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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

MENSAGEM RADICAL DA CRUZ

Depois que Cristo ressurgiu dos mortos, os apóstolos saíram a pregar a sua mensagem, e o que pregaram foi a cruz.

E por onde quer que fossem pelo mundo levavam a cruz, e o mesmo poder revolucionário ia com eles.

A mensagem radical da cruz transformou Saulo de Tarso e o mudou de perseguidor dos cristãos em um apóstolo da fé.

Seu poder mudou homens maus em bons.

Sacudiu a longa escravidão do paganismo e alterou completamente toda a perspectiva moral e mental do mundo ocidental.

Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome sua cruz e siga-me (Mt 16.24)

Assim a cruz não só põe fim à vida de Cristo, como termina também a primeira vida, a velha vida, de cada um dos Seus seguidores verdadeiros.

Ela destrói o velho modelo, o modelo de Adão, na vida do cristão, e lhe dá fim.

Então o Deus que levantou a Cristo dos mortos levanta o cristão, e uma nova vida começa.

Isso, e nada menos que isso, é o cristianismo verdadeiro.

Se somos sábios, faremos o que Jesus fez: suportaremos a cruz e desprezaremos a sua vergonha pela alegria que está posta diante de nós.

Fazer isso é submeter todo o esquema da nossa vida para ser destruído e reconstruído no poder de uma vida que não se acabará mais.

A cruz cortará fundo as nossas vidas onde fere mais, não nos poupando nem a nós mesmos nem as nossas reputações cultivadas.

Ela nos derrotará e porá fim às nossas vidas egoístas.

Só então poderemos elevar-nos em plenitude de vida para estabelecer um padrão de vida totalmente novo, livre e cheio de boas obras

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

ATITUDES PARA UMA TRANSFORMAÇÃO RADICAL


“De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos. E estavam observando a Jesus para ver se o curaria em dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão ressequida: Vem para o meio! Então, lhes perguntou: É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas eles ficaram em silêncio. Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e a mão lhe foi restaurada” (Mc 3.1-5).

- Não adianta nada ficarmos parados, só reclamando de tudo e de todos, precisamos tomar atitudes e decisões para que a nossa transformação ocorra e para que o milagre aconteça.
- É preciso considerar também que, pequenas decisões muitas vezes são responsáveis por grandes mudanças e transformações.

VEJA AS ATITUDES DO HOMEM DA MÃO RESSEQUIDA:

I. A ATITUDE DE SE LEVANTAR
“Disse-lhe Jesus: Levanta-te” (v.3). Este comando de Jesus significava que:
1. Aquele homem precisava tomar uma postura diferente.
2. Precisava tomar uma nova posição.
3. Precisava sair da acomodação e da inércia para experimentar o milagre e a cura de Jesus.
4. O pior inimigo dos milagres é a paralisia espiritual e a acomodação.

II. A ATITUDE DE VIR PARA O MEIO
"Disse-lhe Jesus: Vem para o meio" (v.3). Este comando de Jesus significava que:
1. Ele deveria ir ao encontro da pessoa certa (Jesus Cristo).
2. Ele precisava aceitá-lo e recebê-lo em sua vida (Mt 11.28,29).
3. Antes de recebermos o milagre precisamos receber o Deus dos milagres.

III. A ATITUDE DE ESTENDER A MÃO
"Disse ao homem: Estende a tua mão. Ele a estendeu, e a mão foi-lhe restaurada completamente” (v.5). Este comando de Jesus significava que:
1. Ele Precisava segurar a sua benção, tomar posse.
2. Ele Precisava crer, ter uma atitude de fé.
3. Se quisermos a benção temos que agarrá-la numa atitude de fé.

Tome uma nova postura e uma nova atitude diante de Deus.
Levante-se da paralisia espiritual e corra para os braços de Jesus, estenda as mãos e agarre a benção!

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 12 de maio de 2020

UMA CHAMADA RADICAL


“...Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens. E, deixando logo as suas redes, o seguiram. E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes, E logo os chamou...” (Mc .1.16-20)

Desde a cena à margem do mar da Galiléia até à cena da chamada e envio dos discípulos, os Evangelhos não escondem que entre a multidão de seguidores havia os comprometidos com um compromisso radical. Um texto que ilustra isso é o do jovem rico. Afinal ninguém pode servir a dois senhores (Lc 18.18-23; Mt 6.24).

Jesus não fundou comunidades locais, mas deu origem a um movimento de carismáticos itinerantes. O movimento de Jesus é, antes de tudo, uma desestabilização da religião institucionalizada na sinagoga e no templo. Os discípulos primitivos tornaram-se apóstolos que, itinerantes, andavam de lugar em lugar, sempre em busca de simpatizantes ou prosélitos à sua pregação. Num primeiro momento, dentro do Judaísmo; depois, fora dele. 

É curioso notar que, no relato introdutório de Atos, a igreja primitiva de Jerusalém foi dirigida por doze apóstolos (At 1.12ss). Lucas projeta no passado seu ideal presente de uma igreja dirigida por um colegiado. Fato que é visto contrariamente nas alusões de Paulo à igreja de Jerusalém, pois, em sua visita, três anos depois, ele não encontrou senão a Pedro (Gl 1.18). Onde estavam os demais? A resposta é que estavam pregando e curando, à luz do que Jesus havia feito e recomendado que eles fizessem (Mc 3.13ss ou Lc 10.1-11).

Numa segunda viagem, Paulo encontra as três colunas (Gl 2.9). O grupo dos doze ou dos 120 dispersou-se logo no início do Cristianismo, tornando-se uma comunidade de itinerantes. O próprio ministério de Paulo revestiu-se dessa característica. Essa característica de Jesus e de seus discípulos tem um contorno sociológico. 

Os discípulos, com nítidas características carismáticas, são os moldadores das tradições mais antigas, e constituem o pano de fundo social de uma parte significativa da tradição sinótica. Seus esforços pela recuperação das palavras (logias) de Jesus, através de citações em suas pregações missionárias, representam a melhor fonte do que hoje se convencionou chamar de Evangelho anterior aos evangelhos.

Podemos dizer que certas ordens de Jesus como Rabi, a esses discípulos, são por eles perpetuadas em seus comportamentos e formas de convívio social, pois foram eles que praticaram e transmitiram tais palavras. Foram eles que deram as bases missionárias e que fundaram igrejas como Samaria, Cesaréia, Antioquia e Damasco.

O mais interessante nesse movimento missionário dos discípulos são as normas éticas, porque fazem referências diretas ao comportamento dos seguidores de Jesus, mesmo em estilo missionário. Nesta ética, encontra-se o fundamento sociológico, com sérias implicações político-econômicas, pois envolvem renúncia a lugar estável (Mt 8.20), à família (Mt 10.37-39), à prosperidade (Mt 4.22; 19.37), e ao sustento (Mt 6.25-33; 10.8-10).

Paulo Lockmann

Por Litrazini
Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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