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sábado, 10 de agosto de 2019

A SUA HISTÓRIA RESIDE NA HISTÓRIA DE DEUS


Deus quer que você conheça a história dele. As histórias sobre as origens em Belém e os milagres da manjedoura. As guerras com os inimigos no deserto e os amigos pescadores na Galileia. Os deslizes de Pedro e a teimosia de Paulo. Tudo parte da história.

Mas todos eles são enredos secundários da mensagem central. “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Este é o título da história: Deus salva o seu povo!

Ele lança a sua rede sobre as cidades e as pessoas, os príncipes e os indigentes, os Pôncios Pilatos do poder e os Pedros, Tiagos e Joãos das aldeias de pescadores.

Deus toma conta de toda a nossa bagunça e nos coloca em ordem.

Esta saga é a história de Deus. E nós somos parte dela.
Nós podemos facilmente deixá-la escapar. A vida fica nos perturbando. O trânsito, os problemas. As consultas médicas e o trabalho de casa. Em uma semana você está tendo um bebê; na seguinte você está tendo que sair da sua casa. “Boa notícia, um bônus!” “Má notícia, uma nevasca”. Agitado. Casual. Parques de diversões e cemitérios no mesmo bloco.

Existe um enredo neste drama?

Como Davi constatou, “Deus reescreveu o texto da minha vida quando abri o livro do meu coração para os seus olhos” (2Samuel 22.25 MSG).

Mas qual é o texto das nossas vidas?

A sua história reside na história de Deus. Esta é a grande promessa da Bíblia e a esperança deste livro. “É em Cristo que descobrimos quem somos e para que estamos vivendo. Bem antes de ouvirmos de Cristo e erguermos as nossas esperanças, ele tinha os seus olhos em nós, tinha projetos para nós para um viver glorioso, parte do propósito global que ele está realizando para tudo e para todos” (Efésios 1.11-12 MSG).

Deus dirige uma grandiosa saga acima e em torno de nós, escrita por suas mãos, orquestrada pela sua vontade, revelada de acordo com o seu calendário. E você é parte dela. A sua vida emerge da mente mais formidável e do coração mais bondoso da história do universo: a mente e o coração de Deus. “Todas as coisas são feitas de acordo com o plano e com a decisão de Deus” (versículo 11 NTLH).

Vamos mergulhar em sua história?

O nosso plano é simples: viaje pelo Novo Testamento à procura da narrativa de Deus. Quem sabe? Na história dele podemos encontrar a nossa.

Autor: Max Lucado

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 25 de junho de 2019

DOENÇAS E ORIGENS


Segundo a psicóloga americana Loise l. Hay, todas as doenças que temos podem ser criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.

"Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga americana Louise L. Hay.

Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.

Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS / CAUSAS:

AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente famíliar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Auto crítica, falta de auto valorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIROÍDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não? Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE FESTAS JUNINAS?

Vamos começar falando sobre as origens da festa. Existem, pelo menos, duas teorias para a origem da expressão “festa junina”. A primeira que pode vir de São João, através do título “joanina” e outra referente ao mês de sua celebração, junho, portanto, “junina”. Embora não saibamos ao certo a origem dos termos, fato é que há um personagem principal em todo esse período, o mártir cristão João Batista, filho de Isabel e Zacarias.

Tudo começou quando a Igreja cristã canonizou João Batista, a partir daí foram-lhe conferidas duas honrarias: o título de santo, “São João”, e uma festa, a festa de São João. Mas o que se celebra nessa festa? Com base no Evangelho de Lucas 1.26,36, João Batista nasceu seis meses antes de Jesus. Portanto, se o nascimento de Jesus — o Natal — é celebrado em 25 de dezembro, logo o de João Batista deveria ser celebrado seis meses antes, em 24 de junho. Em outras palavras, a festa de São João, ou a festa junina, é o Natal de João Batista — é claro que estas datas são simbólicas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento de Jesus, nem do Batista.

Por outro lado, a velha Europa que recebeu o cristianismo já tinha sua própria cultura. Uma das tradições mais conhecidas era o “midsommar”, o costume de acender grandes fogueiras no solstício de verão (21 a 23 de Junho), a época do ano em que o Sol incide com maior intensidade no hemisfério norte. Há registros de que os Druidas e Vikings acendiam fogueiras em seus cultos de adoração e também para espantar maus espíritos.

No período de evangelização de tais povos, infelizmente, a Igreja Católica inventou a história que Isabel acendeu uma fogueira para avisar Maria que João tinha nascido. Assim, pouco a pouco as fogueiras se tornaram também um elemento cultural da festa de São João Batista. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as Festas de São João Europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França).

Quando a festa foi trazida ao Brasil por intermédio dos imigrantes portugueses, algumas mudanças aconteceram. A primeira delas e, talvez a mais importante, foi a absorção plena da festa junina pela população rural. Por causa da grande safra agrícola de Junho, as comidas à base de milho se tornaram indispensáveis para a celebração, sem falar das roupas, músicas e instrumentos caipiras, as danças de roda, quadrilha (de origem francesa) e as balas de Cosme e Damião, que no imaginário popular da maioria, não passam de um patrimônio folclórico de seus ancestrais.

Ainda que haja aspectos religiosos na festa de São João, como o de fazer pedidos ao santo ou oferecer comidas a ele, na maioria dos lugares, as festas juninas já perderam o caráter de festa religiosa. A festa de São João (24/Jun) nada mais é do que comer milho e dançar com família e amigos; a festa de Santo Antônio (13/Jun), mais conhecida como o Dia dos Namorados, é um dia para dar presentes para o cônjuge ou levá-lo(a) para jantar; já a festa de São Pedro e Paulo (29/Jun), ninguém mais se lembra do que se trata.

Em meio a toda essa história, levanta-se a seguinte questão: um cristão protestante deve participar de festas juninas? Baseado no que já falamos até aqui, podemos tirar três princípios práticos para a nossa vida.

Primeiro, entendo que os cristãos protestantes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação de São João, pois isso implicaria em culto idólatra e falso. Segundo, se você for convidado para ir à casa de um amigo católico neste dia para comer milho etc., fique à vontade para aceitar, desde que não haja atos religiosos ali presentes. Terceiro, entendo que não há pecado nenhum em comer milho, pamonha, curau, dançar quadrilha, ouvir música caipira e vestir xadrez, desde que tudo isso esteja livre de vínculos religiosos. Acho que ser contra qualquer tipo de festividade que tenha origem no catolicismo é uma posição complicada. Quem sustenta tal posição deveria abster-se de celebrar também o dia dos namorados.

Finalmente, livremo-nos de escândalos, confusões ou estresses desnecessários. Se algum irmão que você conhece é contra festa junina, em todos os níveis, não o convide para celebrar algo do tipo, preserve a paz. Oro para que tais festividades nos ajudem a compreender melhor nossa relação com a cultura em que estamos inseridos. Não somos do mundo, mas vivemos nele.

Nossa tarefa é rejeitar aquilo que não combina com os princípios da Palavra e desfrutarmos das coisas boas da vida com a consciência tranquila.

JEAN FRANCESCO

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.