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sábado, 19 de setembro de 2026

DEUS QUER USAR A TODOS

O Senhor ainda quer realizar uma grande obra conosco.

Não penses que o seu chamado acabou, que a tua obra terminou que a tua chamada findou

A plenitude de nosso ministério que não temos realizado será cobrada pelo Senhor.

"Mas, se, quando vir que vem a espada, não tocar a trombeta, e não for avisado o povo; se a espada vier e levar uma vida dentre eles, este tal foi levado na sua iniquidade, mas o seu sangue demandarei da mão do atalaia. A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel..." (Ez 33: 6)

Desenvolva o seu ministério!

Não penses que o seu lugar é apenas ouvindo a Palavra, porque não é!

"...Porque o jovem morrerá de cem anos...comerão o seu fruto." (Is 65:20b,21c)

Não ache que pela sua idade avançada, sua chamada acabou.

Por outro lado, não admita que pela sua pouca idade, o Senhor ainda não quer te usar.

Deus definitivamente quer a todos, desde o maior até o menor, desde o mais velho ao mais moço.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 14 de março de 2021

CHAMADA EFICAZ

 Antes de ser sucessor do profeta Elias, Eliseu foi discípulo.

Em 1 Reis 16.19, Deus deu a ordem a Elias de ungir Eliseu profeta em seu lugar : “...e também Eliseu, filho de Safate, de Abel-Meolá, ungirás profeta em teu lugar”.

“E disse Josafá: Não há aqui algum profeta do Senhor para que consultemos ao Senhor por ele? Então, respondeu um dos servos do rei de Israel e disse: Aqui está Eliseu, filho de Safate, que deitava água sobre as mãos de Elias.(2Re.3.11)

Eliseu respondeu à chamada de Deus

COM UMA ENTREGA INCONDICIONAL – 1 Rs 19.19-21- Quando ao passar por Eliseu, lançou-lhe a capa (no A Israel lançar a capa equivalia a tomar posse e a adquirir um direito) e o separou para uma missão profética, dando tempo apenas para Eliseu se despedir de seu pai e sua mãe e seguí-lo. Eliseu agora era alguém diferente.

A partir daí, quando Eliseu abriu mão de tudo na sua vida, ele começou a ser discipulado.

A quantidade de juntas de bois (doze juntas de bois) indica que Eliseu pertencia a uma família de camponeses de boa posição econômica.

Ao lançar a capa sobre ele Elias estava passando autoridade e poder para o seu ofício.

Eliseu ao tomar posse do manto de Elias, recebeu também o espírito e o poder que o capacitaram para continuar a missão do seu mestre.

O gesto simbólico de sacrificar os bois e de romper o jugo, que representam a vida no campo de Eliseu, mostra a ruptura total com o passado para o desempenho de uma nova missão.

COMO UM DISCÍPULO – 2 Reis 2.1-6 - Elias o discipulou. Relacionar-se de forma apropriada com as autoridades estabelecidas por Deus é uma chave para a prosperidade espiritual.

Devemos ser leais àqueles que o Senhor coloca como autoridades sobre nós, o Senhor recompensa tal lealdade. Evitemos criticar ou debochar daqueles que Deus unge para líderes e ministros. O olhar divino está sobre eles para protege-los. 

COM UMA GRANDE VISÃO – 2 Rs.2.9-10 - Liderança eficiente procede da unção de Deus. Ele dá grande valor aos líderes que ele coloca sobre o seu povo e deseja que eles sejam eficientes e frutíferos no seu ministério.

Devemos crer que Deus tem uma unção ainda maior para o nosso ministério. Devemos confiar que o Espírito Santo está agindo nas vidas das pessoas que servem conosco.

Transcrito Por Litrazini         

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 22 de agosto de 2020

DISCIPULADO


Uma chamada radical - Mc 1.16-20; Mt 10
Desde a cena à margem do mar da Galiléia até à cena da chamada e envio dos discípulos, os Evangelhos não escondem que entre a multidão de seguidores havia os comprometidos com um compromisso radical. Um texto que ilustra isso é o do jovem rico. Afinal ninguém pode servir a dois senhores (Lc 18.18-23; Mt 6.24).

Os discípulos traziam nítido tom popular; eram os mais destacados dentro do movimento de Jesus. Segundo Theissen, Jesus não fundou comunidades locais, mas deu origem a um movimento de carismáticos itinerantes. O movimento de Jesus é, antes de tudo, uma desestabilização da religião institucionalizada na sinagoga e no templo.

Os discípulos primitivos tornaram-se apóstolos que, itinerantes, andavam de lugar em lugar, sempre em busca de simpatizantes ou prosélitos à sua pregação. Num primeiro momento, dentro do Judaísmo; depois, fora dele. 

É curioso notar que, no relato introdutório de Atos, a igreja primitiva de Jerusalém foi dirigida por doze apóstolos (At 1.12ss). Lucas projeta no passado seu ideal presente de uma igreja dirigida por um colegiado. Fato que é visto contrariamente nas alusões de Paulo à igreja de Jerusalém, pois, em sua visita, três anos depois, ele não encontrou senão a Pedro (Gl 1.18).

Onde estavam os demais? A resposta é que estavam pregando e curando, à luz do que Jesus havia feito e recomendado que eles fizessem (Mc 3.13ss ou Lc 10.1-11).

Numa segunda viagem, Paulo encontra as três colunas (Gl 2.9). O grupo dos doze ou dos 120 dispersou-se logo no início do Cristianismo, tornando-se uma comunidade de itinerantes. O próprio ministério de Paulo revestiu-se dessa característica. Essa característica de Jesus e de seus discípulos tem um contorno sociológico. 

Os discípulos, com nítidas características carismáticas, são os moldadores das tradições mais antigas, e constituem o pano de fundo social de uma parte significativa da tradição sinótica. Seus esforços pela recuperação das palavras (logias) de Jesus, através de citações em suas pregações missionárias, representam a melhor fonte do que hoje se convencionou chamar de Evangelho anterior aos evangelhos.

Podemos dizer que certas ordens de Jesus como Rabi, a esses discípulos, são por eles perpetuadas em seus comportamentos e formas de convívio social, pois foram eles que praticaram e transmitiram tais palavras. Foram eles que deram as bases missionárias e que fundaram igrejas como Samaria, Cesaréia, Antioquia e Damasco.

O mais interessante nesse movimento missionário dos discípulos são as normas éticas, porque fazem referências diretas ao comportamento dos seguidores de Jesus, mesmo em estilo missionário. Nesta ética, encontra-se o fundamento sociológico, com sérias implicações político-econômicas, pois envolvem renúncia a lugar estável (Mt 8.20), à família (Mt 10.37-39), à prosperidade (Mt 4.22; 19.37), e ao sustento (Mt 6.25-33; 10.8-10). Leia Mateus 10.

Paulo Lockmann

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 12 de maio de 2020

UMA CHAMADA RADICAL


“...Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens. E, deixando logo as suas redes, o seguiram. E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes, E logo os chamou...” (Mc .1.16-20)

Desde a cena à margem do mar da Galiléia até à cena da chamada e envio dos discípulos, os Evangelhos não escondem que entre a multidão de seguidores havia os comprometidos com um compromisso radical. Um texto que ilustra isso é o do jovem rico. Afinal ninguém pode servir a dois senhores (Lc 18.18-23; Mt 6.24).

Jesus não fundou comunidades locais, mas deu origem a um movimento de carismáticos itinerantes. O movimento de Jesus é, antes de tudo, uma desestabilização da religião institucionalizada na sinagoga e no templo. Os discípulos primitivos tornaram-se apóstolos que, itinerantes, andavam de lugar em lugar, sempre em busca de simpatizantes ou prosélitos à sua pregação. Num primeiro momento, dentro do Judaísmo; depois, fora dele. 

É curioso notar que, no relato introdutório de Atos, a igreja primitiva de Jerusalém foi dirigida por doze apóstolos (At 1.12ss). Lucas projeta no passado seu ideal presente de uma igreja dirigida por um colegiado. Fato que é visto contrariamente nas alusões de Paulo à igreja de Jerusalém, pois, em sua visita, três anos depois, ele não encontrou senão a Pedro (Gl 1.18). Onde estavam os demais? A resposta é que estavam pregando e curando, à luz do que Jesus havia feito e recomendado que eles fizessem (Mc 3.13ss ou Lc 10.1-11).

Numa segunda viagem, Paulo encontra as três colunas (Gl 2.9). O grupo dos doze ou dos 120 dispersou-se logo no início do Cristianismo, tornando-se uma comunidade de itinerantes. O próprio ministério de Paulo revestiu-se dessa característica. Essa característica de Jesus e de seus discípulos tem um contorno sociológico. 

Os discípulos, com nítidas características carismáticas, são os moldadores das tradições mais antigas, e constituem o pano de fundo social de uma parte significativa da tradição sinótica. Seus esforços pela recuperação das palavras (logias) de Jesus, através de citações em suas pregações missionárias, representam a melhor fonte do que hoje se convencionou chamar de Evangelho anterior aos evangelhos.

Podemos dizer que certas ordens de Jesus como Rabi, a esses discípulos, são por eles perpetuadas em seus comportamentos e formas de convívio social, pois foram eles que praticaram e transmitiram tais palavras. Foram eles que deram as bases missionárias e que fundaram igrejas como Samaria, Cesaréia, Antioquia e Damasco.

O mais interessante nesse movimento missionário dos discípulos são as normas éticas, porque fazem referências diretas ao comportamento dos seguidores de Jesus, mesmo em estilo missionário. Nesta ética, encontra-se o fundamento sociológico, com sérias implicações político-econômicas, pois envolvem renúncia a lugar estável (Mt 8.20), à família (Mt 10.37-39), à prosperidade (Mt 4.22; 19.37), e ao sustento (Mt 6.25-33; 10.8-10).

Paulo Lockmann

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

DISCIPULADO

Uma chamada radical - Mc 1.16-20; Mt 10
Desde a cena à margem do mar da Galiléia até à cena da chamada e envio dos discípulos, os Evangelhos não escondem que entre a multidão de seguidores havia os comprometidos com um compromisso radical. Um texto que ilustra isso é o do jovem rico. Afinal ninguém pode servir a dois senhores (Lc 18.18-23; Mt 6.24).

Os discípulos traziam nítido tom popular; eram os mais destacados dentro do movimento de Jesus. Segundo Theissen[1], Jesus não fundou comunidades locais, mas deu origem a um movimento de carismáticos itinerantes. O movimento de Jesus é, antes de tudo, uma desestabilização da religião institucionalizada na sinagoga e no templo.

Os discípulos primitivos tornaram-se apóstolos que, itinerantes, andavam de lugar em lugar, sempre em busca de simpatizantes ou prosélitos à sua pregação. Num primeiro momento, dentro do Judaísmo; depois, fora dele. 

É curioso notar que, no relato introdutório de Atos, a igreja primitiva de Jerusalém foi dirigida por doze apóstolos (cf. At 1.12ss). Lucas projeta no passado seu ideal presente de uma igreja dirigida por um colegiado. Fato que é visto contrariamente nas alusões de Paulo à igreja de Jerusalém, pois, em sua visita, três anos depois, ele não encontrou senão a Pedro (cf. Gl 1.18).

Onde estavam os demais? A resposta é que estavam pregando e curando, à luz do que Jesus havia feito e recomendado que eles fizessem (cf. Mc 3.13ss ou Lc 10.1-11).

Numa segunda viagem, Paulo encontra as três colunas (cf. Gl 2.9). O grupo dos doze ou dos 120 dispersou-se logo no início do Cristianismo, tornando-se uma comunidade de itinerantes. O próprio ministério de Paulo revestiu-se dessa característica. Essa característica de Jesus e de seus discípulos tem um contorno sociológico. 

Os discípulos, com nítidas características carismáticas, são os moldadores das tradições mais antigas, e constituem o pano de fundo social de uma parte significativa da tradição sinótica. Seus esforços pela recuperação das palavras (logias) de Jesus, através de citações em suas pregações missionárias, representam a melhor fonte do que hoje se convencionou chamar de Evangelho anterior aos evangelhos.

Podemos dizer que certas ordens de Jesus como Rabi, a esses discípulos, são por eles perpetuadas em seus comportamentos e formas de convívio social, pois foram eles que praticaram e transmitiram tais palavras. Foram eles que deram as bases missionárias e que fundaram igrejas como Samaria, Cesaréia, Antioquia e Damasco.

O mais interessante nesse movimento missionário dos discípulos são as normas éticas, porque fazem referências diretas ao comportamento dos seguidores de Jesus, mesmo em estilo missionário. Nesta ética, encontra-se o fundamento sociológico, com sérias implicações político-econômicas, pois envolvem renúncia a lugar estável (cf. Mt 8.20), à família (cf. Mt 10.37-39), à prosperidade (cf. Mt 4.22; 19.37), e ao sustento (cf. Mt 6.25-33; 10.8-10). Leia Mateus 10.
 
Paulo Lockmann

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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