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segunda-feira, 28 de agosto de 2023

DEUS REVELA MISTÉRIOS ATRAVÉS DA ORAÇÃO

Há uma revelação de Deus quando oramos.

O Senhor nos prometeu isto: “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não saber” Jr 33.3.

Deus não disse que Ele simplesmente daria uma resposta ao clamor e à oração, mas que, juntamente com a resposta, também viria revelação, ou seja, o anúncio de coisas grandes e ocultas que não sabíamos.

Deus, além de responder a oração, revela mistérios.

Quando Daniel achegou-se ao Senhor em oração pelo seu povo, Deus lhe deu tremendas revelações sobre a sua nação.

Se ansiamos pela manifestação do conhecimento por revelação, temos que orar por isto.

O Novo Testamento registra orações que Paulo fazia, pedindo revelação ao Senhor:

“… Vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos…” Ef 1:16-20

“E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes...” Filip 1:9-11

“Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual ...” Col 1:9-11

Enquanto o autor do Salmo 119 orava por si mesmo, Paulo, por sua vez, orava por terceiros.

Esta é uma prática que devemos ter se quisermos ver pessoas sendo tocadas pelo Espírito de sabedoria e revelação.

Se você conhece pessoas que demonstram uma grande dificuldade em entenderem as coisas espirituais, comece a orar por elas, e você verá de fato como nosso Pai celestial intervirá!

Luciano Subirá

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 16 de julho de 2019

A CRUZ NOS REVELA UM DEUS QUE SE APROXIMA COMO UM DE NÓS


Os evangelhos nos mostram que Jesus morreu no meio do povo. Aquele que nasceu e cresceu entre o povo, que os curou e anunciou-lhes as boas novas do evangelho agora morria entre eles.

Ele morreu como nós morremos. Teve sede, como nós temos; se cansou, suou e teve fome como qualquer um de nós. Ele foi humilhado, não como um Deus onipotente, mas como um homem. O Deus Todo Poderoso, em seu filho Jesus, se fez homem. John Stott escreve acertadamente:

Jesus não permaneceu no céu; veio para o mundo. A Palavra não foi proferida do céu “...a Palavra tornou-se carne...”. E a seguir “...viveu ente nós...”. Ele não veio para uma visita rápida nem se apressou em voltar para o seu lar. Tampouco permitiu que... [o] vissem somente a distância. Ficou no mundo para o qual veio.

Ele deu aos homens a chance de ver a sua glória. Ele escandalizou os lideres religiosos da de sua época ao misturar-se com a camada da população que eles evitavam.

Os lideres religiosos o apelidaram de “amigo de publicanos e pecadores”. Ele colocou as mãos nos intocáveis leprosos. E, depois, Ele, que em seu nascimento “tornara-se carne”, em sua carne tornou-se pecado... [por nós]. Ele assumiu a nossa natureza... as nossas transgressões, a nossa condenação, a nossa morte .

Ele se aproximou de nós não como um Deus Todo Poderoso trovejando e abalando céus e terra, jogando raios ou fulminando pessoas, mas como um amigo, como um de nós, como um simples carpinteiro palestino. Jesus veio nos revelar Deus, e para isso, se fez homem.
Sujou os pés de poeira, viveu no meio de pessoas simples como camponeses, pescadores e agricultores; queimou-se debaixo do sol escaldante da Palestina e sendo “gente como a gente” viveu como um de nós; morreu como um de nós.

Ele mostrou que Deus chora, quando ele mesmo chorou na morte de seu amigo Lázaro.

Demonstrou que Deus se compadece diante da fome humana, quando por duas vezes alimentou uma multidão faminta. Que Deus está do lado dos pobres e “favelados”, quando escolheu nascer e viver na Galiléia (a periferia da Palestina).

Ele nos mostrou que Deus perdoa quando ele mesmo perdoou as prostitutas, os publicanos e pecadores. Revelou-nos o carinho de Deus pelas crianças, quando as pegou no colo e as abençoou. Ele mostrou que Deus nos ama, quando decidiu enfrentar a crucificação.

A morte de Jesus aponta inevitavelmente para o que parece um absurdo, uma heresia: um Deus humilde. “O Deus que veio à terra não veio num redemoinho arrasador, nem num fogo devorador” .

O Criador de todas as coisas se humilhou vivendo e morrendo entre nós. “Pois subsistindo em forma de Deus, não teve por usurpação o ser igual a Deus, antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Filipenses 2.6-8).

“O Deus que trovejava, que podia movimentar exércitos e impérios como peões num tabuleiro de xadrez”  apareceu na Palestina, a dois mil anos atrás, vivendo como um humilde carpinteiro despido de toda a sua Glória e Majestade.

“Deus entra na história pela porta de um casebre, pelo barraco do carpinteiro”  José. “O Senhor do céu e da terra não se interessa pelos palácios dos reis. O Criador de tudo não se impressiona com as obras dos grandes do mundo.

Ele dispensa palácios, templos e exércitos”.  Ele se interessa pelas pessoas.

Aliás, Ele veio em busca delas; não como um Ser Superior, mas como um frágil homem.

Ele se aproximou de nós como um de nós: isso sim é grandeza! “E o verbo se fez carne e habitou entre nós e vimos a sua glória como a do unigênito do Pai” (Jo 1.14).

Kassio F. P. Lopes / Por Litrazini
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Reflexões Evangélicas

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