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sábado, 27 de dezembro de 2025

VIVER SOB A GRAÇA DE DEUS

Os cristãos são livres em Cristo

"Para a liberdade foi que Cristo nos libertou" (Gl 5:1).

Antes de Jesus morrer em uma cruz, o povo de Deus vivia sob um sistema detalhado de leis que servia como uma bússola moral para guiar suas vidas.

A Lei, embora impotente para conceder a salvação ou produzir a verdadeira liberdade, ainda assim apontava o caminho para Jesus Cristo

“...De maneira que a lei nos serviu de tutor, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados”.  (Gl 3:19-24).

Por meio de Sua morte sacrificial, Jesus Cristo cumpriu a Lei, libertando os crentes da lei do pecado e da morte.

As leis de Deus estão agora escritas em nosso coração por meio do Espírito de Deus, e somos livres para seguir e servir a Cristo de forma a agradá-lo e glorificá-lo

“Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte...” (Rm 8:2-8).

Em poucas palavras, essa é a definição de liberdade cristã.

A liberdade cristã envolve viver não sob as pesadas obrigações da Lei, mas sob a graça de Deus:

"Porque o pecado não terá domínio sobre vocês, pois vocês não estão debaixo da lei, e sim da graça" (Rm 6:14)

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 21 de setembro de 2025

SER LIVRE DO MEDO

Ser livre por crer na verdade de Deus.

Temor natural, nos preserva, o temor reverencial é para com Deus que nos preserva do pecado

Temor, medo é escravizador e nos destrói.

O medo é uma emoção negativa, é o contrário da fé.

Nenhum medo vem de Deus. O medo vem do inferno.

Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação (II Tm 1.7)

O medo é um elemento destruidor, ele destrói o corpo, a alma e o espírito

O medo rouba a alegria de viver e resiste ao tratamento médico

O medo é causado por não crer na proteção de Deus.

Pela ignorância da sua posição em Cristo. (Ef 1:3;2:6) e quando saímos da presença de Deus

Podemos ser libertos do medo quando o admitimos; cremos na palavra de Deus.

Devemos orar rejeitando especificamente o medo.

Busquei ao Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores. Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficaram confundidos. Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias. O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra. Provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele confia. (Sl 34:4-8)

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 5 de maio de 2024

OBRA DA LIVRE GRAÇA DE DEUS

A vida eterna é uma obra da livre graça de Deus.

A salvação em sua maior expressão.

Disse Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em Mim, não morrerá, eternamente" (Jo 11.25,26).

Ter a vida eterna é o mesmo que estar salvo num processo irreversível (Jo 5.24; 6.47; 10.27,28).

Como o próprio nome indica, vida eterna não é uma coisa que temos hoje e perdemos amanhã.

Neste caso seria vida temporária e passageira, jamais eterna!

A natureza essencial da vida eterna foi descrita pelo Senhor Jesus:

"E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a quem enviaste" (Jo 17.3).

Esta passagem "não define vida eterna, mas mostra como se manifesta e quão maravilhosa é" (William Hendriksen).

E de que forma ela se manifesta?

"A vida eterna por meio da qual tanto o Pai como o Filho são glorificados se manifesta no verdadeiro conhecimento do que envia e do enviado".

A vida eterna é ser participante do reino onde habita Deus.

É andar com o Deus vivo, em comunhão infindável

A vida eterna não é apenas mediada por Cristo e Sua palavra.

Ela habita na própria pessoa de Jesus (Jo 1.4; 5.26; 14.19).

Ele é o pão da vida (Jo 6.48).

Ele é a água vida (Jo 4.10,14).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

LIVRE DO DOMÍNIO DAS TREVAS

“Mas, antes que viesse a fé, estávamos guardados debaixo da lei, encerrados para aquela fé que se havia de revelar” (Gl 3.23).

“De modo que a lei se tornou nosso aio, para nos conduzir a Cristo, a fim de que pela fé fôssemos justificados” (Gl 3.24).

“Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio” (Gl 3.25).

“Pois todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gl 3.26).

“Encerrou tudo” (Gl 3.22) – A lei encerrou os homens em sua prisão, assim lhes transmitindo um senso de culpa e do poder do pecado. 

A fé (Gl 3.23) – A fé referida no verso 22, a fé que justifica. “Estávamos sob” – O tempo verbal imperfeito descreve a atividade incessante da lei como carcereira”.

“A lei nos conduziu a Cristo, em Quem pudemos encontrar justificação, mediante a fé. O estado de tutela pertence ao passado: temos nos tornado espiritualmente adultos, atingindo a estatura de filhos e herdeiros de Deus”.

A função da lei termina quando nos tem conduzido a Cristo e nos deixa entregues em Suas mãos, não meramente para receber instrução, mas, acima de tudo, para recebermos redenção, que inclui a completa filiação”.

“Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim...” (Gl 2.19-21).

“Todos os crentes foram crucificados com Cristo na cruz. Morreram para a Lei como meio de salvação, e agora vivem para Deus por meio de Cristo, Por causa da salvação em Cristo, o pecado já não tem domínio sobre eles” (Comentários da Bíblia de Estudo Pentecostal)  

Fonte: Palavra da verdade

Por Litrazini

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Graça e Paz


terça-feira, 21 de novembro de 2023

LIVRE DO RANCOR

Rancor só atrapalha a felicidade. 

Ria do mal feito quando puder. 

Peça perdão quando for preciso. 

Deixe pra lá o que não pode mudar. 

Que este seja o dia onde finalmente vai libertar-se do cárcere do rancor e da ira. 

Se alguém lhe fez alguma coisa errada, não esqueça todas as coisas certas que lhe fez.

Guardar rancor causa mais sofrimento do que perdoar.

A ira represada destrói a sua saúde, impede a sua felicidade, não a de quem lhe magoou.

Não torne-se um prisioneiro de si mesmo.

O rancor apenas produz veneno.

O pior é que esse veneno nos mata aos poucos, minando a alegria, adoecendo a alma, contaminando com mal incontido tanto as palavras quanto as ações.

O Rancor fere a você não os outros.

A maioria dos rancores aparecem por causas pequenas.

São frutos de imaturidade, ausência de conversa aberta, franca e educada.

Guardar rancor é como segurar um peso e jogar-se no mar.

Se não largar vai continuar afundando e perdendo a vida.

Para cada minuto que você guarda rancor, perde sessenta segundos de felicidade.

O coração que guarda rancor não tem espaço para receber bênçãos. 

“Servo malvado, Eu te perdoei integralmente uma enorme dívida porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te daquele que te magoou, como também eu me compadeci de ti?” (Mt 18:33).

Pr Silmar Coelho

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 27 de março de 2017

O CRISTÃO NÃO ESTÁ LIVRE DE DORES E SOFRIMENTOS

Para vários e bons propósitos Deus permite que vivamos num mundo de grandes trevas onde a injustiça, a violência e toda forma de pecados predominam, e que, por conseguinte, causam grandes tristezas naqueles que procuram viver segundo a Sua santa vontade.

Isto não sucede por mera condição de serem vitimados por outros, e pelas circunstâncias adversas externas, mas pelo efeito do próprio pecado em suas constituições fracas e terrenas.

Quanto sofrimento não experimentamos deste outro lado do céu quando percebemos em nós mesmos toda a nossa insuficiência para conhecer de modo adequado a vontade de Deus e podermos viver segundo esta mesma vontade.

Considere-se também que o próprio Deus, em ocasiões específicas, permite que estejamos à mercê de nossas fracas habilidades e desprovidos da necessária assistência e fortalecimento da Sua divina graça, e Ele o permite para que possamos conhecer o quão fracos somos e quanto dependemos do Seu poder e amor.

Ao virar o Seu rosto de nós, por um só instante, logo ficamos perturbados em nosso espírito e sujeitos a sentimentos de derrota.

Quando chegamos, muitas vezes, até mesmo a nos desesperarmos da vida, o Senhor torna a nos animar e fortalecer, quando chegamos até mesmo ao ponto extremo de pensar que era o final da nossa carreira e ministério perante Ele.

A propósito, esta é a maior causa da nossa tristeza, a saber, considerarmos que temos sido de pouca ou nenhuma utilidade para os propósitos do Senhor, especialmente o de sermos bênção para as vidas dos nossos semelhantes.

Ai de nós, se não fosse pela Sua grande misericórdia que nos dá forças renovadas para clamarmos a Ele em meio aos nossos momentos de vale de escuridão. Se não fosse pela Sua misericórdia, que sempre se renova, jamais poderíamos ser erguidos do nosso abatimento.

Isto pode ser visto de modo muito expressivo no terceiro capítulo do Livro Lamentações de Jeremias, do qual apresentamos a seguir um breve resumo baseado no comentário de Matthew Henry:

O fiel lamenta as suas calamidades e tem esperança nas misericórdias de Deus.
Vv. 1-20. O profeta relata a parte mais sombria e desalentadora de sua experiência, e como encontrou apoio e alívio. Durante a sua prova, o Senhor havia se tornado terrível para com ele. Foi uma aflição que era a própria miséria, porque o pecado faz amargo o cálice da aflição.

A luta entre a incredulidade e a fé muitas vezes é severa, mas o crente mais fraco estará equivocado se pensar que a sua força e esperança no Senhor se acabaram.
Vv. 21-36. Havendo expressado a sua angustia e tentação, o profeta mostra como foi levantado acima delas. As coisas são extremamente más; porém, pela misericórdia do Senhor, não são piores.

Devemos observar o que Ele faz por nós, e em que está contra nós. As misericórdias de Deus não falham; e disto temos novos exemplos a cada manhã. As porções da terra são coisas perecíveis, mas Deus é a porção eterna.

O nosso dever é e será o nosso consolo e satisfação, ter esperança e esperar em silêncio a salvação do° Senhor. Aflições contribuem e contribuirão muito para o bem, e muitos concluem ser proveitoso ter levado este jugo na juventude.

A aflição tem transformado muitos homens e mulheres em pessoas humildes e sérias, e tornado tais pessoas detestadas pelo mundo, pois caso contrário teriam sido orgulhosos e ingovernáveis. Se a tribulação produz a paciência, a paciência a prova, e a prova esperança, a esperança não envergonha. Pensamentos adequados sobre o mal do pecado e de nossa própria pecaminosidade, nos convencerão de que é pela misericórdia do Senhor que não somos consumidos. Se não pudermos dizer com firme voz: “o Senhor é a minha porção”, será que poderíamos dizer “Desejo tê-lo como minha porção e salvação, e em sua Palavra tenho esperança”? Seremos felizes se aprendermos a receber a aflição, como sendo permitida por Deus.

Vv. 37-41. Enquanto há vida, há esperança; ao invés de nos queixarmos porque as coisas não vão bem, devemos nos estimular uns aos outros com a esperança de que ficarão melhores. Somos pecadores, e as coisas pelas quais nos queixamos são menores do que os nossos pecados merecem. Devemos nos queixar a Deus, e não dEle. Em tempos de calamidades somos propensos a refletir nos caminhos de outras pessoas e lançar-lhes a culpa; porém, o nosso dever é investigar e examinar os nossos caminhos, para tornar-nos do mal a Deus. Nosso coração deve estar posto em nossas orações. Se as impressões internas não concordarem com as externas, não estaremos enganando a Deus, mas a nós mesmos.

Vv. 42-54. Quanto mais o profeta olhava para as desolações, mais se entristecia. Aqui há uma palavra de consolo. Enquanto choravam, esperavam; e ninguém esperaria socorro de ninguém, somente do Senhor.

Vv. 55-66. A fé vem como vencedora, porque nestes versículos o profeta conclui com algo consolador. A oração é o alento do novo homem, que inala o ar da misericórdia nas petições e o exala em louvores; prova e mantém a vida espiritual. Ele silenciou os seus temores e aquietou os seus espíritos. Deus diz: “Não temas”. Esta foi a linguagem da graça de Deus pelo testemunho do seu Espírito.

E o que são todos os nossos sofrimentos comparados com os do Redentor? Ele livra o seu povo de todos os problemas, e renova as forças de sua Igreja diante de todas as perseguições. Ele salvará os crentes com salvação eterna, enquanto os seus inimigos perecerão com destruição eterna.

Pr Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

VOCÊ NÃO É ESCRAVO, VOCÊ É LIVRE!

“Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra…” Êxodo 20.1-12

Depois que temos filhos, enxergamos a vida de outra maneira. Não adianta querer entender isso se você não tiver filhos.

O filho é um alvo tão importante do amor que o próprio Deus permitirá que entre nos céus, somente as pessoas que amarem Seu Filho – Jesus Cristo. Se você não amar o filho de Deus, não entrará no céu.

Pense: nós imerecedores do amor de Deus, o recebemos através do sacrifício de Cristo em nosso lugar.

A sua alegria, a sua salvação é a vontade de Deus, o Senhor deseja que todos sejam salvos. Jesus foi enviado para salvar a todos. (João 3.16.)

A Palavra de Deus diz que há mais de 2.000 anos, os hebreus estavam tristes, sofrendo, vivendo miseravelmente, não possuíam propriedades, não tinham nada de bom, eram escravos.

Escravos não sonham, não existem feriados para o escravo, o escravo não tem alegria, para ele tanto faz ser segunda-feira ou domingo e diante de toda aquela escravidão, Deus olhou para os seus filhos, para o seu povo, os viu destruídos e determinou libertá-los.

Após a saída do Egito, rumo à Canaã, o Senhor envia 10 mandamentos para que seus filhos cumprissem e fossem bem-sucedidos.

1º) NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM
É muito fácil ter outros deuses. No Egito havia deuses para tudo. Existem pessoas que adoram o namorado, o marido, a si mesmas, os filhos, etc… Um deus não é apenas uma imagem de escultura. Quem sabe seu filho é o seu deus, quem sabe você só pensa nele?

2º) NÃO FARÁS PARA TI IMAGENS DE ESCULTURA
Prestar culto, adoração, a qualquer pessoa, ou coisa constitui-se em ofensa para o Senhor, a prática de adorar objetos, estátuas, era e continua sendo comum para o homem. Deus abomina a idolatria sendo ela a uma pessoa, a um objeto, ou a uma estátua…

3º) NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR TEU DEUS EM VÃO
Ou seja; não diga que Deus aprovou o que Ele não aprovou. Não coloque o nome de Deus onde Ele não autorizou. Não diga o que o Senhor aprovou o que é contrário a Sua Palavra.
É crime usar a carteira de motorista de alguém… é crime usar o nome de Deus no que Ele não aprovou. As leis de Deus são para preservar a família.

4º) LEMBRA-TE DO SÁBADO
A palavra sábado significa descanso, paz. Não somos ‘máquina’, precisamos descansar. Um dos maiores privilégios do homem é poder descansar. Há pessoas que comem mal, e nunca tiram um tempo para o lazer… Se você não quiser ficar louco (a), descanse!

5º) HONRA TEU PAI E TUA MÃE
Esse é um desafio. Há pais que não são fáceis. Muitas pessoas não são felizes porque não honram seus pais, são péssimos filhos. Não reconhecem seus pais como autoridade, não os honram, não os respeitam. Demonstre amor aos seus pais, honre-os, esse é o único mandamento com promessa.

6º) NÃO MATARÁS
O único ser que mata por esporte, por divertimento é o ser humano. Deus não quer isso. Há pessoas que já se levantam pensando em matar. O Senhor não queria que Seu povo fosse conhecido como assassino.

7º) NÃO ADULTERARÁS
Não precisamos ter dinheiro, precisamos ter moral. Se você adulterou, clame o sangue de Jesus.

8º) NÃO FURTARÁS
Não roube, não pegue algo que não é seu. Isso é muito feio, veja o escândalo da Petrobras, a maior empresa brasileira, uma das vinte maiores do mundo.

9º) NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO
Conte para os outros que o Jesus fez na sua vida. Não se venda, não seja propagador de coisas ruins. Se Deus for o Seu Senhor você terá muitos testemunhos para contar.

10º) NÃO COBIÇARÁS A CASA, A MULHER, O SERVO, O BOI, O JUMENTO, NEM COISA ALGUMA DO TEU PRÓXIMO.
Deus tem prosperidade para nos dar. Não precisamos daquilo que é dos outros, mas, do que o Senhor nos dá.

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 27 de novembro de 2011

Perdido dentro da igreja

E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.

E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou, e não queria entrar. 

E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;

Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.

E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se. Lucas 15:25-32

O texto aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões: 

1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) 

Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. 

Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.

2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30)
 
O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. 

Na religião dele não havia agenda para o amor. 

Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. 

Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora. 

3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) 

Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. 

Muitos também estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa. 

4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31)

Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. 

Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração. 

O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. 

O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro,ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido. 

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes. 

Por Litrazini 

Graça e Paz 



Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.