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segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

PROFUNDA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL

Lucas registra que Jesus ia regularmente à sinagoga para ensinar e adorar (Lc 4:16-21).

Também pelos evangelhos sabemos que Jesus participou das festas do povo judeu (João 7:2; 10:22).

Jesus apresentou uma nova opção que destruiu alguns elementos da liturgia antiga.

Ele via as instituições de adoração do Antigo Testamento apontando para Ele.

Ele preparou o caminho para mudanças significativas que precisavam ocorrer na adoração e que observamos nos primeiros cristãos.

A adoração cristã se desenvolveu, não rivalizando-se com a adoração antiga, mas manifestando de forma aprimorada à nova vida;

Com os elementos litúrgicos que ajudariam a uma celebração concordante com a obra de Deus em Cristo.

A experiência de celebração do Cristo vitorioso e ressuscitado não podia ser contida em um único sistema litúrgico realizado em um lugar específico.

As implicações da nova concepção ou opção pela presença de Cristo são tremendas, pois agora se pode adorar a Deus em qualquer lugar e não somente no Templo ou na sinagoga.

Sua presença é respaldada pela Palavra:

“Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou Eu no meio deles”. (Mt 18:20).

A adoração, pois, não é só um sistema ou uma experiência.

É em realidade uma profunda experiência espiritual, a qual nós sistematizamos parcialmente com elementos que nos ajudam a revitalizar continuamente essa experiência.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


terça-feira, 5 de julho de 2011

Intimidade com o Todo Poderoso

Coisas profundas são intrigantes. Selvas pro­fundas. Águas profundas. Cavernas profun­das, desfiladeiros profundos. Pensamentos profun­dos e conversas profundas.

Não há nada como a profundidade para nos tor­nar insatisfeitos com as coisas superficiais, rasas. Uma vez que tenhamos cavado abaixo da superfí­cie, e experimentado as maravilhas e os mistérios que há na profundidade, percebemos o valor de in­vestirmos o tempo necessário e enfrentarmos todo obstáculo para alcançarmos essas profundezas.

Isso é particularmente verdadeiro no reino espi­ritual. Deus nos convida a irmos mais a fundo, e não ficarmos satisfeitos com os aspectos superficiais.

Lemos nas Escrituras que o Espírito de Deus "a todas as cousas perscruta, até mesmo as profunde­zas de Deus" (1 Co 2:10). A profundidade de sua sabedoria e de seus caminhos é definida como "insondável" e "inescrutável", de acordo com Roma­nos 11:33: Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!

Próximo ao fim de suas tribulações, Jó refere-se aos propósitos profundos, misteriosos e inexplicá­veis do Senhor como sendo "cousas maravilhosas demais para mim, cousas que eu não conhecia" (Jó 42:3). O profeta Daniel afirmou que Deus "revela o profundo e o escondido" e que "conhece o que está em trevas" (Dn 2:22)

.Em outro lugar lemos que o nosso Deus "das trevas manifesta cousas profundas e traz à luz a densa escuridade" (Jó 12:22). O salmista testifica que são "os teus juízos, como um abismo profundo" (Sl 36:6).

Certamente nosso Senhor opera em domínios muito além da nossa capacidade de compreender, mas ele espera que nós exploremos e experimente­mos aquilo que está além do que é óbvio.

Algumas das melhores verdades de Deus, como tesouros inestimáveis, acham-se escondidas em profundida­des tais, que muitas pessoas nunca dão o tempo necessário para procurá-las e encontrá-las. Que per­da para nós! Com paciência e graciosamente ele está à espera para revelar as percepções e as dimen­sões da verdade àqueles que se dispõem ao menos a sondar, a examinar, a meditar.

Tal procura não é simplesmente uma busca inte­lectual. Os caminhos de Deus não são descobertos através dos métodos de pesquisa normais e humanísticos.

Poderás descobrir as coisas profundas de Deus, ou des­cobrir perfeitamente o Todo-Poderoso? Como as altu­ras do céu é a sua sabedoria; que poderás tu fazer? Mais profunda é ela do que o Seol; que poderás tu saber? - Jó 11:7-8 (AR-IBP)

Mesmo sendo tão importantes e intrigantes co­mo as coisas profundas de Deus devem ser, elas resistem totalmente a qualquer tentativa de ser des­cobertas pelos meios naturais de nossas mentes. Ele reserva essas coisas para aqueles cujos cora­ções são totalmente dele... para aqueles que reser­vam tempo suficiente para buscar sua face. Somente desse modo pode haver intimidade com o Todo-Poderoso.
Porém, só uma preciosa minoria nesta era agita­da e tumultuada tem procurado essa intimidade.

Porém, na maioria dos casos temos nos tornado um grupo de pessoas que se parece mais com o estouro de uma boiada do que com um rebanho de Deus junto a pastos verdejantes e águas tranqüilas. Nos­sos antepassados souberam — ao que parece — co­municar-se intimamente com o Todo-Poderoso... mas e nós, sabemos?

Temos de aprender de novo a pensar em profundidade, a prestar culto de uma maneira significativa, a meditar sem pressa algu­ma.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo Poderoso – Charles R. Swindoll

Por Lidiomar

Graça e Paz

sexta-feira, 4 de março de 2011

Conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer esta disciplina: "Aquietai-vos,e sabei que eu sou Deus."

Aquietando-nos: A Disciplina do Silêncio

Agora a coisa fica mais difícil, não mais fácil. Se você acha que já é um teste difícil desenvolver a dis­ciplina da simplicidade, neste nosso mundo com­plicado e competitivo, imagine então o desafio que você enfrenta para desenvolver a disciplina do si­lêncio neste mundo de agitação, de ruídos, de pala­vras e de uma implacável atividade.

Pessoalmente, para mim isso tem sido um desafio quase que insu­perável. Pude perceber melhor a sua magnitude muito mais nestes últimos dois anos do que em toda a minha vida anterior. Contudo, nunca estive tão convencido como agora de que não há outro meio pelo qual você e eu possamos nos mover em direção a um relacionamento mais profundo e ínti­mo com o nosso Deus, a não ser com prolongados momentos de quietude, o que inclui uma das mais raras experiências de nossa vida: ficarmos em silên­cio absoluto.

Será que eu estou me assemelhando mais a um sonhador místico? Se estou, isso aconteceu também com o salmista. Ele escreveu essas palavras que nos São tão familiares, citadas por nós com freqüência, mas que raramente obedecemos: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46:10).

Antes de nos apressarmos para além desse profundo manda­mento, vamos revê-lo em nossas mentes várias ve­zes.

Fiquem quietos! Saibam, de uma vez por todas, que Eu sou Deus! (BV)

Queiram estar, e estejam, quietos, e saibam - reco­nheçam e entendam - que eu sou Deus. (AMP)

"Desistam", ele grita, "admitam que eu sou Deus." (Moffat)
"Parem de lutar e fiquem sabendo que eu sou Deus."(TLB)

Impressionou-me muito a criativa paráfrase fei­ta por Eugene Peterson:

Caia fora da agitação! Contemple-me com amor, du­rante um longo tempo, a mim que sou o seu Deus das Alturas, acima da política, acima de qualquer coisa. (The Message)

Seja qual for a sua versão preferida, o fato é que esta é uma enfática ordem dada ao povo que é pro­priedade de Deus. E dada a pessoas de todas as ra­ças, de toda cor de pele, de toda cultura, de todos os tempos a pessoas que estejam empregadas ou de­sempregadas, solteiras ou casadas, com ou sem fi­lhos, a todos cujo Deus é o Senhor.

A ordem que nos é dada é para que paremos (li­teralmente!)... para que descansemos, relaxemos, larguemos tudo, e tenhamos tempo para ele. É uma situação em que nós devemos estar parados, quie­tos, atentos a ele, à sua espera. Uma experiência es­tranha para nós, nestes tempos tão agitados! Não obstante, conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer tal disciplina.

O silêncio é indispensável se quisermos alcançar profundidade em nossa vida espiritual. Ele "man­tém o fogo dentro de nossas almas"... "o silêncio nos torna peregrinos"7 escreveu alguém que advo­ga prolongados e ininterruptos períodos de quietude .

O silêncio afia os cantos vivos de nossa alma, sensibilizando-nos para sentirmos os leves toques de repreensão de nosso Pai celestial.

O barulho, as palavras e os programas alucinantes, agitados, insensibilizam os nossos sentidos, fechando os nos­sos ouvidos à sua voz tranqüila, suave, tornando-nos insensíveis ao seu toque.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo-Poderoso - Charles R. Swindoll

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.