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sexta-feira, 19 de julho de 2024

PROMESSA DE MUDANÇA

A princípio, algumas pessoas não conseguem entender a relação escravo de Cristo, pois muitos não reconhecem o seu Senhorio;

Escravo em nada difere de servo ou seja vivem segundo a vontade do seu Senhor.

E como a escravidão humana é uma herança do pecado (Rm 3:23).

E é através do pecado que nosso adversário interfere na vida do ser humano para escravizá-lo.

Observemos alguns pontos que com certeza mudará a vida de todo pecador.

Arrependimento e conversão – “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (At 3:19).

Reconhecer que somente Cristo faz do homem uma nova criatura (2 Co 5:17).

Dar crédito à Palavra de Deus em sua chamada com promessa de mudança (Mt 11:28).

O desejo de servir a Deus, assume papel prioritário (At 20:24).

Lutar por um sentimento de amor a Deus, manter o esforço de guardar a Palavra e ter o Espírito Santo (Jô 14,15-17).

Resistir pela Palavra – “Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4:10).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

RESSENTIMENTO PRODUZ ESCRAVIDÃO

“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos...que variadas perseguições tenho suportado! De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” (2 Tm. 3.10-12).

Frequentemente há ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas.

Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos.

Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dado assim poder ao que nos feriu ontem de ferir hoje e amanhã também..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como empecilho à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito.

O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, a deixar para trás, a olhar para frente.

O sofrimento associado ao ressentimento, produz a escravidão.

Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam.

Onde há magoa, o diabo leva vantagem!

Ficamos em situação de desvantagem na luta!

O ressentimento nos torna marionetes de satanás: amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer.

Permita que o amor de Cristo feche a ferida do seu coração para sempre.

Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34).

Ele deseja vê-lo feliz, liberto dos traumas emocionais

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 




quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

PROPOSTAS INDECENTES

A Escritura é enfática em dizer que não podemos separar o culto que prestamos a Deus dos bens que possuímos, pois onde estiver o nosso tesouro, aí também estará o nosso coração.

Quando o povo de Israel estava para sair do Egito, Faraó fez quatro propostas a Moisés para reter o povo no cativeiro. Essas propostas eram indecentes. Tinham como objetivo enganar o povo e mantê-lo na escravidão. Vamos examiná-las:

EM PRIMEIRO LUGAR, NÃO VÁ, FIQUE (Ex 8.25).
A escravidão é um símbolo do pecado, Faraó é um símbolo de Satanás e o Egito é um símbolo do mundo. Faraó propôs a Moisés a continuar no Egito e a levantar ali mesmo altares a Deus. A princípio parecia uma proposta simpática e acolhedora. Mas, toda vantagem proposta por Satanás tem uma armadilha.

Ainda hoje, Satanás usa a mesma estratégia, induzindo as pessoas a pensar que podem adorar a Deus sem sair da escravidão do pecado. Que podem entrar para a igreja sem romper com os esquemas do mundo. Que podem colocar uma bela máscara de santidade, sem mudar de vida. Que podem se tornar religiosas sem novo nascimento.

Faraó propõe a religião da forma sem vida, do ritual sem conversão, da aparência sem novo nascimento. Moisés rechaçou peremptoriamente a sedutora proposta de Faraó e nós devemos, também, rejeitar firmemente as insinuações do diabo. Não basta levantar altares a Deus. Precisamos sair do Egito!

EM SEGUNDO LUGAR, VÁ, MAS NÃO VÁ LONGE (Ex 8.28).
Faraó agora propõe o povo ir, mas não ir tão longe. Faraó que até então castigava o povo com duros açoites e com trabalhos forçados, agora se transforma em chefe de relações públicas. Quer relacionamento. Abre as portas de seu império para o povo voltar sempre que sentir saudade. Quer manter os vínculos. Não quer cortar as raízes. A ideia de Faraó é esta: Vá, mas não vá tão longe. Vá, mas volte. Vá, mas não vá definitivamente.

Hoje, ainda, essa é uma proposta perigosa. O diabo além de acusador é também um sedutor. Depois de afligir seus súditos, tenta atrai-los, mostrando as vantagens do mundo. Oferece-lhes prazeres. Abre-lhes a porta da liberdade. Convida-os a vir e desfrutar do melhor do Egito. A tese de Faraó aqui é que você pode desfrutar o melhor dos dois mundos e viver com o coração dividido. Moisés, porém, rechaça com veemência essa sedutora proposta. Quem foi liberto da escravidão, não deve mais retroceder. A vida com Deus exige consagração plena!

EM TERCEIRO LUGAR, VÁ, MAS NEM TODOS (Ex 10.10,11).
Faraó propõe a Moisés levar o povo, mas deixar no Egito as crianças e os jovens. Com isso, está insinuando que o lugar para os jovens desfrutarem a vida é no Egito. Que levantar altares a Deus é uma atividade para aqueles que já dobraram o cabo da boa esperança e já se aproximam do cabo das tormentas. Faraó quer induzir Moisés a pensar que o culto a Deus não tem atrativos para os jovens e que eles devem ficar no Egito, onde os prazeres são mais vibrantes. Essa mentira de Faraó traveste-se de muitas outras sedutoras propostas em nossos dias.

Muitos jovens abandonam as fileiras da fé para retrocederem aos prazeres transitórios do pecado. Moisés, com firmeza pétrea, resiste a proposta de Faraó e não abre mão das crianças nem dos jovens. A família não pode estar dividida. Velhos, jovens e crianças, todos, devem estar na presença de Deus, a serviço de Deus, pois o lugar dos jovens desfrutarem a vida e encontrarem plenitude de alegria é na presença de Deus.

EM QUARTO LUGAR, VÁ, MAS DEIXE A GRANA (Ex 10.24,26).
Faraó ao ver esgotadas todas as suas sugestões, tentou sua última cartada. Sugeriu que Moisés fosse embora, mas deixasse para trás o rebanho. Os israelitas serviriam a Deus, mas seus rebanhos ficariam no Egito. A reposta de Moisés é corajosa e emblemática. Disse a Faraó que nem uma unha ficaria no Egito (Ex 10.26).

Muitos querem adorar a Deus, deixando seus bens no Egito. Querem servir a Deus sem consagrar a ele seus bens. A Escritura é enfática em dizer que não podemos separar o culto que prestamos a Deus dos bens que possuímos, pois onde estiver o nosso tesouro, aí também estará o nosso coração.

Cuidado com as propostas de Faraó, elas são indecentes e muito perigosas. Acautelemo-nos!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O segredo da verdadeira liberdade


Cristo nos libertou para que nós sejamos realmente livres (Gálatas 5.1a NTLH).

Quando nos tornamos discípulos de Cristo, desenvolvemos as atitudes do verdadeiro seguidor de Jesus, experimentamos o perdão de Deus, que nos liberta do pecado, e passamos a viver pela graça, conforme Gálatas 1.6: Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho.

Por meio de Seu sacrifício na cruz do Calvário, Jesus nos libertou da escravidão do pecado, garantiu-nos o privilégio de sermos filhos de Deus e comissionou-nos para darmos continuidade à Sua missão de implantar o Seu Reino na terra. Nesse Reino, as pessoas são livres para viver o evangelho, que transforma o ser humano no corpo, na alma e no espírito.

O segredo da liberdade que temos em Cristo não é uma licença para pecar, mas uma oportunidade para servir aos outros. Porém, isso só acontecerá quando deixarmos Jesus reinar em nossa vida e formos repletos e transbordantes do Seu amor. Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade (Gálatas 5.13)
.

O amor é a palavra-chave de toda liberdade sadia. Quem ama vive bem e promove o bem-estar do outro. Porém, somente desfrutará da verdadeira liberdade concedida por Cristo aquele que ama a Deus, ama a si mesmo e ao seu próximo.

Em contrapartida, a liberdade sem o amor divino leva à depravação, à perversão, à destruição, à ruína, à corrupção, à desorganização, à sexualidade distorcida e à imoralidade.

Presenciamos no mundo uma falsa liberdade, que não cultiva o amor ao próximo. Esse comportamento gera violências, roubos, assassinatos, calúnias, destruição das famílias e conflitos de relacionamento.

A realidade é que o ser humano não faz uso da liberdade pautada no amor de Deus, pois, se o fizesse, o Espírito Santo o encheria do verdadeiro amor, um dos atributos do fruto do Espírito.

Em Gálatas 5.6, o apóstolo Paulo enfatiza que a verdadeira liberdade cristã somente será vivida quando o homem compreender que sua fé abençoará a sua vida e a de outras pessoas, quando ele agir em função do amor

O que faltava aos cristãos da Galácia era justamente esse amor divino. Estar preso a dogmas humanos não garante espiritualidade. Somente o agir do Espírito Santo pode banir o egoísmo e vencer a luta contra a natureza carnal.

Quando amamos Deus e o priorizamos como Senhor, amamos as pessoas, pois o Seu amor domina nosso coração.


Uma pessoa cheia do amor e da graça de Deus obedece a Ele e cumpre os princípios da Sua Palavra. Essa sim é a verdadeira liberdade!

Autora: Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Escravos dos poderes sobrenaturais


“Pelo seu nome (o nome de Jesus) vos são perdoados os pecados.” 1João 2.12 

“Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” Atos 4.12

Uma missionária nos contava suas experiências. O que mais a marcara não eram as condições de vida difíceis e às vezes perigosas. Ao consagrar sua vida à evangelização, ela havia renunciado todas as comodidades e, portanto, não esperava conforto e facilidades.

Porém, o que mais a impressionou ao trabalhar com povos que praticavam a bruxaria era constatar a força dos ataques satânicos. Essas pessoas viviam escravizadas sob uma grande opressão.

Através do culto a ídolos, da magia e de outras tantas maneiras, Satanás manipula as pessoas como se fossem marionetes. Infunde medo e opressão. Mas que privilégio é mostrar o glorioso Vencedor, o Senhor Jesus, o único que pode nos livrar totalmente do poder do diabo. Hebreus 2.14-15. 

Quão universal e extraordinário é o poder do Senhor! 

Assim como o Senhor Jesus Se humilhou até o ponto de morrer por nós na cruz, “também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra…” Filipenses 2.9-10. “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades… nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 8.37-39. 

Vale lembrar que não são apenas os povos considerados primitivos que estão sob domínio satânico. 

Atualmente, nos países “cristãos”, o ocultismo e muitas outras formas de feitiçaria têm alcançado uma enorme legião de praticantes, inclusive dentre as elites e os formadores de opinião. 

A vontade de manipular poderes sobrenaturais é inerente a todo ser humano. E nessa busca as pessoas nem se dão conta da escravidão a que estão submetidas.

Acham que são livres e especiais, acima da grande massa de ignorantes que os rodeiam. É o poder do engano! 

E somente o Senhor Jesus pode nos libertar de tamanho engano, pois só Ele é a verdade João 14.6. 

Extraído Devocional Boa Semente 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.