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sexta-feira, 30 de agosto de 2024

SILÊNCIO FORMANDO CARÁTER

Mesmo estando certo é melhor calar. 

Se quer seguir o exemplo de Jesus, nada responda. 

Ele calou diante dos seus acusadores. 

É a dor que faz um homem.

Aquele que gemeu e morreu mudo nos revelou que a coragem raras vezes grita.

O amor não revidou. 

Na Cruz Ele não lançou nenhuma maldição sequer contra os seus acusadores.

Mostrou caráter e ao sangrar no madeiro fez-se nobre e foi honrado muito mais do que em sua vida.

Caráter não se revela em gritos, agressão, impropérios, vingança.

Caráter prefere sofrer dano à causa-lo. 

Dispõe-se a lutar pelo que crê ainda sofrendo. 

"Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, Ele não abriu a boca" (Is 53:7).

Pr Silmar Coelho

Transcrito por Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O ROMPER DA ALVORADA

De manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperança. (Sl 5.3.)

Se há uma hora mais solene que as outras, só pode ser o romper da alvorada.

Por causa do silêncio: não há som de espécie alguma, não há barulho, não há gritaria, não há cantoria.

Por causa da tranquilidade: não há movimento de espécie alguma, não há gente, não há trânsito, não há correria.

Por causa da beleza: o sol, que se pôs doze horas antes no poente, volta a aparecer no lado oposto, trazendo luz e calor.

É nesse período de tempo que o salmista ora algumas vezes:

“De manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperanças” (Sl 5.3).

“De manhã louvarei a tua fidelidade, pois tu és o meu alto refúgio, abrigo seguro nos tempos difíceis” (Sl 59.16).

“Faze-me ouvir do teu amor leal pela manhã, pois em ti confio” (Sl 143.8).

É muito bom orar no romper da alvorada. Nessa hora abastece-se melhor a alma e o resultado pode ser o conforto emocional do dia inteiro: “Satisfazenos pela manhã com o teu amor leal, e todos os nossos dias cantaremos felizes” (Sl 90.14).

Certa madrugada, Jesus desapareceu. Ele não estava na cama, não estava no quarto, não estava em casa.

Simão Pedro e os outros foram à sua procura. Acharam-no num lugar deserto em oração.

Então souberam que Jesus, quando ainda estava escuro, se levantara da cama, saíra de casa e fora para aquele lugar, onde orava tranqüilamente (Mc 1.35).

Foi num horário como esse, bem cedo, ao nascer do sol, que Jesus, três dias depois de sua morte, se apresentou maravilhosamente vivo (Mc 16.2).

Esse acontecimento-chave da história da redenção valoriza ainda mais a hora mais solene do dia: o romper da alvorada!

Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 10 de abril de 2016

O PODER DE NOSSAS PALAVRAS

Nossas palavras tem o poder de curar e de ferir. Mas não podemos usá-las de qualquer forma. O justo e o ímpio se distinguem em muitas coisas e, de acordo com a Palavra de Deus, não é só no seu caráter e atitudes, mas também na forma de falar:

“A boca do justo é manancial de vida, mas na boca dos perversos mora a violência”. Provérbios 10.11

Da boca do justo jorra vida; ou seja, palavras que vivificam, que comunicam vida espiritual (e mesmo emocional). Por outro lado, da boca do ímpio flui violência (palavras que ferem, que matam). De acordo com este texto, a violência no lar não é só física, mas também verbal. E pior: é uma característica do comportamento do ímpio. Confirmando esta verdade (que palavras ferem ou curam) a Bíblia ainda afirma: “Alguém há cuja tagarelice é como pontas de espada, mas a língua dos sábios é medicina”. Provérbios 12.18

Nossas palavras possuem um poder maior do que conseguimos mensurar. Elas podem produzir vida ou morte! E isto se aplica a qualquer área da vida de alguém, embora aqui estejamos chamando atenção para o poder das palavras em nossa relação conjugal: “A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.” Provérbios 18.21

Precisamos ter o cuidado com a forma de falar, pois, a maneira errada de falar não trará dano só a quem nos ouve. O problema também nos atinge! O livro de Provérbios mostra que guardar a boca (as palavras) é conservar a alma; por outro lado, o muito abrir os lábios (falar demais) traz ruína para quem fala: “Do fruto da boca o homem comerá o bem, mas o desejo dos pérfidos é a violência. O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muiito abre os lábios, a si mesmo se arruína” Provérbios 13.2,3

Há momentos em que o silêncio é a maior expressão de sabedoria. Falar com o coração irado ou exasperado nunca fará bem a ninguém (nem ao que fala). Na hora das emoções alteradas devemos reter as palavras; quando o espírito estiver sereno, aí é inteligente falar: “Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência”. Provérbios 17.27

As Escrituras ainda nos revelam que falar de modo sereno traz cura, enquanto que a língua perversa, por sua vez, traz mal trato ao íntimo (quebranta o espírito):

“A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas aboca dos insensatos derrama a estultícia. A língua serena é árvore da vida, mas a perversa quebranta o espírito”. Provérbios 15.2,4

“O homem se alegra em dar resposta adequada, e a palavra, a seu tempo, quão boa é”. Provérbios 15.23

Pr. Luciano Subirá

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 9 de julho de 2014

ADVERTÊNCIAS INCÔMODAS

Eis que tu és para eles como uma canção de amores, de quem tem voz suave, e que bem tange; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra.

Vede que não rejeiteis ao que fala; porque, se não escaparam aqueles que rejeitaram o que na terra os advertia, muito menos nós, se nos desviarmos daquele que é dos cues (Ezequiel 33:32; Hebreus 12:25)

Um missionário conta o que aconteceu certa noite quando em uma aldeia no meio da selva do Congo. Naquela noite ele ficou acordado muito tempo por causa dos fortes latidos dos cães. Tentou fazer os incômodos cachorros se calarem, mas foi em vão.

Pela manhã, quando perguntou o motivo dos latidos, soube que uns leões tentaram entrar na aldeia. Ao redor da cabana dele havia pegadas deles.

Algum tempo depois, ao contar esse incidente, o missionário acrescentou:
- Os cachorros fizeram o que podiam para nos advertir do perigo, e eu, como insensato, tratei de calá-los. Da mesma forma, aqueles que nos reprovam por falarmos sobre o inferno talvez algum dia nos agradeçam pela nossa inconveniência.

A Bíblia não é, em primeiro lugar, uma mensagem de ameaças, mas a boa notícia da paz e da vida que Deus oferece àqueles que se aproximam dEle com fé, reconhecendo suas faltas. Porém, se recusarmos esta oferta gratuita, conheceremos a infelicidade e a desgraça aqui e na eternidade. O importante é crer no que Deus afirma em Sua Palavra, e se render a Jesus Cristo.

Cachorros latindo no meio da madrugada é algo extremamente desagradável. Mas foi isso que livrou aquele missionário e os habitantes da aldeia de serem atacados pelos leões silenciosos. A verdade de Deus para nós é incômoda também. Porém, é ela que nos livra de perigos que nem imaginamos!

O que você prefere: o silêncio que traz a morte ou o incômodo que conduz à vida divina?

Extraído devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Voto contrário


Repudiarei todo mal. Odeio a conduta dos infiéis; Longe estou dos perversos de coração; não quero envolver-me com o mal. Farei calar ao que difama o próximo às ocultas. Não vou tolerar o homem de olhos arrogantes e de coração orgulhoso. Meus olhos aprovam os fiéis da terra, e eles habitarão comigo. O mentiroso não permanecerá na minha presença. (Sl 101.3-7.) 

O apoio não manifesto torna-se condenação. A condenação não manifesta torna-se apoio. O apoio a uma causa justa não pode ficar só na mente ou no coração. A condenação a uma causa injusta não pode ficar só na mente ou no coração. 

O silêncio raramente significa neutralidade. No mais das vezes indica opinião contrária à que está na mente ou no coração. 

O Salmo 101 registra uma série de decisões corajosas, uma série de votos contrários: “Repudiarei todo mal”, ”Odeio a conduta dos infiéis”, “Longe estou dos perversos”, “Não quero envolver-me com o mal”, “Farei calar ao que difama o próximo às ocultas”, “Não vou tolerar o homem de olhos arrogantes”, “O mentiroso não permanecerá na minha presença” (Sl 101.3-7).

Nesse mesmo salmo, em meio a tanto votos contrários, há também um voto a favor: “Meus olhos aprovam os fiéis da terra” (Sl 101.6). 

Em certas circunstâncias, tanto o voto contrário como o voto a favor são extremamente saudáveis e exigem uma boa dose de ousadia. Os não-cristãos e os cristãos não comprometidos, com raras exceções, formam uma maioria que intimida quem quer votar com consciência. 

O evangelho registra que o clamor das multidões a favor da soltura de Barrabás e da crucificação de Jesus prevaleceu (Lc 23.23). No mesmo capítulo, lê-se que, na reunião do Sinédrio que condenou Jesus à morte, o voto de José de Arimatéia foi um voto vencido (Lc 23.51). 

Antes do episódio da estrada de Damasco, Paulo votava sempre a favor da morte dos cristãos (At 26.10). Depois tornou-se um deles. 

A conversão muda a vida e o voto! 

Retirado de Refeições Diárias Com o Sabor dos Salmos (Editora Ultimato, 2006) 

Transcrito por Litrazini 

Graça e Paz 







sexta-feira, 4 de março de 2011

Conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer esta disciplina: "Aquietai-vos,e sabei que eu sou Deus."

Aquietando-nos: A Disciplina do Silêncio

Agora a coisa fica mais difícil, não mais fácil. Se você acha que já é um teste difícil desenvolver a dis­ciplina da simplicidade, neste nosso mundo com­plicado e competitivo, imagine então o desafio que você enfrenta para desenvolver a disciplina do si­lêncio neste mundo de agitação, de ruídos, de pala­vras e de uma implacável atividade.

Pessoalmente, para mim isso tem sido um desafio quase que insu­perável. Pude perceber melhor a sua magnitude muito mais nestes últimos dois anos do que em toda a minha vida anterior. Contudo, nunca estive tão convencido como agora de que não há outro meio pelo qual você e eu possamos nos mover em direção a um relacionamento mais profundo e ínti­mo com o nosso Deus, a não ser com prolongados momentos de quietude, o que inclui uma das mais raras experiências de nossa vida: ficarmos em silên­cio absoluto.

Será que eu estou me assemelhando mais a um sonhador místico? Se estou, isso aconteceu também com o salmista. Ele escreveu essas palavras que nos São tão familiares, citadas por nós com freqüência, mas que raramente obedecemos: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46:10).

Antes de nos apressarmos para além desse profundo manda­mento, vamos revê-lo em nossas mentes várias ve­zes.

Fiquem quietos! Saibam, de uma vez por todas, que Eu sou Deus! (BV)

Queiram estar, e estejam, quietos, e saibam - reco­nheçam e entendam - que eu sou Deus. (AMP)

"Desistam", ele grita, "admitam que eu sou Deus." (Moffat)
"Parem de lutar e fiquem sabendo que eu sou Deus."(TLB)

Impressionou-me muito a criativa paráfrase fei­ta por Eugene Peterson:

Caia fora da agitação! Contemple-me com amor, du­rante um longo tempo, a mim que sou o seu Deus das Alturas, acima da política, acima de qualquer coisa. (The Message)

Seja qual for a sua versão preferida, o fato é que esta é uma enfática ordem dada ao povo que é pro­priedade de Deus. E dada a pessoas de todas as ra­ças, de toda cor de pele, de toda cultura, de todos os tempos a pessoas que estejam empregadas ou de­sempregadas, solteiras ou casadas, com ou sem fi­lhos, a todos cujo Deus é o Senhor.

A ordem que nos é dada é para que paremos (li­teralmente!)... para que descansemos, relaxemos, larguemos tudo, e tenhamos tempo para ele. É uma situação em que nós devemos estar parados, quie­tos, atentos a ele, à sua espera. Uma experiência es­tranha para nós, nestes tempos tão agitados! Não obstante, conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer tal disciplina.

O silêncio é indispensável se quisermos alcançar profundidade em nossa vida espiritual. Ele "man­tém o fogo dentro de nossas almas"... "o silêncio nos torna peregrinos"7 escreveu alguém que advo­ga prolongados e ininterruptos períodos de quietude .

O silêncio afia os cantos vivos de nossa alma, sensibilizando-nos para sentirmos os leves toques de repreensão de nosso Pai celestial.

O barulho, as palavras e os programas alucinantes, agitados, insensibilizam os nossos sentidos, fechando os nos­sos ouvidos à sua voz tranqüila, suave, tornando-nos insensíveis ao seu toque.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo-Poderoso - Charles R. Swindoll

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.