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terça-feira, 6 de março de 2018

ATITUDES DIANTE DAS PERSEGUIÇÕES


Inúmeras mensagens, estudos e livros têm abordado a vida do patriarca Jó, e de todos eles são tirados ensinamentos preciosos para a vida do cristão.

Sua firmeza, integridade e retidão diante de Deus dão-nos a certeza de que mesmo diante de adversidades profundas, jamais o Senhor nos abandona.

“Os olhos do Senhor passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele”. (IICr 16.9)

Percorremos os mais diversos caminhos, ao longo da vida cometemos erros, comemoramos conquistas, e Deus vê tudo isso.

Na verdade estamos, a todo instante sob o olhar de Deus. Mesmo diante de atos que desagradem o coração do Senhor, estamos sob o olhar dEle. È preciso lembrar que o olhar de Deus não é como a idéia pregada durante o período da Idade Média, ou seja, um olhar ditador, um olhar que soma erros para nos “castigar” depois. O olhar de Deus é amável, mas, sobretudo justo.

Porém nos deparamos com algumas situações tão desgastantes a ponto de duvidar desse olhar atento do Senhor sobre a nossa vida.

O sentimento da dúvida é pior do que o conhecimento da verdade. Muitas vezes a verdade abala, surpreende, mas a dúvida corrói, ela mantém a chama da esperança latente, a dúvida não deixa as feridas cicatrizarem.

O mal entra nesse ponto, o diabo tenta, a todo instante, colocar em dúvida a integridade, a sinceridade, o temor, o amor de Deus por nós e o nosso relacionamento mútuo.

É por isso que seguidas vezes o pneu do seu carro fura sem nenhum motivo aparente, ou o carro é roubado, embora estivesse seguro no estacionamento, você sofre afrontas, é humilhado, enfim sofre o pior da maneira mais infeliz. Muitos se dizem acometidos pela famosa Lei de Murphy, que diz o seguinte: “Se alguma coisa pode dar errado, dará.

E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”
Estamos todos sujeitos a essa lei, porém a grande diferença está na maneira como reagimos. Sua reação determinará o ponto máximo de sua integridade à Deus.

“Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Ef.6.16)

Nesse ponto temos a história de Jó como referencial para proceder frente a essas difíceis situações. Ele foi provado por cerca de 7 anos e não levantou uma palavra sequer de acusação contra Deus. Sua integridade e seu temor a Deus permaneceram intactos. Mesmo sendo instigado, Jó manteve-se íntegro e reto diante do Senhor.

Mantenha-se firme diante de Deus. A situação pode ser como um deserto com sol escaldante durante o dia e um frio insuportável ao cair da noite, mas não desista! Persevere!

“Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram conta nós, e nos teriam engolidos vivos, quando a sua ira se ascendeu contra nós...” (Sl 124.2-3)

Pr. Jorge Linhares 

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Perpétua


“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2Timóteo 3.12) 

“Não temais os que matam o corpo e, depois, não têm mais que fazer” (Lucas 12.4) 

Perpétua era uma jovem de 22 anos de idade. Viveu no século II d.C. Sua mãe era cristã e seu pai, pagão. Morava em Cartago, Tunísia. Tinha um filho de apenas alguns meses quando foi presa por ordem do imperador Sétimo Severo. O crime dela? Ser cristã. 

Seu pai já era idoso e a amava muito. Quando soube da prisão, veio suplicar-lhe que renunciasse sua fé. Perpétua se recusou. Tentaram convencê-la lhe concedendo alguns favores: aliviaram as torturas e lhe trouxeram seu filho. 

Às vésperas do julgamento, seu pai voltou a visitá-la: “Filha minha, tem piedade de meus cabelos brancos. Não me exponha à dor e à vergonha de vê-la morrendo no anfiteatro”. Então se jogou aos pés da filha e chorou.

No momento do interrogatório, com a sala de audiência lotada, seu pai correu até a acusada levando o netinho nos braços. Ele novamente implorou para que Perpétua renegasse sua fé. O próprio juiz falou: 

– Tenha piedade de seu pai e de seu filho. Ofereça um sacrifício ao imperador. 

– Não posso, porque sou cristã. 

– Você é cristã? 

– Sim, sou! 

Ela foi condenada a ser lançada às feras no dia em que o imperador daria uma festa. Isso não demorou a acontecer. Perpétua foi levada ao suplício juntamente com outros mártires. Antes de morrer, se abraçaram e louvaram, pois sabiam que em breve estariam com o Senhor.


E você, querido leitor, pensa que hoje é diferente? 


Certamente já não existem mais arenas, leões e tigres famintos sendo alimentados com cristãos. Mas não se engane: ler sobre a vida e morte dos mártires é extremamente edificante, porém, hoje o Senhor ainda exige o mesmo alto preço daqueles que querem segui-Lo. “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lucas 14.26). 

“Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro” (Romanos 8.36). 

Há várias maneiras de se morrer. Os primeiros cristãos pagaram literalmente com a vida por sua fé. Hoje, apesar disso ainda acontecer em algumas partes do mundo, a morte exigida pelo Senhor aos Seus discípulos é a morte do ego, do orgulho, da independência. 

Você está disposto a pagar esse preço pelo Senhor Jesus? 

Extraído do Devocional Boa Semente 

Por Lidiomar 

Graça e Paz


Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.