Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador ministério. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ministério. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

O MINISTÉRIO TERRENO DE JESUS

O ministério de Jesus como Filho Encarnado de Deus, era a exata manifestação da natureza e do caráter de Deus.

"O qual, sendo o resplendor de sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas;" (Hb 1.3)

O caráter de Jesus é manifesto e sustentado através da autoridade e do poder de Sua Palavra;

É por ouvir a Palavra que nos é acrescentado a fé, é pelo mesmo poder e pela mesma autoridade que os demônios eram expelidos e os enfermos eram curados

Os mortos também eram ressuscitados, pois quando Jesus ressuscitou a Lázaro foi através de sua palavra

"E, tendo dito isso, clamando com grande voz: Lázaro, vem para fora. E o defunto saiu...".

- A cura do leproso, Jesus simplesmente disse: - "Quero; sê limpo"... Autoridade da Palavra. (Mt 8:3)

- A sogra de Pedro. E tocou-lhe na mão... Autoridade! E seguindo a leitura, através da Palavra. (M 8:16)

E muito mais curas e libertações através da fé que a Palavra de Deus despertava nos cativos e oprimidos

"E admiravam-se da sua doutrina, porque a sua palavra era com autoridade" (Lc 4.32)

O que Jesus dava em seu ministério terreno, além de curas e libertações, muita Palavra, constantemente Jesus instruía seus apóstolos e seus discípulos.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 14 de julho de 2024

FORTALECIMENTO NO SENHOR

E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério (1Tm 1.12)

A gratidão a Deus é o sinal mais proeminente da presença da graça regeneradora no coração de um homem.

O apóstolo Paulo era grato a Deus pela sua vocação ministerial.

Pela graça divina ele fora fortalecido, a fim de se tornar fiel e ser designado para o ministério.

Como precisamos ser fortalecidos! Somos por demais frágeis.

Necessitamos ser fortalecidos no caráter, nas emoções, nas aptidões intelectuais entre tantas outras áreas da vida.

Deus nos fortalece, contudo, acima de todas as coisas para que sejamos fiéis.

A fidelidade é a principal marca que deve ser encontrada na vida de um vocacionado para o ministério.

Caráter é mais importante do que talento.

Todos deveríamos ser gratos a Deus pela sua graça nos ter concedido dons.

O exercício desses dons empresta sentido a nossa vida.

Sentimo-nos úteis na medida em que vemos pessoas vivendo melhor através de nós.

Num mundo onde seres humanos não têm encontrado motivo para viver e onde muitos vivem correndo atrás do vento, nós nos percebemos servindo a um Deus real;

Cuidando de seres que têm significado e dedicando-nos a uma obra preciosa, pois tem valor eterno.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 24 de março de 2024

O MINISTÉRIO DA GRAÇA

Durante Seu ministério terreno, o Senhor realizou uma obra maravilhosa!

Ele mesmo definiu essa obra em resposta a João Batista.

João estava na prisão e sentia-se atribulado e desanimado pela dúvida de que Jesus era, de fato, o Messias.

Enviou então alguns de seus discípulos a Jesus, com a pergunta:

"És Tu Aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?" Mt. 11:3.

Quando os mensageiros vieram à presença de Jesus, encontraram-No cercado de muitos doentes que estavam sendo curados.

Durante todo o dia os mensageiros esperaram, enquanto Jesus estava incansavelmente ocupado em aliviar aqueles sofredores.

Finalmente, disse a eles: "Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: Os cegos vEem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho." Mt. 11:3-5.

Assim, durante três anos e meio, Jesus andou de um lado para outro fazendo o bem.

Então chegou o tempo de concluir Seu ministério.

Em companhia de Seus discípulos, deveria subir a Jerusalém para ser traído, condenado e morto.

Suas próprias palavras deveriam cumprir-se: "O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas." João 10:11.

"Certamente, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si. ... Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados.

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos." Isa. 53:4-6.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

A ESSÊNCIA DA UNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

O Senhor Jesus cumpriu Seu ministério sem lançar mão da Sua divindade.

Não usou sua deidade para se eximir de problemas e dificuldades. Operava maravilhas como homem.

Entretanto, como homem ungido pelo Espírito Santo. Ele leu na sinagoga em Nazaré o que o profeta Isaías profetizara a Seu próprio respeito: 

"O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos" (Lc 4.18).

O Espírito Santo está à disposição para ungir o povo de Deus para obra do Senhor.

E quanto mais o cristão pede essa unção mais ele a terá.

E não há outra forma de pedir esse poder a não ser pela oração.

Se quisermos produzir frutos para o reino de Deus precisamos orar.

Quantos pregadores que pregam "bonito", mas sem efeito;

Quantos cantores demonstram uma técnica excepcional, mas não alteram nada com seu canto no reino espiritual;

Quantos grupos musicais lindos de se ouvir, mas que não encorajam a alma aflita e muito menos amedronta Satanás.

Por que esse fracasso?

Porque não oram; preocupam-se com a aparência e esquecem da essência;

Dedicam-se a técnica e abandonam a comunhão; prendem-se ao material e rejeitam o espiritual.

Supliquemos a todo dia como aquele discípulo em Betânia: "Jesus ensina-nos a orar".

Com certeza, Ele irá nos atender.                                                                      

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 4 de dezembro de 2022

MINISTÉRIO TERRENO DE JESUS

Durante Seu ministério terreno, o Senhor realizou uma obra maravilhosa!

Ele mesmo definiu essa obra em resposta a João Batista.

João estava na prisão e sentia-se atribulado e desanimado pela dúvida de que Jesus era, de fato, o Messias.

Enviou então alguns de seus discípulos a Jesus, com a pergunta: "És Tu Aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?" Mt. 11:3.

Quando os mensageiros vieram à presença de Jesus, encontraram-No cercado de muitos doentes que estavam sendo curados.

Durante todo o dia os mensageiros esperaram, enquanto Jesus estava incansavelmente ocupado em aliviar aqueles sofredores.

Finalmente, disse a eles: "Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: Os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho." Mt. 11:3-5.

Assim, durante três anos e meio, Jesus andou de um lado para outro fazendo o bem. Então chegou o tempo de concluir Seu ministério.

Em companhia de Seus discípulos, deveria subir a Jerusalém para ser traído, condenado e morto.

Suas próprias palavras deveriam cumprir-se: "O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas." João 10:11.

"Certamente, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si.

 ... Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados.

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos." Is 53:4-6.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 6 de setembro de 2022

UM MINISTÉRIO MARAVILHOSO

Durante Seu ministério terreno, o Senhor realizou uma obra maravilhosa!

João estava na prisão e sentia-se atribulado e desanimado pela dúvida de que Jesus era, de fato, o Messias. Enviou então alguns de seus discípulos a Jesus, com a pergunta: "És Tu Aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?" Mt 11:3.

Quando os mensageiros vieram à presença de Jesus, encontraram cercado de muitos doentes que estavam sendo curados.

Durante todo o dia os mensageiros esperaram, enquanto Jesus estava incansavelmente ocupado em aliviar aqueles sofredores.

Finalmente, disse a eles: "Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: Os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho." Mt. 11:3-5.

Assim, durante três anos e meio, Jesus andou de um lado para outro fazendo o bem. Então chegou o tempo de concluir Seu ministério.

Em companhia de Seus discípulos, deveria subir a Jerusalém para ser traído, condenado e morto. Suas próprias palavras deveriam cumprir-se: "O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas." João 10:11.

"Certamente, Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si. ... Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos." Is 53:4-6.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

UM REINO DIFERENTE

Mateus 4 abre o início do ministério de Jesus. Seu trabalho oficial ainda não havia começado. Ele era um adulto solteiro de 33 anos. Ainda não havia escolhido os doze discípulos.

Não havia feito seu primeiro sermão. Nem mesmo havia sido criticado. Ele era jovem, inexperiente e quase um desconhecido.

Em seu batismo, nas águas frias do rio Jordão, a mensagem e missão de Jesus foram confirmadas quando Deus proclamou: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo." (Mt 3:17.)

Jesus não veio como um rei guerreiro e conquistador, tomando o mundo com fogos de artifício, bandeiras e banda.

Seria desse modo que chegaríamos se quiséssemos ser reis! Mas não Jesus.

Mateus explica que Cristo veio como um rei humilde para tomar posse de um reino diferente.

Ele veio de modo silencioso e humilde, como um servo, movendo-se pela escuridão da noite terrena sem que alguém notasse.

Ele chegou sem muita pretensão, mas com um propósito.

Jesus veio para redimir a alma humana.

Ele veio fazer a vontade do Pai e consumar o seu esplêndido propósito.

Ele rejeitou a tentação de abusar do seu poder.

Ele veio para morrer... para pagar o preço do pecado.

Sua missão era a cruz e ninguém melhor do que Satanás para saber disso.

A estratégia do diabo de frustrar aquela missão era tirar Jesus da jogada antes do seu ministério começar por isso O tentou no deserto.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

EDIFÍCIO DE DEUS

Necessitamos dedicar especial atenção à maneira como edificamos nossa vida!

A edificação de uma casa, nas Escrituras, simboliza a maneira como edificamos nossas vidas e nosso ministério. Somos o edifício de Deus:

"...Jesus, o qual é fiel àquele que o constituiu, como também o era Moisés em toda a casa de Deus. Jesus, todavia, tem sido considerado digno de tanto maior glória do que Moisés, quanto maior honra do que a casa tem aquele que a estabeleceu. Pois toda a casa é estabelecida por alguém, mas aquele que estabeleceu todas as coisas é Deus" (Hb 3:1-4).

É o Senhor quem edifica a casa, e não nós com nossa força e capacidade. E o que Deus edifica, permanece.

O que edificamos, perece. "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam" (SI 127:1).

Sempre que uma pessoa edificar sem a ajuda de Deus - seja sua vida, seu lar ou seu ministério - nada permanecerá!

"Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome..." (Gn.11.4).

"... Porém cada um veja como edifica... se o que alguém edifica sobre o fundamento é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará" (1Co 3:10,12,13).

"Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para se tornar sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus..." (1Co 3:18,19).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 12 de setembro de 2021

A BÍBLIA E O MINISTÉRIO DE JESUS

Jesus Cristo veio cumprir a Lei de Deus. "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”. Mt 5:17.

Jesus Cristo veio para que os homens e mulheres pudessem ter vida."...Eu vim para que tenham vida e vida em abundância!”. João 10:10.

Jesus Cristo veio para trazer luz às trevas em que nos encontrávamos. "Eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas”. João 12:46

Jesus Cristo veio salvar o mundo. "Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia”. João 12:47-48.

Jesus Cristo veio trazer a espada. "Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada” Mt 10:34.

Jesus veio chamar pessoas ao arrependimento. "Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento”. Mt 9:13.

Jesus Cristo veio buscar e salvar o que estava perdido. "Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”. Lc 19:10.

Jesus Cristo veio salvar pecadores. "Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal”. 1 Tm 1:15

Jesus Cristo veio dar sua vida como resgate. "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. Mc 10:45.

Jesus veio para nos trazer a paz.

"E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz também aos que estavam perto”. Ef 2:17

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 13 de março de 2021

MINISTÉRIO E DONS

Possuir um ministério do Senhor não é a mesma coisa que receber um dom do Espírito Santo.

Para que recebamos os dons do Espírito Santo, nós precisamos ser abertos às moções e inspirações que este Espírito suscita em nós.

Para possuirmos um ministério do Senhor, é preciso que este nos seja dado por Jesus que deseja que nós desempenhamos uma missão especial em seu Nome.

“Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo” (1Co.12.4,5). Os dons são manifestações do Espírito para proveito da comunidade, naquele momento de necessidade, enquanto que o ministério é algo dado pelo Senhor Jesus, que envia os seus discípulos a desempenhar missões; missões estas que são bem específicas dentro do seu corpo, que é sua Igreja.

‘Antes mesmo de te formar no ventre de tua mãe, eu te conheci, antes que saísses do seio, eu te consagrei. Eu te constituí profeta para as nações’”. O Senhor desde toda eternidade já conhecia Jeremias, desde toda eternidade também já o havia consagrado ao ministério da profecia.

Jeremias era ungido e enviado pelo Senhor a ser profeta, não como um dom que iria se manifestar através dele numa hora de necessidade, mas como ministeriado. Porém, se formos ler a profecia de Jeremias na Bíblia, vamos encontrar este profeta, por várias vezes, usando os dons do Espírito Santo para bem desempenhar o seu ministério.

O ministério de intercessão é um ministério que o Senhor dá a algumas pessoas a fim de que estas possam ser intercessoras pelas causas do Reino de Deus. As pessoas que exercem este ministério são escolhidas, eleitas, como foi o profeta Jeremias (Jr 1,5), antes que no seio materno fosse formado.

Este ministério de intercessão, como os outros ministérios do Senhor, está dentro do seu coração e o Senhor abençoa aqueles que são chamados com todas as bênçãos necessárias para o seu bom desempenho.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

O CAMINHO DE BALAÃO


Balaão, o profeta mercenário do Velho Testamento, que tentou amaldiçoar o povo de Deus para tirar proveito financeiro, é apontado pelos apóstolos Pedro e Judas por seu caminho e erro. Como um homem pode apostatar de sua fé, depois de gozar dos privilégios de um profeta do Senhor num dos ministérios mais importantes na história do povo de Deus?

Não fosse sua atitude mesquinha, é muito provável que tivesse feito parte da galeria dos heróis da fé de Hebreus 11, como Jó, Noé, José e outros, mas sua ganância pelo ilícito foi mais forte. Hoje ele é lembrado como alguém que não se deve imitar. É comparado a nuvens sem água, árvores murchas, estrelas errantes (Jd. 10-13).

Balaão foi contemporâneo de Moisés, e aparece na Bíblia quando o povo de Israel, preparando-se para entrar em Canaã, solicitava licença para passar por dentro das terras moabitas. Foi aí que Balaque, rei de Moabe, conseguiu convencer o velho interesseiro a colocar impedimentos na caminhada do povo de Deus.

O profeta aconselhou os moabitas a não usarem da violência, pois outros povos maiores já haviam sido derrotados diante de Israel. Sua estratégia foi fazer com que os israelitas se afastassem de seu Deus, seduzindo-os à sensualidade (Nm. 25.1-2).

O velho profeta estava enganado concernente a si mesmo, porque se deixou trair por seu próprio coração. Pensava que fazer orações bonitas, com argumentações de forma poética, oferecer sacrifícios e holocaustos, e proferir eloquentes profecias, era o bastante para agradar a Deus. Balaão era homem dobre em seus pensamentos e presunçoso em extremo. Por isso Pedro afirma que ele amou o prêmio da injustiça (2Pe. 2.15).

A avareza era seu pecado predominante. O alvo do seu amor era o dinheiro. Um mal que vem acompanhado de vários outros mencionados por Pedro (2Pe. 2.12-15). Bem falou Paulo que “os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço e em muitas concupiscências loucas e nocivas… o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé” (1Tm. 6.9-10).

Balaão também estava enganado em relação a Deus. Imaginava que Ele se agradaria de sacrifícios e que com os mesmos poderia ser persuadido a mudar sua Palavra. Orou a noite toda sobre a mesma causa, na tentativa de persuadir o Senhor.

Samuel também passou por situação semelhante, quando suplicava em favor de Saul, após o Senhor decidir que ele não seria mais rei sobre Israel. Samuel foi até repreendido pelo Senhor para não mais suplicar por Saul. “Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado?” (1Sm. 16.1). O caminho nesse caso não era a oração, mas a obediência.

Enganamo-nos a nós mesmos quando nos esforçamos para mudar a rota divina. Ela é imutável. Balaão pensou que pudesse manipular a Deus como um artista manipula um fantoche.

O obreiro que deseja ter um ministério bem-sucedido deve se afastar do caminho de Balaão. Ele não serve para o crente.

Pr. José Wellington Bezerra da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 30 de outubro de 2018

O MINISTÉRIO DOS ANJOS

A Palavra de Deus diz especialmente que os anjos foram "enviados para exercer o ministério a favor dos que hão de herdar a salvação". Notamos que, quando se fala da salvação do homem, geralmente os anjos estão incluídos.

Podemos ainda observar, pela Bíblia, a presença de anjos em relação à manifestação de Jesus na Terra! Eles anunciaram o seu nascimento; estiveram presentes quando Ele nasceu; entregaram a mensagem aos pastores, e uma multidão do seu exército louvou a Deus nos campos de Belém. Os anjos revelaram-se no tempo da meninice de Jesus e instruíram seus pais como deviam fazer para escapar dos seus inimigos. Nas ocasiões importantes da vida de Jesus, como na tentação no deserto, durante a luta no Getsêmani, na ressurreição e na ascensão, Ele foi servido pelos anjos.

E o próprio Jesus, falando a Natanael, disse que assim aconteceria: "Vereis o céu aberto e anjos de Deus, subindo e descendo sobre o Filho de Deus". No ministério terreno de Jesus, estava o Céu aberto e os anjos em atividade; por ocasião do seu aparecimento e durante a sua vida.

Quando os discípulos estavam encarcerados, vieram os anjos e os libertaram. Paulo, certa ocasião, sofreu um naufrágio, e um anjo, que estava ao seu lado, à noite, disse que Deus salvaria tanto a sua vida como a dos seus companheiros.

O trabalho dos anjos visa, de fato, ajudar, proteger e guardar aqueles que têm suas vidas nas mãos de Deus.

Tratando-se da salvação, vemos que os anjos, vez após outra, aparecem. Quando o Evangelho foi pregado pela primeira vez aos gentios, os anjos lá estavam. Veio um anjo à casa de Cornélio e disse-lhe a quem deveria chamar e onde, a fim de ouvir o Evangelho vivo.
                                      
No tempo em que Filipe estava em Samaria, veio um anjo a ele e disse: "Levanta-te a vai em direção sul, ao caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto". Filipe creu e deixou-se guiar pela mensagem do arauto celeste, e, assim, tornou-se instrumento para a salvação do tesoureiro da corte etíope.

Ao findar a sua luta pela fé, Lázaro, segundo as palavras de Jesus, foi conduzido pelos anjos ao seio de Abraão. Ao ser redimida a alma do corpo, pertence aos anjos a tarefa da sua condução até o Céu.

Jesus diz, no capítulo 15 de Lucas, que haverá alegria entre os anjos de Deus por um pecador que se converter. Eles são os fiéis da Casa do Senhor, e acompanham os filhos de Deus com muito interesse.

Nossos primeiros passos, no caminho da salvação, são observados pelos anjos, pois foram incumbidos de seguir-nos até chegarmos ao fim. O dever das hostes angelicais, em relação aos salvos, é o de proteger, guardar, acompanhar e conduzi-los, por fim, ao Céu.

Extraído do livro A Bíblia Responde - Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

O MINISTÉRIO DE INTERCESSÃO NA BÍBLIA.


O livro do Gênesis nos mostra Abraão, que se coloca como intercessor entre Deus e os habitantes de uma cidade que deveria ser destruída por causa de seus pecados. Em Gn 18,16-33 lemos: “Os homens levantaram-se e partiram na direção de Sodoma, e Abraão os ia acompanhando. O Senhor disse então: Acaso poderei ocultar a Abraão o que vou fazer? (…) os homens partiram, pois, na direção de Sodoma, enquanto Abraão ficou em presença do Senhor. Abraão aproximou-se e disse: Fareis o justo perecer com o ímpio? Talvez haja cinqüenta justos na cidade: fá-los hei perecer? Não perdoareis a cidade, em atenção aos cinqüenta justos que nela podereis encontrar? Não, vós não podereis agir assim, matando o justo com o ímpio! Longe de vós tal pensamento! Não exerceria o Juiz de toda a terra a Justiça? O Senhor disse: Se eu encontrar em Sodoma cinqüenta justos, perdoarei a toda a cidade em atenção a eles. Abraão continuou: Não leveis a mal, se ainda ouso falar ao meu Senhor, embora eu seja pó e cinza. Se porventura faltar cinco aos cinqüenta justos (…) Abraão replicou: Que o Senhor não se irrite se falo ainda uma última vez: Que será se lá forem achados dez? E Deus respondeu: Não a destruirei por causa desses dez. E o Senhor retirou-se, depois de ter falado com Abraão, e este voltou para a sua casa. ”

Tomado a posição de intercessor do povo na qual Abraão se colocou, ressaltamos, com este texto, uma característica no relacionamento entre Abraão e Deus: Eles eram íntimos. Deus havia tomado a decisão de destruir Sodoma, por causa do seu pecado e Ele sentiu a necessidade de que Abraão soubesse disso. Ao saber disso Abraão conversa com Deus através da intercessão, coloca aquilo que ele sente, argumenta e deixa a decisão final para Deus.

É assim, como Abraão, que os intercessores de hoje devem agir. Primeiramente devem estar na escuta de Deus que a qualquer momento vai lhes falar, para lhes comunicar suas decisões. Isso acontece num ato de profundo amor de Deus para o homem. Ele suscita ao homem a interpelar diante dele como imagem de seu Filho Jesus na cruz que se coloca entre o céu e a terra, entre Deus e a humanidade. E o intercessor carismático, ao argumentar, diante do Pai amoroso, por seu povo amado, deixa-se levar pela oração intercessora que toca o mais profundo do seu amor e assim Ele cede deixando-se levar por sua misericórdia, impulsionado pelo seu grande amor.

Outra características dos intercessores é buscar os interesses do Pai, a exemplo de Abraão que diz: “Não fará justiça o juiz de toda a terra?”. E se caminharmos através da Bíblia veremos em Gn 20,3-7 e Gn 20,17 como Abraão se colocou como intercessor e poderemos, espelhados nele, fazer crescer o nosso ministério. É no livro do êxodo onde vamos encontrar o verdadeiro ministério de intercessão na pessoa carismática de Moisés. Moisés é o amigo íntimo de Deus. Trazia em si a fundamental característica do intercessor, que é esta intimidade. Ele encarna em si todas as característica que são natas, essenciais e vitais ao intercessor. Moisés é conhecido por argumentar diante de Deus em favor de seu povo, porque amava a Deus e conhecia o seu amor. Moisés acalmava o coração ferido de Deus e por isso confortava-lhe. Em Ex 32,33 e 34 é que vamos encontrar o ponto alto onde todas as características que mencionamos acima vão se evidenciar.

Como fez com Abraão, o Senhor confidencia a Moisés, pois esta é a sua maneira de conversar com os intercessores.
Quando Deus compartilha as dores de seu coração com seu escolhido (o intercessor), o que este pode fazer é transbordar o seu amor pelo Pai e, através da adoração, consolá-lo. Esta é a plenitude do relacionamento carismático do intercessor com Deus. E é neste relacionamento que o intercessor vai aplacar o coração ferido de Deus.

Em Ex 32,1-14 vamos presenciar o episódio onde Moisés, no Monte Sinai, se encontra com Deus. Devido a insegurança do deserto e a sua própria fraqueza carnal, o povo já não vê Moisés, nem a imagem de Deus que ele transmitia para aquele povo tão frágil. Por causa disso, o povo constrói um bezerro de ouro, o proclama Deus e o adora. O coração de Deus ficou em profunda ferida. O seu povo amado estava em adultério e o havia abandonado. E é neste momento que o Senhor fala com Moisés, que nada sabia do que estava acontecendo, e diz: “Vai, desce, porque o teu povo, que fizeste sair da terra do Egito, perverteu-se. Depressa se desviou do caminho que eu lhes havia ordenado… Tenho visto a este povo: é um povo de dura cerviz. Agora, pois, deixa-me para que se acenda contra eles a minha ira e eu os consuma e farei de ti uma grande nação. Moisés, porém, suplicou a Iahweh seu Deus e disse: Por que, ó Iahweh, se acende a tua ira contra teu povo, que fizeste sair do Egito?… Por que os egípcios haveriam de dizer: Ele os fez sair com engano?… Abranda o furor da tua ira e renuncia ao castigo com o qual havia ameaçado o povo”.

É incrível vermos num texto, de maneira tão certa, a concretização de tudo quanto nos inspira o Espírito Santo a falar acerca do intercessor. É maravilhoso vermos o poder de Deus agindo tão fortemente através da oração de intercessão. Em Is 62,6 vemos: “Sobre os teus muros, ó Jerusalém, postei guardas; eles não se calarão nem de dia, nem de noite”. Vemos neste texto que é um desejo do coração de Deus, e mais que um desejo é uma promessa, que não faltará aos seus escolhidos (pessoas e obras), intercessores, sentinelas que jamais se calarão. São esses os intercessores que o Senhor deseja, homens que não descansem e nem dêem a Ele descanso “até que se estabeleça Jerusalém”.

É uma outra característica forte do intercessor. Ele não desiste facilmente e se apóia firmemente nas promessas do próprio Deus, naquilo que Ele próprio prometera.
No livro do profeta Ezequiel, o Senhor se queixa e o seu coração se encontra muito triste por não ter encontrado um só intercessor, como vemos: “Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém, achei”. Por isso se faz urgente em nossos grupos, comunidades, etc, que surjam intercessores para tapar as brechas do que são os pecados e as fraquezas de seu povo. Não são os grupos, as comunidades que clamam por intercessores, mas é Deus quem os procura, ansiosamente. É ele quem os quer, quem os deseja.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

DIFERENÇA ENTRE MINISTÉRIO E DONS


Possuir um ministério do Senhor não é a mesma coisa que receber um dom do Espírito Santo. Para que recebamos os dons do Espírito Santo, nós precisamos ser abertos às moções e inspirações que este Espírito suscita em nós. Para possuirmos um ministério do Senhor, é preciso que este nos seja dado por Jesus que deseja que nós desempenhamos uma missão especial em seu Nome.

Em I Cor 12,4-5 encontramos o seguinte texto: “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo”. Refletindo sobre este texto vamos entender que os dons são manifestações do Espírito para proveito da comunidade, naquele momento de necessidade, enquanto que o ministério é algo dado pelo Senhor Jesus, que envia os seus discípulos a desempenhar missões; missões estas que são bem específicas dentro do seu corpo, que é sua Igreja.

Quando estamos reunidos em nossas comunidades, grupos de oração, grupos de partilha, etc. no momento que oramos, precisamos e devemos estar abertos às moções do Espírito Santo que pode naquele momento estar desejando que profetizemos, ou que digamos uma palavra de ciência para a cura interior de alguém do grupo. Mas, tão somente porque alguém esteve aberto a estes dons, não implica dizer que ele tenha o ministério de profetizar, ou o ministério de cura interior.

Em Jer 1,5 vamos encontrar um trecho que nos esclarece muito mais a cerca da diferença entre o Dom e o ministério: “O Senhor disse a Jeremias: ‘Antes mesmo de te formar no ventre de tua mãe, eu te conheci, antes que saísses do seio, eu te consagrei. Eu te constituí profeta para as nações’”. O Senhor desde toda eternidade já conhecia Jeremias, desde toda eternidade também já o havia consagrado ao ministério da profecia.

Observemos que Jeremias era ungido e enviado pelo Senhor a ser profeta, não como um dom que iria se manifestar através dele numa hora de necessidade, mas como ministeriado. Era pelo serviço dele no ministério profético que iria ser reconhecido no meio do povo como homem de Deus. Porém, se formos ler a profecia de Jeremias na Bíblia, vamos encontrar este profeta, por várias vezes, usando os dons do Espírito Santo para bem desempenhar o seu ministério.

Um pequeno trecho que melhor ilustra este fato encontramos em I Reis 19,19-21 e II Reis 2,15 quando o profeta Elias unge Eliseu para que ele exerça o ministério da profecia no seu lugar. No exercício do ministério profético, Eliseu utiliza os dons de milagres (II Reis 2,19) e cura (II Reis 5,1-15), mas o seu ministério é o de Profecia, que para melhor ser desempenhado precisa da graça do Espírito Santo através dos seus dons.

O ministério de intercessão é um ministério que o Senhor dá a algumas pessoas a fim de que estas possam ser intercessoras pelas causas do Reino de Deus. As pessoas que exercem este ministério são escolhidas, eleitas, como foi o profeta Jeremias (Jr 1,5), antes que no seio materno fosse formado.

Este ministério de intercessão, como os outros ministérios do Senhor, está dentro do seu coração e o Senhor abençoa aqueles que ele são chamados com todas as bençãos necessárias para o seu bom desempenho.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

O PREPARO PARA A OBRA DO MINISTÉRIO

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” (MT. 26.41)

O “pronto” neste texto vem do grego protumos que significa prontidão, voluntariedade, e não preparo. Então não se deve pregar que o espírito já está preparado, aperfeiçoado, nesta passagem, mas que está em prontidão de vigilância, contra a fraqueza da carne. Este texto nada tem a ver, portanto, com preparo para o exercício do ministério, porque não era a isso que nosso Senhor estava se referindo nesta passagem, quando ordenou a Pedro, Tiago e João, que vigiassem para que não entrassem em tentação, quando se encontravam em sua companhia no jardim do Getsêmani.

“Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra,” (Tito 3.1) A palavra pronto neste texto vem do grego hetoimos, que significa preparados, como também se vê em II Tim 2.21; I Pe 3.15. Então, diferentemente de protomus em Mt 26.41, não indica prontidão, voluntariedade, senão estar devidamente qualificado, aperfeiçoado para determinado fim, no caso citado no texto, para toda boa obra. Há então uma necessidade de ser preparado para poder realizar tais boas obras. Isto virá no tempo, até o amadurecimento do cristão pelo Espírito, por obediência e consagração pessoal a Deus.

“A fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (2Tm.3.17) A palavra habilitado deste texto vem do grego exartizo que significa completado, terminado, suprido com perfeição. No contexto imediato é visto que este trabalho é realizado pelas Escrituras Sagradas, que sendo aplicadas à vida pelo Espírito, produzirão no tempo apropriado, este efeito de amadurecer o cristão para a obra de Deus.

“11 E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres, 12 tendo em vista o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; 13 até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo;” (Ef. 4.11-13)

Há um tempo de amadurecimento para a ordenação ao ministério, seja ele qual for, e este amadurecimento é indicado pelo momento em que se chega à medida da estatura da plenitude de Cristo, quando o homem espiritual está completo, pelo pleno conhecimento do Filho de Deus. E esta maturidade vem no corpo de Cristo por se submeter ao trabalho dos apóstolos, dos profetas, dos evangelistas e dos pastores e mestres, que são levantados por Deus para a realização deste trabalho de aperfeiçoamento dos santos.

- I Tim 3.10: “E também estes sejam primeiro provados, depois exercitem o diaconato, se forem irrepreensíveis.” É dito neste texto que os diáconos, tanto quanto os pastores, devem antes ser provados, ou seja, examinados, para serem achados irrepreensíveis, a saber, sem falta alguma para o exercício do ministério. Não se deve ordenar portanto quem não esteja pronto, depois de ter sido provado e aprovado pelo Espírito, quanto a estar amadurecido ou não, em condições de assumir a obra do ministério.

- Fp 3.15: “Pelo que todos quantos somos perfeitos tenhamos este sentimento; e, se sentis alguma coisa de modo diverso, Deus também vo-lo revelará.” A palavra perfeitos vem do grego teleios, que significa completos, maduros. Todo candidato ao ministério deve ter atingido tal maturidade espiritual. Ser neófito é o contrário disto. Uma vez atingido este estágio de maturidade, não se deve parar, ao contrário, porque estamos numa carreira de crescimento da nova criatura que existe em nós, pelo Espírito, que é infinita, de modo que Paulo disse anteriormente a este versículo o seguinte:
“sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo [...] mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus.” (Fp 3.8-14)

É necessário portanto que se esteja maduro, completo, para o exercício do ministério.

Quanto a esta palavra “completo” devemos dizer que é uma palavra muito importante e interessante, porque indica que este aperfeiçoamento não é de caráter individual, mas conjunto, conforme indicado pela referida palavra.

Esta é uma palavra composta do prefixo “com”, que significa “junto”, e a palavra grega “pleto” que significa preenchido, terminado, finalizado, pleno, amadurecido, aperfeiçoado (Lc 1.67; At 4.8; 9.17; 13.9). Isto indica então que este estar completo é realizado em união a outros. É no corpo, que é a Igreja que é realizado tal aperfeiçoamento dos cristãos, como vemos em : “antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual o corpo inteiro bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, efetua o seu crescimento para edificação de si mesmo em amor.” (Ef 4.15,16)


Deus está interessado no crescimento do corpo de Cristo, que é a Igreja, de modo harmônico e conjunto. Então, os ministros devem ser observados como se destacam neste conjunto de cristãos, ao mesmo tempo em que participam do convívio com eles. Devem ter o reconhecimento deles, da Igreja, e não apenas daqueles líderes que pretendam ordená-los, porque o crescimento deles deve ser notável a todos, como tendo recebido aquelas graças e dons, do Espírito, que distinguem a sua chamada para o exercício do ministério.

Então não se pode esquecer que estar completo significa estar em comunhão (com + união, ou seja unidos juntamente); e no compartilhar do mesmo pão que é Cristo (com + partilhar, que significa participar juntamente).

Pr. Silvio Dutra

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


domingo, 8 de junho de 2014

Um princípio vital

E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado. [Efésios 4.11-12]

A indicação dos Sete ilustra claramente um princípio vital. É verdade que Deus chama todo o seu povo para servi-lo, mas também é verdade que ele chama pessoas diferentes para ministérios diferentes. Aqueles que são chamados para o ministério da Palavra e da oração não devem permitir que nenhuma outra atividade tome o lugar de suas prioridades. Tanto o ministério dos Doze como o dos Sete é chamado de diakonia, que quer dizer “ministério” ou “serviço”.

O ministério dos Doze é o “ministério da Palavra” (At 6.4) ou serviço pastoral, enquanto que o dos Sete é chamado de ministério das mesas (v. 2, literalmente “servir às mesas”) ou trabalho social.

Ambos são ministérios cristãos. Ambos precisam de pessoas espirituais para exercê-los e ambos podem ser ministérios de tempo integral. A única diferença entre eles está na forma de atuação de cada ministério, requerendo diferentes dons e diferentes chamados.

Prestamos um grande desserviço à igreja quando nos referimos ao pastorado como “o ministério”. O uso do artigo definido sugere que só existe este ministério. Diakonia, no entanto, é uma palavra genérica para serviço, mas se lhe acrescentarmos um adjetivo ela se torna específica — serviço pastoral, social, político, médico, educacional e muitos outros. 

Precisamos recuperar esta visão ampla da diversidade de ministérios para os quais Deus chama seu povo.

Este é um princípio vital para o crescimento da igreja, e deve ser praticado pelos pastores e membros nas igrejas locais. Não que os apóstolos estivessem ocupados demais com o ministério, o problema é que eles estavam preocupados com o ministério errado. Isso também acontece com muitos pastores hoje. Em vez de se dedicarem apenas ao ministério da Palavra, eles se sobrecarregam com a administração da igreja.

Às vezes o próprio pastor é culpado (ele quer controlar tudo) e algumas vezes a culpa é dos membros (eles querem alguém que faça tudo). Em ambos os casos, as consequências são desastrosas. O nível dos sermões e do ensino decai e os leigos não conseguem exercer os ministérios que Deus lhes concedeu. Como resultado direto da atitude tomada pelos apóstolos, “a palavra de Deus se espalhava” e “o número de discípulos crescia rapidamente (v. 7).

É claro! A propagação da Palavra e o crescimento da igreja andam de mãos dadas.

Para saber mais: veja os seis aspectos do crescimento da igreja apontados por Lucas em Atos 6.7; 9.31; 12.24; 16.5; 19.20; 28.30-31

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.