Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador missionário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador missionário. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de junho de 2023

O DESAFIO MISSIONÁRIO É PARA TODOS

A primeira certeza que devemos alimentar em nossos corações é a de que todos nós somos desafiados a testemunhar o evangelho de Cristo.

Alegar que não possuímos dom de evangelista ou dom de apostolado não é justificativa para omitirmo-nos de nossa tarefa.

Contudo, é verdade que nem todos dedicar-se-ão ao trabalho missionário ou evangelístico em período integral.

A maioria nem mesmo experimentará o que é testemunhar para números elevados de pessoas.

Há lugar e desafio para todos.                          

A força missionária da igreja é o poder do Espírito!

Por um lado, nos sentimos desafiados, vocacionados e comissionados para esta grande empreitada, por outro nos sentimos absolutamente incapazes para tanto.

E Deus sabe disso.

Por esta razão o próprio Jesus preparou seus discípulos dizendo: 

“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra” (At 1:8).

O Deus que chama e envia é também o Deus que capacita!

Por isso aceitamos o desafio e não tememos.  

O centro da mensagem missionária é o Senhorio de Cristo!

Diferentemente do que temos visto e ouvido em nossos dias, a ênfase de nossa mensagem não é o ser humano e suas necessidades, mas Cristo e sua vitória definitiva sobre todos os seus inimigos.

Ele é o Senhor. Toda a autoridade lhe foi dada.

Homens e mulheres, independentemente de suas necessidades físicas ou emocionais são chamados ao arrependimento e à sujeição diante de Jesus.

“Se com a tua boca confessares que Jesus Cristo é o Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo” (Rm 10:9).

Nossas vidas foram compradas por preço e não temos o direito de vive-las por nós mesmos.

Marcelo Gomes

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 10 de junho de 2022

PAULO, O MISSIONÁRIO

Jesus não apenas escolheu Paulo para a salvação, mas também o chamou para a obra missionária.

Designou-o para pregar aos gentios, aos judeus e aos reis.

Paulo tornou-se o maior bandeirante do cristianismo.

Atravessou mares, cruzou desertos, enfrentou açoites e prisões para plantar igrejas na Europa e na Ásia.

Tornou-se o maior evangelista, o maior plantador de igrejas, o maior teólogo e o maior expositor das verdades cristãs.

Ele escreveu cartas inspiradas que se tornaram luzeiros para o mundo.

Pastoreou igrejas e desbravou campos inalcançados, abrindo novas fronteiras para a implantação do Reino de Deus na terra.

Nessa saga bendita, foi preso em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, preso em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto.

Paulo enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, acusado em Cesaréia, picado por uma víbora em Malta e finalmente, foi degolado em Roma.

Como um mártir tombou na terra, mas como um príncipe de Deus foi recebido no céu.

Ainda hoje, nenhum rei, nenhum filósofo, nenhum pensador jamais teve a mesma projeção na terra.

Sua vida ainda inspira milhões de pessoas, e, mesmo morto, ainda fala e fala com poderosa eloquência aos ouvidos da História!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

O PODER DA ORAÇÃO

Um missionário contou esta história com muita emoção, quando de passagem por sua igreja, no estado de Michigan, EUA:

"Enquanto eu servia em um pequeno hospital, na África, a cada duas semanas eu ia, de bicicleta, por dentre a selva, até uma cidade próxima, para comprar provisões. Esta era uma jornada de dois dias e era necessário acampar à noite, na metade do caminho.

Em uma dessas jornadas, cheguei a cidade, onde planejava sacar meu dinheiro no banco, comprar medicamentos e provisões, e depois iniciar meus dois dias de jornada de regresso ao hospital.

Quando cheguei à cidade, observei dois homens brigando e um deles havia sido seriamente ferido. Tratei dos seus ferimentos e ao mesmo tempo lhe falei do Senhor Jesus Cristo.

Viajei por dois dias, acampando à noite, e cheguei em casa sem nenhum incidente.

Duas semanas depois, repeti minha jornada. Quando cheguei a cidade, fui abordado por aquele jovem homem, cujas feridas eu havia tratado. Ele me disse que sabia que eu levava dinheiro e provisões.

Prosseguiu dizendo-me: 'Alguns amigos e eu te seguimos até a selva, sabendo que tu ias acampar à noite. Nós planejamos matar-te e tomar teu dinheiro e medicamentos. Todavia, justamente quando íamos atacar teu acampamento, vimos que estavas protegido por 26 guardas armados'.

Então comecei a rir e lhe disse que com certeza eu estava sozinho no acampamento, no meio da selva. O jovem homem apontou em minha direção e me falou: 'Não, senhor, não estavas só, pois vi os guardas. Meus cinco amigos também os viram e nós os contamos. Por conta desses guardas, nos assustamos e te deixamos tranqüilo'.

Quando da sua volta o missionário contou isso no sermão, um dos homens da igreja se pôs em pé, interrompeu a mensagem e lhe perguntou se ele poderia dizer exatamente em que dia isso se sucedeu. O missionário contou à congregação o dia e então o homem que lhe interrompeu contou esta história:

'Na noite do teu incidente na África aqui era manhã e eu estava me preparando para ir jogar golfe. Estava a ponto de sair de casa quando senti a urgência de orar por ti. De fato, a urgência do Senhor era tão forte que chamei vários homens da igreja para nos encontrar aqui, no santuário, para orar por ti. Então todos os homens que se reuniram naquele dia se puseram de pé. O missionário: Poderiam os homens que se reuniram comigo aqui naquele dia, porem-se de pé?'

Ficou surpreso quando aquele homem começou a conta-los. Eram 26.

Esta história é um exemplo incrível de como o Espírito do Senhor se move de maneira misteriosa.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

DISCIPULADO

Uma chamada radical - Mc 1.16-20; Mt 10
Desde a cena à margem do mar da Galiléia até à cena da chamada e envio dos discípulos, os Evangelhos não escondem que entre a multidão de seguidores havia os comprometidos com um compromisso radical. Um texto que ilustra isso é o do jovem rico. Afinal ninguém pode servir a dois senhores (Lc 18.18-23; Mt 6.24).

Os discípulos traziam nítido tom popular; eram os mais destacados dentro do movimento de Jesus. Segundo Theissen[1], Jesus não fundou comunidades locais, mas deu origem a um movimento de carismáticos itinerantes. O movimento de Jesus é, antes de tudo, uma desestabilização da religião institucionalizada na sinagoga e no templo.

Os discípulos primitivos tornaram-se apóstolos que, itinerantes, andavam de lugar em lugar, sempre em busca de simpatizantes ou prosélitos à sua pregação. Num primeiro momento, dentro do Judaísmo; depois, fora dele. 

É curioso notar que, no relato introdutório de Atos, a igreja primitiva de Jerusalém foi dirigida por doze apóstolos (cf. At 1.12ss). Lucas projeta no passado seu ideal presente de uma igreja dirigida por um colegiado. Fato que é visto contrariamente nas alusões de Paulo à igreja de Jerusalém, pois, em sua visita, três anos depois, ele não encontrou senão a Pedro (cf. Gl 1.18).

Onde estavam os demais? A resposta é que estavam pregando e curando, à luz do que Jesus havia feito e recomendado que eles fizessem (cf. Mc 3.13ss ou Lc 10.1-11).

Numa segunda viagem, Paulo encontra as três colunas (cf. Gl 2.9). O grupo dos doze ou dos 120 dispersou-se logo no início do Cristianismo, tornando-se uma comunidade de itinerantes. O próprio ministério de Paulo revestiu-se dessa característica. Essa característica de Jesus e de seus discípulos tem um contorno sociológico. 

Os discípulos, com nítidas características carismáticas, são os moldadores das tradições mais antigas, e constituem o pano de fundo social de uma parte significativa da tradição sinótica. Seus esforços pela recuperação das palavras (logias) de Jesus, através de citações em suas pregações missionárias, representam a melhor fonte do que hoje se convencionou chamar de Evangelho anterior aos evangelhos.

Podemos dizer que certas ordens de Jesus como Rabi, a esses discípulos, são por eles perpetuadas em seus comportamentos e formas de convívio social, pois foram eles que praticaram e transmitiram tais palavras. Foram eles que deram as bases missionárias e que fundaram igrejas como Samaria, Cesaréia, Antioquia e Damasco.

O mais interessante nesse movimento missionário dos discípulos são as normas éticas, porque fazem referências diretas ao comportamento dos seguidores de Jesus, mesmo em estilo missionário. Nesta ética, encontra-se o fundamento sociológico, com sérias implicações político-econômicas, pois envolvem renúncia a lugar estável (cf. Mt 8.20), à família (cf. Mt 10.37-39), à prosperidade (cf. Mt 4.22; 19.37), e ao sustento (cf. Mt 6.25-33; 10.8-10). Leia Mateus 10.
 
Paulo Lockmann

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 9 de julho de 2014

ADVERTÊNCIAS INCÔMODAS

Eis que tu és para eles como uma canção de amores, de quem tem voz suave, e que bem tange; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra.

Vede que não rejeiteis ao que fala; porque, se não escaparam aqueles que rejeitaram o que na terra os advertia, muito menos nós, se nos desviarmos daquele que é dos cues (Ezequiel 33:32; Hebreus 12:25)

Um missionário conta o que aconteceu certa noite quando em uma aldeia no meio da selva do Congo. Naquela noite ele ficou acordado muito tempo por causa dos fortes latidos dos cães. Tentou fazer os incômodos cachorros se calarem, mas foi em vão.

Pela manhã, quando perguntou o motivo dos latidos, soube que uns leões tentaram entrar na aldeia. Ao redor da cabana dele havia pegadas deles.

Algum tempo depois, ao contar esse incidente, o missionário acrescentou:
- Os cachorros fizeram o que podiam para nos advertir do perigo, e eu, como insensato, tratei de calá-los. Da mesma forma, aqueles que nos reprovam por falarmos sobre o inferno talvez algum dia nos agradeçam pela nossa inconveniência.

A Bíblia não é, em primeiro lugar, uma mensagem de ameaças, mas a boa notícia da paz e da vida que Deus oferece àqueles que se aproximam dEle com fé, reconhecendo suas faltas. Porém, se recusarmos esta oferta gratuita, conheceremos a infelicidade e a desgraça aqui e na eternidade. O importante é crer no que Deus afirma em Sua Palavra, e se render a Jesus Cristo.

Cachorros latindo no meio da madrugada é algo extremamente desagradável. Mas foi isso que livrou aquele missionário e os habitantes da aldeia de serem atacados pelos leões silenciosos. A verdade de Deus para nós é incômoda também. Porém, é ela que nos livra de perigos que nem imaginamos!

O que você prefere: o silêncio que traz a morte ou o incômodo que conduz à vida divina?

Extraído devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Barnabé investiu na vida de outros

Muitas vezes queremos ter uma posição de destaque e realizar uma obra que será notada por todos. Por isso nos esquecemos da importância do trabalho de retaguarda. Neste sentido podemos aprender com Barnabé, alguém que soube investir na vida de outras pessoas. Por isso mesmo foi um homem que teve um ministério de grande alcance.

Quem olha superficialmente para a vida de Barnabé diz que ele foi uma pessoa de pouca importância na historiada Igreja. No entanto, um estudo mais atencioso da sua vida mostra que, no plano de Deus teve uma importância fundamental.

Deixando todo preconceito de lado, Barnabé reconheceu a obra de Deus entre os gentios de Antioquia e abriu caminho para que Paulo pudesse realizar tudo que realizou. Ele investiu na vida de Paulo, ensinando-lhe também a investir na vida de outros. Foi ele que, vendo em Marcos um futuro líder, deu-lhe treinamento para que mais tarde Marcos tivesse capacidade de escrever o primeiro dos quatro evangelhos.

Foi também Barnabé que, inicialmente sozinho, depois com Paulo, levou em grande escala o Evangelho aos gentios, fundando igrejas que viriam a ter importância fundamental em toda a história do cristianismo. Barnabé era um homem que sabia ouvir e obedecer a voz de Deus. É com pessoas assim que Deus trabalha e realiza a Sua obra no mundo. "Um ministério de investimentos na vida de outros". Talvez esta seja a melhor definição da vida de Barnabé.

Era um homem comum, um homem do povo. Não era grande pregador e não realizou feitos fenomenais. Mas foi de importância fundamental para o estabelecimento e desenvolvimento do cristianismo porque ele aprendeu a investir na vida de outros.

Clemente de Alexandria presta-nos a informação de que Barnabé era um dos setenta discípulos. O seu nome original era José. Recebeu depois o nome de Barnabé, que significa "Consolador". Foi uma mudança muito significativa pois durante o seu ministério ele sempre demonstrou ser um consolador, conselheiro e ajudador.

Na língua grega, o termo é "parácleto" a mesma palavra usada para o Espírito Santo. Indica alguém chamado para o lado de outrem, a fim de ajudá-lo.

Barnabé: seu papel na história do cristianismo
De fato, sempre encontramos Barnabé agindo com muita consideração para com as pessoas. Desde o início, Barnabé foi um homem de muita importância na vida da comunidade. Em Atos 4.37, vemos Barnabé vendendo sua propriedade espontaneamente e colocar o dinheiro à disposição da Igreja. Logo ele seria imitado por outros membros da Igreja.

Em Atos 9.27, Barnabé, demonstrando sua confiança em Paulo, leva-o até aos apóstolos e o apresenta como um homem de sua inteira confiança.

Quando chega a Jerusalém a notícia de que gentios estavam se convertendo em grande número em Antioquia, resolveram mandar Barnabé, pois, além de ter muita maturidade, tinha a plena confiança dos apóstolos e da Igreja. Ele tinha capacidade para avaliar o que estava acontecendo e dar prosseguimento à obra (At 11.22).

O trabalho de Barnabé em Antioquia foi aprovado por Deus, e a igreja se desenvolveu grandemente.
Barnabé, sabendo que necessitava de ajuda, partiu em busca de Paulo (At 11.25). Juntamente com Paulo levou a Igreja de Antioquia a iniciar o movimento missionário aos gentios. Desta forma, o Espírito Santo pode chamar Barnabé e Paulo para o trabalho de estabelecimento de novas igrejas (At 13.1,2).

Barnabé, ao contrário de Paulo, não era um homem de se impor como líder proeminente.
Embora Barnabé tivesse praticamente introduzido Paulo no ministério, humildemente ele ocupa uma posição de retaguarda, deixando Paulo assumir a liderança. Durante um bom tempo Barnabé acompanhou Paulo em viagens missionárias, estabelecendo e confirmando as igrejas (At 13.7; 43, 46, 50;14.1,12, 14, 20; 15.2 12, 22, 25, 35). Até que em Atos 15.36-41, Barnabé se separa de Paulo, devido ao fato de que Paulo não queria levar João Marcos na viagem.

Para Paulo, Marcos já havia falhado uma vez e não deveria ter outra chance. Mas Barnabé via em Marcos um grande potencial e sabia que, se ele fosse abandonado ali, ele iria ficar desanimado e não mais continuaria no ministério. Assim, Barnabé preferiu se desligar de Paulo, que já tinha maturidade suficiente e ficar com Marcos. Mais uma vez, Barnabé tomou a decisão certa, pois Marcos, depois de ter sido treinado, foi de grande utilidade para a Igreja, e até mesmo para o próprio Paulo (Cl 4.10).

A partir desta separação, Barnabé sai de cena, no livro de Atos, mas não da vida da Igreja. Ele continuou com outra equipe fundando e confirmando igrejas, e fazendo de homens que poucos davam valor, grandes homens de Deus. Acredita-se que Barnabé foi martirizado na ilha de Chipre em Salamina.

A importância de Barnabé no estabelecimento da Igreja primitiva
Muitas vezes damos muita importância aquelas pessoas que realizam grandes obras, colocando no ostracismo as pessoas que não aparecem como grandes líderes

Pior do que isso é desprezar este tipo de trabalho em nossos próprios missionários. Estejamos atendendo às pessoas que Deus coloca em nossas vidas. Aprendamos, com Barnabé, a investir em outras pessoas, pois é bem possível que um Paulo surja como resultado de nosso ministério. Essa é também uma maneira de termos igrejas com homens maduros em sua liderança.

Élcio Augusto Lodos

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O compromisso com o evangelho da graça

O apóstolo Paulo foi levantado por Deus para ser o maior teólogo, o maior missionário e o maior plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele foi um desbravador do evangelho, um bandeirante do cristianismo, um embaixador de Cristo, um arauto do Rei dos reis. Plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor.

Por sua influência, igrejas se espalharam em todo o mundo Oriental e Ocidental. Sua conversão foi um grande milagre, sua vida foi uma grande cruzada em favor da evangelização e sua morte foi uma profunda demonstração de coragem.

Quando Paulo despediu-se dos presbíteros de Éfeso, fez um dos mais belos discursos de sua carreira. Com palavras eloquentes, desafiou os líderes daquela igreja a assumirem um compromisso solene com Deus, com a Palavra e com a igreja.

Para encorajá-los, deu seu próprio testemunho, como segue: "Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus" (At 20.24). No texto em apreço, três verdades são destacadas:

Em primeiro lugar, o ministério não é conquistado por mérito, mas recebido por graça. 

"… O ministério que recebi do Senhor Jesus…". Paulo foi um homem vocacionado. Foi chamado por Cristo para desempenhar o ministério. Ele não se auto-intitulou apóstolo. Ele não se colocou-se num pedestal de liderança nem acendeu os holofotes sobre si mesmo. Sua vocação foi celestial. Ele ouviu a voz divina e a obedeceu.

O líder cristão é também um homem vocacionado. É o Espírito Santo quem constitui líderes na igreja. Embora o episcopado pode ser desejado pelo homem, o chamado é divino. Embora a igreja escolha seus líderes, é Jesus quem chama a si os que ele mesmo quer para apascentar suas ovelhas e anunciar as boas novas de salvação.

Em segundo lugar, o ministério não é plataforma de privilégios, mas uma arena de renúncia.

"Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo…". A liderança cristã exige renúncia. Ser um líder cristão é abraçar uma sacrossanta carreira, uma excelente obra. Mas, não uma obra de engrandecimento pessoal. Ser grande é ser pequeno. Ser líder é ser servo. Ser o maior é ser servo de todos.

Paulo enfrentou toda sorte de provações no exercício do seu ministério. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto.

Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, foi acusado em Cesaréia, foi picado por uma cobra em Malta e foi preso em Roma. Suportou cadeias e açoites. Foi fustigado com varas e apedrejado. Mesmo em face da morte, não considerou sua vida preciosa para si mesmo. A abnegação e não a megalomania foi o apanágio de sua vida.

Em terceiro lugar, o ministério é regido por um ideal mais alto do que a própria vida.

"… para testemunhar o evangelho da graça de Deus". Quando o ideal é maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal. Testemunhar o evangelho da graça era o grande vetor da vida de Paulo. Ele respirava o evangelho. Vivia pelo evangelho. Estava pronto a se sacrificar e a morrer pelo evangelho. Nenhuma outra motivação governava sua vida. Não buscava grandeza para si mesmo. Não cobiçava ouro nem prata. Não buscava para si riquezas nem fama.

Mesmo sofrendo ameaças e passando parte de sua vida encarcerado, jamais perdeu o entusiasmo de viver nem o senso de urgência de proclamar o evangelho. Considerava-se prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mesmo diante das mais terríveis adversidades, Paulo tinha o coração ardente, os pés velozes e os lábios abertos para proclamar Cristo, a essência do evangelho.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 9 de julho de 2011

Faça sua parte, enquanto é tempo... - Andressa Barragana

Irmãos amados, não poderia deixar de compartilhar com vocês o lindo vídeo que já correu a internet a alguns anos, mas que fazemos questão de deixar registrado aqui no nosso Blog Reflexões Evangélicas.

Que o Senhor Jesus fale ao seu coração por meio dele. E vamos fazer a nossa parte, enquanto é tempo:


http://youtu.be/1_T8wj3hhVQ

Comentem e divulguem este lindo testemunho. Este vídeo é a nossa mensagem deste dia.

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto

sábado, 25 de junho de 2011

O filho da paz

“Porque também nós éramos noutro tempoinsensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências edeleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros”(Tito3.3)

Até 1962, em Irian Jaya,Indonésia, o povo sawi vivia em completo isolamento do mundo. Os sawis eramcanibais e seu mais alto valor como povo era a traição e o engano. Podiamaparentar amizade com as tribos vizinhas durante meses, fazendo se sentiremseguros para então cair cruel e repentinamente sobre eles. Chamavam isso de“cevar com amizade para a matança”.

Em 1962, o casalRichardson, missionários norte-americanos, foi viver com essa tribo. O casalaprendeu o idioma sawi e logo pôde lhes contar as primeiras histórias bíblicas.Mas os relatos acerca da vida e obra do Senhor Jesus não pareciam interessar ossawis.

No entanto, certa vez DonRichardson viu que eles estavam gostando de sua narrativa. Isso aconteceuquando lhes contava como Judas traiu o Senhor Jesus. Os sawis escutaram commuita atenção que Judas havia estado por mais de três anos com o Senhor Jesus,fazia as refeições com Ele, andava com Ele… e, contudo, O traiu.

Neste ponto, o missionáriopercebeu uma admiração especial entre os indígenas… e compreendeu que Judas erao herói, o homem que correspondia exatamente ao mais alto ideal da tribo.


Desesperado, ele seesforçou para lhes mostrar a maldade de tal ação; mas naquela noite nãoconseguiu apagar o brilho dos olhos dos sawis.

“Mas quando apareceu a benignidade eamor de Deus, nosso Salvador, para com os homens… segundo a sua misericórdia,nos salvou” (Tito 3.4,5)

Portanto, Judas, o traidordo Senhor Jesus, correspondia ao ideal dos sawis. Don Richardson orou pedindo aDeus a chave para entrar no coração daquela gente para que lhes fizesseentender a grande diferença que existe entre inimizade e traição e a santidadee o amor de Deus.

Mas as dificuldadesaumentaram.

Houve guerra com outraaldeia.

Então o missionáriopresenciou como eles faziam as pazes: um pai do clã inimigo tomou um de seusfilhos e o entregou a um homem da aldeia adversária, que o adotou. Dali em diante,a criança tinha o direito de representar o outro grupo na aldeia dos sawis.

Os demais habitantesimpuseram as mãos sobre o “filho da paz” que havia sido entregue e firmaram umaaliança que, de acordo com a ética sawi, não podia ser violada mediantetraição.
Ali estava a chave para abrir o coração dossawis.

Deus enviou o SenhorJesus, Seu amado Filho, para ser a ponte do intransponível abismo entre oshomens e Deus, a fim de oferecer a paz aos Seus inimigos.

Porém a humanidaderejeitou e matou o Filho de Deus.

Segundo a concepção humana(e também a dos sawis), qualquer possibilidade de paz havia sido anulada.

Mas o amor de Deustriunfou sobre o ódio humano.

Exatamente em virtude damorte do Senhor Jesus na cruz, Deus oferece perdão e salvação aos inimigos.

Dessa maneira, muitossawis compreenderam a mensagem de Jesus Cristo e abriram seu coração aoEvangelho.

Extraído Devocional Boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.