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terça-feira, 14 de novembro de 2023

O MAL JÁ FOI VENCIDO

Esperar em Deus é confiar na sua promessa de estar conosco sempre.

Esta espera não é uma atitude passiva, acomodada ou resignada.

Pelo contrário, trata-se de uma parceria que nos leva a fazer o melhor para usufruir, multiplicar e compartilhar os recursos que Ele nos confiou.

Significa viver ativamente o presente e investir nele, sabendo que o mal já foi vencido na cruz e, por isto, não prevalecerá.

Esperar é confiar na perspectiva de Deus que é mais ampla que nossos desejos finitos e parciais.

Abrir mão de nossa visão estreita e de nossas expectativas limitadas permite deixar-se surpreender pelas soluções extraordinárias de Deus.

Pegar a sua cruz é aceitar a vida, abrindo-se a todas as possibilidades.

É desistir de tentar exercer um controle ilusório sobre o nosso futuro e abrir-nos ao novo na convicção de que Deus. 

Deus é um Deus de amor mesmo quando à nossa volta vemos apenas rancor.

Podemos proclamar que a vida suplanta a morte como a luz invade a escuridão

A escuridão não consegue se impor onde há luz.

Quando descobrimos que nada pode nos separar do amor de Deus;

Encaramos o medo de perder o que já temos e o medo do desconhecido e os transformamos em coragem de acolher com fé o futuro.

“Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” 

Esperar em Deus é sair dos nossos esconderijos para encarar a vida de peito aberto, com suas alegrias e tristezas.

Cada detalhe ocorre diante do olhar amoroso de um Deus que nos quer bem.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 18 de dezembro de 2022

TRANSFORMANDO O MAL EM BEM

Olhe para a cruz de Jesus, e medite no seu sacrifício.

Foi rejeitado – “Veio para os que eram seus, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (Jo. 1.11-12).

Humilhado e envergonhado – Cuspiram no seu rosto, debocharam dele, foi crucificado sem suas vestes;

Comparado – É filho de Belzebu, é comilão, bebedor de vinho, amigo de prostitutas, companheiro dos párias da sociedade;

Injustiçado – Aquele que só fez o bem, foi julgado e condenado sem motivos;

Sofreu crueldades e brutalidades – Carregou uma pesada cruz, foi chicoteado, esbofeteado, ferido com uma lança, foi cravejado com pregos;

Traído -  Por aquele a quem escolheu e confiou como tesoureiro;

Abandonado -  Pelos amigos: “Nem um momento podeis velar comigo”?

Pelo Pai: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparastes?”

Enfrentou e disse o que sentia - “O Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores. Minha alma está angustiada até à morte: Pai, se possível, passa de mim este cálice”;

Perdoou – Liberou o perdão no momento mais difícil do seu ministério, no alto da cruz, no auge da dor e do sofrimento, quando sentiu-se desamparado e abandonado: “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”

A chave de todo o negócio: conhecendo esse amor de Jesus, liberar o perdão, como Cristo o perdoou (Ef. 4.32)

Não há nenhum lugar no mundo, onde você e eu podemos perdoar, a não ser: “EMBAIXO DA CRUZ”.

Ir além do perdão, transformando o mal em bem (Rm. 12.21)

Livrar da cadeia aqueles que satanás mantêm presos (Lc. 13.16)

A ofensa fere, o perdão cura, e as cicatrizes ficam como experiência.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

CONFLITOS ESPIRITUAIS COM O MAL

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo” (Ef 6.11).

“O cristão está engajado num conflito espiritual com o mal. Esse conflito é descrito como o combate da fé (2 Co 10.4; 1 Tm 1.18, 19; 6.12), que continua até o crente galgar a vida do porvir (2 Tm 4.7, 8)”.

A vitória do crente foi obtida pelo próprio Cristo, mediante a sua morte na cruz.

Jesus travou uma batalha triunfante contra Satanás, desarmou as potências e potestades malignas (Cl 2.15; cf. Mt 12.28, 29; Lc 10.18; Jo 12.31), levou os cativos com ele (Ef 4.8) e redimiu o crente do domínio do maligno (Ef 1.7; At 26.18; Rm 3.24; Cl 1.13, 14).

No presente, o cristão está empenhado numa guerra espiritual que ele trava, mediante o poder do Espírito Santo (Rm 8.13),

(a) contra os desejos corruptos dentro de si mesmo (1Pe 2.11),

(b) contra os prazeres ímpios e todos os tipos de tentações (MT 13.22; Gl 1.4; Tg 1.14, 15. 1 Jo 2.16) e,

(c) contra Satanás e suas forças. O crente é conclamado a se separar do presente sistema mundano, repudiando os seus males, vencendo suas tentações e morrendo para elas (Gl 6.14; 1 Jo 5.4), e condenando abertamente os seus pecados (cf. Jo 7.7)”.

A milícia cristã deve guerrear contra todo o mal, não por seu próprio poder (2 Co 10.3), mas com armas espirituais (2 Co 10.4,5; Ef 6.10-18).

Na sua guerra espiritual, o cristão é conclamado a suportar as aflições como bom soldado de Cristo (2 Tm 2.3), sofrer em prol do evangelho (Mt 5.10-12); Rm 8.17; 2 Co 11.23; 2 Tm 1.8), combater o bom combate da fé (1 Tm 6.12; 2 Tm 4.7), guerrear espiritualmente (2 Co 10.3), perseverar (Ef 6.18), vencer (Rm 8.37), ser vitorioso (1 C9 15.57), triunfar (2 Co 2.14), defender o evangelho (Fp 1.16), combater pela fé (Fp 1.27), não se alarmar ante os que resistem (Fp 1.28), vestir toda a armadura de Deus (Ef 6.11), ficar firme (Ef 6.13, 14), destruir as fortalezas de Satanás (2 Co 10.4), levar cativo todo pensamento (2 Co 10.5) e fortalecer-se na guerra contra o mal (Hb 11.34).

Bíblia de Estudo Pentecostal

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Atravessando o sofrimento

"Sofrimento é o intervalo possível e inevitável..." ...entre a aniquilação merecida e a redenção graciosa.

Tudo o que existe, existe em Deus (At 17.28), quando rompemos com Deus perdemos o local da existência.

Nós deveríamos ter deixado de existir. Deus, porém, não o permitiu, manteve-nos.

Para isso arcou com o custo que a justiça impunha: esvaziou-se no Deus Filho. E foi o primeiro movimento da história da redenção, antes da criação de qualquer criatura. (1Pe 1.18-20)

O esvaziamento é a morte de um Deus: não perde a sua natureza, mas abre mão de suas prerrogativas divinas. (Fl 2.5-8)

A cruz, na história humana, é a manifestação, possível, desse esvaziamento que, satisfazendo o princípio da justiça, permitiu que a Trindade atuasse por graça.

O cumprimento do principio de justiça não poderia ser relativizado, sob pena de perda de credibilidade por parte de Deus. (Ez 18.20)

Todo mau uso da liberdade impõe uma consequência. Para que a criação não desaparecesse o Deus Filho se esvaziou.

Quando, ao romper com Deus, não fomos aniquilados, nos tornamos malvados, porque ao dizer não a Deus, dissemos não a tudo o que Deus disse de nós: que seríamos sua imagem e semelhança. O mal que, antes, só podia ser pensado como tese, agora tinha manifestação histórica.

Se a maldade, porém, se tornasse o tom determinante de nossa história, nossa sobrevivência estaria ameaçada da mesma forma, há um limite para a expansão do mal (Gn 6.5-7; 15.16).

Deus, então, por graça, empresta as suas qualidades a nós, o que garante sobrevida com qualidade mínima, para que possamos sobreviver na nova história, enquanto Deus faz o que tem de ser feito para salvar a nossa história e a nós, nela. (At 14.17)
E nos tornamos paradoxos (Rm 7), carregamos o bem e o mal em nós. E o paradoxo é estado de sofrimento.

Os opostos deveriam se aniquilar, mas, a graça divina não o permite.

O esvaziamento do Deus Filho, num primeiro momento, pela deflagração da graça, permitiu o desaceleramento do caos, estabelecendo o paradoxo em toda a criação. E o paradoxo é estado de sofrimento.

Deus, aliás, criou um mundo pronto para o paradoxo, onde convivem o bem e o mal, o dia e a noite, a vida e a morte. Um mundo cuja estabilidade está, portanto, na ação graciosa da Trindade. (Hb 1.3)

Deus criou um mundo temporário para o intervalo do sofrimento, que é, por definição, temporário.

Um mundo temporário, porque o mundo definitivo só tem bem, vida, luz e bem-aventurança. (Ap 21.1; 22.1-5)

Deus, de várias formas falou pelos pais e pelos profetas e, finalmente, pelo Filho, ensinando-nos a conviver nesse e com esse intervalo, de modo a torná-lo menos insuportável. A chave é o amor como moto de tudo e para todos os atos.

A graça, com que Deus socorre a todas as criaturas, desacelera a volta para o caos, para onde tudo teria de ir imediatamente após a ruptura humana. O aniquilamento dá lugar ao sofrimento, resultado da ação restauradora dessa graça, que estabelece o paradoxo pela infusão de vida num ambiente que deveria ser só morte, se a morte pudesse ser, e que, também, torna possível passar por esse intervalo: o sofrimento.

O esvaziamento do Deus Filho, que, num primeiro momento, permitiu o desaceleramento do caos, tornou o caos uma impossibilidade.

Na ressurreição, o Filho do Homem teve comprovada a eficácia do esvaziamento do Deus Filho. A ressurreição é a comprovação da vitória sobre o aniquilamento e o caos. (1 Co 15.54,55)

Na ascensão o Filho de Deus retomou (o que nunca perdera na essência) sua condição de Deus Filho. (Jo 17.4,5)

Tudo estava consumado e o fim da história é a Vida!

É nessa certeza que atravessamos o intervalo, que é estado inevitável de sofrimento; inevitável, mas, administrável, e que pode ter a intensidade diminuída pelo amor. Portanto, amar é nosso desafio e missão.

Autor: Ariovaldo Ramos

Por Lidiomar

Graça e Paz





Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.