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domingo, 26 de dezembro de 2021

CRISTO MORREU PARA RESSUSCITAR

Ele ressuscitou! Essa é a diferença abissal que sempre permanecerá entre Cristo e os demais fundadores históricos das religiões.

Muitos opositores do cristianismo aventam que não é um ato extraordinário ou inaudito sofrer martírio em prol de uma causa, pois há registros históricos de outros homens que assim fizeram.

Entretanto, a diferença está aqui: no túmulo. Jesus não está mais lá! Isso o torna singular.

Os evangelhos atestam um Cristo que esteve morto e está vivo, não um Cristo que esteve vivo e está morto.

Veja que a diferença de enfoque é franca. Metaforicamente, podemos dizer que o cristianismo foi concebido de uma tumba vazia.

Foi esta evidência que levou os discípulos a entregarem suas vidas ao martírio.

Eles não morreram por algo que havia sido inventado por eles próprios e que reconheciam não ser verdadeiro, mas por terem vivenciado as circunstâncias que evidenciaram a ressurreição de Cristo. Como diz James Stewart: “O cristianismo é essencialmente uma religião de ressurreição”.

Se ignorarmos a ressurreição de Cristo, o surgimento da igreja será inexplicável.

O evento histórico da ressurreição é a coroação dos fatos e motivos que permearam a vida de Jesus entre os homens.

Pela narrativa bíblica, entendemos que: assim como somos compelidos a aceitar a veracidade da encarnação, assim também somos em relação à veracidade da ressurreição.

O apóstolo Pedro declara a impossibilidade de Jesus não ter ressuscitado no plano divino da redenção: “Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” (At 2.24).

Uma vez que Cristo morreu para ressuscitar — “Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos” (Rm 8.34) — reconhece-se uma lacuna indisfarçável, o fator ressurreição, quando nos propomos falar sobre a morte de Cristo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

CONHECENDO O AMOR DE DEUS

"Àquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus." (2Co 5:21)

Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Is 53:5-6)

Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós

Para conhecermos o amor de Deus é necessário conhecer também sua santidade e justiça. Deus é perfeitamente santo e perfeitamente justo.

Ele Não pode suportar nem mesmo aquilo que para nós seria um "pequeno erro". Sua santidade se ofende com qualquer forma de pecado e sua justiça exige punição (Rm 1:18).

Assim é Deus. Se a exigência é assim tão grande, e se só um homem totalmente perfeito pode agradar a Deus, então quem poderá agradá-lo? Será que existe alguém que preenche tais condições?

A resposta clara da Escritura é NÃO. "Não há justo, nem sequer um ..." (Rm 3:10). "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 5:23).  

"...o salário do pecado é a morte ... " (Rm 6:63).  Esta é a morte eterna, o castigo eterno.

Quando o Espírito Santo nos convence do pecado, da justiça e do juízo, então entendemos como estamos mau diante de Deus e como é grande a nossa dívida para com Ele.

Conhecemos a nossa culpa e perdemos a paz. Só então começamos a compreender porque Jesus morreu.

Ele morreu para satisfazer a justiça de Deus e aplacar a sua ira

Nós merecemos ser castigados pelos nossos pecados, mas Jesus aceitou ser castigado em nosso lugar. Assim Deus satisfez sua justiça. Por isso Isaías diz que "...O Senhor agradou moê-lo" (Is 53:10)

“...O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele” (Is 53:6). Jesus pagou a nossa dívida.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 25 de outubro de 2020

JESUS MORREU EM NOSSO LUGAR

Um dia a mãe o chamou e mostrando-lhe uma vara verde, disse:

- Você está vendo esta vara verde?  – Sim, mãe. – Se você colher mais uma maçã do vizinho, vou castigá-lo cinco vezes com esta vara, entendeu?– Sim, mãe. 

 Os dias passaram. As maçãs estavam cada dia mais vermelhas e o menino não conseguiu resistir à tentação. Pulou a cerca e comeu maçãs até ficar satisfeito. O que ele não podia esperar era que ao voltar para casa a mãe estivesse esperando-o com a vara verde na mão. Tremeu. Sabia o que iria acontecer. Quase sem pensar suplicou:

– Mãe, me perdoe. – Não, filho – disse a mãe – eu fiz uma promessa e terei que cumpri-la. – Mãe, por favor, eu prometo que nunca mais tornarei a fazer isso. – Não posso filho, você terá que receber o castigo. – Por favor mãe, por favor – continuou suplicando com olhos lacrimejantes. 

Que mãe pode ficar insensível vendo o filho amado suplicando perdão? 

Ela tomou entre as suas, as mãos do filho e perguntou:  – Você não quer receber o castigo?  – Não, mãe.  – Então, só existe uma saída meu filho.  – Qual é? 

A mãe estendeu a vara para ele e disse: – Segura a vara meu filho. Em lugar de eu castigar você com esta vara você vai me castigar. O castigo tem que se cumprir, porque a falta existiu. Você não quer receber o castigo, mas eu o amo tanto que estou disposta a receber o castigo por você. 

"Até aquele momento eu tinha chorado com os olhos – contou Richards – naquele momento eu comecei a chorar com o coração. Como teria coragem de bater na minha mãe por um erro que eu havia cometido?" 

É isso que acontece entre Deus e nós quando, depois de pecar, suplicamos perdão. Ele olha com amor para nós e diz: 

– Filho, você pecou e merece a morte, mas você não quer morrer. Então, só resta uma saída, Meu filho.  – Qual é? – perguntamos ansiosos.  – Em lugar de você morrer pelo pecado que cometeu, estou disposto a sofrer a conseqüência de seu erro – responde Ele com sua voz mansa. 

Richards não teve coragem de castigar sua mãe por um erro que ele tinha cometido. Mas nós tivemos coragem de crucificar o Senhor Jesus na cruz do calvário. Continuamos crucificando-O cada dia com as nossas atitudes. E Ele não diz nada. Como um cordeiro é levado ao matadouro e como ovelha muda diante dos seus tosquiadores, não abre a boca, não reclama, não exige direitos, não pensa em justiça. Apenas morre, morre lentamente consumido pelas chamas de um amor misterioso, incompreensível, infinito.

Não, eu nunca terei palavras para agradecer o que Ele fez por mim. Eu nunca poderei entender a plenitude de Seu amor por mim. Mas ao levantar os olhos para a montanha solitária e ver pendurado na cruz um Deus de amor, meu coração se enternece e exclamo como a garota da faculdade: "Como teria coragem de não amar alguém que me ama tanto?" 

E quanto a você? Correrá agora aos braços de Jesus dizendo: "Senhor, porque me amas tanto? Estou aqui e te entrego a minha vida, ou o que resta dela. Te entrego meu coração manchado de egoísmo. Toma-o, Senhor, e transforma-o." 

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 20 de agosto de 2019

JESUS SOFREU E MORREU PARA ABSORVER A IRA DE DEUS


Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro). Gálatas 3.13

Deus propôs [a Cristo], no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ler Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Romanos 3.25

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 1 João 4.10

Se Deus não fosse justo, não haveria exigência para o sofrimento e a morte de seu Filho. E se Deus não fosse amoroso, não haveria disposição do Filho de sofrer e morrer. Mas Deus é justo e amoroso. Assim, seu amor se dispõe a cumprir as exigências de sua justiça.

A lei de Deus exige: “Amarás… o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5). Porém, todos temos amado mais a outras coisas. 
O pecado é isso — desonrar a Deus pela preferência de outras coisas, e agir com base nessas preferências. Assim, diz a Bíblia que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). Nós glorificamos aquilo em que mais temos prazer. E não é Deus.

Sendo assim, o pecado não é algo pequeno, porque não é uma falta contra um pequeno suserano. A seriedade do insulto aumenta com a dignidade daquele que é insultado. O Criador do universo é infinitamente digno de respeito, admiração e lealdade. Sendo assim, deixar de amá-lo não é trivial — é uma traição. Difama a Deus e destrói a felicidade humana.

Como Deus é justo, ele não varre esses crimes para debaixo do tapete do universo. Ele tem ira santa contra eles. Merecem a punição e isso fica muito claro “porque o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.4).

Existe uma santa maldição pairando sobre todo o pecado. Não punir seria injustiça. Seria endossar o desmerecimento de Deus. Uma mentira estaria reinando sobre o cerne da realidade. Assim, Deus disse: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las” (Gl 3.10; Dt 27.26).

Mas o amor de Deus não descansa com a maldição que paira sobre toda a humanidade pecaminosa. Ele não se contenta em demonstrar a ira, por mais santa que seja. Assim, Deus envia seu próprio Filho para absorver a sua ira e carregar a maldição no lugar de todos quantos nele confiam.“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar” (GI 3.13).

É esse o significado da palavra “propiciação” no texto acima citado (Rm 3.25). Refere-se à remoção da ira de Deus por prover um substituto. O próprio Deus oferece o substituto. Jesus Cristo não apenas cancela a ira; ele absorve-a e desvia-a de nós para si mesmo. A ira de Deus é justa, e foi executada, não retirada.

Não podemos brincar com Deus ou deixar por menos o seu amor. Jamais estaremos diante de Deus maravilhados por sermos por ele amados até que reconheçamos a seriedade de nosso pecado e a justiça de sua ira contra nós. Mas quando, pela graça, acordamos para nossa própria indignidade, podemos olhar o sofrimento e a morte de Cristo e dizer: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10).

John Piper - Voltemos ao Evangelho Pleno

Por Litrazini


Graça e Paz


terça-feira, 16 de julho de 2019

A CRUZ NOS REVELA UM DEUS QUE SE APROXIMA COMO UM DE NÓS


Os evangelhos nos mostram que Jesus morreu no meio do povo. Aquele que nasceu e cresceu entre o povo, que os curou e anunciou-lhes as boas novas do evangelho agora morria entre eles.

Ele morreu como nós morremos. Teve sede, como nós temos; se cansou, suou e teve fome como qualquer um de nós. Ele foi humilhado, não como um Deus onipotente, mas como um homem. O Deus Todo Poderoso, em seu filho Jesus, se fez homem. John Stott escreve acertadamente:

Jesus não permaneceu no céu; veio para o mundo. A Palavra não foi proferida do céu “...a Palavra tornou-se carne...”. E a seguir “...viveu ente nós...”. Ele não veio para uma visita rápida nem se apressou em voltar para o seu lar. Tampouco permitiu que... [o] vissem somente a distância. Ficou no mundo para o qual veio.

Ele deu aos homens a chance de ver a sua glória. Ele escandalizou os lideres religiosos da de sua época ao misturar-se com a camada da população que eles evitavam.

Os lideres religiosos o apelidaram de “amigo de publicanos e pecadores”. Ele colocou as mãos nos intocáveis leprosos. E, depois, Ele, que em seu nascimento “tornara-se carne”, em sua carne tornou-se pecado... [por nós]. Ele assumiu a nossa natureza... as nossas transgressões, a nossa condenação, a nossa morte .

Ele se aproximou de nós não como um Deus Todo Poderoso trovejando e abalando céus e terra, jogando raios ou fulminando pessoas, mas como um amigo, como um de nós, como um simples carpinteiro palestino. Jesus veio nos revelar Deus, e para isso, se fez homem.
Sujou os pés de poeira, viveu no meio de pessoas simples como camponeses, pescadores e agricultores; queimou-se debaixo do sol escaldante da Palestina e sendo “gente como a gente” viveu como um de nós; morreu como um de nós.

Ele mostrou que Deus chora, quando ele mesmo chorou na morte de seu amigo Lázaro.

Demonstrou que Deus se compadece diante da fome humana, quando por duas vezes alimentou uma multidão faminta. Que Deus está do lado dos pobres e “favelados”, quando escolheu nascer e viver na Galiléia (a periferia da Palestina).

Ele nos mostrou que Deus perdoa quando ele mesmo perdoou as prostitutas, os publicanos e pecadores. Revelou-nos o carinho de Deus pelas crianças, quando as pegou no colo e as abençoou. Ele mostrou que Deus nos ama, quando decidiu enfrentar a crucificação.

A morte de Jesus aponta inevitavelmente para o que parece um absurdo, uma heresia: um Deus humilde. “O Deus que veio à terra não veio num redemoinho arrasador, nem num fogo devorador” .

O Criador de todas as coisas se humilhou vivendo e morrendo entre nós. “Pois subsistindo em forma de Deus, não teve por usurpação o ser igual a Deus, antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Filipenses 2.6-8).

“O Deus que trovejava, que podia movimentar exércitos e impérios como peões num tabuleiro de xadrez”  apareceu na Palestina, a dois mil anos atrás, vivendo como um humilde carpinteiro despido de toda a sua Glória e Majestade.

“Deus entra na história pela porta de um casebre, pelo barraco do carpinteiro”  José. “O Senhor do céu e da terra não se interessa pelos palácios dos reis. O Criador de tudo não se impressiona com as obras dos grandes do mundo.

Ele dispensa palácios, templos e exércitos”.  Ele se interessa pelas pessoas.

Aliás, Ele veio em busca delas; não como um Ser Superior, mas como um frágil homem.

Ele se aproximou de nós como um de nós: isso sim é grandeza! “E o verbo se fez carne e habitou entre nós e vimos a sua glória como a do unigênito do Pai” (Jo 1.14).

Kassio F. P. Lopes / Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 27 de abril de 2014

Jesus desceu ao inferno entre Sua morte e ressurreição?

A alma de Jesus foi ao Inferno no período entre Sua morte e ressurreição?
Há bastante confusão em relação a esta pergunta. Este conceito vem principalmente do Credo dos Apóstolos, que afirma: “Ele desceu até o Inferno.”

Há também algumas poucas Escrituras que, dependendo de como são traduzidas, descrevem a ida de Jesus ao “Inferno”. Estudando esta questão, é importante que primeiramente possamos compreender o que a Bíblia nos ensina a respeito da “esfera” dos mortos.

Nas Escrituras Hebraicas, a palavra usada para descrever a esfera dos mortos é “Seol”. Esta palavra simplesmente significa “lugar dos mortos” ou o “lugar das almas/espíritos que partiram”. A palavra grega do Novo Testamento que é usada para inferno é “Hades”, que também se refere ao “lugar dos mortos”.


Outras Escrituras no Novo Testamento indicam que Seol/Hades é um lugar temporário, onde as almas ficam enquanto aguardam a ressurreição e julgamento final. Apocalipse 20:11-15 dá a distinção clara entre os dois. Inferno (o lago de fogo) é o lugar final e definitivo de julgamento para os perdidos. Hades é um lugar temporário. Então, não, Jesus não foi ao “Inferno” porque “Inferno” é uma esfera futura que somente entrará em vigor após o Julgamento do Grande Trono Branco (Apocalipse 20:11-15).

Seol/Hades é uma esfera com duas divisões (Mateus 11:23; 16:18; Lucas 10:15; 16:23; Atos 2:27:31), o território dos salvos e o dos perdidos. O território dos salvos é chamado “Paraíso” e “Seio de Abraão”. Os territórios dos salvos e dos perdidos são separados por um “grande abismo” (Lucas 16:26).

Quando Jesus subiu aos Céus, Ele levou consigo os ocupantes do Paraíso (os crentes) (Efésios 4:8-10). O lado perdido do Seol/Hades permaneceu intacto. Todos os mortos incrédulos para lá vão e esperam seu futuro julgamento final.

Jesus foi ao Seol/Hades?
Sim, de acordo com Efésios 4:8-10 e I Pedro 3:18-20.

Parte desta confusão surgiu de passagens como Salmos 16:10-11: “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. Far-me-ás ver a vereda da vida...” “Inferno” não é a tradução correta deste versículo. Uma leitura correta seria “a sepultura” ou “Seol”.

Na Cruz, anos mais tarde, Jesus disse ao ladrão ao Seu lado: “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43). O corpo de Jesus estava na tumba; Sua alma/espírito foi para o lado do “Paraíso” de Seol/Hades. Então Ele removeu do Paraíso todos os justos que já haviam morrido e os levou consigo aos Céus. Infelizmente, em muitas traduções da Bíblia, os tradutores não são consistentes ou corretos quando traduzem as palavras hebraica e grega para “Seol”, “Hades” e “Inferno”.

Alguns defendem o ponto de vista de que Jesus foi ao “Inferno” ou ao lugar de sofrimento do Seol/Hades a fim de receber ainda mais punição por nossos pecados. Essa ideia não tem nenhum respaldo bíblico.

Foi a morte de Jesus na Cruz e Seu sofrimento em nosso lugar que, de forma suficiente, promoveram a nossa redenção. Foi Seu sangue derramado que validou o perdão dos nossos pecados (I João 1:7-9). Quando estava pendurado na Cruz, Ele tomou sobre Si o fardo do pecado de toda a raça humana. Ele se fez pecado por nós: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21).

O peso do pecado nos ajuda a compreender pelo que passou Cristo no Jardim do Getsêmani em sua luta com o cálice do pecado que sobre Ele seria derramado na cruz.

Na Cruz, Cristo, com grande voz exclamou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”, e foi neste exato momento que foi separado do Pai por causa do pecado sobre Ele derramado. Quando entregou o Seu espírito, disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. O Seu sofrimento em nosso lugar estava completo. Sua alma/espírito foi à parte do Hades correspondente ao Paraíso.

Jesus não foi ao Inferno. O sofrimento de Jesus terminou no momento em que morreu. O pagamento pelo pecado estava feito. Ele então aguardou a ressurreição do Seu corpo e o retorno a Sua glória durante a ascensão.

Jesus foi ao Inferno? Não. Jesus foi ao Seol/Hades? Sim.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 21 de maio de 2011

Como morreu cada um dos apóstolos

O único apóstolo cuja morte está registrada na Bíblia é Tiago (Atos 12:2). O rei Herodes “fez Tiago passar a fio de espada” – aparentemente uma referência à decapitação.

As circunstâncias das mortes dos outros apóstolos só podem ser conhecidas baseadas nas tradições da igreja; portanto não devemos dar muito crédito a nenhum desses relatos.

A tradição da igreja mais aceita em relação à morte de um apóstolo é que o Apóstolo Pedro foi crucificado, de cabeça para baixo em uma cruz em forma de x, em Roma, cumprindo a profecia de Jesus (João 21:18). A seguir estão as “tradições” mais populares a respeito das mortes dos outros apóstolos.

Mateus sofreu martírio na Etiópia, morto por um ferimento causado por uma espada.

João esteve à beira do martírio, quando ele foi cozido em um recipiente enorme de óleo durante uma onda de perseguição em Roma. No entanto, ele foi milagrosamente livrado da morte. João foi sentenciado às minas na ilha de Patmos. Ele escreveu o livro profético do Apocalipse em Patmos. O apóstolo João foi mais tarde posto em liberdade e retornou para o lugar onde hoje fica a Turquia. Ele morreu velho, sendo o único apóstolo a morrer em paz.

Tiago, o irmão de Jesus (não oficialmente um apóstolo), o líder da igreja em Jerusalém, foi atirado de mais de 30 metros de altura do alto do pináculo sudeste do Templo ao se recusar a negar sua fé em Cristo. Quando eles descobriram que ele havia sobrevivido à queda, seus inimigos o espancaram até a morte com um porrete. Este foi o mesmo pináculo para onde Satanás levou a Jesus durante a tentação.

Bartolomeu, também conhecido como Natanael, foi um missionário para a Ásia. Ele testemunhou onde hoje é a Turquia e foi martirizado pela sua pregação na Armênia, quando ele foi chicoteado até a morte.

André morreu em uma cruz em forma de x na Grécia. Após ter sido chicoteado severamente por sete soldados, estes ataram o seu corpo à cruz com cordas para prolongar a sua agonia. Seus seguidores reportaram que, quando ele foi levado em direção à cruz, André a saudou com as seguintes palavras: “Muito desejei e esperei por esta hora. A cruz foi consagrada pelo corpo de Cristo pendurado nela”. Ele continuou a pregar para os seus torturadores por dois dias até que ele morreu.

O apóstolo Tomé foi atingido por uma lança na Índia durante uma de suas viagens missionárias para estabelecer a igreja lá.

Matias, o apóstolo escolhido para substituir o traidor Judas Iscariotes, foi apedrejado e depois decapitado.

O apóstolo Paulo foi torturado e depois decapitado pelo maligno imperador Nero em Roma em 67 d.C.

Há tradições referentes aos outros apóstolos também, mas nenhuma com apoio histórico ou tradicional confiável.

Não é tão importante saber como os apóstolos morreram. O que importa é o fato de que todos eles estavam dispostos a morrer pela sua fé.

Se Jesus não tivesse sido ressuscitado, os discípulos o saberiam. Ninguém morreria por alguma coisa que se sabe ser uma mentira.

O fato de que todos os apóstolos estavam dispostos a morrer horrivelmente, recusando-se a negar a sua fé em Cristo é uma tremenda evidência de que eles verdadeiramente testemunharam a ressurreição de Jesus Cristo.

Fonte: Got Questions

Por Lidiomar

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.