aprendo que o sangue de Cristo justifica, porque foi o sangue de Jesus, o Cordeiro de Deus oferecido em sacrifício pela humanidade me comprou, a minha culpa foi transferida pra Ele, eu fui justificado, inocentado, livre da minha dívida.

O SANGUE DE JESUS PURIFICA;
"Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado' (I Jo. 1.7)
Eu aprendo que o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado, porque Jesus foi o sacrifício perfeito, puro, santo, justo, por isso seu sangue tem poder para purificar a minha vida e transformar meu pecado em perdão, porém existe uma condição necessária, temos que estar na luz, ou seja em comunhão com Deus para que o poder purificador do sangue de Cristo tenha efeito sobre as nossas vidas.

O SANGUE DE JESUS SANTIFICA (SEPARA);
"E por isso, também, Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta." (Hb. 13.12).
O sangue de Jesus santifica, ou seja, ele nos separa, nos guarda, a palavra santificar que dizer separar, nos somos separados por Deus, o sangue de Cristo nos separa do pecado, nos separa da condenação, nos separa do mal e da morte. O exemplo mais rico sobre este assunto, nos vamos encontrar em Êxodo 12.23, quando Moises anunciou a 10ª praga a faraó, a dos primogênitos, o anjo destruidor enviado da parte de Deus veio por todo Egito para exterminar os primogênitos dos homens e animais, e só não tinha autoridade pra tocar nas casa que tivesse por sobre os umbrais das portas a marca do sangue, o qual Deus mandou que assim fizessem. O sangue e sinal de segurança, o inimigo não tem poder sobre a tua vida, porque ele olha pra você e vê a marca do sangue de Jesus, você é coberto pelo sangue, EU APRENDO AQUI, QUE O SANGUE DE JESUS ME PROTEGE E ME LIVRA DO MAL., e que sou PROPRIEDADE ESCLUSIVA DE DEUS.

O SANGUE DE JESUS TRAZ RECONCILIAÇÃO E PAZ;
"E que, havendo por ele feito a paz, pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus." (Col. 1 .20)
Eu aprendo que o sangue de Jesus trousse a reconciliação entre Deus e o homem, restabelecendo a comunhão perdida, e por sua vez trazendo a paz ao coração dos homens, o que já havia sido anunciado pelos anjos quando Jesus nasceu. Esta paz só foi possível com a morte de Cristo na cruz.

O SANGUE DE JESUS LAVA E BRANQUEIA NOSSAS VESTES;
"E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram de grande tribulação, e lavaram os seus vestidos e os branquearam no sangue do Cordeiro." (Ap. 7.14)
O Sangue de Jesus é melhor do que qualquer sabão em pó ou detergente, para limpar, porque ele lava e branqueia nossas vestes celestiais, que serão usadas no dia do arrebatamento, o nosso corpo será transformado e semelhante ao do Cristo ressuscitado, e usaremos essas vestes para grande festa a ser celebrada no céu, a lavagem e o branqueamento representam a limpeza, a purificação, e a santificação da nossa alma.

O sangue de Cristo nos aproximou de Deus, e deu acesso ao Santo dos Santos.
"Mas agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto." (Ef. 2.13) "Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus" (Hb. 10.19)
O sangue de Jesus me aproxima de Deus em duas etapas progressivas, eu estava longe do caminho da salvação e pelo sangue de Cristo fui levado até a presença de Deus, pelo seu sacrifício de sangue fez com que o véu do templo se rasgasse, quebrando a barreira entre homem e Deus, agora temos total liberdade e comunhão através do sangue de Cristo, não existem mais barreiras, o sangue de Cristo rompeu todas. EU APRENDO AQUI IRMÃO, QUE NÃO BASTA ESTAR PERTO DE JESUS, EU TENHO QUE IR MAIS ALEM, TER PLENA COMUNHÃO, O SANTO DOS SANTOS REPRESENTA ISSO, TOTAL COMUNHÃO COM DEUS.

O SANGUE DE JESUS É ALIMENTO PARA ALMA (Jo. 6. 54-55)
"Quem come a minha carne, e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia; Porque a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é bebida." (Jo. 6. 54-55)
O sangue de Jesus e alimento para minha alma, ele nutre o meu espírito e cada vez que tomo parte no corpo e no sangue de Cristo, eu tenho mais comunhão com Ele.

O SANGUE DE JESUS DÁ A VITÓRIA (Ap. 12.11)
"E eles o venceram, pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte." (Ap. 12.11)
O sangue do Cordeiro me garante a vitória, pois me dá proteção, essa é uma profecia que ainda vai se cumprir e nós temos que tomar posse dela, e nos fazer valer do sangue poderoso de Jesus para nos proteger e nos dá a vitória final que é a concretização da nossa salvação, nos vivemos à primeira etapa da salvação que é aqui na terra, a segunda que finaliza a obra completa de Cristo é reinar com ele no céu de glória.

O sangue de Cristo não é apenas um símbolo de sofrimento e morte, ou de salvação, nem tão pouco uma mera frase de efeito, ele representa a proteção divina sobre a minha vida, nos temos a marca do seu sangue impressa na nossa alma, e a certeza da vitória final, então nos aprendemos que o sangue de Cristo: É o Preço da Minha Vida; Representa a Nova Aliança; Justifica; Purifica; Santifica; Reconcilia e Traz Paz; Lava e Branqueia Vestes; Aproxima e dá Acesso; É Alimento Pra Alma; Garante a Vitória Final.

Autor: Francisco Campos

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 3 de maio de 2018

O CRISTIANISMO BÍBLICO


Suponha-se que um dos que ouviram o Apóstolo Pedro pregar o arrependimento e a remissão de pecados tenha sido tocado no coração, convencendo-se de pecado, arrependendo-se e crendo, afinal, em Jesus. Mediante essa fé infundida por Deus, que constitui a verdadeira substância das coisas que se esperam, a evidência das coisas invisíveis, (Heb. 11.1), na mesma hora recebe o Espírito Santo, pelo qual ele clama: "Abba, Pai!" (Rm 8.15).

Pela primeira vez dá a Jesus, pelo Espírito Santo, o nome de Senhor (1 Cor. 12.3), o próprio Espírito testificando com seu espírito ser ele filho de Deus (Rom. 8. 16). Agora pode o crente verdadeiramente dizer: "Não vivo eu, mas Cristo é quem vive em mim; e a vida que eu agora vivo na carne, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim" (Gal. 2: 20).

Esta é, pois, a verdadeira essência de sua fé, a divina evidência ou convicção do amor de Deus o Pai, através do Filho de seu amor, comunicada ao ímpio, agora aceito no Bem-Amado. E, "sendo justificado pela fé, tem paz com Deus" (Rom. 5: 1); sim, tem "a paz de Deus reinando em seu coração"; tem uma paz que, excedendo a toda compreensão, guarda seu coração e mente de toda dúvida e de todo medo, graças ao conhecimento daquele em que confiou. Não pode ele temer, portanto, "ser afligido por qualquer notícia má", porque "seu coração permanece firme, crendo no Senhor". Não teme o que lhe possa fazer o homem, sabendo que mesmo seus próprios cabelos estão todos contados.

Não teme os poderes das trevas, que o Senhor está cada dia mais decisivamente esmagando sob os pés. Muito menos teme a morte; antes, deseja "Partir e estar com Cristo" (Fil. 1:23), o qual, "através da morte, destruiu o que possuía o poder da morte, isto é, o diabo; e libertou os que, pelo temor da morte, estavam até então, e por toda a vida, sujeitos à escravidão" (Heb. 11: 15).

Deste modo, sua "alma engrandece ao Senhor e seu espírito se alegra em Deus, seu Salvador". Regozija-se com "alegria indizível" naquele que o reconciliou com Deus, o Pai, "em quem ele tem a redenção por seu sangue e o perdão dos pecados". Regozija-se no testemunho do Espírito de Deus com seu próprio espírito, de que é filho de Deus; e mais abundantemente se alegra "na esperança da glória de Deus"; na esperança da gloriosa imagem de Deus e na renovação plena de sua alma em justiça e verdadeira santidade; na esperança daquela coroa de glória, daquela "herança Incorruptível, sem mancha, imarcescível".

"0 amor de Deus foi também derramado em seu coração pelo Espírito Santo que lhe foi dado" (Rom. 5.5). "Porque era filho, Deus derramou em seu coração o Espírito de seu Filho, que clama: Abba, Pai!" (Gl 4.6). E o amor filial de Deus foi-se aumentando continuamente, pelo testemunho que ele possuía em si mesmo, (1 João 5: 10), do amor de Deus que lhe perdoa; pela "consideração da maneira pela qual o amor de Deus lhe havia sido demonstrado, de modo que pudesse ser chamado filho de Deus" (1 João 3.1). Deus era, pois, o desejo de seus olhos e a alegria de seu coração, sua porção mais preciosa no tempo e na eternidade.

Os que assim amam a Deus, não podem deixar de também amar a seus irmãos, "não em Palavras somente, mas em obras e em verdade". "Se Deus, diz ele, assim nos amou, devemos também amar-nos uns aos outros" (1 João 4: 11); sim, devemos amar indistintamente a toda alma humana, assim como também "a misericórdia de Deus está sobre todas as suas obras" (Sal. 145.9). De acordo com este princípio, a afeição desse amigo de Deus abraça com todo seu amor a toda a humanidade, nenhuma exceção abrindo para os que jamais tenha visto em carne, ou para os de quem nada sabe, a não ser que são "criaturas de Deus", Pelas quais seu Filho morreu; não excetuando o "mau" e o "ingrato", os maiores inimigos, os que o odeiam, ou perseguem, ou procedem maliciosamente para com ele, por causa de seu Mestre: estes têm um lugar destacado em seu coração e em suas orações.

Ama-os “como Cristo nos amou”... Tal homem, tendo esse amor no coração, não pratica nenhum mal contra o próximo. É-lhe impossível causar dano consciente e deliberadamente a quem quer que seja. Está muito longe da crueldade e do crime, da ação injusta e desumana. Com igual cuidado “põe guarda diante de sua boca e à porta de seus lábios”, para que pela língua não peque contra a justiça, contra a misericórdia e contra a verdade. Repele toda mentira, falsidade e fraude; em sua boca não há dolo. Não diz nada mal de ninguém, nem de seus lábios sai qualquer palavra injusta... Não lhe satisfaz o abster-se meramente da prática do mal. Sua alma tem sede de fazer o bem. Assim era o cristão dos dias antigos. (Assim devemos ser nós nos dias de hoje).

John Wesley

Por Litrazini
Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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