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sábado, 6 de abril de 2019

AQUIETAI-VOS,E SABEI QUE EU SOU DEUS.


Conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer esta disciplina: Aquietando-nos: A Disciplina do Silêncio

Agora a coisa fica mais difícil, não mais fácil. Se você acha que já é um teste difícil desenvolver a disciplina da simplicidade, neste nosso mundo complicado e competitivo, imagine então o desafio que você enfrenta para desenvolver a disciplina do silêncio neste mundo de agitação, de ruídos, de palavras e de uma implacável atividade.

Pessoalmente, para mim isso tem sido um desafio quase que insuperável. Pude perceber melhor a sua magnitude muito mais nestes últimos dois anos do que em toda a minha vida anterior. Contudo, nunca estive tão convencido como agora de que não há outro meio pelo qual você e eu possamos nos mover em direção a um relacionamento mais profundo e íntimo com o nosso Deus, a não ser com prolongados momentos de quietude, o que inclui uma das mais raras experiências de nossa vida: ficarmos em silêncio absoluto.

Será que eu estou me assemelhando mais a um sonhador místico? Se estou, isso aconteceu também com o salmista. Ele escreveu essas palavras que nos São tão familiares, citadas por nós com freqüência, mas que raramente obedecemos: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46:10).

Antes de nos apressarmos para além desse profundo mandamento, vamos revê-lo em nossas mentes várias vezes.

Fiquem quietos! Saibam, de uma vez por todas, que Eu sou Deus! (BV)

Queiram estar, e estejam, quietos, e saibam - reconheçam e entendam - que eu sou Deus. (AMP)

"Desistam", ele grita, "admitam que eu sou Deus." (Moffat). "Parem de lutar e fiquem sabendo que eu sou Deus."(TLB)

Impressionou-me muito a criativa paráfrase feita por Eugene Peterson:
Caia fora da agitação! Contemple-me com amor, durante um longo tempo, a mim que sou o seu Deus das Alturas, acima da política, acima de qualquer coisa. (The Message)

Seja qual for a sua versão preferida, o fato é que esta é uma enfática ordem dada ao povo que é propriedade de Deus. E dada a pessoas de todas as raças, de toda cor de pele, de toda cultura, de todos os tempos a pessoas que estejam empregadas ou desempregadas, solteiras ou casadas, com ou sem filhos, a todos cujo Deus é o Senhor.

A ordem que nos é dada é para que paremos (literalmente!)... para que descansemos, relaxemos, larguemos tudo, e tenhamos tempo para ele. É uma situação em que nós devemos estar parados, quietos, atentos a ele, à sua espera. Uma experiência estranha para nós, nestes tempos tão agitados! Não obstante, conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer tal disciplina.

O silêncio é indispensável se quisermos alcançar profundidade em nossa vida espiritual. Ele "mantém o fogo dentro de nossas almas"... "o silêncio nos torna peregrinos" escreveu alguém que advoga prolongados e ininterruptos períodos de quietude .

O silêncio afia os cantos vivos de nossa alma, sensibilizando-nos para sentirmos os leves toques de repreensão de nosso Pai celestial.

O barulho, as palavras e os programas alucinantes, agitados, insensibilizam os nossos sentidos, fechando os nossos ouvidos à sua voz tranquila, suave, tornando-nos insensíveis ao seu toque.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo-Poderoso - Charles R. Swindoll / Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 4 de março de 2011

Conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer esta disciplina: "Aquietai-vos,e sabei que eu sou Deus."

Aquietando-nos: A Disciplina do Silêncio

Agora a coisa fica mais difícil, não mais fácil. Se você acha que já é um teste difícil desenvolver a dis­ciplina da simplicidade, neste nosso mundo com­plicado e competitivo, imagine então o desafio que você enfrenta para desenvolver a disciplina do si­lêncio neste mundo de agitação, de ruídos, de pala­vras e de uma implacável atividade.

Pessoalmente, para mim isso tem sido um desafio quase que insu­perável. Pude perceber melhor a sua magnitude muito mais nestes últimos dois anos do que em toda a minha vida anterior. Contudo, nunca estive tão convencido como agora de que não há outro meio pelo qual você e eu possamos nos mover em direção a um relacionamento mais profundo e ínti­mo com o nosso Deus, a não ser com prolongados momentos de quietude, o que inclui uma das mais raras experiências de nossa vida: ficarmos em silên­cio absoluto.

Será que eu estou me assemelhando mais a um sonhador místico? Se estou, isso aconteceu também com o salmista. Ele escreveu essas palavras que nos São tão familiares, citadas por nós com freqüência, mas que raramente obedecemos: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46:10).

Antes de nos apressarmos para além desse profundo manda­mento, vamos revê-lo em nossas mentes várias ve­zes.

Fiquem quietos! Saibam, de uma vez por todas, que Eu sou Deus! (BV)

Queiram estar, e estejam, quietos, e saibam - reco­nheçam e entendam - que eu sou Deus. (AMP)

"Desistam", ele grita, "admitam que eu sou Deus." (Moffat)
"Parem de lutar e fiquem sabendo que eu sou Deus."(TLB)

Impressionou-me muito a criativa paráfrase fei­ta por Eugene Peterson:

Caia fora da agitação! Contemple-me com amor, du­rante um longo tempo, a mim que sou o seu Deus das Alturas, acima da política, acima de qualquer coisa. (The Message)

Seja qual for a sua versão preferida, o fato é que esta é uma enfática ordem dada ao povo que é pro­priedade de Deus. E dada a pessoas de todas as ra­ças, de toda cor de pele, de toda cultura, de todos os tempos a pessoas que estejam empregadas ou de­sempregadas, solteiras ou casadas, com ou sem fi­lhos, a todos cujo Deus é o Senhor.

A ordem que nos é dada é para que paremos (li­teralmente!)... para que descansemos, relaxemos, larguemos tudo, e tenhamos tempo para ele. É uma situação em que nós devemos estar parados, quie­tos, atentos a ele, à sua espera. Uma experiência es­tranha para nós, nestes tempos tão agitados! Não obstante, conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer tal disciplina.

O silêncio é indispensável se quisermos alcançar profundidade em nossa vida espiritual. Ele "man­tém o fogo dentro de nossas almas"... "o silêncio nos torna peregrinos"7 escreveu alguém que advo­ga prolongados e ininterruptos períodos de quietude .

O silêncio afia os cantos vivos de nossa alma, sensibilizando-nos para sentirmos os leves toques de repreensão de nosso Pai celestial.

O barulho, as palavras e os programas alucinantes, agitados, insensibilizam os nossos sentidos, fechando os nos­sos ouvidos à sua voz tranqüila, suave, tornando-nos insensíveis ao seu toque.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo-Poderoso - Charles R. Swindoll

Por Lidiomar

Graça e Paz

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ainda há esperança!

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor”. I Co. 13:13

Na cultura brasileira existe um dito popular que diz que 'a esperança é a última que morre'. Na verdade este dito contraria o princípio bíblico ICoríntios 13:13, que nos diz que a esperança não morre, mas permanece para sempre.

É bem verdade que muitas vezes passamos por situações para as quais parece não haver mais esperança... situações onde nos encontramos num “beco sem saída”.

Nessas horas de tribulação, de provação e até mesmo de angústia e desespero, as circunstâncias parecem ser maiores que nós, e sentimo-nos derrotados, fracassados, impotentes e sem esperança.

Foi assim com Jairo, quando recebeu a notícia de que era tarde demais, sua única filha havia morrido, e já não valia a pena Jesus ir até ela (Marcos 5:35).

Foi assim com Marta, quando seu irmão Lázaro adoeceu e morreu quatro dias antes de Jesus chegar a Betânia (João 11:17).

Foi assim com Jó, quando ele perdeu tudo o que tinha – bens, filhos e filhas, saúde, reputação (Jó 1 e 2) – numa sucessão de perdas quando até mesmo sua esposa e seus amigos se voltaram contra ele.

Mas até mesmo nessas situações tão extremas, a guerra não estava perdida. Talvez ao longo da nossa caminhada com Deus, nós percamos algumas batalhas, mas nunca a guerra!

O nosso general é Cristo... é Ele quem peleja por nós e nos dá a vitória. Jesus Cristo - a esperança da glória! É nEle que devemos colocar a nossa esperança e a nossa fé!

Assim como Jairo, Marta e Jó, devemos colocar nossa fé no Senhor e crer que nem tudo está perdido, e que apesar da adversidade das circunstâncias, ainda há esperança.

“Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como planta nova” (Jó 14:7-9).

Sim, devemos crer que ao cheiro das águas, viverá e dará frutos! Uma pequena fé num Deus grande… firmados na promessa de que 'seremos como árvore plantada junto a corrente de águas que, no devido tempo dá o seu fruto, cuja folhagem não murcha, e tudo quanto fizermos será bem sucedido' (Salmo 1:3).

O Senhor está no controle. Ele tem um plano, e assim como Ele disse a Jairo, hoje Ele diz a você e a mim: "Não tenhas medo, confia em mim". Crer e confiar.

E Jesus ordenou à filha de Jairo que se levantasse, e a menina logo saltou e começou a andar. Ainda há esperança! Marta sabia disso quando disse: “Senhor, se cá estivesses, o meu irmão não teria morrido. Mas eu sei que mesmo agora não é tarde demais, pois tudo o que pedires a Deus ele te dará" (João 11:20).

Há um propósito para todas as coisas, inclusive para as nossas provações. Portanto, “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus” (Salmo 46:10).

O Senhor quer reverter as adversidades em bênçãos, para nós e para outros.

Quando Jesus soube que Lázaro havia adoecido, Ele disse que sua doença não era para morte, mas para a glória de Deus. Que Ele, o Filho de Deus, receberia glória em resultado daquela enfermidade. Jesus ressuscitou Lázaro e muitos judeus que presenciaram este milagre creram nEle.

Da mesma forma, hoje o Senhor nos convida a declarar que a adversidade pela qual estamos passando não é para morte, mas para a glória de Deus!

Quando Jó analisa sua vida, ele conclui que tudo o que aconteceu com ele contribuiu para que ele tivesse uma maior intimidade com Deus: antes “eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem” (Jó 42:5). E o Senhor restaurou a sorte de Jó e deu-lhe o dobro de tudo o que ele antes possuía.

Portanto, não se dê por vencido, ainda há esperança... logo você entenderá o propósito de Deus para esta hora.

Ricardo Marques

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.