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domingo, 19 de maio de 2019

ERRANDO O ALVO


Um dos vocábulos usadas para a palavra pecado no Novo Testamento significa "errar o alvo". Pecar é não viver de acorde com os princípios de Deus. Todos nós erramos este alvo; não existe uma só pessoa que seja capaz de cumprir todas as leis de Deus, em todos os tempos.

E para alguns, até mesmo os padrões do mundo são difíceis de serem observados. Um dos espetáculos mais eletrizantes que podemos assistir é o dos Jogos Olímpicos Mundiais. Alguns atletas preparam-se durante anos e anos, disciplinando o corpo e a mente a fim de superar recordes cada vez mais elevados, e muitas vezes não alcançam seu objetivo.

Certa patinadora no gelo disse que temia que uma queda um dia viesse a prejudicar seu desempenho. Disse ela: "Pense só no volume de tempo que eu tenho investido nisso, e no que outras pessoas também investiram para ajudar-me. Um só erro basta para destruir tudo."

Na vida espiritual, estamos constantemente errando. Não existe possibilidade de apresentarmos um desempenho perfeito.

O Rei Davi disse: "Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer." (Sl. 14:3.)

O profeta Isaías confessa: "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho." (Is. 53:6.)

Nós todos fomos afetados pelo pecado de Adão. Davi disse: "Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe." (Sl. 51:6.) Isto não significa que ele nascera de uma união ilegal, mas que ele herdara de seus país a tendência para pecar.

"Por que temos que ser castigados por algo que Adão fez?"

Pense nisso. Será que você teria agido diferentemente de Adão? Estou certo de que eu não teria.

Nós todos somos pecadores por escolha própria. Quando atingimos a idade da razão, e nos defrontamos com a escolha entre o bem e o mal, todos falhamos. Deliberamos ficar com raiva, ou mentir, ou praticar atos egoísticos. Passamos adiante mexericos ou denegrimos o caráter de alguém. Nenhum de nós pode realmente confiar no próprio coração, assim como ninguém pode confiar em um leão.

Em certa reserva florestal da África Oriental, os leões podem vaguear à vontade, como se estivessem em seu próprio habitat. Os visitantes têm permissão para atravessar a área de carro ou de jipe, para ver os animais, mas são advertidos a que nunca se aproximem deles. Uma senhora, porém, arriou a vidraça do veículo para ver melhor e, inesperadamente, um leão a atacou, ferindo-a gravemente. Aquele animal parecera tão manso, tão dócil, mas em questão de instantes tornou-se feroz.

A Bíblia aplica este princípio da seguinte maneira: "Eis que o pecado jaz à porta"(Gn. 4:7.) Quando as circunstâncias favorecem, a maioria das pessoas é capaz de qualquer coisa. Davi foi um exemplo clássico. Premido pelas circunstâncias do desejo carnal, ele possuiu a mulher de outro homem; depois, tomou previdências para que o marido dela fosse eliminado, enviando-o para a linha de frente da batalha.

Mas alguém pode estar dizendo: "O senhor faz todo mundo parecer tão podre que isso não pode realmente ser verdade." Naturalmente, que não é. Mas é possível um indivíduo possuir moral ilibada e, no entanto, não ter amor por Deus, que é o requisito fundamental da lei.

E quando deixamos de preencher os requisitos de Deus, somos culpados e estamos sob condenação. O fato de sermos culpados implica em que merecemos castigo.

A própria santidade de Deus reage contra o pecado: "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens..." (Rm. 1:18.)

Extraído do Livro COMO  NASCER  DE  NOVO de autoria de Billy Graham / Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 30 de abril de 2016

DESPERTAI-VOS PORQUE É CHEGADA A TUA HORA

“Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado; Assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade como um homem armado”. (Provérbios 24.33,34)

A Palavra de Deus, em Romanos 13.11, adverte: “E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé”. E ainda, em Efésios 5.14, ordena: “Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”.

Estes e outros textos bíblicos servem para demonstrar o cuidado de Deus em prevenir, orientar, advertir e estimular-nos a sermos uma igreja acordada e sempre pronta para o momento mais aguardado de todos os tempos: A Vinda do Senhor.

A vida espiritual acontece num plano abstrato, porém real e consistente. E tudo o que acontece no mundo natural possui um correspondente no mundo espiritual. Assim, no mundo espiritual também há nascimento, saúde, crescimento, alimentação, sono, vida e morte.

Se no mundo natural é fácil reconhecermos alguém que está dormindo, no mundo espiritual isto já não é tão fácil. Muitos estão em sono profundo. E o pior é que não querem reconhecer seu estado de desligamento. Revelar a uma pessoa que ela está dormindo espiritualmente pode resultar em reações imprevisíveis e desagradáveis, mas quando obtemos sucesso, o resultado é altamente compensador.

Uma igreja sonolenta não consegue mobilizar seus trabalhadores nas atividades evangelísticas, nem sequer consegue unir os que já estão evangelizando. Vive numa tediosa rotina de trabalhos semanais cansativos e desgastantes, mas uma igreja despertada promove reuniões tão cheias da presença de Deus, que o povo retorna para suas casas lamentando pelo término do culto.

O sono espiritual traz conseqüências indesejáveis para o “dorminhoco” e também para o seu próximo, pois pode contagiá-los e amortecer o seu ânimo na obra de Deus. A obra de Deus requer dos trabalhadores uma atitude lúcida e uma postura ativa e vigilante. Mas, como ter lucidez se não estiver acordado? E como ser ativo e vigilante, se não estiver despertado?

Felizmente o despertamento também é contagioso. Quando um crente admite que esteve dormindo e busca o despertamento, e propõe-se a viver uma vida espiritual ativa, seu comportamento vai propagando junto aos vizinhos, gerando na igreja um efeito dominó e provocando um avivamento maravilhoso.

Carlos Alberto Ferreira Ribeiro

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Você deseja realmente vencer o estresse?

Para você vencer o estresse, deixe Deus ser o Senhor da sua vida espiritual, emocional, física e material. Entregue todas as suas preocupações ao Todo-poderoso. Ele o susterá e jamais permitirá que você fique abalado ou desorientado, sem saber o caminho certo a seguir (leia o Salmo 55.22).

Atualmente, a palavra estresse tem sido excessivamente mencionada. Ele é o vilão destruidor da saúde física, emocional e até espiritual para algumas pessoas. Hoje, existem muitos artigos, textos, documentários e muitas entrevistas que dedicam grande parte do seu espaço a conscientizar as pessoas sobre os efeitos maléficos do estresse, além da urgência e da importância de encontrar as soluções para tal problema.

O estresse é de fato um mal dos tempos atuais e da vida agitada nos grandes centros urbanos ou uma possibilidade natural do ser humano, quando exposto a determinadas situações?

O estresse existe independente da época e do lugar. Esta é a chave da questão: o ser humano reage aos acontecimentos da vida de acordo com os fatos, as circunstâncias e a sua subjetividade — o seu padrão interno de reação, o qual varia de pessoa para pessoa, conforme a história de vida de cada uma.

Percebemos pessoas altamente irritadiças, intolerantes e raivosas frente a situações corriqueiras, e outras serenas e ponderadas diante de situações limites. O que faz esta diferença?
Há múltiplos fatores envolvidos, desde biológicos até a elevação de propósitos, significados e sabedoria. Acredito firmemente que podemos determinar padrões saudáveis de vida espiritual, emocional, física e material, ainda que contrarie a “maré”, o ritmo e os valores do mundo moderno.

Para ilustrar isso, comentarei um episódio que aconteceu este mês enquanto eu aguardava no aeroporto o meu embarque. Quando cheguei à sala vip, deparei-me com uma senhora aos gritos, nervosa, reclamando. Ela havia optado por fazer escala no Rio porque desejava viajar em um avião no qual a cadeira inclina 180 graus. Como ela reclamou, falou alto, resmungou revoltada, fiquei observando-a. Quando aquela senhora foi ao toalete, eu a segui. No banheiro, ela lavava as mãos, nervosa e reclamando. Perguntei-lhe calmamente: “Como é o seu nome?” Dali para frente, iniciamos uma conversa, e comecei a acalmá-la. Disse-lhe que a viagem seria maravilhosa e que seus pés não ficariam inchados, pois esta era sua maior preocupação. Falei também que Deus estava conosco e que tudo daria certo.

Naquele momento, eu estava com uma amiga cristã, que gosta de cantar. Sabe o que aconteceu? Ao sairmos do toalete, esta se sentou junto a um bonito piano preto, que enfeitava a sala vip do aeroporto, e começou a tocar músicas lindas. Nós a aplaudimos. Aquela senhora que acalmei disse: “Poxa, como estou tranquila, graças a Deus e a vocês duas! Sei que a viagem será ótima”. E realmente foi. Aquela mulher dormiu a viagem inteira.

Essa experiência mostra-nos como muitas pessoas sofrem por antecedência, só porque algumas vezes seus planos não saem como desejavam. Foi bom o estresse daquela senhora, porque pude falar de Deus, que tocou no coração aflito dela.

Dra Elizete Malafaia

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Os nascidos de Deus não vivem em pecado

“QUALQUER QUE É nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus” (1 Jo 3.9).

“Comete pecado”, (grego hamartano) é um infinitivo presente e ativo, que subentende ação contínua. João enfatiza que quem realmente nasceu de Deus não pode continuar a viver pecando conscientemente, porque a vida de Deus não pode permanecer em quem vive na prática do pecado (cf. 1 Jo 1.5-7; 2.3-11, 15-17, 24-29; 3.6-24; 4.7,8,20). 

(1) O novo nascimento resulta em vida espiritual, a qual leva a um relacionamento sempre presente com Deus.

Nesta epístola, cada vez que João fala de novo nascimento, emprega o tempo pretérito perfeito em grego, para enfatizar o relacionamento contínuo e ininterrupto iniciado pelo novo nascimento (1 Jo 2.29; 3.9; 4.7; 5.1,4,18).

(2) É impossível, espiritualmente, alguém ter em si a vida divina (i. é., ser nascido de Deus), e viver de modo pecaminoso.

Às vezes o cristão se afasta do alto padrão divino para a nova vida espiritual, mas ele não continuará em pecado conhecido (vv. 6, 10). 

(3) O que faz o cristão evitar o pecado é a “semente” de Deus permanecente nele.

A “semente” é a própria vida, natureza e Espírito de Deus habitando no cristão (5.11,12; Jo 1.1; 15.4; 2 Pe 1.4).

(4) Pela fé (5.4), pela presença de Cristo em nós, pelo poder das Santas Escrituras

Todo cristão pode viver a cada momento livre de delitos e pecados contra Deus. 

(5) Filhos de Deus... Filhos do Diabo (3.10)

Este é o âmago e a conclusão dos ensinos de João em 2.28 – 3.10. Ele acabou de advertir o cristão no sentido de não se enganar quanto à natureza da salvação (v.7). 

Consequentemente, deve rejeitar qualquer teologia ou doutrina afirmando que a pessoa pode estar fora da comunhão com Deus (1.3), continuar a pecar, fazer as obras do diabo (v.8), amar o mundo (2.15), lesar o próximo (vv.14-18), e ainda ser filho de Deus, salvo, a caminho do céu. 

(6) Contrariamente a esse falso ensino, João cria claramente que quem continua na prática de pecado conhecido “é do diabo” (v.8), e “não é de Deus” (v.10)

Quem habitualmente pratica o pecado, e afirma que tem a vida eterna e que é filho de Deus, está enganado e “é mentiroso” (2.4). Além disso, o que caracteriza um verdadeiro filho de Deus é o amor a Deus, manifesto na guarda de seus mandamentos (5.2) e na solicitude sincera pelas necessidades espirituais e físicas doutros crentes (vv.16, 17). 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sábado, 9 de março de 2013

CONFISSÃO E PERDÃO


No filme “A procura da felicidade” o ator Will Smith interpreta a história de Chris Gardner, empresário no ramo de corretagem de ações. Para Gardner a procura da felicidade foi um caminho de sofrimento e humilhação, mas ela chegou 'vestida' de uma porta de emprego que ele soube aproveitar muito bem. 

A bíblia garante que a felicidade está em Deus; depende de Deus, mas depende também de nós. Enquanto no filme a conquista da felicidade estava em uma vida financeiramente equilibrada, na vida espiritual essa conquista passa pela confissão de pecado. “Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados ele apaga! Feliz aquele que o Senhor Deus não acusa de fazer coisas más e que não age com falsidade” (Sl.32:1-2).

O pior mau não são os males sociais, ou as guerras, ou a violência doméstica (muito embora essas coisas sejam más). O pior mal que pode existir é a ausência de Deus na vida. 

Isaías profetiza e diz: “Vocês estão pensando que o Senhor perdeu a força e não pode nos salvar? Ou pensam que ele está surdo e não pode nos ouvir? Pois são os pecados de vocês que os separam do seu Deus, são as suas maldades que fazem com que ele se esconda de vocês e não atenda as suas orações” (Is.59:1-2). 

O rei Davi considera que enquanto ele não confessou o seu pecado sua vida se tornou pesada demais, suas lágrimas eram constantes, além de sentir que a mão de Deus pesava sobre ele. (Salmo 32:3-4). Mas, no dia em que confessou o seu pecado o Senhor o perdoou imediatamente (v.5). Sentindo-se livre do pecado Davi proclama: “Tu és o meu esconderijo; tu me livras da aflição, Eu canto bem alto a tua salvação, pois me tens protegido”. (v.7).

“Todos vocês que são corretos, alegram-se e fiquem contentes por causa daquilo que o Senhor tem feito! Cantem de alegria, todos vocês que são obedientes a ele!” (Salmo 32:11).

Não seja uma pessoa sem juízo, a felicidade está em Deus e não fora da presença dEle! 

Prazer partilhar com você,

Pr. Luiz Carlos Leite

Por Litrazini

Graça e Paz



terça-feira, 30 de agosto de 2011

Errando o Alvo

Um dos vocábulos usadas para a palavra pecado no Novo Testamento significa "errar o alvo". Pecar é não viver de acorde com os princípios de Deus. Todos nós erramos este alvo; não existe uma só pessoa que seja capaz de cumprir todas as leis de Deus, em todos os tempos.

E para alguns, até mesmo os padrões do mundo são difíceis de serem observados. Um dos espetáculos mais eletrizantes que podemos assistir é o dos Jogos Olímpicos Mundiais. Alguns atletas preparam-se durante anos e anos, disciplinando o corpo e a mente a fim de superar recordes cada vez mais elevados, e muitas vezes não alcançam seu objetivo.

Certa patinadora no gelo disse que temia que uma queda um dia viesse a prejudicar seu desempenho. Disse ela: "Pense só no volume de tempo que eu tenho investido nisso, e no que outras pessoas também investiram para ajudar-me. Um só erro basta para destruir tudo."

Na vida espiritual, estamos constantemente errando. Não existe possibilidade de apresentarmos um desempenho perfeito.

O Rei Davi disse: "Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer." (Sl. 14:3.)

O profeta Isaías confessa: "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho." (Is. 53:6.)

Nós todos fomos afetados pelo pecado de Adão. Davi disse: "Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe." (Sl. 51:6.) Isto não significa que ele nascera de uma união ilegal, mas que ele herdara de seus país a tendência para pecar.

"Por que temos que ser castigados por algo que Adão fez?"

Pense nisso. Será que você teria agido diferentemente de Adão? Estou certo de que eu não teria.

Nós todos somos pecadores por escolha própria. Quando atingimos a idade da razão, e nos defrontamos com a escolha entre o bem e o mal, todos falhamos. Deliberamos ficar com raiva, ou mentir, ou praticar atos egoísticos. Passamos adiante mexericos ou denegrimos o caráter de alguém. Nenhum de nós pode realmente confiar no próprio coração, assim como ninguém pode confiar em um leão.

Em certa reserva florestal da África Oriental, os leões podem vaguear à vontade, como se estivessem em seu próprio habitat. Os visitantes têm permissão para atravessar a área de carro ou de jipe, para ver os animais, mas são advertidos a que nunca se aproximem deles. Uma senhora, porém, arriou a vidraça do veículo para ver melhor e, inesperadamente, um leão a atacou, ferindo-a gravemente. Aquele animal parecera tão manso, tão dócil, mas em questão de instantes tornou-se feroz.


A Bíblia aplica este princípio da seguinte maneira: "Eis que o pecado jaz à porta" (Gn. 4:7.) Quando as circunstâncias favorecem, a maioria das pessoas é capaz de qualquer coisa. Davi foi um exemplo clássico. Premido pelas circunstâncias do desejo carnal, ele possuiu a mulher de outro homem; depois, tomou previdências para que o marido dela fosse eliminado, enviando-o para a linha de frente da batalha.

Mas alguém pode estar dizendo: "O senhor faz todo mundo parecer tão podre que isso não pode realmente ser verdade." Naturalmente, que não é. Mas é possível um indivíduo possuir moral ilibada e, no entanto, não ter amor por Deus, que é o requisito fundamental da lei.

E quando deixamos de preencher os requisitos de Deus, somos culpados e estamos sob condenação. O fato de sermos culpados implica em que merecemos castigo.

A própria santidade de Deus reage contra o pecado: "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens..." (Rm. 1:18.)

Extraído do Livro COMO  NASCER  DE  NOVO de autoria de Billy Graham

Por Lidiomar

Graça e Paz


sexta-feira, 4 de março de 2011

Conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer esta disciplina: "Aquietai-vos,e sabei que eu sou Deus."

Aquietando-nos: A Disciplina do Silêncio

Agora a coisa fica mais difícil, não mais fácil. Se você acha que já é um teste difícil desenvolver a dis­ciplina da simplicidade, neste nosso mundo com­plicado e competitivo, imagine então o desafio que você enfrenta para desenvolver a disciplina do si­lêncio neste mundo de agitação, de ruídos, de pala­vras e de uma implacável atividade.

Pessoalmente, para mim isso tem sido um desafio quase que insu­perável. Pude perceber melhor a sua magnitude muito mais nestes últimos dois anos do que em toda a minha vida anterior. Contudo, nunca estive tão convencido como agora de que não há outro meio pelo qual você e eu possamos nos mover em direção a um relacionamento mais profundo e ínti­mo com o nosso Deus, a não ser com prolongados momentos de quietude, o que inclui uma das mais raras experiências de nossa vida: ficarmos em silên­cio absoluto.

Será que eu estou me assemelhando mais a um sonhador místico? Se estou, isso aconteceu também com o salmista. Ele escreveu essas palavras que nos São tão familiares, citadas por nós com freqüência, mas que raramente obedecemos: "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" (Sl 46:10).

Antes de nos apressarmos para além desse profundo manda­mento, vamos revê-lo em nossas mentes várias ve­zes.

Fiquem quietos! Saibam, de uma vez por todas, que Eu sou Deus! (BV)

Queiram estar, e estejam, quietos, e saibam - reco­nheçam e entendam - que eu sou Deus. (AMP)

"Desistam", ele grita, "admitam que eu sou Deus." (Moffat)
"Parem de lutar e fiquem sabendo que eu sou Deus."(TLB)

Impressionou-me muito a criativa paráfrase fei­ta por Eugene Peterson:

Caia fora da agitação! Contemple-me com amor, du­rante um longo tempo, a mim que sou o seu Deus das Alturas, acima da política, acima de qualquer coisa. (The Message)

Seja qual for a sua versão preferida, o fato é que esta é uma enfática ordem dada ao povo que é pro­priedade de Deus. E dada a pessoas de todas as ra­ças, de toda cor de pele, de toda cultura, de todos os tempos a pessoas que estejam empregadas ou de­sempregadas, solteiras ou casadas, com ou sem fi­lhos, a todos cujo Deus é o Senhor.

A ordem que nos é dada é para que paremos (li­teralmente!)... para que descansemos, relaxemos, larguemos tudo, e tenhamos tempo para ele. É uma situação em que nós devemos estar parados, quie­tos, atentos a ele, à sua espera. Uma experiência es­tranha para nós, nestes tempos tão agitados! Não obstante, conhecer a Deus de forma profunda e com intimidade requer tal disciplina.

O silêncio é indispensável se quisermos alcançar profundidade em nossa vida espiritual. Ele "man­tém o fogo dentro de nossas almas"... "o silêncio nos torna peregrinos"7 escreveu alguém que advo­ga prolongados e ininterruptos períodos de quietude .

O silêncio afia os cantos vivos de nossa alma, sensibilizando-nos para sentirmos os leves toques de repreensão de nosso Pai celestial.

O barulho, as palavras e os programas alucinantes, agitados, insensibilizam os nossos sentidos, fechando os nos­sos ouvidos à sua voz tranqüila, suave, tornando-nos insensíveis ao seu toque.

Extraído do Livro Intimidade com o Todo-Poderoso - Charles R. Swindoll

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.