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sábado, 17 de janeiro de 2026

HISTÓRIA COM O SENHOR

Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas. (Jr 2.13)

O que é uma cisterna? É um local para armazenar água.

A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado.

Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.

Com frequência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros.

Temos que ter a nossa própria história com o Senhor.

Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo.

Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja.

Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.

A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. (Ap 2.5)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 26 de janeiro de 2025

A BÍBLIA É UMA ÚNICA HISTÓRIA

A última parte do último livro da Bíblia soa como o final da história começada na primeira parte do primeiro livro.

A primeira palavra do livro de Gênesis: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. Gn 1.1

Uma última palavra do Apocalipse é: “Vi novo céu e nova terra.” Ap 21.1

Gênesis: “Ao ajuntamento das águas chamou Mar” 1.10; Apocalipse: “E o mar já não existe”. 21.1

Gênesis: “As trevas chamou a noite.” 1.5; Apocalipse: “Lá não haverá noite.” 21.25

Gênesis: “Deus fez os dois grandes luzeiros”. 1.16; Apocalipse: “A cidade não precisa nem do sol nem da lua, pois a glória de Deus a iluminou.” 21.23

Gênesis: “No dia em que dela comeres morrerás”. 2.17; Apocalipse: “Não haverá mais mortes”. 21.4

Gênesis: “Multiplicarei sobremodo as tuas dores”. 3.16; Apocalipse: “Não mais haverá sofrimentos.” 21.4

Gênesis: “Maldita é a terra por tua causa.” 3.17; Apocalipse: “Não mais haverá maldições” 22.3

Gênesis: “Satanás aparece como o enganador da humanidade.” 3.1-4; Apocalipse: “Satanás desaparece para sempre”. 20.10

Gênesis: “Foram afastados da árvore da vida”. 3.22-24; Apocalipse: “Reaparece a árvore da vida.”22.2

Gênesis: “O homem afastou-se da presença de Deus.” 3.24; Apocalipse: “Verão a sua face.” 22.4

Gênesis: “A primeira habitação do homem foi um jardim à beira de um rio.” 3.23

Apocalipse: “A eterna habitação do homem redimido será ao lado de um rio que corre para sempre do trono de Deus.” 22.1

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

A HISTORIA DA SALVAÇÃO

A nossa salvação, é o tema central de toda a Escritura, seu coração.

A salvação certamente transcende o marco do tempo o espaço, porém é tão concreta como o Salvador ou como um homem salvo.

Em nossa história, a salvação consiste nesse processo no tempo o espaço pelo qual DEUS liberta o homem do pecado e o favorece ao comunicar-lhe a própria vida divina.

Se o pensamento de DEUS, o Verbo, é quem organiza toda a história, é ao mesmo tempo quem a explica.

O Verbo de DEUS, JESUS CRISTO SALVADOR, é quem dá harmonia a este variado concerto.

Ao longo de toda a história da salvação, desde a abertura até a conclusão, CRISTO domina a obra.

NECESSIDADE DE CRISTO

O maravilhoso plano original de DEUS é desfigurado pelo pecado original. Então CRISTO se faz presente por necessidade.

É prometido como restaurador da ruptura entre DEUS e o homem.

No tempo oportuno, DEUS se decide por em marcha o plano de salvação.

CRISTO é, então, o pólo de atração para o qual conflui toda a história.

A constituição e formação do povo eleito têm por objeto a CRISTO.

O Pai nos enviou seu Espírito para que pudéssemos adorá-lo e glorificá-lo em JESUS CRISTO.

A história da salvação é uma figura, um anúncio e uma promessa do que DEUS chamou a cada um de nós; ser transformados em CRISTO.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 10 de dezembro de 2023

HISTÓRIA DA SALVAÇÃO E DA GRAÇA

De acordo com a Bíblia, a revelação é a ação de Deus em busca do homem em sua história:

A libertação do povo de Deus do Egito, a presença divina no Sinai, a quebra da aliança, os sinais opera­dos pelos servos de Deus e, finalmente, a manifestação do Filho de Deus encarnado.

A revelação real de Deus ocorre exclusivamente pela Palavra de Deus e pelas palavras dos homens, que podemos chamar de revelação verbal; ambas estão ligadas entre si, formando um só todo.

Podemos ainda denominar de revelação natural uma ação de Deus no mundo e na história, quando todo ser e ação dependem de uma cau­sa transcendente;

Essa revelação natural não é uma história salvífica em sentido próprio e estrito.

Por isso, podemos afirmar que os elementos constitutivos da história da salvação são dois: a revelação e a graça.

A Palavra de Deus só pode ser ouvida como Palavra de Deus, quando é ouvida mediante a sua presença.

Quando a subjetividade humana se resume em ser hu­mana, ela tira o poder da Palavra divina, rebaixando-a ao nível das palavras do homem, mesmo que contenha algo relacionado a Deus.

Por isso, só pode haver história salvifica e revelação em sentido pró­prio, quando o receptáculo for um com Deus;

Isso equivale a dizer que a história da salvação é a história da graça.

Somente a graça de Deus pode atuar na subjetividade do homem, a fim de que ele receba a Pala­vra de Deus como sendo de Deus mesmo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 16 de julho de 2022

BÍBLIA, A MAIS LINDA HISTÓRIA

Dá sentido, alegria a vida que não são revelados em nenhum outro lugar.

Nos fala do melhor amigo que a humanidade já teve: o mais nobre, o mais eterno, o mais eterno, o mais verdadeiro Homem que já pisou na terra de “Jesus Cristo”.

É a mais linda história que se contou

Ela nos dá a certeza que há um Deus - um Céu - um inferno - um juízo - um Salvador.

Ela é um livro - não podemos cultuá–la - devemos adorar o “Deus Todo Poderoso” - o “Salvador” de quem ela nos fala.

É impossível amar a Jesus e ser indiferente à Palavra que nos fala dEle?.

Como a Constituição de um país ela é o manual do “cidadão do céu”.

Ela é fonte de: Autoridade, poder, alegria, conforto, salvação, libertação, cura, restauração, fé, segurança, vitória, paz, vida.

Seu estudo é imposto. E o terá consigo, e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer ao Senhor seu Deus, para guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, para cumpri-los. Dt. 17:19

Devemos desejar ouví-la. Põe-te à porta da casa do Senhor, e proclama ali esta palavra, e dize: Ouvi a palavra do Senhor, todos de Judá, os que entrais por estas portas, para adorardes ao Senhor. Jr 7:2

Procurar compreendê-la. Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta. Mt 13:23

Obedecer o que ela ordena. Faze bem ao teu servo, para que viva e observe a tua palavra. Salmo 119:17 

Viver. E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Tg 1:22

Ocultá-la no profundo do coração. Salmo 119:11

Confiar nela. Assim terei que responder ao que me afronta, pois confio na tua palavra. Salmo 119:42.

Somos convocados a proclamá-la. E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Mc 16:15

Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. II Tm 4:2

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 16 de fevereiro de 2020

A HISTÓRIA SOBRE A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

O início da EBD, como a conhecemos hoje, deu-se em 20 de julho de 1780 na cidade de Gloucester. Era uma cidade importante da Inglaterra no período pós Revolução Industrial, notável por sua indústria de tecelagem. Atraía muita gente que, deixando a vida no campo, seguia para as cidades buscando melhores condições de vida.

Entretanto, na cidade de Gloucester, a imensa riqueza de uma minoria contrastava com a grande pobreza e o analfabetismo da maioria da população. O fato de existirem muitas igrejas não impedia o avanço da criminalidade.

Robert Raikes, fundador da Escola Dominical, dedicou-se à carreira de jornalista e editor, trabalhando na Imprensa Raikes, de propriedade da família, a qual ele passou a dirigir após a morte de seu pai.

Raikes preocupava-se muito em melhorar as condições das prisões, visando a regeneração dos criminosos que para ali eram conduzidos. Descobriu que o abandono em que viviam as crianças pobres da localidade e as suas atividades, também aos domingos, eram um estímulo à prática do crime. Que perversos os meninos de Gloucester! Lutavam uns com os outros, eram mentirosos e ladrões, indescritivelmente sujos e despenteados. Depredavam propriedades e infestavam ruas, tornando-as perigosas com as calamidades deles.

Robert Raikes, um homem de profundas convicções religiosas, fundou então uma escola que funcionava aos domingos porque as crianças e os jovens trabalhavam 6 dias por semana, durante 12 horas. Usava a Bíblia como livro de estudo, cantava com os alunos e ministrava-lhes, também, noções de boas maneiras, de moral e de civismo.

O plano de Raikes exigia um profundo sentimento de caridade cristã. Conseguiu que algumas senhoras crentes o ajudassem, fazendo visitas aos bairros pobres da cidade, a fim de convencerem os pais a enviarem seus filhos à escola.

De 1780 a 1783, sete Escolas já tinham sido fundadas somente em Gloucester, tendo cada uma 30 alunos em média. Em 3 de novembro de 1783, Robert Raikes, triunfalmente, publicou em seu jornal a transformação ocorrida na vida das crianças.

O historiador John Richard Green afirmou:”As Escolas Dominicais fundadas pelo Sr. Raikes, no final do século XVIII, originaram o estabelecimento da educação pública popular”.

O efeito da Escola Dominical foi tão poderoso, que 12 anos após sua fundação, não havia um só criminoso na sala dos réus para julgamento nos tribunais de Gloucester, quando antes a média era de 50 a 100 em cada julgamento !

Em muito pouco tempo, o movimento se espalhou e várias igrejas ao redor do Mundo organizaram suas Escolas Dominicais. Nas E.B.D. mais antigas, segundo se tem notícia, o ensino limitava-se à leitura de passagens bíblicas estudadas simultaneamente por crianças e adultos. Mais à frente, nasceu o desejo de que houvesse um sistema de lições graduadas: seriam adaptadas ao desenvolvimento da mente infantil e viria estabelecer conveniente e necessária promoção de alunos de grau em grau entre os diferentes departamentos da Escola Dominical.

Em resposta a esse apelo, o Comitê das Lições Internacionais, unanimemente, encaminhou o assunto à Convenção em Louisville, realizada em junho de 1908. Foi criado um Subcomitê, que preparou lições dirigidas aos principiantes, ao departamento primário elementar e ao primário superior. Em anexo, enviaram uma lista dos assuntos que corresponderiam aos anos seguintes desses mesmos departamentos.

Anunciou-se também a preparação do programa geral de lições para todos os departamentos em que a Associação Internacional dividiu a Escola Dominical: Principiantes (4 e 5 anos), Primário Elementar (6 a 8 anos), Primário Superior (9 a 12 anos), Intermediário (13 a 16 anos), Superior (17 a 20 anos) e Adultos (20 anos em diante).

Extraído do site universidade da biblia

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 10 de agosto de 2019

A SUA HISTÓRIA RESIDE NA HISTÓRIA DE DEUS


Deus quer que você conheça a história dele. As histórias sobre as origens em Belém e os milagres da manjedoura. As guerras com os inimigos no deserto e os amigos pescadores na Galileia. Os deslizes de Pedro e a teimosia de Paulo. Tudo parte da história.

Mas todos eles são enredos secundários da mensagem central. “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Este é o título da história: Deus salva o seu povo!

Ele lança a sua rede sobre as cidades e as pessoas, os príncipes e os indigentes, os Pôncios Pilatos do poder e os Pedros, Tiagos e Joãos das aldeias de pescadores.

Deus toma conta de toda a nossa bagunça e nos coloca em ordem.

Esta saga é a história de Deus. E nós somos parte dela.
Nós podemos facilmente deixá-la escapar. A vida fica nos perturbando. O trânsito, os problemas. As consultas médicas e o trabalho de casa. Em uma semana você está tendo um bebê; na seguinte você está tendo que sair da sua casa. “Boa notícia, um bônus!” “Má notícia, uma nevasca”. Agitado. Casual. Parques de diversões e cemitérios no mesmo bloco.

Existe um enredo neste drama?

Como Davi constatou, “Deus reescreveu o texto da minha vida quando abri o livro do meu coração para os seus olhos” (2Samuel 22.25 MSG).

Mas qual é o texto das nossas vidas?

A sua história reside na história de Deus. Esta é a grande promessa da Bíblia e a esperança deste livro. “É em Cristo que descobrimos quem somos e para que estamos vivendo. Bem antes de ouvirmos de Cristo e erguermos as nossas esperanças, ele tinha os seus olhos em nós, tinha projetos para nós para um viver glorioso, parte do propósito global que ele está realizando para tudo e para todos” (Efésios 1.11-12 MSG).

Deus dirige uma grandiosa saga acima e em torno de nós, escrita por suas mãos, orquestrada pela sua vontade, revelada de acordo com o seu calendário. E você é parte dela. A sua vida emerge da mente mais formidável e do coração mais bondoso da história do universo: a mente e o coração de Deus. “Todas as coisas são feitas de acordo com o plano e com a decisão de Deus” (versículo 11 NTLH).

Vamos mergulhar em sua história?

O nosso plano é simples: viaje pelo Novo Testamento à procura da narrativa de Deus. Quem sabe? Na história dele podemos encontrar a nossa.

Autor: Max Lucado

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 30 de abril de 2017

DEUS AINDA ESTA NO CONTROLE

O povo queria que Deus redimisse Israel, mas Ele sabia mais. Ele preferiu que Seu povo fosse temporariamente oprimido a eternamente perdido. Quando foi forçado e escolher entre lutar contra Pilatos ou contra Satanás, Ele escolheu a batalha que nós não podíamos ganhar. Ele disse não para o que nós queríamos e sim para o que nós precisávamos. Ele disse não para um Israel livre e sim para uma humanidade livre.

E mais uma vez, não estamos alegres com o que Ele fez? E não estamos alegres com o que Ele faz? Agora seja honesto. Estamos alegres por Ele dizer não para o que queremos e sim para o que precisamos? Nem sempre. Se pedirmos um novo casamento, e Ele disser para honrarmos o atual, não ficamos felizes. Se pedirmos cura, e Ele disser para aprendermos através da dor, não ficamos felizes. Se pedirmos dinheiro, e Ele disser para darmos valor para o invisível, nem sempre ficamos felizes.

Quando Deus não faz o que queremos, não é fácil. Nunca foi. Nunca será. Mas a fé é a convicção de que Deus sabe mais do que nós sobre esta vida e Ele nos conduzirá através dela.

Lembre-se, o desapontamento é curado por expectativas restauradas.

Eu gosto da história sobre o rapaz que foi à loja de animais de estimação procurando por um periquito que cantasse. Parece que ele era solteiro e sua casa era muito quieta. O dono da loja tinha o pássaro certo para ele, então o homem o comprou.

No dia seguinte o solteiro voltou para uma casa cheia de música. Ele foi à gaiola para alimentar o pássaro e percebeu pela primeira vez que o periquito tinha apenas uma perna.

Ele se sentiu enganado por terem vendido um pássaro que só tinha uma perna, então ele ligou e reclamou.

“O que você quer,” o dono da loja replicou, “um pássaro que pode cantar ou um pássaro que pode dançar?”

Boa pergunta para tempos de desapontamento. O que nós queremos? Foi o que Jesus perguntou aos discípulos. O que vocês querem? Vocês querem liberdade temporária – ou liberdade eterna? Jesus tinha a missão de reestruturar suas expectativas.

Você sabe o que Ele fez? Ele contou a história a eles. Não apenas qualquer história. Ele lhes contou a história de Deus e do plano de Deus para as pessoas. E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras (Lucas 24:27).

Fascinante. A cura de Jesus para o coração partido é a história de Deus. Ele começou com Moisés e terminou com Ele mesmo. Por que ele fez isso? Por que Ele recontou o conto antigo? Por que Ele voltou dois mil anos para a história de Moisés? Acho que sei o motivo. Eu sei por que o que eles ouviram é o que todos nós precisamos ouvir quando estamos desapontados.

Nós precisamos ouvir que Deus ainda está no controle. Nós precisamos ouvir que não está acabado até Ele dizer isso. Nós precisamos ouvir que as tragédias e os contratempos da vida não são motivos para teimarmos.

Corrie Ten Boom costumava dizer, “Quando o trem atravessa um túnel escuro e o mundo fica escuro, você pula para fora? Claro que não. Você senta e confia que o maquinista o atravesse.”

Por que Jesus contou a história? Para sabermos que o maquinista ainda controla o trem.

A maneira de lidar com o desânimo? A cura para o desapontamento? Volte à história. Leia-a de novo e de novo. Lembre-se que você não é a primeira pessoa a chorar. E você não é a primeira pessoa a ser ajudada. Leia a história e lembre-se, a história deles é a sua história!

O desafio é muito grande? Leia a história. É você atravessando o Mar Vermelho com Moisés. Muitas preocupações? Leia a história. É você recebendo comida do céu com os israelitas.

Suas feridas são muito profundas? Leia a história. É você, José, perdoando seus irmãos por traí-lo.Seus inimigos são muito poderosos? Leia a história. É você marchando com Josafá para uma batalha que já está ganha.

Seus desapontamentos são muito pesados? Leia a história dos discípulos a caminho de Emaús. O Salvador que eles pensavam que estivesse morto agora andava ao lado deles. Ele entrou em sua casa e sentou-se à sua mesa. E algo aconteceu em seus corações. Porventura não nos ardia o coração, quando ele pelo caminho nos falava, quando nos expunha as Escrituras? (vs. 32).

Da próxima vez que você estiver desapontado, não entre em pânico. Não abandone a situação. Não desista. Apenas seja paciente. Volte à Palavra e deixe Deus lembrá-lo que Ele ainda está no controle. Leia a história!

Pr. Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 28 de fevereiro de 2016

A HISTÓRIA SOBRE A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

O início da EBD, como a conhecemos hoje, deu-se em 20 de julho de 1780 na cidade de Gloucester. Era uma cidade importante da Inglaterra no período pós Revolução Industrial, notável por sua indústria de tecelagem. Atraía muita gente que, deixando a vida no campo, seguia para as cidades buscando melhores condições de vida.

Entretanto, na cidade de Gloucester, a imensa riqueza de uma minoria contrastava com a grande pobreza e o analfabetismo da maioria da população. O fato de existirem muitas igrejas não impedia o avanço da criminalidade.

Robert Raikes, fundador da Escola Dominical, dedicou-se à carreira de jornalista e editor, trabalhando na Imprensa Raikes, de propriedade da família, a qual ele passou a dirigir após a morte de seu pai.

Raikes preocupava-se muito em melhorar as condições das prisões, visando a regeneração dos criminosos que para ali eram conduzidos. Descobriu que o abandono em que viviam as crianças pobres da localidade e as suas atividades, também aos domingos, eram um estímulo à prática do crime. Que perversos os meninos de Gloucester ! Lutavam uns com os outros, eram mentirosos e ladrões, indescritivelmente sujos e despenteados. Depredavam propriedades e infestavam ruas, tornando-as perigosas com as calamidades deles.

Robert Raikes, um homem de profundas convicções religiosas, fundou então uma escola que funcionava aos domingos porque as crianças e os jovens trabalhavam 6 dias por semana, durante 12 horas. Usava a Bíblia como livro de estudo, cantava com os alunos e ministrava-lhes, também, noções de boas maneiras, de moral e de civismo.

O plano de Raikes exigia um profundo sentimento de caridade cristã. Conseguiu que algumas senhoras crentes o ajudassem, fazendo visitas aos bairros pobres da cidade, a fim de convencerem os pais a enviarem seus filhos à escola.

De 1780 a 1783, sete Escolas já tinham sido fundadas somente em Gloucester, tendo cada uma 30 alunos em média. Em 3 de novembro de 1783, Robert Raikes, triunfalmente, publicou em seu jornal a transformação ocorrida na vida das crianças.

O historiador John Richard Green afirmou:”As Escolas Dominicais fundadas pelo Sr. Raikes, no final do século XVIII, originaram o estabelecimento da educação pública popular”.

O efeito da Escola Dominical foi tão poderoso, que 12 anos após sua fundação, não havia um só criminoso na sala dos réus para julgamento nos tribunais de Gloucester, quando antes a média era de 50 a 100 em cada julgamento !

Em muito pouco tempo, o movimento se espalhou e várias igrejas ao redor do Mundo organizaram suas Escolas Dominicais. Nas E.B.D. mais antigas, segundo se tem notícia, o ensino limitava-se à leitura de passagens bíblicas estudadas simultaneamente por crianças e adultos. Mais à frente, nasceu o desejo de que houvesse um sistema de lições graduadas: seriam adaptadas ao desenvolvimento da mente infantil e viria estabelecer conveniente e necessária promoção de alunos de grau em grau entre os diferentes departamentos da Escola Dominical.

Em resposta a esse apelo, o Comitê das Lições Internacionais, unanimemente, encaminhou o assunto à Convenção em Louisville, realizada em junho de 1908. Foi criado um Subcomitê, que preparou lições dirigidas aos principiantes, ao departamento primário elementar e ao primário superior. Em anexo, enviaram uma lista dos assuntos que corresponderiam aos anos seguintes desses mesmos departamentos.

Anunciou-se também a preparação do programa geral de lições para todos os departamentos em que a Associação Internacional dividiu a Escola Dominical: Principiantes (4 e 5 anos), Primário Elementar (6 a 8 anos), Primário Superior (9 a 12 anos), Intermediário (13 a 16 anos), Superior (17 a 20 anos) e Adultos (20 anos em diante).

Extraído do site universidadedabiblia.com.br

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 20 de dezembro de 2014

A HISTÓRIA DE ESTER

Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha? [Ester 4.14]

O livro de Ester não faz nenhuma menção a Deus, mas está repleto de eventos que podem ser entendidos como coincidências humanas, providências divinas ou ambas. A história se passa no palácio do rei persa Assuero, ou Xerxes (486-465 a.C.).

Mardoqueu foi um judeu cuja prima e pupila Ester foi selecionada pelo rei para ser a nova rainha. Algum tempo atrás, Mardoqueu havia denunciado um plano de assassinato contra o rei, mas não recebeu nenhuma recompensa por isso.

O rival de Mardoqueu era Hamã, grão-vizir do rei. Cônscio de sua importância, ele exigia que todos se curvassem diante dele. Mardoqueu, no entanto, conhecia o primeiro mandamento e recusava-se a se curvar. Enfurecido, Hamã planejou que se vingaria de todos os judeus, em todo o império da Pérsia, e para isso, envolveu o rei em seu plano de extermínio. A hostilidade entre eles era cada vez maior, e parecia impossível a Mardoqueu resgatar seu povo. Foi nesse momento que a providência de Deus entrou em ação.

A rainha Ester, por “coincidência”, era judia e se dispôs a arriscar sua vida ao implorar misericórdia ao rei. Para fazer seu pedido, ela preparou um banquete em que o rei e Hamã eram os únicos convidados. Hamã foi para casa “alegre e contente” (5.9), orgulhoso por receber tal honra, mas sua alegria acabou quando ele viu Mardoqueu à porta do palácio real.

Aconteceu então que o rei, não conseguindo dormir aquela noite, ordenou que trouxessem o livro das crônicas do seu reinado, e que o lessem para ele. Ele ouviu então o registro de que Mardoqueu havia denunciado um plano para assassinar o rei, mas não havia sido recompensado.

Hamã (que planejava sugerir ao rei que mandasse enforcar Mardoqueu) entrou no pátio externo do palácio exatamente naquele momento. O rei mandou chamá-lo e então lhe perguntou: “O que se deve fazer ao homem que o rei tem o prazer de honrar?” (6.6).

Concluindo que o rei estava se referindo a ele, Hamã respondeu que esse homem deveria ser conduzido a cavalo pelas ruas da cidade. O rei ordenou então a Hamã: “Vá depressa apanhar o manto e o cavalo e faça ao judeu Mardoqueu o que você sugeriu” (6.10).

A providência de Deus muitas vezes vem com certa dose de ironia. Os papéis dos dois homens foram invertidos. Hamã foi humilhado, Mardoqueu honrado.

Vindo, pois, o rei com Hamã, para beber com a rainha Ester, Disse outra vez o rei a Ester, no segundo dia, no banquete do vinho: Qual é a tua petição, rainha Ester? E se te dará. E qual é o teu desejo? Até metade do reino, se te dará. Então respondeu a rainha Ester, e disse: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, dê-se-me a minha vida como minha petição, e o meu povo como meu desejo. Porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem, e aniquilarem de vez; se ainda por servos e por servas nos vendessem, calar-me-ia; ainda que o opressor não poderia ter compensado a perda do rei.

Então falou o rei Assuero, e disse à rainha Ester: Quem é esse e onde está esse, cujo coração o instigou a assim fazer?E disse Ester: O homem, o opressor, e o inimigo, é este mau Hamã. Então Hamã se perturbou perante o rei e a rainha.

E o rei no seu furor se levantou do banquete do vinho e passou para o jardim do palácio; e Hamã se pôs em pé, para rogar à rainha Ester pela sua vida; porque viu que já o mal lhe estava determinado pelo rei. Tornando, pois, o rei do jardim do palácio à casa do banquete do vinho, Hamã tinha caído prostrado sobre o leito em que estava Ester. Então disse o rei: Porventura quereria ele também forçar a rainha perante mim nesta casa? Saindo esta palavra da boca do rei, cobriram o rosto de Hamã. Então disse Harbona, um dos camareiros que serviam diante do rei: Eis que também a forca de cinqüenta côvados de altura que Hamã fizera para Mardoqueu, que falara em defesa do rei, está junto à casa de Hamã. Então disse o rei: Enforcai-o nela. Enforcaram, pois, a Hamã na forca, que ele tinha preparado para Mardoqueu. Então o furor do rei se aplacou.(Ester 7)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Barnabé investiu na vida de outros

Muitas vezes queremos ter uma posição de destaque e realizar uma obra que será notada por todos. Por isso nos esquecemos da importância do trabalho de retaguarda. Neste sentido podemos aprender com Barnabé, alguém que soube investir na vida de outras pessoas. Por isso mesmo foi um homem que teve um ministério de grande alcance.

Quem olha superficialmente para a vida de Barnabé diz que ele foi uma pessoa de pouca importância na historiada Igreja. No entanto, um estudo mais atencioso da sua vida mostra que, no plano de Deus teve uma importância fundamental.

Deixando todo preconceito de lado, Barnabé reconheceu a obra de Deus entre os gentios de Antioquia e abriu caminho para que Paulo pudesse realizar tudo que realizou. Ele investiu na vida de Paulo, ensinando-lhe também a investir na vida de outros. Foi ele que, vendo em Marcos um futuro líder, deu-lhe treinamento para que mais tarde Marcos tivesse capacidade de escrever o primeiro dos quatro evangelhos.

Foi também Barnabé que, inicialmente sozinho, depois com Paulo, levou em grande escala o Evangelho aos gentios, fundando igrejas que viriam a ter importância fundamental em toda a história do cristianismo. Barnabé era um homem que sabia ouvir e obedecer a voz de Deus. É com pessoas assim que Deus trabalha e realiza a Sua obra no mundo. "Um ministério de investimentos na vida de outros". Talvez esta seja a melhor definição da vida de Barnabé.

Era um homem comum, um homem do povo. Não era grande pregador e não realizou feitos fenomenais. Mas foi de importância fundamental para o estabelecimento e desenvolvimento do cristianismo porque ele aprendeu a investir na vida de outros.

Clemente de Alexandria presta-nos a informação de que Barnabé era um dos setenta discípulos. O seu nome original era José. Recebeu depois o nome de Barnabé, que significa "Consolador". Foi uma mudança muito significativa pois durante o seu ministério ele sempre demonstrou ser um consolador, conselheiro e ajudador.

Na língua grega, o termo é "parácleto" a mesma palavra usada para o Espírito Santo. Indica alguém chamado para o lado de outrem, a fim de ajudá-lo.

Barnabé: seu papel na história do cristianismo
De fato, sempre encontramos Barnabé agindo com muita consideração para com as pessoas. Desde o início, Barnabé foi um homem de muita importância na vida da comunidade. Em Atos 4.37, vemos Barnabé vendendo sua propriedade espontaneamente e colocar o dinheiro à disposição da Igreja. Logo ele seria imitado por outros membros da Igreja.

Em Atos 9.27, Barnabé, demonstrando sua confiança em Paulo, leva-o até aos apóstolos e o apresenta como um homem de sua inteira confiança.

Quando chega a Jerusalém a notícia de que gentios estavam se convertendo em grande número em Antioquia, resolveram mandar Barnabé, pois, além de ter muita maturidade, tinha a plena confiança dos apóstolos e da Igreja. Ele tinha capacidade para avaliar o que estava acontecendo e dar prosseguimento à obra (At 11.22).

O trabalho de Barnabé em Antioquia foi aprovado por Deus, e a igreja se desenvolveu grandemente.
Barnabé, sabendo que necessitava de ajuda, partiu em busca de Paulo (At 11.25). Juntamente com Paulo levou a Igreja de Antioquia a iniciar o movimento missionário aos gentios. Desta forma, o Espírito Santo pode chamar Barnabé e Paulo para o trabalho de estabelecimento de novas igrejas (At 13.1,2).

Barnabé, ao contrário de Paulo, não era um homem de se impor como líder proeminente.
Embora Barnabé tivesse praticamente introduzido Paulo no ministério, humildemente ele ocupa uma posição de retaguarda, deixando Paulo assumir a liderança. Durante um bom tempo Barnabé acompanhou Paulo em viagens missionárias, estabelecendo e confirmando as igrejas (At 13.7; 43, 46, 50;14.1,12, 14, 20; 15.2 12, 22, 25, 35). Até que em Atos 15.36-41, Barnabé se separa de Paulo, devido ao fato de que Paulo não queria levar João Marcos na viagem.

Para Paulo, Marcos já havia falhado uma vez e não deveria ter outra chance. Mas Barnabé via em Marcos um grande potencial e sabia que, se ele fosse abandonado ali, ele iria ficar desanimado e não mais continuaria no ministério. Assim, Barnabé preferiu se desligar de Paulo, que já tinha maturidade suficiente e ficar com Marcos. Mais uma vez, Barnabé tomou a decisão certa, pois Marcos, depois de ter sido treinado, foi de grande utilidade para a Igreja, e até mesmo para o próprio Paulo (Cl 4.10).

A partir desta separação, Barnabé sai de cena, no livro de Atos, mas não da vida da Igreja. Ele continuou com outra equipe fundando e confirmando igrejas, e fazendo de homens que poucos davam valor, grandes homens de Deus. Acredita-se que Barnabé foi martirizado na ilha de Chipre em Salamina.

A importância de Barnabé no estabelecimento da Igreja primitiva
Muitas vezes damos muita importância aquelas pessoas que realizam grandes obras, colocando no ostracismo as pessoas que não aparecem como grandes líderes

Pior do que isso é desprezar este tipo de trabalho em nossos próprios missionários. Estejamos atendendo às pessoas que Deus coloca em nossas vidas. Aprendamos, com Barnabé, a investir em outras pessoas, pois é bem possível que um Paulo surja como resultado de nosso ministério. Essa é também uma maneira de termos igrejas com homens maduros em sua liderança.

Élcio Augusto Lodos

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 4 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher


08 de março, é uma ocasião celebrada por grupos de mulheres em todo o mundo. Esta data também é comemorada pela ONU – Organização das Nações Unidas, e em muitos países, ela é observada como feriado nacional. É quando mulheres em todos os continentes, freqüentemente separadas por limites, etnias, línguas, culturas, economia e diferenças políticas, juntam-se para celebrar seu Dia, quando podem olhar para trás, e lembrar uma tradição que representa no mínimo nove décadas de lutas por igualdade, justiça, paz e desenvolvimento da mulher.

O Dia Internacional da Mulher é a história de mulheres comuns que fazem História; ela está enraizada suas lutas em séculos passados para participar na sociedade em pé de igualdade com os homens.


Na Grécia antiga elas os forçaram a acabar com a guerra; durante a Revolução Francesa, as mulheres parisienses clamando por liberdade, igualdade e fraternidade, marcharam sobre Versailles reivindicando o direito de votar.

A idéia de um Dia Internacional da Mulher primeiro surgiu no início do século XX, quando o mundo industrializado passava por um período de expansão, turbulência, explosão do crescimento populacional e ideologias radicais.

A seguir há uma breve cronologia dos eventos mais importantes:

1909- De acordo com a declaração do Partido Socialista da América, o primeiro Dia Internacional da mulher foi observado por todos os Estados Unidos em 28 de fevereiro. As mulheres continuaram a celebrá-lo no último domingo daquele mês até 1913.

1910 - A Internacional Socialista, reunindo-se em Copenhagem, estabeleceu que o Dia da Mulher em caráter internacional, para honrar o movimento pelos direitos das mulheres e para ajudar na conquista do voto universal para as mulheres. A proposta foi aclamada por unanimidade pela conferência por mais de 100 mulheres de 17 países, entre as quais estavam as primeiras três mulheres eleitas para o Parlamento Finlandês. Não foi estabelecida uma data de observância.


1911 - Como um resultado da decisão tomada em Copenhagem no ano anterior, O Dia Internacional da Mulher foi estabelecido pela primeira vez para 19 de março na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, onde mais de um milhão de mulheres compareceram nas manifestações. Além do direito de votar e ocupar cargos públicos elas exigiam o direito de trabalhar, de treinamento vocacional, e um fim na discriminação no emprego.

Menos de uma semana mais tarde, em 25 de março o trágico incêndio no Triângulo, ceifou as vidas de mais de 140 jovens operárias, na cidade de Nova York, a maioria delas de imigrantes judias e italianas. Este acontecimento teve um impacto significativo na legislação trabalhista dos Estados Unidos, e as condições de trabalho que culminaram com o desastre foram invocadas durante as comemorações subseqüentes do Dia Internacional da Mulher.

1913-1914 - Como parte dos preparativos do movimento de paz na véspera da Primeira Guerra Mundial, as mulheres Russas observaram seu primeiro Dia Internacional da Mulher no último domingo de fevereiro de 1913. Em outros lugares na Europa por volta de 8 de março do ano seguinte, mulheres fizeram manifestações tanto para protestar contra a guerra quanto para expressar solidariedade com suas irmãs.


1917- Com dois milhões de soldados russos mortos na guerra, as mulheres russas escolheram novamente o último domingo de fevereiro para fazer uma greve pela paz e pelo pão. Líderes políticos se opuseram quanto ao tempo da greve, mas as mulheres seguiram em frente de qualquer maneira. O resto faz parte da história: Quatro dias mais tarde o Czar foi forçado a abdicar-se e um governo provisório outorgou às mulheres o direito de votar. Aquele domingo histórico caiu em 23 de fevereiro do Calendário Juliano, então em uso na Rússia, mas em 8 de março pelo Calendário Gregoriano em uso nos demais lugares.

Desde aqueles primeiros anos, O Dia Internacional da Mulher tem assumido uma nova dimensão global para as mulheres em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.


O crescimento internacional do movimento feminino, que tem sido fortalecido pelas quatro conferencias femininas mundiais das Nações Unidas, tem ajudado a fazer da comemoração um “point” para esforços coordenados pela reivindicação dos direitos femininos e participação nos processos econômicos e políticos.

De modo crescente, o Dia Internacional da Mulher é um tempo para refletir nos progressos conquistados, para exigir mudanças e para celebrar atos de coragem e determinação de mulheres comuns que têm exercido um extraordinário papel na história dos direitos das mulheres.

Publicado pelas Nações Unidas Department of Public Information--DPI/1878--January 1997

Transcrito por Litrazini

Graça e Paz







segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A tragédia não é o fim

A Bíblia conta em 2 Samuel 9 a história de Mefibosete. Sua vida foi cheia de tragédias. Quando ele tinha cinco anos, mataram seu avô; no mesmo dia, mataram seu pai. Como se não bastasse, a babá, querendo protegê-lo, o pegou nos braços e saiu correndo para escondê-lo. Ao fazer isto, ela tropeçou e deixou o menino cair no chão. Ele quebrou as duas pernas e nunca mais andou.

Mefibosete foi então escondido. Quem o escondeu pensava estar protegendo-o do novo rei, Davi. Pois pensava que Davi queria matá-lo por ser Mefibosete o herdeiro do trono. Mefibosete, que nascera para ser um príncipe, morar no palácio, e desfrutar de uma vida formidável, vivia escondido numa casa emprestada, que não era sua, solitário e sem comunicação.

No entanto, Davi, o rei, fizera uma aliança com o pai de Mefibosete, Jônatas, e prometera cuidar e proteger todos os seus descendentes. Mefibosete, por pensar que Davi o procurava para o mal, mais se escondia.

Quando Davi o descobriu, mandou um dos seus servos buscá-lo. Ziba foi ao encontro de Mefibosete e o carregou nos braços de volta ao palácio.

Davi restaurou a vida de Mefibosete e lhe devolveu tudo o que ele tinha direito. Mefibosete passou a viver lado a lado com o rei.

Todas as nossas tragédias fazem com que nos escondamos também. Pensamos que o Supremo Rei nos abandonou e ficamos com medo ou raiva, não entendendo porque este Rei amoroso permite que coisas horrendas nos aconteçam.

O grande Rei fez uma aliança com seu filho Jesus. Ele também prometeu cuidar de você. Ele enviou o Espírito Santo para nos achar, buscar e trazer para o seu palácio. Em sua presença todas as nossas dores são curadas, nossos sonhos são realizados, nossas amarguras dissipadas, e nossas lágrimas enxugadas.

Não posso explicar porque tragédias acontecem com gente boa. Alguns dizem que é o destino, não creio; outros dizem que é castigo, mas que mal fez Jesus para morrer na cruz? Ainda outros dizem que estamos sendo purificados.

A verdade é que muitos de nossos sofrimentos não têm explicação plausível.

O que posso afirmar com segurança é que o Rei está a sua procura.

Ele quer abraçar-lhe, cuidar de você, realizar seus sonhos, e mudar sua história.

Nenhuma tragédia é final. Tudo pode ser mudado.

Quando cremos nisto, quando mantemos a esperança viva, quando não desistimos da vida, quando aceitamos o amor de Deus, temos as forças renovadas.

Como ministrar a outros se nos sentimos feridos?

Do mesmo modo que Jesus salvou o mundo através de suas chagas. Pois se o grão de trigo não morrer fica ele só, mas ao morrer o grão de trigo produz muitos grãos.

Assim podemos consolar os outros com as mesmas consolações com que fomos consolados. O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Creia, a partir de você uma história de paz, amor, vida, e esperança começa a ser escrita.

A tragédia não é o fim.

Dr. Silmar Coelho

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.